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Foram encontradas 59 questões.

2450995 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFC
Orgão: UFC
Deseja-se dimensionar um trecho de ramal de distribuição de água fria para alimentar uma bateria de banheiros na nova unidade didática do campus universitário avançado de Russas da UFC. Sabe-se que o ramal tem 24 m de comprimento a partir do seu ponto de derivação, e que o mesmo alimenta 12 bacias sanitárias com caixas acopladas, 8 lavatórios de bancadas, 4 mictórios e 2 chuveiros. A pressão no ponto de derivação da coluna é de 10,0 m H2O. Calcule a vazão, a pressão disponível e o diâmetro do ramal, desprezando as perdas de carga localizadas.
Dados:
Q = !$ C \sqrt{ \sum_p} !$ Vazão em l/s
C = 0,30 coeficiente de descarga
Σp soma dos pesos correspondentes aos aparelhos susceptíveis de utilização simultânea (método de Hunter)
J = 0,20 m/m perda de carga no trecho da tubulação
39% porcentagem de uso simultâneo para 24 aparelhos comuns
Peça de Utilização Vazão (l/s) Peso p
Bacia sanitária com caixa acoplada 0,15 0,3
Bacia sanitária com válvula de descarga 2,00 40,0
Bebedouro 0,10 0,1
Chuveiro 0,20 0,5
Lavatório 0,20 0,5
Mictório de descarga descontínua 0,15 0,3
Pia de despejo 0,35 1,0
Pia de cozinha 0,25 0,7
Tanque de lavar 0,30 1,0
Diâmetro (mm) Vazão (I/s)
20,0 0,40
25,0 0,70
32,0 1,15
40,0 1,61
50,0 2,82
60,0 4,07
75,0 6,36
85,0 11,30
 

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TEXTO 2

Um novo aplicativo transforma o celular em uma espécie de consultório oftalmológico de bolso. Segundo a notícia publicada ontem, um pesquisador da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres está testando a novidade em 5 mil pessoas no Quênia. (...)
No Quênia, assim como no Brasil, faltam médicos em localidades afastadas dos grandes centros. No nosso país, não faltam só médicos, como repetimos tantas vezes nesta coluna. Falta tudo: equipamentos, estrada, segurança (...)
A popularização dos celulares e as novas tecnologias móveis deveriam estar no radar de quem traça as políticas de saúde no país. Esses dispositivos podem reduzir custos e alcançar quem nunca terá a chance de estar diante de um médico de carne e osso, sempre que precisar. Com recursos móveis e aplicativos confiáveis, até mesmo enfermeiros ou profissionais de saúde de nível técnico poderiam ir até o paciente, fazer os exames e enviá-los aos médicos localizados a quilômetros de distância.
Como quase sempre política vira politicagem e as autoridades de saúde com perfil técnico são expurgadas do comando sempre que uma disputa eleitoral se avizinha, essa é mais uma discussão produtiva que deixa de ser feita.
Se dos governos podemos esperar poucas soluções coletivas e inteligentes para a saúde, o fenômeno das novas tecnologias móveis tem algo de libertador: os aplicativos, gadgets, sites e outros recursos dão poder ao indivíduo. (...)
Com um celular na mão e uns aplicativos espertos, as pessoas monitoram quantos passos deram a cada dia, controlam os nutrientes de cada refeição, checam a quantidade de açúcar no sangue, a pressão arterial e até se submetem a um eletrocardiograma sem sair de casa. (...)
Não acredito que essas ferramentas substituam o médico. Ele continuará sendo fundamental para orientar o paciente na escolha dos aplicativos de qualidade (sim, há muita porcaria por aí) e na interpretação dos resultados. O médico continuará sendo o responsável por fazer diagnóstico e orientar o tratamento. E também por confortar, entender, ter empatia – tudo o que a máquina não é capaz de fazer.
SEGATTO, C. Uma consulta com o dr. Smartphone. In: Época.16/08/2013. Disponível em: < http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/cristiane-segatto/noticia/2013/08/uma-consulta-com-o-dr-smartphone.html>. Acesso em: 17 set. 2013.
Assinale a alternativa em que o item até é empregado com o mesmo valor que em "checam a quantidade de açúcar no sangue, a pressão arterial e até se submetem a um eletrocardiograma sem sair de casa"
 

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TEXTO 2

Um novo aplicativo transforma o celular em uma espécie de consultório oftalmológico de bolso. Segundo a notícia publicada ontem, um pesquisador da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres está testando a novidade em 5 mil pessoas no Quênia. (...)
No Quênia, assim como no Brasil, faltam médicos em localidades afastadas dos grandes centros. No nosso país, não faltam só médicos, como repetimos tantas vezes nesta coluna. Falta tudo: equipamentos, estrada, segurança (...)
A popularização dos celulares e as novas tecnologias móveis deveriam estar no radar de quem traça as políticas de saúde no país. Esses dispositivos podem reduzir custos e alcançar quem nunca terá a chance de estar diante de um médico de carne e osso, sempre que precisar. Com recursos móveis e aplicativos confiáveis, até mesmo enfermeiros ou profissionais de saúde de nível técnico poderiam ir até o paciente, fazer os exames e enviá-los aos médicos localizados a quilômetros de distância.
Como quase sempre política vira politicagem e as autoridades de saúde com perfil técnico são expurgadas do comando sempre que uma disputa eleitoral se avizinha, essa é mais uma discussão produtiva que deixa de ser feita.
Se dos governos podemos esperar poucas soluções coletivas e inteligentes para a saúde, o fenômeno das novas tecnologias móveis tem algo de libertador: os aplicativos, gadgets, sites e outros recursos dão poder ao indivíduo. (...)
Com um celular na mão e uns aplicativos espertos, as pessoas monitoram quantos passos deram a cada dia, controlam os nutrientes de cada refeição, checam a quantidade de açúcar no sangue, a pressão arterial e até se submetem a um eletrocardiograma sem sair de casa. (...)
Não acredito que essas ferramentas substituam o médico. Ele continuará sendo fundamental para orientar o paciente na escolha dos aplicativos de qualidade (sim, há muita porcaria por aí) e na interpretação dos resultados. O médico continuará sendo o responsável por fazer diagnóstico e orientar o tratamento. E também por confortar, entender, ter empatia – tudo o que a máquina não é capaz de fazer.
SEGATTO, C. Uma consulta com o dr. Smartphone. In: Época.16/08/2013. Disponível em: < http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/cristiane-segatto/noticia/2013/08/uma-consulta-com-o-dr-smartphone.html>. Acesso em: 17 set. 2013.
Assinale a alternativa em que, assim como em politicagem, o sufixo expressa valor pejorativo.
 

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2450830 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFC
Orgão: UFC
A Engenharia Legal compreende todas as atividades do engenheiro que tendem a solucionar problemas jurídicos que dependem de conhecimentos técnicos, os quais normalmente não são inerentes aos advogados e magistrados, traduzindo especialmente a função do perito judicial em matéria de engenharia. A Engenharia Diagnóstica é parte da Engenharia Legal, e dispõe das chamadas Ferramentas Diagnósticas, que são procedimentos técnicos investigativos, cuja classificação se faz pela sua progressividade. As sutis diferenças entre essas ferramentas confundem até mesmo os próprios peritos. Baseada na Resolução Nº 345 de 27 de julho de 1990 do CONFEA e na NBR13752 de 1996 foram definidos os conceitos relativos àquelas ferramentas. Escolha dentre as alternativas abaixo a ferramenta diagnóstica cuja definição corresponde ao conceito explanado.
 

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TEXTO 1

Hoje, no Brasil, a ideia dominante de saúde que circula no sistema social como um todo associa a saúde a bens/serviços de consumo, entendidos como expressões concretas da tecnologia médico-sanitária. Segundo essa idéia, tais bens/serviços de consumo “contêm saúde”, como um valor enraizado no conhecimento científico. Esses bens e serviços, assim caracterizados, se consumidos, produziriam nos indivíduos estados de bem-estar, através da transferência da saúde que está nos produtos para o corpo das pessoas.
Assim, a saúde se “descoletiviza” ou se “individualiza” pelo consumo de um conjunto de bens ditos de “saúde”. (...) A evolução tecnológica e o consumismo em saúde geram, por sua vez, a idéia correspondente de que não é preciso que uma sociedade seja saudável para que cada um de nós o seja.
Quando se fala em saúde como bem de consumo coletivo e se agrega a isso a perspectiva política de democratização da saúde, está se pensando na generalização do acesso aos bens e serviços ditos de “saúde”, de forma que se possa argumentar – erradamente – que a saúde se coletiviza para o conjunto da sociedade à medida que todos podem ter acesso individual à “sua saúde”. (...) O que se chama erroneamente de saúde coletiva, envolvendo o acesso generalizado ao consumo dos chamados bens e serviços de saúde, deve ser chamado pelo seu verdadeiro nome: assistência médica. Como então suprimir a doença?
Se a saúde vira responsabilidade individual do consumidor de “saúde” e a chamada “saúde como dever do Estado” acaba se confundindo com a democratização do acesso individual aos bens e serviços médicos, onde e com quem fica a responsabilidade pela verdadeira saúde coletiva, entendida como propiciar condições sociais, culturais, e econômicas para gerar modos de vida não-doentes? Há várias respostas possíveis para esta questão:
1) “Fica em lugar nenhum e com ninguém.” Os que defendem essa posição (...) poderiam esgrimir os seguintes argumentos: a) o homem é o que é; b) as doenças sempre existiram e sempre existirão, são fatalidades como a fome e o frio; c) não há como criar sistemas sociais e culturais não geradores de doença; d) o único jeito é se proteger das doenças pelo consumo de “objetos saudáveis” (remédios, iogurtes, cirurgias, alimentos “diet”, planos de saúde etc.).
2) “Fica no céu da utopia com os poetas, revolucionários e sanitaristas sonhadores, que querem mudar o mundo.”
3) “Fica na terra, com uma entidade abstrata (...). No caso da Saúde, é o Ministério da Saúde (a voz anônima que adverte, nos maços de cigarro, que fumar é prejudicial à saúde) ou a Secretaria da Saúde.”
4) “Fica na terra, em cada um de nós, na medida em que admitamos: a) que as doenças não são uma fatalidade: a maioria das que atingem o grosso da população podem ser eliminadas se nós estivermos coletivamente dispostos para tanto; b) que, ao só defendermos a saúde de cada um com remédios, iogurtes, camisinhas, estamos salvando nossa pele como indivíduos, mas ‘cevando’ a doença; c) que o Estado não fará o trabalho por nós porque ele não é uma entidade abstrata, fora de nós, mas a expressão concreta da nossa consciência ou falta de consciência; d) que, mesmo se todos nós pudermos consumir ‘objetos saudáveis’, a doença continuará a existir e a nos ameaçar como espécie animal; e) que, enfim, a eliminação das doenças não é um problema tecnológico, mas de vontade coletiva.”
LEFÈVRE, F. Você decide. In: Superinteressante. Edição 62. Nov. 1992. Disponível em: <http://super.abril.com.br/saude/desconsumizar saude-voce-decide-440511.shtml>. Acesso em 17 set. 2013.
Ao marcar com aspas a expressão "contêm saúde", o autor:
 

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TEXTO 2

Um novo aplicativo transforma o celular em uma espécie de consultório oftalmológico de bolso. Segundo a notícia publicada ontem, um pesquisador da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres está testando a novidade em 5 mil pessoas no Quênia. (...)
No Quênia, assim como no Brasil, faltam médicos em localidades afastadas dos grandes centros. No nosso país, não faltam só médicos, como repetimos tantas vezes nesta coluna. Falta tudo: equipamentos, estrada, segurança (...)
A popularização dos celulares e as novas tecnologias móveis deveriam estar no radar de quem traça as políticas de saúde no país. Esses dispositivos podem reduzir custos e alcançar quem nunca terá a chance de estar diante de um médico de carne e osso, sempre que precisar. Com recursos móveis e aplicativos confiáveis, até mesmo enfermeiros ou profissionais de saúde de nível técnico poderiam ir até o paciente, fazer os exames e enviá-los aos médicos localizados a quilômetros de distância.
Como quase sempre política vira politicagem e as autoridades de saúde com perfil técnico são expurgadas do comando sempre que uma disputa eleitoral se avizinha, essa é mais uma discussão produtiva que deixa de ser feita.
Se dos governos podemos esperar poucas soluções coletivas e inteligentes para a saúde, o fenômeno das novas tecnologias móveis tem algo de libertador: os aplicativos, gadgets, sites e outros recursos dão poder ao indivíduo. (...)
Com um celular na mão e uns aplicativos espertos, as pessoas monitoram quantos passos deram a cada dia, controlam os nutrientes de cada refeição, checam a quantidade de açúcar no sangue, a pressão arterial e até se submetem a um eletrocardiograma sem sair de casa. (...)
Não acredito que essas ferramentas substituam o médico. Ele continuará sendo fundamental para orientar o paciente na escolha dos aplicativos de qualidade (sim, há muita porcaria por aí) e na interpretação dos resultados. O médico continuará sendo o responsável por fazer diagnóstico e orientar o tratamento. E também por confortar, entender, ter empatia – tudo o que a máquina não é capaz de fazer.
SEGATTO, C. Uma consulta com o dr. Smartphone. In: Época.16/08/2013. Disponível em: < http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/cristiane-segatto/noticia/2013/08/uma-consulta-com-o-dr-smartphone.html>. Acesso em: 17 set. 2013.
No trecho “No Quênia, assim como no Brasil, faltam médicos em localidades afastadas dos grandes centros”, a expressão sublinhada tem como função sintática:
 

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2469372 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFC
Orgão: UFC
O Instituto de Ciências Médicas da Universidade Federal do Ceará é um edifício de dez pavimentos com um subsolo que será construído abaixo do nível do terreno natural. Para isto, necessita-se executar uma cortina de estacas brocas de modo a garantir a contenção do terreno periférico, protegendo os edifícios da vizinhança de possíveis recalques ou desabamentos. Deve-se construir o subsolo com um pé direito livre de 4,00 m. Uma discretização foi feita, considerando o diagrama dos carregamentos dividido em áreas de triângulos e trapézios cujas alturas h tem o valor unitário de um metro, e u para o triângulo onde a ordenada dos carregamentos se anula. A cortina será construída na concepção de cortina em balanço ou cantiléver, com um engastamento no solo e extremidade livre, ou seja, sem ancoragens por tirantes. Despreze-se o empuxo hidráulico do lençol freático, de modo a simplificar o cálculo. Então, de acordo com a figura abaixo calcule o solicitado e marque a alternativa com a resposta correta.
- As resultantes das pressões atuantes de empuxo ativo;
- Ordenada do ponto onde o carregamento de empuxo ativo é nulo abaixo do fundo da escavação;
- O acréscimo de profundidade para que a cortina fique engastada no solo e o comprimento final da ficha;
- A ordenada do momento fletor máximo;
- A Força adicional de empuxo que garante o engastamento no solo;
- O momento fletor máximo.
Enunciado 3196008-1
Sejam: a1 = 0,67 m; a2 = 0,90 m; a3 = 0,96 m; a4 = 0,99 m; a5 = 0,58 m.
Parâmetros do Solo:
Tipo: Areia;
γ = 18 kN/m3 peso específico da areia;
ϕ = 30o ângulo de atrito interno;
Kah = 0,28 coeficiente de empuxo ativo horizontal;
Kph = 4,08 coeficiente de empuxo passivo horizontal;
Fórmulas:
Pn = γ*h*Kah resultantes das pressões de empuxo ativo;
Krh = Kph – Kah coeficiente de empuxo passivo resultante;
u =( γ*H*Kah)/γ*Krh ordenada do ponto de carregamento do empuxo ativo nulo;
to = 1,20*X acréscimo de 20% no comprimento da ficha para ativar o engastamento no solo;
!$ X_m = \sqrt{ (2 * \sum Pn)} / \sqrt{ ( \gamma * Krh)} !$ordenada do momento fletor máximo;
Erh = (½*γ*Krh*X2) empuxo passivo horizontal resultante
X = 2,41 m comprimento inicial da ficha;
t = u + to comprimento final da ficha;
Ch = Erh - ΣPn força de empuxo horizontal adicional de engastamento no solo;
Mmax = (H+u)*ΣPn-Σ(Pn*Σan)+0,9428*(ΣPn)3/2*(γ*Krh)-1/2 momento máximo;
Tabela de Valores para cálculo em fórmulas
Número Pn (kN/m) an (m) Σan (m) Pn*Σan(kNm/m)
1 0,67 0,67
2 0,90 1,57
3 0,96 2,53
4 0,99 3,52
5 0,58 4,10
ΣPn Σ(Pn*Σan)
Questão Anulada

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2458107 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFC
Orgão: UFC
A resistência à compressão simples é a propriedade mais importante de um concreto, não só porque o concreto trabalha predominantemente à compressão, mas porque fornece outros parâmetros físicos relacionados empiricamente à sua resistência. A sua resistência à compressão é medida pelo rompimento de corpos de prova cilíndricos padronizados de 15 cm de diâmetro por 30 cm de altura, curados em câmara úmida a 20ºC e ensaiados com a idade de 28 dias, em ensaio de tipo rápido, com elevação de tensão de 0,1 Mpa/s. No controle tecnológico de um concreto, cujo Fck de projeto é de 30 Mpa, apresentaram-se os seguintes resultados:
Fcki(Mpa) Fck1 Fck2 Fck3 Fck4 Fck5 Fck6 Fck7
Ensaio 29 28 32 31 30 27 33
Sabendo que a resistência à compressão característica do concreto Fcck = Fck , é um valor mínimo estatístico acima do qual ficam situados 95% dos resultados experimentais, e admitindo-se a curva normal de distribuição, onde Fck = Fcm .(1 – 1,645.d), onde d = s/Fcm, representa o coeficiente de dispersão dos valores,
S desvio padrão dos valores do ensaio
fcm média aritmética dos valores do ensaio
!$ s = { \large \sqrt{ \sum (FcKi - Fcm)^2} \over \sqrt{n} -1} !$
fcm = ΣFcki/n
n número de amostras ensaiadas
Calcule, com base nos resultados das amostras apresentadas, o Fck característico obtido a partir do ensaio considerado:
Questão Anulada

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2468429 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFC
Orgão: UFC
Com relação ao PCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, assinale a alternativa correta.
Questão Desatualizada

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