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Foram encontradas 660 questões.

2124182 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Desde 2007, a transmissão televisiva no Brasil passou a ser feita também pelo sistema digital, que tem, entre suas características, a capacidade de transmitir imagens em alta definição. Até 2016, ocorrerá a transição definitiva da TV analógica para o sistema digital, conforme definido pela Norma Geral para Execução dos Serviços de Televisão Pública Digital nº 01/2009. Em que medida a produção jornalística poderá ser afetada com a transição definitiva da TV analógica para o sistema digital?
 

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2124181 Ano: 2013
Disciplina: Farmácia
Banca: UFC
Orgão: UFC
Os ajustes de “offset” e de ganho (“gain”) no microscópio ótico confocal estão relacionados:
 

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2124071 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFC
Orgão: UFC
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A figura abaixo mostra o rótulo de uma fonte de alimentação. Qual a potência máxima fornecida por essa fonte?
AC INPUT VOLTAGEM 115/230V CURRENTE 10A/6A FREQUENCY 60/50hZ
MAX DC OUTPUT +3,3V +5V +12V1 +12V2 -12V +5VSB BLK GRN GRY
22A 16A 15A 16A 0.8A 2.5A COM PS-ON PG
 

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2124070 Ano: 2013
Disciplina: Medicina
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Sobre glomerulonefrites, é correto afirmar:
 

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2124069 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: UFC
Orgão: UFC
Um objeto flutua na água (d = 1 g/cm3) com 16% de seu volume submerso. Ao ser colocado em um líquido desconhecido, flutua com 20% de seu volume submerso. Determine a densidade do fluido desconhecido.
 

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TEXTO 2

A indignação aparentemente sem objeto, levando a manifestações de massa espontâneas, sem liderança e sem organização, finalmente chegou ao Brasil. Surpreendente é que tardasse a chegar por aqui.
Esses levantes de indignação têm algumas características comuns e outras singulares, ligadas à conjuntura de cada país. Autocracia aqui, crise econômica ali, corrupção acolá. Muitas vezes um tanto de tudo isso junto. Em comum, têm a espontaneidade, o uso das redes sociais para alastrar a convocação e a articulação das manifestações, a insatisfação, a desconfiança, a ausência de lideranças e os alvos múltiplos: poder, imprensa, empresas. De todos se diz que não têm um objeto claro. Não têm mesmo, eles refletem pautas fragmentadas de sociedades fragmentadas. As pessoas não se juntam porque seguem liderança coletiva, ou para demandar itens de uma pauta coletivamente acordada em algum espaço institucionalizado. Vão para as ruas por contágio. O espaço público se transforma em um palco onde pautas singularizadas promovem encontros espontâneos e transitórios entre indivíduos movidos por sentimentos, valores e visões diferentes. Essa individualização do movimento de massas desconcerta e espanta.
(...)
Eles se colocam por fora e por cima dos governos, dos partidos e das outras instituições de representação ou agregação de interesses organizadas. Todos se oligarquizaram, criaram barreiras à entrada e impuseram pautas autoconcebidas a pessoas cada vez mais descrentes e mais individualizadas.
Um dos pontos que impressiona é que aparentemente a reação social parece, às vezes, desproporcional à sua motivação aparente. Não existe essa contrariedade. São muitas as motivações. Algo como micro-ofensas que provocam macrorreações. A soma de indignações individualizadas se transforma em um tsunami arrasador de protestos.
Evidentemente que as tarifas de ônibus foram e não foram causa da sublevação que ocupa as ruas das principais cidades brasileiras. Qualquer aumento de preços, com a inflação em alta e preços essenciais, como os dos alimentos e dos serviços básicos subindo acima da média, provoca desconforto e irritação. Algumas pessoas talvez se lembrem que o governo atrasou o reajuste de tarifas, marcado para janeiro, para “segurar” a inflação. E que acabou autorizando-o em momento ainda pior, por imperícia e pela inevitável aceleração dos preços diante da inércia da política econômica, excessivamente tolerante com a inflação sempre no topo da meta. O atraso não surtiu efeito algum, a elevação fora do tempo só piorou as coisas.
Não é só a tarifa do ônibus, o preço do pão francês ou do tomate. Tem o engarrafamento. O ônibus, o trem e o metrô lotados. A desatenção dos prestadores de serviços. Tem o sistema de saúde que não funciona. O pronto-socorro atulhado, a fila das cirurgias, todas urgentes e atrasadas. A escola aos frangalhos, os professores desmotivados. O desemprego de jovens mais que o dobro do desemprego médio. Tem o político sem reputação ou escrúpulo mandando e desmandando, impune e imune à rejeição majoritária. O marketing mentiroso, público e privado. O estádio superfaturado e de desenho mais elitista. As decisões ou ameaças de decisões ao avesso da opinião dominante na sociedade. O fastio com a corrupção impune. O desencanto com políticos que eram portadores da esperança de mudança e deram os braços aos oligarcas de sempre. Enfim, motivo para indignação há de sobra, há muito tempo.
(...)
O melhor cenário é que da reiteração dessas manifestações surjam novos tipos de liderança e novas formas de identidade entre indivíduos com autonomia e coletividade, ou sentido de coletividade. Que da força da indignação social venha a mudança real. E que a conjugação entre novas lideranças e novas identidades coletivas dê rumo e objeto mais direto e concreto à mudança.
ABRANCHES, Sérgio. O “Vem para a rua” é sem lenço e
sem documento. Análise, 19/06/2013. Adaptado. Disponível em <http://www.ecopolitica.com.br>. Acesso em 02 out. 2013.
A partir da opinião do autor em relação às manifestações, é correto inferir que ele:
 

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2122619 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Sobre voltímetros é correto afirmar que:
 

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2122617 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC
TEXTO 1
LER ROMANCES TORNA VOCÊ UMA PESSOA MELHOR.
Deixa você com a cabeça mais aberta, sem preconceitos.
Foi o que concluiu um grupo de pesquisadores da Universidade de Toronto. Eles dividiram 100 pessoas em dois grupos: um deles teve de ler histórias de ficção, de autores como Wallace Stegner e Jean Stafford, enquanto outros leram ensaios sobre ciência, beleza, literatura ou comportamento (de autores como Freud ou Burroughs).
Depois, todos passaram por testes psicológicos para medir quanto gostavam (e precisavam) de certezas e estabilidade. Tiveram de dizer, por exemplo, se concordam pouco, muito ou nada com afirmações do tipo “eu não gosto de situações incertas” e “eu desgosto de questões que têm várias respostas diferentes”. E, olha só, quem havia lido os romances parecia mais aberto à ambiguidade e incertezas.
É que ler romances faz você entrar num outro mundo – e abre sua cabeça. Aí você conhece e questiona outras realidades, mas sem a necessidade de tomar decisões, de ter certezas sobre questões polêmicas. “O leitor pode até pensar como pessoas que ele nem gosta...”, explica MajaDjikic, autor da pesquisa. “O leitor pensa através de outros eventos, sem se preocupar com urgência e permanência, e, então, pensa de jeitos diferentes do que até ele mesmo está acostumado a pensar – e isso produz um efeito que abre sua mente”, conclui.
CASTRO, Carol. Ciência maluca. Superinteressante.
04/10/2013. Disponível em <http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/ler romances-torna-voce-uma-pessoa-melhor/>. Acesso em 08 out. 2013.
Da leitura do texto 1, é correto concluir que:
 

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2122589 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Alguns microscópios possuem oculares ajustáveis para correção da dioptria embutida, permitindo ao usuário:
 

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2122294 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFC
Orgão: UFC
As siglas são uma forma de economizar espaço no texto jornalístico e, principalmente, nos títulos. Um assessor de imprensa ligado à área de educação e ensino superior tem a obrigação de conhecer quais siglas estritamente ligadas a esse campo? Assinale apenas a alternativa que traz todas as opções corretas.
 

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