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Foram encontradas 50 questões.

3019799 Ano: 2018
Disciplina: Museologia
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Considerando os museus universitários no Brasil, é correto afirmar que:

 

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3019798 Ano: 2018
Disciplina: Museologia
Banca: UFC
Orgão: UFC
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“Primeiramente, o pressuposto básico e fundamental para que uma exposição museológica comunique é que haja inteligibilidade.”

(CURY, 2011).

A partir dessa informação, é correto afirmar que:

 

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3019797 Ano: 2018
Disciplina: Museologia
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Sobre a obra “Revendo o nascimento dos museus brasileiros 1870-1910” de Schwarcz, é correto afirmar:

 

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3019796 Ano: 2018
Disciplina: Museologia
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Assinale a alternativa correta para completar a sentença “Criado em 6 de junho de 1818 por Dom João VI, responsável pela transferência da corte portuguesa para o Brasil, o então Museu Real foi pensado para:

 

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3019746 Ano: 2018
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Assinale a alternativa correta ao indicar a lei brasileira que “Estabelece diretrizes gerais sobre medidas de prevenção e combate a incêndio e a desastres em estabelecimentos, edificações e áreas de reunião de público”:

 

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3019709 Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Sobre a acessibilidade em museus tratada na NBR 15599, assinale a alternativa correta sobre o deve ser disponível e oferecido:

 

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3019708 Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFC
Orgão: UFC
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A acessibilidade em museus, exposições e espaços culturais é assunto de Norma Brasileira Registrada editada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Assinale a alternativa correta que aponta a norma da qual estamos falando:

 

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3019706 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC

TEXTO

Sete milhões de mortes por ano! A letalidade de nosso insustentável estilo de vida merece comparação. A única hecatombe que matou mais pessoas no planeta foi a Segunda Grande Guerra (1939 – 1945). Em seus seis anos, ela levou à morte cerca de 50 milhões de pessoas, para algumas fontes, e até 85 milhões para outras. Mas ninguém diverge que este foi o conflito mais mortal da Terra. E, no entanto, se multiplicarmos 7 (milhões de pessoas) por 6 (anos), teremos 42 milhões de pessoas mortas por poluição no mesmo período! Um vergonhoso (quase) ‘empate’ macabro com as estimativas mais conservadoras da Segunda Guerra. Os dados são incontestáveis. Foram publicados pela Organização Mundial da Saúde em relatório que analisa o ano de 2016, recém-publicado: poluição mata, e muito!

Não há um único canto da Terra livre da poluição. Não escapam o mais alto, o Everest (+8.848 m), nem o mais profundo, a Fossa das Marianas (- 11 mil). No Everest, depois da ‘glória’ de chegar ao topo, o ser humano descarta seus resíduos sem piedade da montanha que ‘foi conquistar’. No local mais profundo da Terra, 11 mil metros abaixo do nível do mar, foram constatadas ‘concentrações extremamente altas’ de PCB (bifenilos policlorados), e PBDE (éteres difenílicos polibromados), venenos usados mais de 30 anos atrás para tornar materiais têxteis e plásticos resistentes ao fogo. Nem o Ponto Nemo, o mais ermo do planeta, está livre da chaga. Ali foi encontrado alto teor de partículas de microplástico. Nada de novo. Seguimos céleres na tarefa de tornar a Terra inabitável.

María Neira, Diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, põe o dedo na ferida: “O mais dramático é que os valores estabilizaram. Apesar das melhorias alcançadas e dos esforços postos em prática, a imensa maioria da população mundial, 92%, respira ar contaminado em níveis muito perigosos para a saúde”. A OMS estima que cerca de 7 milhões de pessoas morrem a cada ano de exposição a partículas finas em ar poluído que penetram profundamente nos pulmões e no sistema cardiovascular, causando doenças como derrame, doenças cardíacas, câncer de pulmão, doenças pulmonares obstrutivas crônicas e infecções respiratórias, incluindo pneumonia.

Mais de 90% das mortes relacionadas à poluição do ar ocorrem em países de baixa e média renda, principalmente na Ásia e na África, seguidos pelos países de renda baixa e média da região do Mediterrâneo Oriental, Europa e Américas. Em 2016 no Brasil, diz a OMC, morreram 633 crianças.

A OMS reconhece que a poluição do ar é um fator de risco crítico para doenças não transmissíveis (DCNT), causando cerca de um quarto (24%) de mortes por doenças cardíacas, 25% de acidente vascular cerebral, 43% de doença pulmonar obstrutiva crônica e 29% de câncer de pulmão.

MESQUITA, J. Lara. Poluição mata sete milhões de pessoas por ano, diz OMC. Disponível em:

<https://marsemfim.com.br/poluicao-mata-sete-milhoes-de-pessoas/>. Acesso em 30 out. 2018.

Assinale a alternativa cujo termo sublinhado exerce a função de agente da passiva.

 

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235788 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC

TEXTO

Sete milhões de mortes por ano! A letalidade de nosso insustentável estilo de vida merece comparação. A única hecatombe que matou mais pessoas no planeta foi a Segunda Grande Guerra (1939 – 1945). Em seus seis anos, ela levou à morte cerca de 50 milhões de pessoas, para algumas fontes, e até 85 milhões para outras. Mas ninguém diverge que este foi o conflito mais mortal da Terra. E, no entanto, se multiplicarmos 7 (milhões de pessoas) por 6 (anos), teremos 42 milhões de pessoas mortas por poluição no mesmo período! Um vergonhoso (quase) ‘empate’ macabro com as estimativas mais conservadoras da Segunda Guerra. Os dados são incontestáveis. Foram publicados pela Organização Mundial da Saúde em relatório que analisa o ano de 2016, recém-publicado: poluição mata, e muito!

Não há um único canto da Terra livre da poluição. Não escapam o mais alto, o Everest (+8.848 m), nem o mais profundo, a Fossa das Marianas (- 11 mil). No Everest, depois da ‘glória’ de chegar ao topo, o ser humano descarta seus resíduos sem piedade da montanha que ‘foi conquistar’. No local mais profundo da Terra, 11 mil metros abaixo do nível do mar, foram constatadas ‘concentrações extremamente altas’ de PCB (bifenilos policlorados), e PBDE (éteres difenílicos polibromados), venenos usados mais de 30 anos atrás para tornar materiais têxteis e plásticos resistentes ao fogo. Nem o Ponto Nemo, o mais ermo do planeta, está livre da chaga. Ali foi encontrado alto teor de partículas de microplástico. Nada de novo. Seguimos céleres na tarefa de tornar a Terra inabitável.

María Neira, Diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, põe o dedo na ferida: “O mais dramático é que os valores estabilizaram. Apesar das melhorias alcançadas e dos esforços postos em prática, a imensa maioria da população mundial, 92%, respira ar contaminado em níveis muito perigosos para a saúde”. A OMS estima que cerca de 7 milhões de pessoas morrem a cada ano de exposição a partículas finas em ar poluído que penetram profundamente nos pulmões e no sistema cardiovascular, causando doenças como derrame, doenças cardíacas, câncer de pulmão, doenças pulmonares obstrutivas crônicas e infecções respiratórias, incluindo pneumonia.

Mais de 90% das mortes relacionadas à poluição do ar ocorrem em países de baixa e média renda, principalmente na Ásia e na África, seguidos pelos países de renda baixa e média da região do Mediterrâneo Oriental, Europa e Américas. Em 2016 no Brasil, diz a OMC, morreram 633 crianças.

A OMS reconhece que a poluição do ar é um fator de risco crítico para doenças não transmissíveis (DCNT), causando cerca de um quarto (24%) de mortes por doenças cardíacas, 25% de acidente vascular cerebral, 43% de doença pulmonar obstrutiva crônica e 29% de câncer de pulmão.

MESQUITA, J. Lara. Poluição mata sete milhões de pessoas por ano, diz OMC. Disponível em:

<https://marsemfim.com.br/poluicao-mata-sete-milhoes-de-pessoas/>. Acesso em 30 out. 2018.

Assinale a alternativa em que a concordância verbal está conforme a norma gramatical como em “...cerca de 7 milhões de pessoas morrem a cada ano”.

 

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235784 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC

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Sete milhões de mortes por ano! A letalidade de nosso insustentável estilo de vida merece comparação. A única hecatombe que matou mais pessoas no planeta foi a Segunda Grande Guerra (1939 – 1945). Em seus seis anos, ela levou à morte cerca de 50 milhões de pessoas, para algumas fontes, e até 85 milhões para outras. Mas ninguém diverge que este foi o conflito mais mortal da Terra. E, no entanto, se multiplicarmos 7 (milhões de pessoas) por 6 (anos), teremos 42 milhões de pessoas mortas por poluição no mesmo período! Um vergonhoso (quase) ‘empate’ macabro com as estimativas mais conservadoras da Segunda Guerra. Os dados são incontestáveis. Foram publicados pela Organização Mundial da Saúde em relatório que analisa o ano de 2016, recém-publicado: poluição mata, e muito!

Não há um único canto da Terra livre da poluição. Não escapam o mais alto, o Everest (+8.848 m), nem o mais profundo, a Fossa das Marianas (- 11 mil). No Everest, depois da ‘glória’ de chegar ao topo, o ser humano descarta seus resíduos sem piedade da montanha que ‘foi conquistar’. No local mais profundo da Terra, 11 mil metros abaixo do nível do mar, foram constatadas ‘concentrações extremamente altas’ de PCB (bifenilos policlorados), e PBDE (éteres difenílicos polibromados), venenos usados mais de 30 anos atrás para tornar materiais têxteis e plásticos resistentes ao fogo. Nem o Ponto Nemo, o mais ermo do planeta, está livre da chaga. Ali foi encontrado alto teor de partículas de microplástico. Nada de novo. Seguimos céleres na tarefa de tornar a Terra inabitável.

María Neira, Diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, põe o dedo na ferida: “O mais dramático é que os valores estabilizaram. Apesar das melhorias alcançadas e dos esforços postos em prática, a imensa maioria da população mundial, 92%, respira ar contaminado em níveis muito perigosos para a saúde”. A OMS estima que cerca de 7 milhões de pessoas morrem a cada ano de exposição a partículas finas em ar poluído que penetram profundamente nos pulmões e no sistema cardiovascular, causando doenças como derrame, doenças cardíacas, câncer de pulmão, doenças pulmonares obstrutivas crônicas e infecções respiratórias, incluindo pneumonia.

Mais de 90% das mortes relacionadas à poluição do ar ocorrem em países de baixa e média renda, principalmente na Ásia e na África, seguidos pelos países de renda baixa e média da região do Mediterrâneo Oriental, Europa e Américas. Em 2016 no Brasil, diz a OMC, morreram 633 crianças.

A OMS reconhece que a poluição do ar é um fator de risco crítico para doenças não transmissíveis (DCNT), causando cerca de um quarto (24%) de mortes por doenças cardíacas, 25% de acidente vascular cerebral, 43% de doença pulmonar obstrutiva crônica e 29% de câncer de pulmão.

MESQUITA, J. Lara. Poluição mata sete milhões de pessoas por ano, diz OMC. Disponível em:

<https://marsemfim.com.br/poluicao-mata-sete-milhoes-de-pessoas/>. Acesso em 30 out. 2018.

A palavra “hecatombe” significa:

 

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