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Como o antibiótico mudou o mundo
Camila Maccari
Em 24 horas, uma bactéria se reproduz 16 milhões de vezes. É um ritmo diabólico. Não à toa, os micróbios por trás das grandes epidemias (peste negra, cólera, tuberculose e tifo) mataram mais de 1 bilhão de humanos. Elas estavam ganhando de goleada até que, num dia de 1928, o biólogo escocês Alexander Fleming se esqueceu de limpar o laboratório. Quando voltou, notou um fungo crescendo numa placa – e matando as bactérias que ele usava em experiências. E o que era desleixo virou a descoberta do século: esse fungo, do gênero penicillum, foi o primeiro antibiótico. Hoje, damos antibiótico até para os bichos (Nos EUA, 80% dele é ingerido por gado, aves e porcos de corte). Mas a lua-de-mel pode estar perto do fim. As bactérias estão criando resistência aos antibióticos, e a indústria farmacêutica não consegue criar novos – o ritmo de invenções caiu 70% nos últimos 20 anos. A esperança são os “antibióticos virais”, que já estão em teste – e são feitos de vírus que matam bactérias.
MACCARI, Camila. Como o antibiótico mudou o mundo. In: Super Novas,
Superinteressante. Edição 331, p. 20, abril/2014.
Em: “Hoje, damos antibiótico até para os bichos” , até expressa um sentido de:
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Como o antibiótico mudou o mundo
Camila Maccari
Em 24 horas, uma bactéria se reproduz 16 milhões de vezes. É um ritmo diabólico. Não à toa, os micróbios por trás das grandes epidemias (peste negra, cólera, tuberculose e tifo) mataram mais de 1 bilhão de humanos. Elas estavam ganhando de goleada até que, num dia de 1928, o biólogo escocês Alexander Fleming se esqueceu de limpar o laboratório. Quando voltou, notou um fungo crescendo numa placa – e matando as bactérias que ele usava em experiências. E o que era desleixo virou a descoberta do século: esse fungo, do gênero penicillum, foi o primeiro antibiótico. Hoje, damos antibiótico até para os bichos (Nos EUA, 80% dele é ingerido por gado, aves e porcos de corte). Mas a lua-de-mel pode estar perto do fim. As bactérias estão criando resistência aos antibióticos, e a indústria farmacêutica não consegue criar novos – o ritmo de invenções caiu 70% nos últimos 20 anos. A esperança são os “antibióticos virais”, que já estão em teste – e são feitos de vírus que matam bactérias.
MACCARI, Camila. Como o antibiótico mudou o mundo. In: Super Novas,
Superinteressante. Edição 331, p. 20, abril/2014.
O adjetivo utilizado no comentário: “É um ritmo diabólico.” caracteriza o ritmo de reprodução de uma bactéria como:
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Como o antibiótico mudou o mundo
Camila Maccari
Em 24 horas, uma bactéria se reproduz 16 milhões de vezes. É um ritmo diabólico. Não à toa, os micróbios por trás das grandes epidemias (peste negra, cólera, tuberculose e tifo) mataram mais de 1 bilhão de humanos. Elas estavam ganhando de goleada até que, num dia de 1928, o biólogo escocês Alexander Fleming se esqueceu de limpar o laboratório. Quando voltou, notou um fungo crescendo numa placa – e matando as bactérias que ele usava em experiências. E o que era desleixo virou a descoberta do século: esse fungo, do gênero penicillum, foi o primeiro antibiótico. Hoje, damos antibiótico até para os bichos (Nos EUA, 80% dele é ingerido por gado, aves e porcos de corte). Mas a lua-de-mel pode estar perto do fim. As bactérias estão criando resistência aos antibióticos, e a indústria farmacêutica não consegue criar novos – o ritmo de invenções caiu 70% nos últimos 20 anos. A esperança são os “antibióticos virais”, que já estão em teste – e são feitos de vírus que matam bactérias.
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Superinteressante. Edição 331, p. 20, abril/2014.
A reescrita do trecho: “...vírus que matam bactérias” , utilizando-se uma vírgula entre “vírus” e a oração “que matam bactérias” (“vírus, que matam bactérias”), produziria o sentido de que:
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Em 24 horas, uma bactéria se reproduz 16 milhões de vezes. É um ritmo diabólico. Não à toa, os micróbios por trás das grandes epidemias (peste negra, cólera, tuberculose e tifo) mataram mais de 1 bilhão de humanos. Elas estavam ganhando de goleada até que, num dia de 1928, o biólogo escocês Alexander Fleming se esqueceu de limpar o laboratório. Quando voltou, notou um fungo crescendo numa placa – e matando as bactérias que ele usava em experiências. E o que era desleixo virou a descoberta do século: esse fungo, do gênero penicillum, foi o primeiro antibiótico. Hoje, damos antibiótico até para os bichos (Nos EUA, 80% dele é ingerido por gado, aves e porcos de corte). Mas a lua-de-mel pode estar perto do fim. As bactérias estão criando resistência aos antibióticos, e a indústria farmacêutica não consegue criar novos – o ritmo de invenções caiu 70% nos últimos 20 anos. A esperança são os “antibióticos virais”, que já estão em teste – e são feitos de vírus que matam bactérias.
MACCARI, Camila. Como o antibiótico mudou o mundo. In: Super Novas,
Superinteressante. Edição 331, p. 20, abril/2014.
Em: “As bactérias estão criando resistência aos antibióticos” , o termo em destaque classifica-se como:
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Camila Maccari
Em 24 horas, uma bactéria se reproduz 16 milhões de vezes. É um ritmo diabólico. Não à toa, os micróbios por trás das grandes epidemias (peste negra, cólera, tuberculose e tifo) mataram mais de 1 bilhão de humanos. Elas estavam ganhando de goleada até que, num dia de 1928, o biólogo escocês Alexander Fleming se esqueceu de limpar o laboratório. Quando voltou, notou um fungo crescendo numa placa – e matando as bactérias que ele usava em experiências. E o que era desleixo virou a descoberta do século: esse fungo, do gênero penicillum, foi o primeiro antibiótico. Hoje, damos antibiótico até para os bichos (Nos EUA, 80% dele é ingerido por gado, aves e porcos de corte). Mas a lua-de-mel pode estar perto do fim. As bactérias estão criando resistência aos antibióticos, e a indústria farmacêutica não consegue criar novos – o ritmo de invenções caiu 70% nos últimos 20 anos. A esperança são os “antibióticos virais”, que já estão em teste – e são feitos de vírus que matam bactérias.
MACCARI, Camila. Como o antibiótico mudou o mundo. In: Super Novas,
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Conclui-se, pela leitura do texto, que a descoberta do antibiótico aconteceu porque Alexander Fleming:
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As organizações procuram incentivar seus empregados a se manterem competitivos. As demandas constantes geram altos níveis de stress. Dentre outros fatores que provocam stress, é correto considerar:
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Com o comentário: “Mas a lua-de-mel pode estar perto do fim.” , a autora:
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MACCARI, Camila. Como o antibiótico mudou o mundo. In: Super Novas,
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Em: “Elas estavam ganhando de goleada...” , o pronome faz referência às:
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Camila Maccari
Em 24 horas, uma bactéria se reproduz 16 milhões de vezes. É um ritmo diabólico. Não à toa, os micróbios por trás das grandes epidemias (peste negra, cólera, tuberculose e tifo) mataram mais de 1 bilhão de humanos. Elas estavam ganhando de goleada até que, num dia de 1928, o biólogo escocês Alexander Fleming se esqueceu de limpar o laboratório. Quando voltou, notou um fungo crescendo numa placa – e matando as bactérias que ele usava em experiências. E o que era desleixo virou a descoberta do século: esse fungo, do gênero penicillum, foi o primeiro antibiótico. Hoje, damos antibiótico até para os bichos (Nos EUA, 80% dele é ingerido por gado, aves e porcos de corte). Mas a lua-de-mel pode estar perto do fim. As bactérias estão criando resistência aos antibióticos, e a indústria farmacêutica não consegue criar novos – o ritmo de invenções caiu 70% nos últimos 20 anos. A esperança são os “antibióticos virais”, que já estão em teste – e são feitos de vírus que matam bactérias.
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expressão utilizada no início da frase: “Não à toa, os micróbios por trás das grandes epidemias (...) mataram mais de 1 bilhão de humanos.” (linhas 01 a 03), estabelece coesão com a informação anterior, nos levando a interpretar o fato relatado depois como:
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