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TEXTO
O culto aos líderes inspiradores – que atingiu seu ápice com a enxurrada de biografias, artigos e filmes sobre Steve Jobs, por exemplo – talvez seja uma influência negativa para o mundo dos negócios. Pelo menos é o que indica um estudo da Universidade de Iowa, publicado no site Journal of Personnel Psychology, segundo o qual líderes do tipo de Jobs, Bill Gates ou Sam Walton nem sempre se revelam os melhores chefes. Os pesquisadores concluíram que, na maioria dos casos, os líderes não precisam ser transformadores para dirigir um grupo altamente produtivo, mas sim gerentes sólidos e estáveis, vistos como parte da turma. Nada daquele cultuado perfil do líder energético, carismático e ousado que faz espocarem inovações e crescimento.
Examinando 55 grupos de trabalho com 196 empregados em duas fábricas, os pesquisadores descobriram que o estilo de liderança transformador e inspirador pouco ajudou a motivar o grupo a assumir suas responsabilidades. E, quanto maior era a identificação interna, menos influência tinha esse líder. O estudo revelou ainda que os funcionários menos influenciáveis pelo líder transformador eram aqueles com elevado grau de motivação pessoal ou apego a valores mais tradicionais. “Essas pessoas acreditam que desempenhar um bom trabalho seja sua obrigação, pois são pagas para isso, não precisando de inspiração”, diz o professor Ning Li, um dos autores.
Em alguns casos, o líder transformador até prejudicava o desempenho, pois acabava interferindo em um grupo que já funcionava adequadamente. Isso porque a equipe necessita encarar o líder como um dos seus, aumentando a identificação interna e a vontade de colaboração mútua. Em conclusão, o estudo recomenda que os líderes eficientes são os capazes de adaptar suas ações a cada situação, em vez de usar um estilo pessoal único e fixo. Não estrelarão filmes, mas certamente aumentarão seu faturamento.
NOGUEIRA, Paulo Eduardo. Quem precisa de líder inspirador?. Revista Época Negócios. Disponível em <http://epocanegocios.globo.com/inteligencia/noticia/2014/05/quem-precisa-de-lider-inspirador.html>. Acesso em: 25 mai. 2014.
A expressão “em vez de” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
 

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2496225 Ano: 2014
Disciplina: Física
Banca: UFC
Orgão: UFCA
Um bloco de massa M está conectado a duas molas que estão presas a duas paredes conforme a figura abaixo. Supondo que o bloco realize um movimento harmônico simples, o período do movimento será:
Enunciado 3201047-1
 

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TEXTO
O culto aos líderes inspiradores – que atingiu seu ápice com a enxurrada de biografias, artigos e filmes sobre Steve Jobs, por exemplo – talvez seja uma influência negativa para o mundo dos negócios. Pelo menos é o que indica um estudo da Universidade de Iowa, publicado no site Journal of Personnel Psychology, segundo o qual líderes do tipo de Jobs, Bill Gates ou Sam Walton nem sempre se revelam os melhores chefes. Os pesquisadores concluíram que, na maioria dos casos, os líderes não precisam ser transformadores para dirigir um grupo altamente produtivo, mas sim gerentes sólidos e estáveis, vistos como parte da turma. Nada daquele cultuado perfil do líder energético, carismático e ousado que faz espocarem inovações e crescimento.
Examinando 55 grupos de trabalho com 196 empregados em duas fábricas, os pesquisadores descobriram que o estilo de liderança transformador e inspirador pouco ajudou a motivar o grupo a assumir suas responsabilidades. E, quanto maior era a identificação interna, menos influência tinha esse líder. O estudo revelou ainda que os funcionários menos influenciáveis pelo líder transformador eram aqueles com elevado grau de motivação pessoal ou apego a valores mais tradicionais. “Essas pessoas acreditam que desempenhar um bom trabalho seja sua obrigação, pois são pagas para isso, não precisando de inspiração”, diz o professor Ning Li, um dos autores.
Em alguns casos, o líder transformador até prejudicava o desempenho, pois acabava interferindo em um grupo que já funcionava adequadamente. Isso porque a equipe necessita encarar o líder como um dos seus, aumentando a identificação interna e a vontade de colaboração mútua. Em conclusão, o estudo recomenda que os líderes eficientes são os capazes de adaptar suas ações a cada situação, em vez de usar um estilo pessoal único e fixo. Não estrelarão filmes, mas certamente aumentarão seu faturamento.
NOGUEIRA, Paulo Eduardo. Quem precisa de líder inspirador?. Revista Época Negócios. Disponível em <http://epocanegocios.globo.com/inteligencia/noticia/2014/05/quem-precisa-de-lider-inspirador.html>. Acesso em: 25 mai. 2014.
Assinale a alternativa em que a acentuação se justifica pelo mesmo motivo que em influenciáveis.
 

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2495246 Ano: 2014
Disciplina: Física
Banca: UFC
Orgão: UFCA
Consideremos um circuito como representado na figura abaixo, consistindo de uma bateria que produz uma tensão V, um resistor com resistência elétrica R, um capacitor com capacitância C e uma chave K. Sobre este circuito podemos afirmar:
Enunciado 3153190-1
 

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TEXTO
Ter uma equipe motivada e capaz de entregar ótimos resultados financeiros é o objetivo de qualquer empresa. O caminho para chegar lá, no entanto, é muito tortuoso. O ponto chave para ser bem-sucedido nesta empreitada é saber cultivar uma consistente cultura corporativa, segundo Charles-Henri Besseyre des Horts, professor de recursos humanos e comportamento organizacional da escola de negócios francesa HEC Paris. Por consistente, entenda-se, para começo de conversa, fazer o que se fala.
Discursos vazios têm hoje vida curta. "O mundo digital teve um grande impacto para as empresas. Surgiu não só uma nova relação com o consumidor, mas também novos desafios para os recursos humanos", afirma Horts, que veio ao Brasil participar da Expogestão. "Ficou muito mais fácil perceber quando uma companhia não honra em seu cotidiano aquilo que promete".
As empresas, no entanto, ainda não se adaptaram inteiramente a essa realidade. De acordo com Horts, muitas companhias anunciam políticas de RH somente como uma ferramenta de marketing para atrair e reter talentos, mas essa estratégia está com os dias contados. "Na Era Digital, será mais e mais difícil ficar apenas no marketing. As empresas serão descobertas. O impacto das redes sociais é imenso. As pessoas reclamam nelas. Todo mundo sabe tudo sobre tudo. O descasamento entre o que as empresas fazem e falam vai diminuir".
Para de fato estabelecer uma cultura corporativa consistente, Horts defende que a mudança comece do topo. "Liderar pelo exemplo é uma ferramenta bastante poderosa". Alinhar os processos às diretrizes definidas pelas organizações é também essencial. Se uma empresa define que será mais voltada para o trabalho em equipe, por exemplo, ela deve ter práticas que reforcem isso. "Na França, temos muitas empresas que afirmam valorizar o trabalho em equipe, mas são muito verticalizadas e compensam seus funcionários por seu trabalho individual. Falta consistência".
CAMPOS, Elisa. Diferença entre o que as empresas falam e fazem vai diminuir. Revista Época Negócios. Disponível em <http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2014/05/diferenca-entre-o-que-empresas-falam-e-fazem-vai-diminuir.html>. Acesso em: 25 mai. 2014.
O termo nelas funciona sintaticamente como:
 

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2494234 Ano: 2014
Disciplina: Física
Banca: UFC
Orgão: UFCA
Um bloco é largado do alto de um plano inclinado conforme a figura abaixo. Considerando que o atrito entre o bloco e o plano inclinado seja desprezível, bem como a resistência do ar, calcular a velocidade com que o bloco chega ao ponto F. Considere !$ g = 10 m/s^2 !$.
Enunciado 3074699-1
 

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2494089 Ano: 2014
Disciplina: Física
Banca: UFC
Orgão: UFCA
Um bloco de massa m = 1 kg encontra-se no alto de uma rampa a uma altura de 5 m. O bloco é então largado e desliza sem atrito até o ponto B quando então encontra uma superfície com coeficiente de atrito cinético !$ μ_c !$ = 0,4. Supondo que a aceleração da gravidade seja !$ g = 10 m/s^2 !$, calcular quanto o bloco percorre a partir do ponto B até parar.
Enunciado 3053875-1
 

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TEXTO
Ter uma equipe motivada e capaz de entregar ótimos resultados financeiros é o objetivo de qualquer empresa. O caminho para chegar lá, no entanto, é muito tortuoso. O ponto chave para ser bem-sucedido nesta empreitada é saber cultivar uma consistente cultura corporativa, segundo Charles-Henri Besseyre des Horts, professor de recursos humanos e comportamento organizacional da escola de negócios francesa HEC Paris. Por consistente, entenda-se, para começo de conversa, fazer o que se fala.
Discursos vazios têm hoje vida curta. "O mundo digital teve um grande impacto para as empresas. Surgiu não só uma nova relação com o consumidor, mas também novos desafios para os recursos humanos", afirma Horts, que veio ao Brasil participar da Expogestão. "Ficou muito mais fácil perceber quando uma companhia não honra em seu cotidiano aquilo que promete".
As empresas, no entanto, ainda não se adaptaram inteiramente a essa realidade. De acordo com Horts, muitas companhias anunciam políticas de RH somente como uma ferramenta de marketing para atrair e reter talentos, mas essa estratégia está com os dias contados. "Na Era Digital, será mais e mais difícil ficar apenas no marketing. As empresas serão descobertas. O impacto das redes sociais é imenso. As pessoas reclamam nelas. Todo mundo sabe tudo sobre tudo. O descasamento entre o que as empresas fazem e falam vai diminuir".
Para de fato estabelecer uma cultura corporativa consistente, Horts defende que a mudança comece do topo. "Liderar pelo exemplo é uma ferramenta bastante poderosa". Alinhar os processos às diretrizes definidas pelas organizações é também essencial. Se uma empresa define que será mais voltada para o trabalho em equipe, por exemplo, ela deve ter práticas que reforcem isso. "Na França, temos muitas empresas que afirmam valorizar o trabalho em equipe, mas são muito verticalizadas e compensam seus funcionários por seu trabalho individual. Falta consistência".
CAMPOS, Elisa. Diferença entre o que as empresas falam e fazem vai diminuir. Revista Época Negócios. Disponível em <http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2014/05/diferenca-entre-o-que-empresas-falam-e-fazem-vai-diminuir.html>. Acesso em: 25 mai. 2014.
O termo que em “Horts defende que a mudança comece do topo.” classifica-se como:
 

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Ter uma equipe motivada e capaz de entregar ótimos resultados financeiros é o objetivo de qualquer empresa. O caminho para chegar lá, no entanto, é muito tortuoso. O ponto chave para ser bem-sucedido nesta empreitada é saber cultivar uma consistente cultura corporativa, segundo Charles-Henri Besseyre des Horts, professor de recursos humanos e comportamento organizacional da escola de negócios francesa HEC Paris. Por consistente, entenda-se, para começo de conversa, fazer o que se fala.
Discursos vazios têm hoje vida curta. "O mundo digital teve um grande impacto para as empresas. Surgiu não só uma nova relação com o consumidor, mas também novos desafios para os recursos humanos", afirma Horts, que veio ao Brasil participar da Expogestão. "Ficou muito mais fácil perceber quando uma companhia não honra em seu cotidiano aquilo que promete".
As empresas, no entanto, ainda não se adaptaram inteiramente a essa realidade. De acordo com Horts, muitas companhias anunciam políticas de RH somente como uma ferramenta de marketing para atrair e reter talentos, mas essa estratégia está com os dias contados. "Na Era Digital, será mais e mais difícil ficar apenas no marketing. As empresas serão descobertas. O impacto das redes sociais é imenso. As pessoas reclamam nelas. Todo mundo sabe tudo sobre tudo. O descasamento entre o que as empresas fazem e falam vai diminuir".
Para de fato estabelecer uma cultura corporativa consistente, Horts defende que a mudança comece do topo. "Liderar pelo exemplo é uma ferramenta bastante poderosa". Alinhar os processos às diretrizes definidas pelas organizações é também essencial. Se uma empresa define que será mais voltada para o trabalho em equipe, por exemplo, ela deve ter práticas que reforcem isso. "Na França, temos muitas empresas que afirmam valorizar o trabalho em equipe, mas são muito verticalizadas e compensam seus funcionários por seu trabalho individual. Falta consistência".
CAMPOS, Elisa. Diferença entre o que as empresas falam e fazem vai diminuir. Revista Época Negócios. Disponível em <http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2014/05/diferenca-entre-o-que-empresas-falam-e-fazem-vai-diminuir.html>. Acesso em: 25 mai. 2014.
Assim como no trecho “Alinhar os processos às diretrizes definidas pelas organizações é também essencial”, a crase é obrigatória e está corretamente empregada em:
 

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2492915 Ano: 2014
Disciplina: Física
Banca: UFC
Orgão: UFCA
Um elevador com uma massa de 1000 kg desloca-se para cima. Se a velocidade do elevador está diminuindo a uma taxa de !$ 1 m/s^2 !$, qual é a tensão no cabo que sustenta o elevador? Considere !$ g = 9,8 m/s^2 !$.
 

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