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Foram encontradas 50 questões.

2487399 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFC
Orgão: UFCA
Sobre o conjunto de aplicativos OpenSSH, assinale a alternativa correta.
 

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2486417 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFC
Orgão: UFCA
Suponha que em um sistema Linux tenhamos um diretório chamado teste_dir localizado na raiz do sistema de arquivos. O diretório teste_dir possui 3 arquivos chamados file1, file2 e file3, além de 3 diretórios chamados user1, user2 e user3. Assinale a alternativa que indica corretamente o resultado da execução do comando a seguir em um terminal (assuma que o usuário que executará o comando possui as permissões de leitura, execução e escrita sobre o diretório teste_dir).
ls /teste_dir | sort -r |tail -n1
 

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Assinale a alternativa que contém duas tecnologias utilizadas para duplicar a taxa de transferência máxima teórica entre a Memória Principal e o Controlador de Memória.
 

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TEXTO
Ter uma equipe motivada e capaz de entregar ótimos resultados financeiros é o objetivo de qualquer empresa. O caminho para chegar lá, no entanto, é muito tortuoso. O ponto chave para ser bem-sucedido nesta empreitada é saber cultivar uma consistente cultura corporativa, segundo Charles-Henri Besseyre des Horts, professor de recursos humanos e comportamento organizacional da escola de negócios francesa HEC Paris. Por consistente, entenda-se, para começo de conversa, fazer o que se fala.
Discursos vazios têm hoje vida curta. "O mundo digital teve um grande impacto para as empresas. Surgiu não só uma nova relação com o consumidor, mas também novos desafios para os recursos humanos", afirma Horts, que veio ao Brasil participar da Expogestão. "Ficou muito mais fácil perceber quando uma companhia não honra em seu cotidiano aquilo que promete".
As empresas, no entanto, ainda não se adaptaram inteiramente a essa realidade. De acordo com Horts, muitas companhias anunciam políticas de RH somente como uma ferramenta de marketing para atrair e reter talentos, mas essa estratégia está com os dias contados. "Na Era Digital, será mais e mais difícil ficar apenas no marketing. As empresas serão descobertas. O impacto das redes sociais é imenso. As pessoas reclamam nelas. Todo mundo sabe tudo sobre tudo. O descasamento entre o que as empresas fazem e falam vai diminuir".
Para de fato estabelecer uma cultura corporativa consistente, Horts defende que a mudança comece do topo. "Liderar pelo exemplo é uma ferramenta bastante poderosa". Alinhar os processos às diretrizes definidas pelas organizações é também essencial. Se uma empresa define que será mais voltada para o trabalho em equipe, por exemplo, ela deve ter práticas que reforcem isso. "Na França, temos muitas empresas que afirmam valorizar o trabalho em equipe, mas são muito verticalizadas e compensam seus funcionários por seu trabalho individual. Falta consistência".
CAMPOS, Elisa. Diferença entre o que as empresas falam e fazem vai diminuir. Revista Época Negócios. Disponível em <http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2014/05/diferenca-entre-o-que-empresas-falam-e-fazem-vai-diminuir.html>. Acesso em: 25 mai. 2014.
Da leitura do texto, é correto afirmar que:
 

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TEXTO
Ter uma equipe motivada e capaz de entregar ótimos resultados financeiros é o objetivo de qualquer empresa. O caminho para chegar lá, no entanto, é muito tortuoso. O ponto chave para ser bem-sucedido nesta empreitada é saber cultivar uma consistente cultura corporativa, segundo Charles-Henri Besseyre des Horts, professor de recursos humanos e comportamento organizacional da escola de negócios francesa HEC Paris. Por consistente, entenda-se, para começo de conversa, fazer o que se fala.
Discursos vazios têm hoje vida curta. "O mundo digital teve um grande impacto para as empresas. Surgiu não só uma nova relação com o consumidor, mas também novos desafios para os recursos humanos", afirma Horts, que veio ao Brasil participar da Expogestão. "Ficou muito mais fácil perceber quando uma companhia não honra em seu cotidiano aquilo que promete".
As empresas, no entanto, ainda não se adaptaram inteiramente a essa realidade. De acordo com Horts, muitas companhias anunciam políticas de RH somente como uma ferramenta de marketing para atrair e reter talentos, mas essa estratégia está com os dias contados. "Na Era Digital, será mais e mais difícil ficar apenas no marketing. As empresas serão descobertas. O impacto das redes sociais é imenso. As pessoas reclamam nelas. Todo mundo sabe tudo sobre tudo. O descasamento entre o que as empresas fazem e falam vai diminuir".
Para de fato estabelecer uma cultura corporativa consistente, Horts defende que a mudança comece do topo. "Liderar pelo exemplo é uma ferramenta bastante poderosa". Alinhar os processos às diretrizes definidas pelas organizações é também essencial. Se uma empresa define que será mais voltada para o trabalho em equipe, por exemplo, ela deve ter práticas que reforcem isso. "Na França, temos muitas empresas que afirmam valorizar o trabalho em equipe, mas são muito verticalizadas e compensam seus funcionários por seu trabalho individual. Falta consistência".
CAMPOS, Elisa. Diferença entre o que as empresas falam e fazem vai diminuir. Revista Época Negócios. Disponível em <http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2014/05/diferenca-entre-o-que-empresas-falam-e-fazem-vai-diminuir.html>. Acesso em: 25 mai. 2014.
Assinale a alternativa em que a letra destacada representa o mesmo fonema que a letra X em exemplo.
 

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TEXTO
Ter uma equipe motivada e capaz de entregar ótimos resultados financeiros é o objetivo de qualquer empresa. O caminho para chegar lá, no entanto, é muito tortuoso. O ponto chave para ser bem-sucedido nesta empreitada é saber cultivar uma consistente cultura corporativa, segundo Charles-Henri Besseyre des Horts, professor de recursos humanos e comportamento organizacional da escola de negócios francesa HEC Paris. Por consistente, entenda-se, para começo de conversa, fazer o que se fala.
Discursos vazios têm hoje vida curta. "O mundo digital teve um grande impacto para as empresas. Surgiu não só uma nova relação com o consumidor, mas também novos desafios para os recursos humanos", afirma Horts, que veio ao Brasil participar da Expogestão. "Ficou muito mais fácil perceber quando uma companhia não honra em seu cotidiano aquilo que promete".
As empresas, no entanto, ainda não se adaptaram inteiramente a essa realidade. De acordo com Horts, muitas companhias anunciam políticas de RH somente como uma ferramenta de marketing para atrair e reter talentos, mas essa estratégia está com os dias contados. "Na Era Digital, será mais e mais difícil ficar apenas no marketing. As empresas serão descobertas. O impacto das redes sociais é imenso. As pessoas reclamam nelas. Todo mundo sabe tudo sobre tudo. O descasamento entre o que as empresas fazem e falam vai diminuir".
Para de fato estabelecer uma cultura corporativa consistente, Horts defende que a mudança comece do topo. "Liderar pelo exemplo é uma ferramenta bastante poderosa". Alinhar os processos às diretrizes definidas pelas organizações é também essencial. Se uma empresa define que será mais voltada para o trabalho em equipe, por exemplo, ela deve ter práticas que reforcem isso. "Na França, temos muitas empresas que afirmam valorizar o trabalho em equipe, mas são muito verticalizadas e compensam seus funcionários por seu trabalho individual. Falta consistência".
CAMPOS, Elisa. Diferença entre o que as empresas falam e fazem vai diminuir. Revista Época Negócios. Disponível em <http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2014/05/diferenca-entre-o-que-empresas-falam-e-fazem-vai-diminuir.html>. Acesso em: 25 mai. 2014.
Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada pertence à mesma classe vocabular que a destacada em: “As empresas, no entanto, ainda não se adaptaram inteiramente a essa realidade”.
 

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2482858 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFC
Orgão: UFCA
A seguir temos a exibição de uma linha de terminal em um ambiente Linux utilizando o shell Bash com um comando que está prestes a ser executado.
usuario@desktop:~$ for pid in $(ps -C truecrypt -o pid=); do renice -19 $pid; done
Sobre o resultado da execução do comando acima, é correto afirmar que:
 

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TEXTO
O culto aos líderes inspiradores – que atingiu seu ápice com a enxurrada de biografias, artigos e filmes sobre Steve Jobs, por exemplo – talvez seja uma influência negativa para o mundo dos negócios. Pelo menos é o que indica um estudo da Universidade de Iowa, publicado no site Journal of Personnel Psychology, segundo o qual líderes do tipo de Jobs, Bill Gates ou Sam Walton nem sempre se revelam os melhores chefes. Os pesquisadores concluíram que, na maioria dos casos, os líderes não precisam ser transformadores para dirigir um grupo altamente produtivo, mas sim gerentes sólidos e estáveis, vistos como parte da turma. Nada daquele cultuado perfil do líder energético, carismático e ousado que faz espocarem inovações e crescimento.
Examinando 55 grupos de trabalho com 196 empregados em duas fábricas, os pesquisadores descobriram que o estilo de liderança transformador e inspirador pouco ajudou a motivar o grupo a assumir suas responsabilidades. E, quanto maior era a identificação interna, menos influência tinha esse líder. O estudo revelou ainda que os funcionários menos influenciáveis pelo líder transformador eram aqueles com elevado grau de motivação pessoal ou apego a valores mais tradicionais. “Essas pessoas acreditam que desempenhar um bom trabalho seja sua obrigação, pois são pagas para isso, não precisando de inspiração”, diz o professor Ning Li, um dos autores.
Em alguns casos, o líder transformador até prejudicava o desempenho, pois acabava interferindo em um grupo que já funcionava adequadamente. Isso porque a equipe necessita encarar o líder como um dos seus, aumentando a identificação interna e a vontade de colaboração mútua. Em conclusão, o estudo recomenda que os líderes eficientes são os capazes de adaptar suas ações a cada situação, em vez de usar um estilo pessoal único e fixo. Não estrelarão filmes, mas certamente aumentarão seu faturamento.
NOGUEIRA, Paulo Eduardo. Quem precisa de líder inspirador?. Revista Época Negócios. Disponível em <http://epocanegocios.globo.com/inteligencia/noticia/2014/05/quem-precisa-de-lider-inspirador.html>. Acesso em: 25 mai. 2014.
Assinale a alternativa em que o vocábulo aumentando está corretamente segmentado quanto a seus elementos mórficos.
 

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TEXTO
O culto aos líderes inspiradores – que atingiu seu ápice com a enxurrada de biografias, artigos e filmes sobre Steve Jobs, por exemplo – talvez seja uma influência negativa para o mundo dos negócios. Pelo menos é o que indica um estudo da Universidade de Iowa, publicado no site Journal of Personnel Psychology, segundo o qual líderes do tipo de Jobs, Bill Gates ou Sam Walton nem sempre se revelam os melhores chefes. Os pesquisadores concluíram que, na maioria dos casos, os líderes não precisam ser transformadores para dirigir um grupo altamente produtivo, mas sim gerentes sólidos e estáveis, vistos como parte da turma. Nada daquele cultuado perfil do líder energético, carismático e ousado que faz espocarem inovações e crescimento.
Examinando 55 grupos de trabalho com 196 empregados em duas fábricas, os pesquisadores descobriram que o estilo de liderança transformador e inspirador pouco ajudou a motivar o grupo a assumir suas responsabilidades. E, quanto maior era a identificação interna, menos influência tinha esse líder. O estudo revelou ainda que os funcionários menos influenciáveis pelo líder transformador eram aqueles com elevado grau de motivação pessoal ou apego a valores mais tradicionais. “Essas pessoas acreditam que desempenhar um bom trabalho seja sua obrigação, pois são pagas para isso, não precisando de inspiração”, diz o professor Ning Li, um dos autores.
Em alguns casos, o líder transformador até prejudicava o desempenho, pois acabava interferindo em um grupo que já funcionava adequadamente. Isso porque a equipe necessita encarar o líder como um dos seus, aumentando a identificação interna e a vontade de colaboração mútua. Em conclusão, o estudo recomenda que os líderes eficientes são os capazes de adaptar suas ações a cada situação, em vez de usar um estilo pessoal único e fixo. Não estrelarão filmes, mas certamente aumentarão seu faturamento.
NOGUEIRA, Paulo Eduardo. Quem precisa de líder inspirador?. Revista Época Negócios. Disponível em <http://epocanegocios.globo.com/inteligencia/noticia/2014/05/quem-precisa-de-lider-inspirador.html>. Acesso em: 25 mai. 2014.
O texto tem como objetivo central:
 

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2482350 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFC
Orgão: UFCA
Um Firewall Linux é implementado geralmente através de um script que executa comandos iptables em sequência. Considere que um script de firewall de um servidor WEB contém somente os seguintes comandos:
iptables -F
iptables -P INPUT DROP
iptables -A INPUT -m state --state ESTABLISHED,RELATED -j ACCEPT
iptables -A INPUT -p tcp --dport 80 -j ACCEPT
Assinale a alternativa correta sobre a execução das regras acima:
 

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