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O retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado em decorrência de inabilitação em estágio probatório em outro cargo, representa caso de:
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O Técnico em Contabilidade da Companhia X contabilizou as operações de encerramento do exercício de 2007, inclusive a provisão para pagamento do IR, quando verificou que não havia calculado as participações estatutárias de empregados e de diretores, previstas no Estatuto à alíquota de 7% para cada tipo.
A provisão para o IR foi calculada à alíquota de 25% do lucro real, tendo o lucro líquido o exercício, no valor de R$ 48.000,00, sido creditado na conta Lucros (ou Prejuízos) Acumulados.
Após identificar e retificar o erro, contabilizando as participações estatutárias corretamente e recalculando o imposto, a provisão para o imposto de renda deverá ir a balanço com o novo saldo de:
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ISA, AGP, PCI e PCI Express são exemplos de:
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Um em cada 5 servidores já cobrou propina, diz pesquisa
Pesquisa da UnB, encomendada pela Comissão de Ética da Presidência, mostrou que só 51,3% dos servidores se consideram éticos.
Um em cada cinco funcionários públicos (22,5%) admite que já descumpriu a lei. Uma proporção semelhante (18,1%) confessa que já cobrou propina para atender a uma reivindicação legítima do cidadão. Apenas 51,3% se consideram éticos e 11,9% veem a profissão que exercem “com desprezo”. Os resultados fazem parte de pesquisa feita pela Universidade de Brasília (UnB), a pedido da Comissão de Ética da Presidência da República, sobre a conduta da sociedade civil em geral e do servidor em particular.
Para o coordenador da pesquisa, Ricardo Caldas, da Faculdade de Ciência Política da UnB, a conclusão é desanimadora: os servidores, embora em menor grau, refletem o comportamento da sociedade, em boa parte tolerante com a corrupção, adepta do “jeitinho brasileiro” e pouco preocupada com ética e rigor nos gastos públicos.
O levantamento sobre padrão ético mostra a má imagem que o servidor faz da categoria. Mais de um quarto dos entrevistados (26,7%) diz que a categoria não está voltada para o interesse público e 55,7% consideram os funcionários “amadores” ou “semiprofissionais”.
Outro dado destacado por Caldas, que defende o fim dos cargos comissionados – preenchidos sem concurso público -, é que 36,8% chegaram ao funcionalismo por indicação de amigos, parentes ou contatos políticos. Menos da metade (47%) acredita que os servidores são qualificados para a função.
A pesquisa foi feita em duas etapas. Na primeira, feita de março a abril, foram ouvidas 2 mil pessoas da sociedade civil, em todos os Estados. Na segunda, foram ouvidos 1.027 funcionários públicos federais, estaduais e municipais em seis Estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Pará, Paraíba e Distrito Federal.
(Disponível em www.g1.globo.com. Publicado em 09 de novembro de 2008. Acesso em 25 de março de 2009)
A ideia contida no uso, no texto, da palavra legítima se opõe a
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São termos relacionados à segurança de informação de sistemas, com EXCEÇÃO de:
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A exoneração de cargo efetivo poderá ocorrer mediante:
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A respeito da organização do quadro de pessoal marque a alternativa INCORRETA:
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Um em cada 5 servidores já cobrou propina, diz pesquisa
Pesquisa da UnB, encomendada pela Comissão de Ética da Presidência, mostrou que só 51,3% dos servidores se consideram éticos.
Um em cada cinco funcionários públicos (22,5%) admite que já descumpriu a lei. Uma proporção semelhante (18,1%) confessa que já cobrou propina para atender a uma reivindicação legítima do cidadão. Apenas 51,3% se consideram éticos e 11,9% veem a profissão que exercem “com desprezo”. Os resultados fazem parte de pesquisa feita pela Universidade de Brasília (UnB), a pedido da Comissão de Ética da Presidência da República, sobre a conduta da sociedade civil em geral e do servidor em particular.
Para o coordenador da pesquisa, Ricardo Caldas, da Faculdade de Ciência Política da UnB, a conclusão é desanimadora: os servidores, embora em menor grau, refletem o comportamento da sociedade, em boa parte tolerante com a corrupção, adepta do “jeitinho brasileiro” e pouco preocupada com ética e rigor nos gastos públicos.
O levantamento sobre padrão ético mostra a má imagem que o servidor faz da categoria. Mais de um quarto dos entrevistados (26,7%) diz que a categoria não está voltada para o interesse público e 55,7% consideram os funcionários “amadores” ou “semiprofissionais”.
Outro dado destacado por Caldas, que defende o fim dos cargos comissionados – preenchidos sem concurso público -, é que 36,8% chegaram ao funcionalismo por indicação de amigos, parentes ou contatos políticos. Menos da metade (47%) acredita que os servidores são qualificados para a função.
A pesquisa foi feita em duas etapas. Na primeira, feita de março a abril, foram ouvidas 2 mil pessoas da sociedade civil, em todos os Estados. Na segunda, foram ouvidos 1.027 funcionários públicos federais, estaduais e municipais em seis Estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Pará, Paraíba e Distrito Federal.
(Disponível em www.g1.globo.com. Publicado em 09 de novembro de 2008. Acesso em 25 de março de 2009)
Os dados da pesquisa referem-se
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)
Em uma locadora de veículos, sabe-se que a média aritmética de locação durante os meses de janeiro, fevereiro, março e abril foi de 100 carros. Se nos meses de janeiro, fevereiro e abril a média aritmética de locação foi de 120 carros, quantos carros foram locados no mês de março?
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Um em cada 5 servidores já cobrou propina, diz pesquisa
Pesquisa da UnB, encomendada pela Comissão de Ética da Presidência, mostrou que só 51,3% dos servidores se consideram éticos.
Um em cada cinco funcionários públicos (22,5%) admite que já descumpriu a lei. Uma proporção semelhante (18,1%) confessa que já cobrou propina para atender a uma reivindicação legítima do cidadão. Apenas 51,3% se consideram éticos e 11,9% veem a profissão que exercem “com desprezo”. Os resultados fazem parte de pesquisa feita pela Universidade de Brasília (UnB), a pedido da Comissão de Ética da Presidência da República, sobre a conduta da sociedade civil em geral e do servidor em particular.
Para o coordenador da pesquisa, Ricardo Caldas, da Faculdade de Ciência Política da UnB, a conclusão é desanimadora: os servidores, embora em menor grau, refletem o comportamento da sociedade, em boa parte tolerante com a corrupção, adepta do “jeitinho brasileiro” e pouco preocupada com ética e rigor nos gastos públicos.
O levantamento sobre padrão ético mostra a má imagem que o servidor faz da categoria. Mais de um quarto dos entrevistados (26,7%) diz que a categoria não está voltada para o interesse público e 55,7% consideram os funcionários “amadores” ou “semiprofissionais”.
Outro dado destacado por Caldas, que defende o fim dos cargos comissionados – preenchidos sem concurso público -, é que 36,8% chegaram ao funcionalismo por indicação de amigos, parentes ou contatos políticos. Menos da metade (47%) acredita que os servidores são qualificados para a função.
A pesquisa foi feita em duas etapas. Na primeira, feita de março a abril, foram ouvidas 2 mil pessoas da sociedade civil, em todos os Estados. Na segunda, foram ouvidos 1.027 funcionários públicos federais, estaduais e municipais em seis Estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Pará, Paraíba e Distrito Federal.
(Disponível em www.g1.globo.com. Publicado em 09 de novembro de 2008. Acesso em 25 de março de 2009)
A expressão Outro dado, no 4º §, remete, no texto, a
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