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Foram encontradas 50 questões.

2270193 Ano: 2012
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Sangramento de um arquivo em impressão offset significa
 

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2270162 Ano: 2012
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Analise as afirmativas e assinale a(s) correta(s):
I - O sistema Pantone permite a impressão de cores metálicas.
II - O sistema de cor CMKY é ideal para ser utilizado na internet.
III - O sistema de cor RGB é ideal para utilização de materiais impressos.
IV - RGB é o padrão que representa as cores vermelho, verde e preto.
Está(ão) correta(s)
 

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Assinale a alternativa em que as regras de concordância verbal e nominal estão de acordo com a norma culta da língua.
 

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2270137 Ano: 2012
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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A quantidade é fundamental na determinação dos meios que serão escolhidos para confecção dos impressos, pois há processos específicos para produção de pequenos e grandes volumes. Para a confecção de apenas 10 cartazes, por exemplo, o processo de impressão mais indicado é:
 

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Segundo as regras deontológicas inseridas no Decreto 1.1.71/94, assinale a alternativa incorreta:
 

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2270114 Ano: 2012
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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A prova de cor é uma aliada da criação para que se possa analisar se as cores do arquivo criado estão corretas, além de ser uma referencia para o impressor. O tipo de prova que reproduz todo o processo de impressão gráfica offset, incluindo a produção do fotolito, sendo a mais fiel ao que será gerado na impressão final, é conhecido como:
 

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Leia o texto abaixo e responda a questão a seguir.
O profissionalismo como religião
Logo que mudei para a França, tive de levar meu carro para consertar. Ao buscá-lo, perguntei se havia ficado bom. O mecânico não entendeu. Na cabeça dele, se entregou a chave e a conta, nada mais a esclarecer sobre o conserto. Mais à frente, decidi atapetar um quartinho. O tapeceiro propôs uma solução que me pareceu complicada. Perguntei se não poderia, simplesmente, colar o tapete. O homem se empertigou: “O senhor pode colar, mas como sou profissional, eu não posso fazer isso”. Pronunciou a palavra “profissional” com solenidade e demarcou um fosso entre o que permite a prática consagrada e o que lambões e pobres mortais como eu podem perpetrar.
Acostumamo-nos com a ideia de que, se pagamos mais ou menos, conseguimos algo mais ou menos. Para a excelência, pagamos generosamente. Mas lembremo-nos das milenares corporações de ofício, com suas tradições e rituais. Na Europa – e alhures –, aprender um ofício era como uma conversão religiosa. O aprendiz passava a acreditar naquela profissão e nos seus cânones. Padrões de qualidade eram cobrados durante todo o aprendizado. Ao fim do ciclo de sete anos, o aprendiz produzia a sua “obra prima”, a fim de evidenciar que atingira os níveis de perfeição exigidos. Em Troyes, na França, há um museu com as melhores peças elaboradas para demonstrar maestria na profissão. Carpinteiros alardeavam o seu virtuosismo pela construção meticulosa das suas caixas de ferramentas. Na Alemanha, sobrevivem em algumas corporações de ofício as vestimentas tradicionais. Para carpinteiros, terno de veludo preto, calça boca de sino e chapéu de aba larga. É com orgulho que exibem nas ruas seus trajes.
Essa incursão na história das corporações serve para realçar que nem só de mercado vive o mundo atual. Aqueles países com forte tradição de profissionalismo disso se beneficiam vastamente. Nada de fiscalizar para ver se ficou bem feito. O fiscal severo e intransigente está de prontidão dentro do profissional. É pena que os sindicatos, herdeiros das corporações, pouco se ocupem hoje de qualidade e virtuosismo. Se pagarmos com magnanimidade, o verdadeiro profissional executará a obra com perfeição. Se pagarmos miseravelmente, ele a executará com igual perfeição. É assim, ele só sabe fazer bem, pois incorporou a ideologia da perfeição. Não apenas não sabe fazer de qualquer jeito, mas sua felicidade se constrói na busca da excelência. Sociedades sem tradição de profissionalismo precisam de exércitos de tomadores de conta (que terminam por subtrair do que poderia ser pago a um profissional com sua própria fiscalização interior). Nelas, capricho é uma religião com poucos seguidores. Sai bem feito quando alguém espreita. Sai matando quando ninguém está olhando.
Existe uma relação entre o que pagamos e a qualidade obtida. Mas não é só isso. O profissionalismo define padrões de conduta e excelência que não estão à venda. Verniz sem rugas traz felicidade a quem o aplicou. Juntas não têm gretas, mesmo em locais que não estão à vista. Ou seja, foram feitas para a paz interior do marceneiro e não para o cliente, incapaz de perceber diferenças. A lâmina do formão pode fazer a barba do seu dono. O lanterneiro fica feliz se ninguém reconhece que o carro foi batido. Onde entra uma chave de estria, não se usa chave aberta na porca. Alicate nela? Nem pensar! Essa tradição de qualidade nas profissões manuais é caudatária das corporações medievais. Mas sobrevive hoje, em maior ou menor grau, em todo o mundo do trabalho. O cirurgião quer fazer uma sutura perfeita. Para o advogado, há uma beleza indescritível em uma petição bem lavrada – que o cliente jamais notará. Quantas dezenas de vezes tive de retrabalhar os parágrafos deste ensaio?
Tudo funciona melhor em uma sociedade em que domina o profissionalismo de sua força de trabalho. Mas isso só acontecerá como resultado de muito esforço em lapidar os profissionais. Isso leva tempo e custa dinheiro. É preciso uma combinação harmônica entre o aprender o gesto profissional, desenvolver a inteligência que orienta e o processo quase litúrgico de transmissão dos valores do ofício. Em tempo: amadores não formam profissionais.
(CASTRO, Claudio de Moura. Revista Veja, 1 de junho de 2011. Com adaptações.)
Considerando o uso do termo “mas” nos (4º§) e (5º§), marque com C (certa) ou E (errada) as assertivas abaixo.
( ) A conjunção “mas” (4º§) relaciona argumentos e contra-argumentos existentes nos parágrafos 3º e 4º sobre o pagamento de serviços prestados.
( ) O “mas” (5º§) está sendo utilizado como um marcador conversacional, uso típico da modalidade oral da língua.
( ) Os dois usos apresentam uma relação de argumentos e contra-argumentos, exemplares do registro formal da língua.
A sequência correta é:
 

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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996) NÃO inclui, como finalidade do ensino superior:
 

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A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei. nº 9.394, sancionada em dezembro de 1996, teve sua tramitação no Congresso Nacional iniciada em:
Questão Anulada e Desatualizada

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O Plano Nacional de Educação, ora em tramitação no Congresso Nacional, está constituído de:
Questão Anulada e Desatualizada

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