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Reinvenção da cidade
Gilberto Dimenstein
Sempre mostro aqui como a tecnologia consegue reinventar as relações em uma cidade. Uma ideia começou, nesta semana, no Brasil, e, se der certo, as cidades terão uma convivência melhor e, ainda por cima, as pessoas vão economizar dinheiro. É um banco do tempo.Funciona assim: alguém presta um serviço gratuitamente. Por exemplo, cuidar do filho do vizinho. Registra esse serviço nesse banco do tempo e ganha um crédito. Assim, vai requisitar um atendimento odontológico do dentista que, por sua vez, tinha recebido a ajuda gratuita de um marceneiro.Ou seja, é um escambo de serviços adaptado à era das redes sociais.
Muita gente aqui vai dizer que não funciona: que vai ter fraude. Com certa razão. Mas a boa cidade é aquela em que as pessoas sabem colaborar com seus talentos.Temos de pensar grande se quisermos viver numa cidade civilizada.Por falar em tecnologia compartilhada, foi lançada nesta semana uma plataforma gratuita para que cada pessoa possa fazer, em poucos minutos, seu aplicativo ou site para celular. É uma boa ajuda aos pequenos comerciantes.
Mais uma dica: Nuvem de Livros. Um banco de livros e de aulas acessível em celulares, com foco na formação de professores. Nos meses de agosto e setembro é gratuito, depois R$ 1,99 semanais. Mais uma dica de que como a tecnologia consegue democratizar, com baixo custo, a educação.
(Disponível em www1.folha.uol.com.br.Publicado em 08/08/2012. Acesso em 10/08/2012. Adaptado)
A frase “...vai ter fraude”, no segundo parágrafo, funciona como um(uma)
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Um exemplo de agente físico antimicrobiano muito utilizado para esterilizar é o calor úmido sob pressão com o uso da Autoclave. Em relação a esse método, quais afirmações estão corretas?
I- O método consiste em ferver a água até o ponto de ebulição e manter por, no mínimo, 15 minutos.
II- A temperatura de 121°C por 15 minutos é suficiente para inativação de endósporos bacterianos, como os do gênero Clostridium.
III- Para esterilizar utiliza-se calor seco a 160° por 1 hora.
IV- Prions são prontamente inativados a 111°C por 30 minutos.
V- A temperatura, o tempo de contato e a quantidade do material a ser esterilizado são fatores que influenciam no resultado da esterilização.
Estão corretas apenas:
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Sabendo-se que a hipertensão arterial é um dos fatores de risco mais decisivos para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, os profissionais de saúde que atuam na rede básica de saúde têm um papel fundamental no controle da hipertensão arterial. Para esse controle, a definição do diagnóstico, a conduta terapêutica e a educação do paciente são primordiais.
Nesse sentido, assinale a alternativa que está INCORRETA em relação às ações comuns desenvolvidas por uma equipe de saúde.
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Na contabilidade aplicada ao setor público, as contas contábeis são classificadas segundo a natureza das informações que evidenciam:
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O processo de dotar o papel liso de fábrica com texturas especiais e específicas (linho, casca-de-ovo, reboco, etc.) através de sua prensagem por duas calandras é conhecido como:
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Em geometria, os termos triângulo, quadrângulo, pentágono, octógono eneágono indicam:
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Na prática arquivística é importante o conhecimento de conceitos e definições. Assim, identifique a relação correta dos termos à esquerda aos correspondentes à direita na tabela a seguir.
(1) Acervo
(2) Arquivo
(3) Coleção
(4) Espécie documental
(5) Forma documental
(6) Notação
(7) Tesauro
( ) Conjunto de documentos com características comuns, reunidos intencionalmente.
( ) Totalidade de documentos de uma entidade que tem a custódia de documentos.
( ) Conjunto de documentos produzidos e acumulados por uma entidade coletiva, pública ou privada, pessoa ou família, independentemente da natureza do suporte.
( ) Código de identificação das unidades de arquivamento.
( ) Estágio de preparação e de transmissão de documentos.
( ) Divisão de gênero documental que reúne tipos documentais por suas características comuns de estruturação da informação.
( ) Vocabulário controlado que reúne termos derivados da linguagem natural, normalizados e preferenciais, agrupados por afinidade.
A sequência correta é:
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Permitir que os usuários transmitam sempre que tiverem dados a serem enviados é a ideia básica do algoritmo para alocar um canal de acesso múltiplo denominado
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No Brasil, a CDU é o sistema de classificação bibliográfica mais utilizado, principalmente por bibliotecas que possuem documentos em áreas específicas. É do tipo facetada, ou também chamada de analítico- sintética. Desta forma, NÃO corresponde aos sinais da CDU:
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O celular que escraviza
Eles roubam nosso tempo, atrapalham os relacionamentos e podem até causar acidentes de trânsito. Quando é a hora de desligar?
Estamos viciados. Em qualquer lugar, a qualquer momento do dia, não conseguimos deixar de lado o objeto de nossa dependência. Dormimos ao lado dele, acordamos com ele, o levamos para o banheiro e para o café da manhã – e se, por enorme azar, o esquecemos em casa ao sair, voltamos correndo. Somos incapazes de ficar mais de um minuto sem olhar para ele. É através dele que nos conectamos com o mundo, com os amigos, com o trabalho. Sabemos da vida de todos e informamos a todos o que acontece por meio dele. Os neurocientistas dizem que ele nos fornece pequenos estímulos prazerosos dos quais nos tornamos dependentes. Somos 21 milhões – número de brasileiros com mais de 15 anos que têm smartphones, os celulares que fazem muito mais que falar. Com eles, trocamos e-mails, usamos programas de GPS e navegamos em redes sociais. O tempo todo. Observe ao seu redor. Em qualquer situação, as pessoas param, olham a tela do celular, dedilham uma mensagem. Enquanto conversam. Enquanto namoram. Enquanto participam de uma reunião. E – o pior de tudo – até mesmo enquanto dirigem.
“É uma dependência difícil de eliminar.”, diz o psiquiatra americano David Greenfield, diretor do Centro para Tratamento de Vício em Internet e Tecnologia, na cidade de West Hartford. “Nosso cérebro se acostuma a receber essas novidades constantemente e passa a procurar por elas a todo instante.”. O pai de todos os vícios, claro, é o Facebook, maior rede social do mundo, onde publicamos notícias sobre nós mesmos como se alimentássemos um grande jornal coletivo sobre a vida cotidiana. Depois dele, novas redes foram criadas e apertaram o nó da dependência. Programas de troca de fotos como o Instagram conectam milhões de pessoas por meio das imagens feitas pela câmeras cada vez mais potentes dos celulares. Os aplicativos de troca de mensagem, como o Whatsapp, promovem bate-papos escritos que se assemelham a uma conversa na mesa do bar. O final dessa história pode ser dramático. Interagir com o aparelho – e com centenas de amigos escondidos sob a tela de cristal – tornou-se para alguns uma compulsão tão violenta que pode colocar a própria vida em risco.
Parece exagero? Pense na história da garota americana Taylor Sauer, de 18 anos. Em janeiro, Taylor dirigia numa rodovia interestadual que liga os Estados de Utah e Idaho quando bateu a 130 quilômetros por hora na traseira de um caminhão. Ela trocava mensagens com um amigo sobre um time de futebol americano. Uma a cada 90 segundos. Seu último post foi: “Não posso discutir isso agora. Dirigir e escrever no Facebook não é seguro! Haha.” Se não estivesse teclando, provavelmente teria avistado o veículo à frente, que andava a meros 25 quilômetros por hora.
(...) No Brasil não é diferente – pelo menos é a impressão dos profissionais que trabalham na área. “Minha experiência sugere que essa é a quarta maior causa de acidentes, só atrás do excesso de velocidade, uso de álcool e drogas e cansaço”, diz Dirceu Júnior, diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego. Não custa lembrar que dirigir usando celular é passível de multa, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, de 1997. A gravidade da infração é média: R$ 85,13 no bolso e 4 pontos na carteira de habilitação. Mas a punição não inibe os dependentes do celular. Mais de 1.600 pessoas são multadas todo dia por esse motivo só no Estado de São Paulo.
(...) Quando a multa sobre usar celular no trânsito foi criada, não existiam os smartphones. Se dirigir falando ao celular era perigoso, com os smartphones o perigo se multiplicou. Teclar é incompatível com guiar um carro. A área do cérebro encarregada da concentração necessária para escrever, o lobo frontal, é a mesma responsável por manter a atenção na pista e nos veículos à frente. O cérebro só faz bem uma coisa ou outra. Um estudo do Instituto de Transportes da Universidade Tecnológica da Virgínia, nos Estados Unidos, revela a magnitude da distração causada por esse hábito. Dirigir falando ao telefone duplica o risco de um acidente. Quando se tecla, o risco se multiplica por 23.
Dirigir mexendo no celular é mais perigoso até do que sob o efeito do álcool ou drogas, segundo o Institute of Advanced Motorists, entidade de segurança do trânsito do Reino Unido. Os pesquisadores usaram um simulador para medir a reação dos motoristas em diferentes circunstâncias. Quem estava distraído com redes sociais no celular teve uma reação 38% mais lenta a um imprevisto, como a freada abrupta de um carro à frente. Quem fuma maconha ficou com 21% mais lento. Os reflexos daqueles que beberam entre três e quatro latas de cerveja foram atrasados em 12%.
(BARIFOUSE, Rafael. O celular que escraviza. Revista Época, 11 de junho de 2012. Com adaptações)
De acordo com o texto, o uso do celular causa dependência porque
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