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Foram encontradas 50 questões.

3232730 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: UFRN
Orgão: UFERSA

O osciloscópio é um instrumento de medida eletrônico capaz de gerar um gráfico de tensão elétrica em função do tempo. O eixo vertical comumente mostra a tensão, enquanto que o eixo horizontal normalmente representa o tempo, tornando o instrumento particularmente versátil para analisar sinais periódicos.

A figura abaixo mostra a tela de um osciloscópio com dois sinais senoidais, bem como as chaves seletoras de tensão e de tempo indicando a escala utilizada.

Enunciado 3571481-1

É correto afirmar que a tensão pico a pico dos dois sinais é igual a

 

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3232729 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: UFRN
Orgão: UFERSA

O osciloscópio é um instrumento de medida eletrônico capaz de gerar um gráfico de tensão elétrica em função do tempo. O eixo vertical comumente mostra a tensão, enquanto que o eixo horizontal normalmente representa o tempo, tornando o instrumento particularmente versátil para analisar sinais periódicos.

A figura abaixo mostra a tela de um osciloscópio com dois sinais senoidais, bem como as chaves seletoras de tensão e de tempo indicando a escala utilizada.

Enunciado 3571480-1

Observando as figuras, é correto afirmar que as amplitudes dos sinais são iguais a

 

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3232728 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: UFRN
Orgão: UFERSA

A Figura 01 representa um feixe de raios paralelos incidindo sobre um dos componentes óticos que é mostrado na Figura 02 e representado pelo quadrilátero cinza. Após incidir sobre o componente ótico, o feixe é refletido em sentido oposto ao inicial, mantendo o paralelismo entre seus raios.

Enunciado 3571479-1

Considerando que o meio no qual estão os componentes óticos é o ar e os prismas são de vidro, cujo índice de refração é igual a 1,5, é correto afirmar que o componente ótico capaz de produzir tal reflexão esta representado em:

 

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3232727 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: UFRN
Orgão: UFERSA

Convivemos, diariamente, com muitas pessoas que usam óculos de grau. Cada um deles é constituído de duas lentes que podem ter as mais variadas especificações dependendo do defeito de visão do usuário. As lentes mais comuns são as esféricas convergentes e divergentes, para as quais se determinam suas dioptrias, popularmente conhecidas como grau. Isso exige técnicas bastante simples como as descritas nos itens a seguir.

I. Fazendo incidir perpendicularmente sobre a lente esférica um feixe paralelo de luz, como por exemplo, a luz solar, observa-se que o feixe incidente, após ser refratado pela lente, se espalha como se viesse de um ponto, que é chamado de ponto focal.

II. Fazendo incidir perpendicularmente sobre uma lente esférica um feixe paralelo de luz, como por exemplo, a luz solar, observa-se que o feixe incidente, após ser refratado pela lente, dirigi-se para um ponto, que é chamado de ponto focal.

III. A dioptria ou "grau" de uma lente é determinada pelo valor absoluto de sua distância focal, distância da lente ao ponto focal, em metros.

IV. A dioptria ou "grau" de uma lente é determinada calculando o inverso de sua distância focal, distância da lente ao ponto focal, em metros.

Se a lente que se quer determinar a distância focal é convergente, estão corretas as afirmativas dos itens

 

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3232726 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: UFRN
Orgão: UFERSA

Convivemos, diariamente, com muitas pessoas que usam óculos de grau. Cada um deles é constituído de duas lentes que podem ter as mais variadas especificações dependendo do defeito de visão do usuário. As lentes mais comuns são as esféricas convergentes e divergentes, para as quais se determinam suas dioptrias, popularmente conhecidas como grau. Isso exige técnicas bastante simples como as descritas nos itens a seguir.

I. Fazendo incidir perpendicularmente sobre a lente esférica um feixe paralelo de luz, como por exemplo, a luz solar, observa-se que o feixe incidente, após ser refratado pela lente, se espalha como se viesse de um ponto, que é chamado de ponto focal.

II. Fazendo incidir perpendicularmente sobre uma lente esférica um feixe paralelo de luz, como por exemplo, a luz solar, observa-se que o feixe incidente, após ser refratado pela lente, dirigi-se para um ponto, que é chamado de ponto focal.

III. A dioptria ou "grau" de uma lente é determinada pelo valor absoluto de sua distância focal, distância da lente ao ponto focal, em metros.

IV. A dioptria ou "grau" de uma lente é determinada calculando o inverso de sua distância focal, distância da lente ao ponto focal, em metros.

Se a lente que se quer determinar a distância focal é divergente, estão corretas as afirmativas dos itens

 

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3232725 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: UFRN
Orgão: UFERSA

As Figuras 01 e 02, a seguir, mostram a chave seletora de função e o visor (display) para duas medidas realizadas com um multímetro digital onde a conexão das ponteiras de medida foi adequadamente posicionada para cada uma das medidas.

FIGURA 01

chave seletora

visor (display)

Enunciado 3571476-1 Enunciado 3571476-2

FIGURA 02

chave seletora

visor (display)

Enunciado 3571476-3 Enunciado 3571476-4

As Figuras 01 e 02, mostram que o multímetro está medindo, respectivamente,

 

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3232724 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: UFRN
Orgão: UFERSA

As Figuras a seguir mostram a chave seletora de função e o visor de leitura para uma medida realizada com um multímetro analógico onde as ponteiras de medida foram adequadamente posicionadas.

Enunciado 3571475-1

Tomando como base o que é mostrado nas figuras, a medida apresentada pelo multímetro é

 

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3232723 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: UFRN
Orgão: UFERSA

Os principais tipos de radiações originadas em processos atômicos e nucleares são o fóton, a partícula alfa, a partícula beta mais (pósitron), a partícula beta menos (elétron), o raio X, o raio gama, o neutrino e os nêutrons rápidos e lentos. Nos processos nucleares de desintegração radioativa, são observadas a lei de Conservação da Carga Elétrica e do número de massa A, que é igual ao número de prótons, Z, mais o número de nêutrons, N.

O contador Geiger-Müller é um dispositivo capaz de detectar as radiações nucleares \( \alpha \), \( \beta \) e \( \gamma \). Esse instrumento de medida é constituído de um cilindro de metal com um fino fio metálico em seu eixo. Entre o fio central (ânodo) e o corpo cilíndrico (cátodo) é aplicada uma grande diferença de potencial. O interior do tubo é preenchido com um gás inerte à baixa pressão e suas extremidades são fechadas, uma delas por uma fina película que constitui a janela pela qual a radiação entra no tubo. As radiações são detectadas na forma de um sinal elétrico que é amplificado, registrado e traduzido em uma indicação visual (ponteiro, lâmpada) ou sonora (clique).

Os mecanismos que permitem a detecção das radiações \( \alpha \), \( \beta \) e \( \gamma \) estão apresentados nos itens abaixo.

I. As radiações \( \alpha \), \( \beta \) e \( \gamma \), ao penetrarem no detector ionizam o gás. O campo elétrico no interior tubo acelera os íons positivos em direção ao cátodo e os elétrons em direção ao ânodo gerando, assim, um pulso elétrico que é registrado no circuito contador.

II. A radiação \( \beta \), que é constituída por elétrons, tem, portanto, carga negativa. O campo elétrico no interior do tubo acelera a radiação \( \beta \) em direção ao ânodo gerando, assim, um pulso elétrico que é amplificado e registrado pelo circuito contador.

III. A radiação \( \gamma \), que é constituída por fótons que, ao penetrarem no detector, ionizam o gás. O campo elétrico no interior do tubo acelera os íons positivos em direção ao cátodo e os elétrons em direção ao ânodo gerando, assim, um pulso elétrico que é registrado pelo circuito contador.

IV. A radiação \( \alpha \), que é constituída por dois prótons e dois nêutrons tem carga positiva. O campo elétrico no interior do tubo acelera a radiação \( \alpha \) em direção ao cátodo gerando, assim, um pulso elétrico que é amplificado e registrado pelo circuito contador.

Estão corretos os mecanismos de detecção

 

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3232722 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: UFRN
Orgão: UFERSA

Os principais tipos de radiações originadas em processos atômicos e nucleares são o fóton, a partícula alfa, a partícula beta mais (pósitron), a partícula beta menos (elétron), o raio X, o raio gama, o neutrino e os nêutrons rápidos e lentos. Nos processos nucleares de desintegração radioativa, são observadas a lei de Conservação da Carga Elétrica e do número de massa A, que é igual ao número de prótons, Z, mais o número de nêutrons, N.

As figuras abaixo representam dois desses processos.

Enunciado 3571473-1

Os processos mostrados nas figuras representam, respectivamente, as emissões de um

 

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3232721 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: UFRN
Orgão: UFERSA

Vácuo é teoricamente definido como espaço vazio absolutamente desprovido de matéria. É um estado ideal que não pode ser obtido em laboratório e nem mesmo é encontrado no espaço sideral. Na prática, o vácuo é considerado um espaço parcialmente esvaziado de matéria como o espaço sideral, ou produzido artificialmente em determinados volumes, onde a pressão é reduzida para níveis abaixo da pressão atmosférica. Dessa forma, fazer medida do vácuo é medir a pressão do ambiente que se diz evacuado. Por convenção, e tomando como base o experimento de Torricelli, foi estabelecido que a pressão atmosférica (1,0 atm) corresponde a 760 mm de mercúrio, isto é: 1,0 atm = 760 mmHg

Foram definidas outras unidades de pressão como o Torr, que equivale a 1,0 mm de mercúrio, e estabelecidas nomenclatura para os vários valores de pressão obtidos na medida do vácuo, conforme mostramos a seguir.

Baixo vácuo

760 a 25 Torr

Médio vácuo

25 a 1\( \times \)10-3 Torr

Alto vácuo

1\( \times \)10-3 a 1\( \times \)10-8 Torr

Ultra alto vácuo

1\( \times \)10-9 a 1\( \times \)10-12 Torr

Extremamente alto vácuo

<1\( \times \)10-12 Torr

Considere que uma bomba de vácuo mecânica é capaz de produzir um vácuo de 24 Torr e que a pressão na superfície da Lua é igual a 10−11 Torr. Então, é correto afirmar que o vácuo produzido pela bomba e a pressão na superfície da Lua são classificados, respectivamente, como

 

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