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Mobilidade Urbana
Rodolfo F. Alves Pena
A mobilidade urbana, isto é, as condições oferecidas pelas cidades para garantir a livre
circulação de pessoas entre as suas diferentes áreas, é um dos maiores desafios na atualidade
tanto para o Brasil quanto para vários outros países. O crescente número de veículos individuais
promove o inchaço do trânsito, dificultando a locomoção ao longo das áreas das grandes
cidades, principalmente, nas regiões que concentram a maior parte dos serviços e empregos.
O Brasil, atualmente, vive um drama a respeito dessa questão. A melhoria da renda da população
de classe média e baixa, os incentivos promovidos pelo Governo Federal para o mercado
automobilístico (como a redução do IPI) e a baixa qualidade do transporte público contribuíram
para o aumento do número de carros no trânsito. Com isso, tornaram-se ainda mais constantes
os problemas com engarrafamentos, lentidão, estresse e outros, um elemento presente até
mesmo em cidades e localidades que não sofriam com essa questão.
Outro fator que contribui para aumentar o problema da falta de mobilidade urbana no Brasil é a
herança histórica da política rodoviarista do país, que gerou um acúmulo nos investimentos para
esse tipo de transporte em detrimento de outras formas de locomoção. Com isso, aumentou-se
também a presença de veículos pesados, como os caminhões, o que dificulta ainda mais a
fluidez do trânsito no Brasil.
A cidade de São Paulo é uma das que mais sofrem com esse problema. Em média, o paulistano
pode passar até 45 dias do ano no trânsito, algo impensável para quem deseja uma melhor
qualidade de vida no âmbito das cidades. Aparentemente, as medidas criadas para combater
essa questão não foram de grande valia: o sistema de rodízio de automóveis, a construção de
mais ruas, viadutos e avenidas para a locomoção, entre outras.
A grande questão é que, segundo especialistas, não há perspectiva de promoção de uma real
mobilidade urbana no Brasil se as medidas adotadas privilegiarem o uso do transporte individual.
É preciso, pois, melhorar as características do transporte público de massa, com mais ônibus,
metrôs e terminais. Além disso, incentivos a meios de transporte como as bicicletas, além de
contribuir para essa questão, ajudam a reduzir a emissão de poluentes na atmosfera e melhorar
a qualidade de vida no meio urbano. Por isso, a construção de ciclofaixas ou ciclovias surge
como uma saída viável e inteligente.
Outra solução apontada para combater o inchaço de veículos nas cidades é a adoção do
chamado pedágio urbano, o que gera uma grande polêmica. Com isso, os carros e motocic letas
teriam de pagar taxas para deslocar-se em determinados pontos da cidade, o que recebe apoio
de muitos especialistas, mas também o rechaçamento de outros. Se, por um lado, essa medida
estimularia o transporte coletivo ao invés do individual; por outro , as críticas colocam que apenas
a população de menor renda média é que seria direcionada para esse sentido, o que
representaria, em tese, uma exclusão desse grupo ao espaço da cidade.
Vale ressaltar também que o modelo histórico de organização do espaço g eográfico brasileiro
não contribui para uma mudança desse cenário. Afinal, ao longo do século XX, houve uma rápida
urbanização do país, que assistiu a um acelerado processo de crescimento das cidades e
também de metropolização, ou seja, a concentração da população nas grandes metrópoles. Se o
país tivesse passado por um processo de Reforma Agrária adequado, de forma a conter o
elevado êxodo rural e, consequentemente, os níveis de urbanização, talvez essas e outras
questões urbanas fossem de mais fácil resolução.
Disponível em:<http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/mobilidade-urbana.htm> . Acesso em: 26 Ago. 2016. [Adaptado]
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Rodolfo F. Alves Pena
A mobilidade urbana, isto é, as condições oferecidas pelas cidades para garantir a livre
circulação de pessoas entre as suas diferentes áreas, é um dos maiores desafios na atualidade
tanto para o Brasil quanto para vários outros países. O crescente número de veículos individuais
promove o inchaço do trânsito, dificultando a locomoção ao longo das áreas das grandes
cidades, principalmente, nas regiões que concentram a maior parte dos serviços e empregos.
O Brasil, atualmente, vive um drama a respeito dessa questão. A melhoria da renda da população
de classe média e baixa, os incentivos promovidos pelo Governo Federal para o mercado
automobilístico (como a redução do IPI) e a baixa qualidade do transporte público contribuíram
para o aumento do número de carros no trânsito. Com isso, tornaram-se ainda mais constantes
os problemas com engarrafamentos, lentidão, estresse e outros, um elemento presente até
mesmo em cidades e localidades que não sofriam com essa questão.
Outro fator que contribui para aumentar o problema da falta de mobilidade urbana no Brasil é a
herança histórica da política rodoviarista do país, que gerou um acúmulo nos investimentos para
esse tipo de transporte em detrimento de outras formas de locomoção. Com isso, aumentou-se
também a presença de veículos pesados, como os caminhões, o que dificulta ainda mais a
fluidez do trânsito no Brasil.
A cidade de São Paulo é uma das que mais sofrem com esse problema. Em média, o paulistano
pode passar até 45 dias do ano no trânsito, algo impensável para quem deseja uma melhor
qualidade de vida no âmbito das cidades. Aparentemente, as medidas criadas para combater
essa questão não foram de grande valia: o sistema de rodízio de automóveis, a construção de
mais ruas, viadutos e avenidas para a locomoção, entre outras.
A grande questão é que, segundo especialistas, não há perspectiva de promoção de uma real
mobilidade urbana no Brasil se as medidas adotadas privilegiarem o uso do transporte individual.
É preciso, pois, melhorar as características do transporte público de massa, com mais ônibus,
metrôs e terminais. Além disso, incentivos a meios de transporte como as bicicletas, além de
contribuir para essa questão, ajudam a reduzir a emissão de poluentes na atmosfera e melhorar
a qualidade de vida no meio urbano. Por isso, a construção de ciclofaixas ou ciclovias surge
como uma saída viável e inteligente.
Outra solução apontada para combater o inchaço de veículos nas cidades é a adoção do
chamado pedágio urbano, o que gera uma grande polêmica. Com isso, os carros e motocic letas
teriam de pagar taxas para deslocar-se em determinados pontos da cidade, o que recebe apoio
de muitos especialistas, mas também o rechaçamento de outros. Se, por um lado, essa medida
estimularia o transporte coletivo ao invés do individual; por outro , as críticas colocam que apenas
a população de menor renda média é que seria direcionada para esse sentido, o que
representaria, em tese, uma exclusão desse grupo ao espaço da cidade.
Vale ressaltar também que o modelo histórico de organização do espaço g eográfico brasileiro
não contribui para uma mudança desse cenário. Afinal, ao longo do século XX, houve uma rápida
urbanização do país, que assistiu a um acelerado processo de crescimento das cidades e
também de metropolização, ou seja, a concentração da população nas grandes metrópoles. Se o
país tivesse passado por um processo de Reforma Agrária adequado, de forma a conter o
elevado êxodo rural e, consequentemente, os níveis de urbanização, talvez essas e outras
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promove o inchaço do trânsito, dificultando a locomoção ao longo das áreas das grandes
cidades, principalmente, nas regiões que concentram a maior parte dos serviços e empregos.
O Brasil, atualmente, vive um drama a respeito dessa questão. A melhoria da renda da população
de classe média e baixa, os incentivos promovidos pelo Governo Federal para o mercado
automobilístico (como a redução do IPI) e a baixa qualidade do transporte público contribuíram
para o aumento do número de carros no trânsito. Com isso, tornaram-se ainda mais constantes
os problemas com engarrafamentos, lentidão, estresse e outros, um elemento presente até
mesmo em cidades e localidades que não sofriam com essa questão.
Outro fator que contribui para aumentar o problema da falta de mobilidade urbana no Brasil é a
herança histórica da política rodoviarista do país, que gerou um acúmulo nos investimentos para
esse tipo de transporte em detrimento de outras formas de locomoção. Com isso, aumentou-se
também a presença de veículos pesados, como os caminhões, o que dificulta ainda mais a
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A cidade de São Paulo é uma das que mais sofrem com esse problema. Em média, o paulistano
pode passar até 45 dias do ano no trânsito, algo impensável para quem deseja uma melhor
qualidade de vida no âmbito das cidades. Aparentemente, as medidas criadas para combater
essa questão não foram de grande valia: o sistema de rodízio de automóveis, a construção de
mais ruas, viadutos e avenidas para a locomoção, entre outras.
A grande questão é que, segundo especialistas, não há perspectiva de promoção de uma real
mobilidade urbana no Brasil se as medidas adotadas privilegiarem o uso do transporte individual.
É preciso, pois, melhorar as características do transporte público de massa, com mais ônibus,
metrôs e terminais. Além disso, incentivos a meios de transporte como as bicicletas, além de
contribuir para essa questão, ajudam a reduzir a emissão de poluentes na atmosfera e melhorar
a qualidade de vida no meio urbano. Por isso, a construção de ciclofaixas ou ciclovias surge
como uma saída viável e inteligente.
Outra solução apontada para combater o inchaço de veículos nas cidades é a adoção do
chamado pedágio urbano, o que gera uma grande polêmica. Com isso, os carros e motocic letas
teriam de pagar taxas para deslocar-se em determinados pontos da cidade, o que recebe apoio
de muitos especialistas, mas também o rechaçamento de outros. Se, por um lado, essa medida
estimularia o transporte coletivo ao invés do individual; por outro , as críticas colocam que apenas
a população de menor renda média é que seria direcionada para esse sentido, o que
representaria, em tese, uma exclusão desse grupo ao espaço da cidade.
Vale ressaltar também que o modelo histórico de organização do espaço g eográfico brasileiro
não contribui para uma mudança desse cenário. Afinal, ao longo do século XX, houve uma rápida
urbanização do país, que assistiu a um acelerado processo de crescimento das cidades e
também de metropolização, ou seja, a concentração da população nas grandes metrópoles. Se o
país tivesse passado por um processo de Reforma Agrária adequado, de forma a conter o
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promove o inchaço do trânsito, dificultando a locomoção ao longo das áreas das grandes
cidades, principalmente, nas regiões que concentram a maior parte dos serviços e empregos.
O Brasil, atualmente, vive um drama a respeito dessa questão. A melhoria da renda da população
de classe média e baixa, os incentivos promovidos pelo Governo Federal para o mercado
automobilístico (como a redução do IPI) e a baixa qualidade do transporte público contribuíram
para o aumento do número de carros no trânsito. Com isso, tornaram-se ainda mais constantes
os problemas com engarrafamentos, lentidão, estresse e outros, um elemento presente até
mesmo em cidades e localidades que não sofriam com essa questão.
Outro fator que contribui para aumentar o problema da falta de mobilidade urbana no Brasil é a
herança histórica da política rodoviarista do país, que gerou um acúmulo nos investimentos para
esse tipo de transporte em detrimento de outras formas de locomoção. Com isso, aumentou-se
também a presença de veículos pesados, como os caminhões, o que dificulta ainda mais a
fluidez do trânsito no Brasil.
A cidade de São Paulo é uma das que mais sofrem com esse problema. Em média, o paulistano
pode passar até 45 dias do ano no trânsito, algo impensável para quem deseja uma melhor
qualidade de vida no âmbito das cidades. Aparentemente, as medidas criadas para combater
essa questão não foram de grande valia: o sistema de rodízio de automóveis, a construção de
mais ruas, viadutos e avenidas para a locomoção, entre outras.
A grande questão é que, segundo especialistas, não há perspectiva de promoção de uma real
mobilidade urbana no Brasil se as medidas adotadas privilegiarem o uso do transporte individual.
É preciso, pois, melhorar as características do transporte público de massa, com mais ônibus,
metrôs e terminais. Além disso, incentivos a meios de transporte como as bicicletas, além de
contribuir para essa questão, ajudam a reduzir a emissão de poluentes na atmosfera e melhorar
a qualidade de vida no meio urbano. Por isso, a construção de ciclofaixas ou ciclovias surge
como uma saída viável e inteligente.
Outra solução apontada para combater o inchaço de veículos nas cidades é a adoção do
chamado pedágio urbano, o que gera uma grande polêmica. Com isso, os carros e motocic letas
teriam de pagar taxas para deslocar-se em determinados pontos da cidade, o que recebe apoio
de muitos especialistas, mas também o rechaçamento de outros. Se, por um lado, essa medida
estimularia o transporte coletivo ao invés do individual; por outro , as críticas colocam que apenas
a população de menor renda média é que seria direcionada para esse sentido, o que
representaria, em tese, uma exclusão desse grupo ao espaço da cidade.
Vale ressaltar também que o modelo histórico de organização do espaço g eográfico brasileiro
não contribui para uma mudança desse cenário. Afinal, ao longo do século XX, houve uma rápida
urbanização do país, que assistiu a um acelerado processo de crescimento das cidades e
também de metropolização, ou seja, a concentração da população nas grandes metrópoles. Se o
país tivesse passado por um processo de Reforma Agrária adequado, de forma a conter o
elevado êxodo rural e, consequentemente, os níveis de urbanização, talvez essas e outras
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promove o inchaço do trânsito, dificultando a locomoção ao longo das áreas das grandes
cidades, principalmente, nas regiões que concentram a maior parte dos serviços e empregos.
O Brasil, atualmente, vive um drama a respeito dessa questão. A melhoria da renda da população
de classe média e baixa, os incentivos promovidos pelo Governo Federal para o mercado
automobilístico (como a redução do IPI) e a baixa qualidade do transporte público contribuíram
para o aumento do número de carros no trânsito. Com isso, tornaram-se ainda mais constantes
os problemas com engarrafamentos, lentidão, estresse e outros, um elemento presente até
mesmo em cidades e localidades que não sofriam com essa questão.
Outro fator que contribui para aumentar o problema da falta de mobilidade urbana no Brasil é a
herança histórica da política rodoviarista do país, que gerou um acúmulo nos investimentos para
esse tipo de transporte em detrimento de outras formas de locomoção. Com isso, aumentou-se
também a presença de veículos pesados, como os caminhões, o que dificulta ainda mais a
fluidez do trânsito no Brasil.
A cidade de São Paulo é uma das que mais sofrem com esse problema. Em média, o paulistano
pode passar até 45 dias do ano no trânsito, algo impensável para quem deseja uma melhor
qualidade de vida no âmbito das cidades. Aparentemente, as medidas criadas para combater
essa questão não foram de grande valia: o sistema de rodízio de automóveis, a construção de
mais ruas, viadutos e avenidas para a locomoção, entre outras.
A grande questão é que, segundo especialistas, não há perspectiva de promoção de uma real
mobilidade urbana no Brasil se as medidas adotadas privilegiarem o uso do transporte individual.
É preciso, pois, melhorar as características do transporte público de massa, com mais ônibus,
metrôs e terminais. Além disso, incentivos a meios de transporte como as bicicletas, além de
contribuir para essa questão, ajudam a reduzir a emissão de poluentes na atmosfera e melhorar
a qualidade de vida no meio urbano. Por isso, a construção de ciclofaixas ou ciclovias surge
como uma saída viável e inteligente.
Outra solução apontada para combater o inchaço de veículos nas cidades é a adoção do
chamado pedágio urbano, o que gera uma grande polêmica. Com isso, os carros e motocic letas
teriam de pagar taxas para deslocar-se em determinados pontos da cidade, o que recebe apoio
de muitos especialistas, mas também o rechaçamento de outros. Se, por um lado, essa medida
estimularia o transporte coletivo ao invés do individual; por outro , as críticas colocam que apenas
a população de menor renda média é que seria direcionada para esse sentido, o que
representaria, em tese, uma exclusão desse grupo ao espaço da cidade.
Vale ressaltar também que o modelo histórico de organização do espaço g eográfico brasileiro
não contribui para uma mudança desse cenário. Afinal, ao longo do século XX, houve uma rápida
urbanização do país, que assistiu a um acelerado processo de crescimento das cidades e
também de metropolização, ou seja, a concentração da população nas grandes metrópoles. Se o
país tivesse passado por um processo de Reforma Agrária adequado, de forma a conter o
elevado êxodo rural e, consequentemente, os níveis de urbanização, talvez essas e outras
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Para responder à questão, considere o excerto a seguir.
A mobilidade urbana, isto é, as condições oferecidas pelas cidades para garantir a livre circulação de pessoas entre as suas diferentes áreas, é um dos maiores desafios na atualidade tanto para o Brasil quanto para vários outros países. O crescente número de veículos individuais promove o inchaço do trânsito, dificultando a locomoção ao longo das áreas das grandes cidades, principalmente nas regiões que concentram a maior parte dos serviços e empregos.
No excerto, a sequência textual dominante é a
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tanto para o Brasil quanto para vários outros países. O crescente número de veículos individuais
promove o inchaço do trânsito, dificultando a locomoção ao longo das áreas das grandes
cidades, principalmente, nas regiões que concentram a maior parte dos serviços e empregos.
O Brasil, atualmente, vive um drama a respeito dessa questão. A melhoria da renda da população
de classe média e baixa, os incentivos promovidos pelo Governo Federal para o mercado
automobilístico (como a redução do IPI) e a baixa qualidade do transporte público contribuíram
para o aumento do número de carros no trânsito. Com isso, tornaram-se ainda mais constantes
os problemas com engarrafamentos, lentidão, estresse e outros, um elemento presente até
mesmo em cidades e localidades que não sofriam com essa questão.
Outro fator que contribui para aumentar o problema da falta de mobilidade urbana no Brasil é a
herança histórica da política rodoviarista do país, que gerou um acúmulo nos investimentos para
esse tipo de transporte em detrimento de outras formas de locomoção. Com isso, aumentou-se
também a presença de veículos pesados, como os caminhões, o que dificulta ainda mais a
fluidez do trânsito no Brasil.
A cidade de São Paulo é uma das que mais sofrem com esse problema. Em média, o paulistano
pode passar até 45 dias do ano no trânsito, algo impensável para quem deseja uma melhor
qualidade de vida no âmbito das cidades. Aparentemente, as medidas criadas para combater
essa questão não foram de grande valia: o sistema de rodízio de automóveis, a construção de
mais ruas, viadutos e avenidas para a locomoção, entre outras.
A grande questão é que, segundo especialistas, não há perspectiva de promoção de uma real
mobilidade urbana no Brasil se as medidas adotadas privilegiarem o uso do transporte individual.
É preciso, pois, melhorar as características do transporte público de massa, com mais ônibus,
metrôs e terminais. Além disso, incentivos a meios de transporte como as bicicletas, além de
contribuir para essa questão, ajudam a reduzir a emissão de poluentes na atmosfera e melhorar
a qualidade de vida no meio urbano. Por isso, a construção de ciclofaixas ou ciclovias surge
como uma saída viável e inteligente.
Outra solução apontada para combater o inchaço de veículos nas cidades é a adoção do
chamado pedágio urbano, o que gera uma grande polêmica. Com isso, os carros e motocic letas
teriam de pagar taxas para deslocar-se em determinados pontos da cidade, o que recebe apoio
de muitos especialistas, mas também o rechaçamento de outros. Se, por um lado, essa medida
estimularia o transporte coletivo ao invés do individual; por outro , as críticas colocam que apenas
a população de menor renda média é que seria direcionada para esse sentido, o que
representaria, em tese, uma exclusão desse grupo ao espaço da cidade.
Vale ressaltar também que o modelo histórico de organização do espaço g eográfico brasileiro
não contribui para uma mudança desse cenário. Afinal, ao longo do século XX, houve uma rápida
urbanização do país, que assistiu a um acelerado processo de crescimento das cidades e
também de metropolização, ou seja, a concentração da população nas grandes metrópoles. Se o
país tivesse passado por um processo de Reforma Agrária adequado, de forma a conter o
elevado êxodo rural e, consequentemente, os níveis de urbanização, talvez essas e outras
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promove o inchaço do trânsito, dificultando a locomoção ao longo das áreas das grandes
cidades, principalmente, nas regiões que concentram a maior parte dos serviços e empregos.
O Brasil, atualmente, vive um drama a respeito dessa questão. A melhoria da renda da população
de classe média e baixa, os incentivos promovidos pelo Governo Federal para o mercado
automobilístico (como a redução do IPI) e a baixa qualidade do transporte público contribuíram
para o aumento do número de carros no trânsito. Com isso, tornaram-se ainda mais constantes
os problemas com engarrafamentos, lentidão, estresse e outros, um elemento presente até
mesmo em cidades e localidades que não sofriam com essa questão.
Outro fator que contribui para aumentar o problema da falta de mobilidade urbana no Brasil é a
herança histórica da política rodoviarista do país, que gerou um acúmulo nos investimentos para
esse tipo de transporte em detrimento de outras formas de locomoção. Com isso, aumentou-se
também a presença de veículos pesados, como os caminhões, o que dificulta ainda mais a
fluidez do trânsito no Brasil.
A cidade de São Paulo é uma das que mais sofrem com esse problema. Em média, o paulistano
pode passar até 45 dias do ano no trânsito, algo impensável para quem deseja uma melhor
qualidade de vida no âmbito das cidades. Aparentemente, as medidas criadas para combater
essa questão não foram de grande valia: o sistema de rodízio de automóveis, a construção de
mais ruas, viadutos e avenidas para a locomoção, entre outras.
A grande questão é que, segundo especialistas, não há perspectiva de promoção de uma real
mobilidade urbana no Brasil se as medidas adotadas privilegiarem o uso do transporte individual.
É preciso, pois, melhorar as características do transporte público de massa, com mais ônibus,
metrôs e terminais. Além disso, incentivos a meios de transporte como as bicicletas, além de
contribuir para essa questão, ajudam a reduzir a emissão de poluentes na atmosfera e melhorar
a qualidade de vida no meio urbano. Por isso, a construção de ciclofaixas ou ciclovias surge
como uma saída viável e inteligente.
Outra solução apontada para combater o inchaço de veículos nas cidades é a adoção do
chamado pedágio urbano, o que gera uma grande polêmica. Com isso, os carros e motocic letas
teriam de pagar taxas para deslocar-se em determinados pontos da cidade, o que recebe apoio
de muitos especialistas, mas também o rechaçamento de outros. Se, por um lado, essa medida
estimularia o transporte coletivo ao invés do individual; por outro , as críticas colocam que apenas
a população de menor renda média é que seria direcionada para esse sentido, o que
representaria, em tese, uma exclusão desse grupo ao espaço da cidade.
Vale ressaltar também que o modelo histórico de organização do espaço g eográfico brasileiro
não contribui para uma mudança desse cenário. Afinal, ao longo do século XX, houve uma rápida
urbanização do país, que assistiu a um acelerado processo de crescimento das cidades e
também de metropolização, ou seja, a concentração da população nas grandes metrópoles. Se o
país tivesse passado por um processo de Reforma Agrária adequado, de forma a conter o
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promove o inchaço do trânsito, dificultando a locomoção ao longo das áreas das grandes
cidades, principalmente, nas regiões que concentram a maior parte dos serviços e empregos.
O Brasil, atualmente, vive um drama a respeito dessa questão. A melhoria da renda da população
de classe média e baixa, os incentivos promovidos pelo Governo Federal para o mercado
automobilístico (como a redução do IPI) e a baixa qualidade do transporte público contribuíram
para o aumento do número de carros no trânsito. Com isso, tornaram-se ainda mais constantes
os problemas com engarrafamentos, lentidão, estresse e outros, um elemento presente até
mesmo em cidades e localidades que não sofriam com essa questão.
Outro fator que contribui para aumentar o problema da falta de mobilidade urbana no Brasil é a
herança histórica da política rodoviarista do país, que gerou um acúmulo nos investimentos para
esse tipo de transporte em detrimento de outras formas de locomoção. Com isso, aumentou-se
também a presença de veículos pesados, como os caminhões, o que dificulta ainda mais a
fluidez do trânsito no Brasil.
A cidade de São Paulo é uma das que mais sofrem com esse problema. Em média, o paulistano
pode passar até 45 dias do ano no trânsito, algo impensável para quem deseja uma melhor
qualidade de vida no âmbito das cidades. Aparentemente, as medidas criadas para combater
essa questão não foram de grande valia: o sistema de rodízio de automóveis, a construção de
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A grande questão é que, segundo especialistas, não há perspectiva de promoção de uma real
mobilidade urbana no Brasil se as medidas adotadas privilegiarem o uso do transporte individual.
É preciso, pois, melhorar as características do transporte público de massa, com mais ônibus,
metrôs e terminais. Além disso, incentivos a meios de transporte como as bicicletas, além de
contribuir para essa questão, ajudam a reduzir a emissão de poluentes na atmosfera e melhorar
a qualidade de vida no meio urbano. Por isso, a construção de ciclofaixas ou ciclovias surge
como uma saída viável e inteligente.
Outra solução apontada para combater o inchaço de veículos nas cidades é a adoção do
chamado pedágio urbano, o que gera uma grande polêmica. Com isso, os carros e motocic letas
teriam de pagar taxas para deslocar-se em determinados pontos da cidade, o que recebe apoio
de muitos especialistas, mas também o rechaçamento de outros. Se, por um lado, essa medida
estimularia o transporte coletivo ao invés do individual; por outro , as críticas colocam que apenas
a população de menor renda média é que seria direcionada para esse sentido, o que
representaria, em tese, uma exclusão desse grupo ao espaço da cidade.
Vale ressaltar também que o modelo histórico de organização do espaço g eográfico brasileiro
não contribui para uma mudança desse cenário. Afinal, ao longo do século XX, houve uma rápida
urbanização do país, que assistiu a um acelerado processo de crescimento das cidades e
também de metropolização, ou seja, a concentração da população nas grandes metrópoles. Se o
país tivesse passado por um processo de Reforma Agrária adequado, de forma a conter o
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A redação de documentos oficiais é uma das atividades inerentes a determinadas funções do
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tenha sido designado para escrever um documento para o Reitor de uma universidade
parceira da UFERSA, solicitando informações sobre um projeto em execução naquela
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entre líderes e liderados. O líder que se preocupa muito com o dia a dia da organização e
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