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Foram encontradas 50 questões.

Leia o texto a seguir e responda a questão.
A culpa é sempre da vítima
Não me canso de repetir o que já publiquei sabe Deus quantas vezes neste espaço: “A leitura do mundo precede a leitura da palavra”. Como se sabe, o pensamento não é meu (quem me dera!); é de Paulo Freire.
Quem pensa mal lê mal. E lê mal tudo: o mundo, a palavra, os fatos, a realidade, os textos, as canções, os filmes etc., etc., etc. Funestas, essas más leituras infernizam diretamente a vida de todos nós.
O que me leva a essas reflexões é o resultado de uma pesquisa encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública sobre violência sexual. Realizado pelo Datafolha e publicado nesta quarta (21), o estudo revela dados estarrecedores. Um deles: 37% dos entrevistados dizem que “as mulheres que se dão ao respeito não são estupradas”. É mole?
Para mim, esses resultados são absolutamente coerentes com o pensamento do brasileiro médio, desses que todos conhecemos (temos pelo menos um deles no ambiente de trabalho, na família etc.).
Para essa gente, a culpa é sempre da vítima. Sabe o caso do cidadão que vai à delegacia para registrar o furto de um veículo e ouve o delegado perguntar algo como “O senhor queria deixar o carro lá e encontrá-lo na volta?”. Pronto! O delegado acabou de dizer que sabe que “lá” a barra é pesada, então...
Então o escambau! Se ele sabe que “lá” a barra é pesada, por que não faz o que deveria fazer? Mas é mais fácil pôr a culpa na vítima.
E o pobre coitado que tem o azar de morar perto do largo da Batata, em São Paulo, quer exercer o seu sagrado direito de ir e vir, encontra meia dúzia de boçais quebrando tudo e acaba sendo obrigado a engolir gás de pimenta, bomba de efeito moral etc., que a preparadíssima PM paulista adora lançar aos quatro ventos para resolver toda e qualquer situação? O que diz o brasileiro médio? Uma pérola: “Quem mandou passar por ? Ficasse longe”.
A sucessão de argumentos inteligentes está por toda parte e muitas vezes é fomentada por quem deveria refletir antes de destilar bobagens. Quer um exemplo? Tiremo-lo do futebol: um árbitro fraco é escalado para um jogo decisivo. O pobre diabo começa a inverter faltas, é omisso em relação à disciplina etc., e tudo isso “irrita” os jogadores e a torcida, a qual joga objetos no gramado e dá outras aulas de civilidade.
O que dizem nessa hora muitos dos nossos “jornalistas” esportivos? “Eu não disse?! É um árbitro fraco, que erra muito, o que incita a violência”. Quer dizer que a culpa dos atos violentos dos jogadores e torcedores é do árbitro? Haja atraso!
Quer outro caso emblemático? Lá vai: “Vou votar em Fulano porque ele é rico, por isso não precisa roubar”. Que se faz com uma criatura dessas? Há solução para isso?
Por falar em candidato rico, um deles deu uma resposta genial a uma pergunta sobre a possível invasão de um terreno público: “Tenho 16 mil metros quadrados lá; não preciso desses 400”. Quer dizer que, se não tivesse os 16 mil, poderia lançar mão desse recurso? Ai, ai, ai...
O que me espanta nisso tudo é ver que muita gente não liga lé com lé, cré com cré, isto é, não entende por que os resultados das avaliações dos nossos estudantes e do nosso ensino são as que são e por que não avançamos um milímetro em questões essenciais, por que somos os últimos dos BRICS em tudo etc., etc., etc. Pensar dói. Dói muito. Não pensar ou pensar mal, então... É isso.
NETO, Pasquale Cipro. A culpa é sempre da vítima. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/pasquale/2016/09/ 1815633-a-culpa-e-sempre-da-vitima.shtml>. Acesso em: 22 set. 2016.
Leia os fragmentos retirados do texto, na coluna I, e suas respectivas propostas de substituição, na coluna II.
Coluna I Coluna II
I. [...] “sabe Deus quantas vezes” diversas vezes.
II. “Então o escambau!” Tal insinuação é falsa.
III. [...] “lançar aos quatro ventos” jogar pra todo lado.
IV. [...] “toda e qualquer situação” todo problema complicado.
V. [...] “destilar bobagens” dizer tolices aprimoradas
A substituição da expressão retirada do texto, na coluna I, pela expressão contida na coluna II altera o sentido do texto em:
 

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1569216 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFES
Orgão: UFES

Leia o texto a seguir e responda a questão.

Considere que 0,250 g de uma amostra impura de carbonato foi tratada a quente com 50,0 mL de HCl padronizado a !$ 0,110 \,mol.L^{-1} !$. A solução obtida foi transferida e avolumada em balão volumétrico de 50,0 mL. Dessa solução, uma porção de 10,0 mL foi titulada com !$ NaOH !$ !$ 0,050 \,mol.L^{-1} !$, consumindo 7,00 mL até a mudança de cor do indicador.

A pureza percentual da amostra de carbonato é igual a

 

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1545431 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFES
Orgão: UFES
Analise a imagem a seguir.
Enunciado 2735888-1
O sinal de aviso da imagem acima, no laboratório químico, significa:
 

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1545426 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFES
Orgão: UFES
Produzirá propeno, a partir da desidratação em meio ácido, o álcool:
 

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A distribuição de idades de um grupo de 23 pessoas é descrita pela seguinte tabela:
Idade (anos) Número de pessoas
13 5
14 3
15 3
16 5
17 7
A mediana dessa distribuição, em anos, é igual a
 

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Leia o texto a seguir e responda a questão.
A culpa é sempre da vítima
Não me canso de repetir o que já publiquei sabe Deus quantas vezes neste espaço: “A leitura do mundo precede a leitura da palavra”. Como se sabe, o pensamento não é meu (quem me dera!); é de Paulo Freire.
Quem pensa mal lê mal. E lê mal tudo: o mundo, a palavra, os fatos, a realidade, os textos, as canções, os filmes etc., etc., etc. Funestas, essas más leituras infernizam diretamente a vida de todos nós.
O que me leva a essas reflexões é o resultado de uma pesquisa encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública sobre violência sexual. Realizado pelo Datafolha e publicado nesta quarta (21), o estudo revela dados estarrecedores. Um deles: 37% dos entrevistados dizem que “as mulheres que se dão ao respeito não são estupradas”. É mole?
Para mim, esses resultados são absolutamente coerentes com o pensamento do brasileiro médio, desses que todos conhecemos (temos pelo menos um deles no ambiente de trabalho, na família etc.).
Para essa gente, a culpa é sempre da vítima. Sabe o caso do cidadão que vai à delegacia para registrar o furto de um veículo e ouve o delegado perguntar algo como “O senhor queria deixar o carro lá e encontrá-lo na volta?”. Pronto! O delegado acabou de dizer que sabe que “lá” a barra é pesada, então...
Então o escambau! Se ele sabe que “lá” a barra é pesada, por que não faz o que deveria fazer? Mas é mais fácil pôr a culpa na vítima.
E o pobre coitado que tem o azar de morar perto do largo da Batata, em São Paulo, quer exercer o seu sagrado direito de ir e vir, encontra meia dúzia de boçais quebrando tudo e acaba sendo obrigado a engolir gás de pimenta, bomba de efeito moral etc., que a preparadíssima PM paulista adora lançar aos quatro ventos para resolver toda e qualquer situação? O que diz o brasileiro médio? Uma pérola: “Quem mandou passar por ? Ficasse longe”.
A sucessão de argumentos inteligentes está por toda parte e muitas vezes é fomentada por quem deveria refletir antes de destilar bobagens. Quer um exemplo? Tiremo-lo do futebol: um árbitro fraco é escalado para um jogo decisivo. O pobre diabo começa a inverter faltas, é omisso em relação à disciplina etc., e tudo isso “irrita” os jogadores e a torcida, a qual joga objetos no gramado e dá outras aulas de civilidade.
O que dizem nessa hora muitos dos nossos “jornalistas” esportivos? “Eu não disse?! É um árbitro fraco, que erra muito, o que incita a violência”. Quer dizer que a culpa dos atos violentos dos jogadores e torcedores é do árbitro? Haja atraso!
Quer outro caso emblemático? Lá vai: “Vou votar em Fulano porque ele é rico, por isso não precisa roubar”. Que se faz com uma criatura dessas? Há solução para isso?
Por falar em candidato rico, um deles deu uma resposta genial a uma pergunta sobre a possível invasão de um terreno público: “Tenho 16 mil metros quadrados lá; não preciso desses 400”. Quer dizer que, se não tivesse os 16 mil, poderia lançar mão desse recurso? Ai, ai, ai...
O que me espanta nisso tudo é ver que muita gente não liga lé com lé, cré com cré, isto é, não entende por que os resultados das avaliações dos nossos estudantes e do nosso ensino são as que são e por que não avançamos um milímetro em questões essenciais, por que somos os últimos dos BRICS em tudo etc., etc., etc. Pensar dói. Dói muito. Não pensar ou pensar mal, então... É isso.
NETO, Pasquale Cipro. A culpa é sempre da vítima. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/pasquale/2016/09/ 1815633-a-culpa-e-sempre-da-vitima.shtml>. Acesso em: 22 set. 2016.
NÃO há o recurso estilístico da ironia em:
 

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1512394 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFES
Orgão: UFES
No laboratório químico, devem ser utilizados os equipamentos de proteção individual (EPI) apropriados aos riscos existentes. A respeito do uso de EPI, é INCORRETO afirmar:
 

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1221612 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFES
Orgão: UFES
Considerando os dados do ácido nítrico concentrado: 65,0 % !$ (m.m^{-1}) !$, densidade igual a 1,51 !$ g.cm^{-3} !$, para preparar 1,00 L de solução com concentração 0,150 !$ mol.L^{-1} !$, são necessários:
 

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1192115 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFES
Orgão: UFES
Leia o texto a seguir e responda a questão.
Uma grande preocupação acerca do meio ambiente refere-se à elevação da concentração de dióxido de carbono na atmosfera como resultado da queima de combustíveis fósseis. Recentemente divulvou-se que a concentração de !$ CO_2 !$ atmosférico alcançou 400 partes por milhão em volume, o que equivale a !$ 4,00\times10^{-4} !$ atm.
Um certo gás, cuja massa vale 101 g, ocupa um volume de 40 litros, sob pressão de 3,07 atmosferas, à temperatura de 27 °C. Nessas condições, considerando !$ R = 0,082 \,atm.L.mol^{-1}.K^{-1} !$, o número de moléculas do gás é de:
 

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Leia o texto a seguir e responda a questão.
“A vírgula é o sinal que tem maior variedade de uso e, por isso mesmo, é o que oferece mais oportunidade de erro. Tais erros decorrem basicamente de pensar que a cada pausa da fala corresponde uma vírgula, e vice-versa. Esta crença, muito generalizada, não tem fundamento. Esquecendo-a, você terá dado o primeiro passo no sentido de empegar a vírgula com segurança.”
MORENO, Cláudio; GUEDES, Paulo Coimbra. Curso básico de redação: destinado ao 2º grau e vestibular. São Paulo: Ática, 1979. p.49.
No excerto do texto: “Esquecendo-a, você terá dado o primeiro passo no sentido de empregar a vírgula com segurança”, o termo a refere-se a:
 

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