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Uma paciente, relativamente jovem, com 47 anos de idade, foi ao consultório
odontológico procurando uma solução para um problema que a afligia desde o ano anterior,
quando sofreu um acidente de moto e perdeu vários dentes anteriores e posteriores. Como
ficou hospitalizada por sete meses, sendo desses, 4 meses na UTI inconsciente, a paciente
acabou perdendo osso de suporte também. Sua ideia era, logo que possível, fazer os
implantes para recompor seu sorriso. No entanto, com tanto tempo decorrido e como sequela
do período em que ficou internada, já existia um desequilíbrio no relacionamento fisiológico
entre a maxila e a mandíbula, inclusive em relação a alterações na dimensão vertical. Por se
tratar de uma demanda mais complexa, o dentista sugeriu inicialmente a confecção e o uso
de uma prótese parcial removível provisória. Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir:
I - O restabelecimento da dimensão vertical com a utilização de prótese parcial removível com infraestrutura metálica é primordial, previamente à realização de qualquer tratamento restaurador no paciente, principalmente para preparação do leito para colocação de implantes.
PORQUE
II - A diminuição da dimensão vertical altera a harmonia facial do paciente, uma vez que provoca perda da tonicidade da musculatura e altera o contorno facial.
Sobre as afirmativas I e II, é CORRETO afirmar que
I - O restabelecimento da dimensão vertical com a utilização de prótese parcial removível com infraestrutura metálica é primordial, previamente à realização de qualquer tratamento restaurador no paciente, principalmente para preparação do leito para colocação de implantes.
PORQUE
II - A diminuição da dimensão vertical altera a harmonia facial do paciente, uma vez que provoca perda da tonicidade da musculatura e altera o contorno facial.
Sobre as afirmativas I e II, é CORRETO afirmar que
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A remoção seletiva da dentina cariada varia de acordo com a parede
cavitária e de acordo com a profundidade da lesão. Em casos de dentes com lesões profundas
de cárie dentinária, vitais, sem sintomatologia dolorosa ou com dor provocada/pulpite
reversível, entende-se que
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O avanço na compreensão das causas das lesões de cárie e do papel das
restaurações permite hoje uma abordagem mais precisa no tratamento. Atualmente, as
restaurações devem ser realizadas apenas quando essenciais para controlar a cárie,
refletindo uma filosofia que prioriza a prevenção e a conservação dental. A odontologia
minimamente invasiva preserva as estruturas dentárias, incluindo ações de prevenção,
detecção precoce das lesões de cárie e mínima intervenção operatória/invasiva. Sobre as
ações a serem tomadas frente às lesões de cáries, é CORRETO o que se afirma em:
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Em relação a lesões inflamatórias gengivais não induzidas por placa
bacteriana, relacione a descrição, apresentada na coluna I, com o possível agente causal,
apresentado na coluna II.
Coluna I
1) Quando um recém-nascido é infectado, recebe um diagnóstico errôneo de “dentes nascendo”, caracterizadas pela formação de vesículas, seguidas de ruptura e coalescência, deixando úlceras irregulares revestidas de fibrina.
2) Aumento gengival semelhante a um tumor que é uma resposta condicionada exagerada e inespecífica a pequenos traumas.
3) A característica clínica mais comum destas infecções gengivais é o eritema da gengiva inserida, muitas vezes associado a uma superfície granulada. Em indivíduos saudáveis, essa lesão raramente se manifesta na gengiva.
4) As lesões cutâneas são caracterizadas por pápulas com estrias esbranquiçadas (estrias de Wickham), muitas vezes, formam padrões reticulares, habitualmente bilaterais.
5) Essa condição é caracterizada pelo aumento difuso da gengiva, muitas vezes cobrindo a maior parte das superfícies dentárias, ou mesmo cobrindo-as completamente. As lesões se desenvolvem independentemente da remoção efetiva da placa.
Coluna II
( ) Granuloma piogênico
( ) Fibromatose gengival hereditária
( ) Gengivoestomatite herpética primária
( ) Candidíase eritematosa crônica
( ) Líquen plano oral
A sequência que preenche CORRETAMENTE a coluna II, de cima para baixo, é:
Coluna I
1) Quando um recém-nascido é infectado, recebe um diagnóstico errôneo de “dentes nascendo”, caracterizadas pela formação de vesículas, seguidas de ruptura e coalescência, deixando úlceras irregulares revestidas de fibrina.
2) Aumento gengival semelhante a um tumor que é uma resposta condicionada exagerada e inespecífica a pequenos traumas.
3) A característica clínica mais comum destas infecções gengivais é o eritema da gengiva inserida, muitas vezes associado a uma superfície granulada. Em indivíduos saudáveis, essa lesão raramente se manifesta na gengiva.
4) As lesões cutâneas são caracterizadas por pápulas com estrias esbranquiçadas (estrias de Wickham), muitas vezes, formam padrões reticulares, habitualmente bilaterais.
5) Essa condição é caracterizada pelo aumento difuso da gengiva, muitas vezes cobrindo a maior parte das superfícies dentárias, ou mesmo cobrindo-as completamente. As lesões se desenvolvem independentemente da remoção efetiva da placa.
Coluna II
( ) Granuloma piogênico
( ) Fibromatose gengival hereditária
( ) Gengivoestomatite herpética primária
( ) Candidíase eritematosa crônica
( ) Líquen plano oral
A sequência que preenche CORRETAMENTE a coluna II, de cima para baixo, é:
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Sabe-se que para se executar procedimentos cirúrgicos em um paciente,
alguns passos são essenciais, como fazer um bom exame clínico, depois de uma anamnese
bem feita, identificar os riscos, além do conhecimento e da habilidade para executar bem a
técnica cirúrgica. No entanto, podem acontecer acidentes durante o procedimento. Sobre os
aspectos que o Cirurgião Dentista deve conhecer e aplicar, analise as afirmativas a seguir:
I. Todos os pacientes esperam certo desconforto depois de qualquer procedimento cirúrgico e isso não precisa ser discutido com o paciente antes do início do procedimento. A primeira dose da medicação analgésica deve ser administrada só depois de os efeitos da anestesia local diminuírem, quando o paciente chegar em casa. A dor pós-operatória não é difícil de se controlar, mesmo se a administração da medicação analgésica for adiada.
II. Se no momento da extração houver a fratura do dente, o ideal é interromper o procedimento, devendo-se administrar antibióticos profiláticos e encerrar o procedimento para evitar infecção secundária, e agendar outro momento para remoção do fragmento a fim de evitar ampliação do campo cirúrgico e possível hemorragia.
III. Caso durante um procedimento cirúrgico oral, um paciente apresente um quadro de hemorragia inesperada e significativa, deve-se interromper imediatamente o procedimento, aplicar pressão direta na área de sangramento e avaliar a causa da hemorragia antes de decidir os próximos passos.
IV. Embora não seja corriqueiro, pois identifica uma atenção inadequada na avaliação préoperatória, pode ocorrer a extração do dente errado, quando solicitado por outro profissional. Se o dente errado for extraído e o cirurgião-dentista perceber esse erro imediatamente, o dente deve ser logo reimplantado no alvéolo.
V. A técnica recomendada para garantir uma amostra adequada e representativa de uma lesão oral durante uma biópsia incisional consiste na realização de cirurgia para remover toda a lesão para análise e a realização de uma sutura oclusiva para evitar hemorragia.
VI. Os ramos do quinto nervo craniano, que proporcionam inervação à mucosa e à pele, são as estruturas neurais adjacentes com maior probabilidade de serem lesionadas durante a exodontia. Se o nervo mentoniano for lesionado, o paciente experimentará parestesia ou anestesia do lábio e do queixo, mas se ele for seccionado em sua saída do forame mentual ou rompido ao longo de seu curso, é provável que a função do nervo mentoniano não retorne.
É CORRETO o que se afirma em
I. Todos os pacientes esperam certo desconforto depois de qualquer procedimento cirúrgico e isso não precisa ser discutido com o paciente antes do início do procedimento. A primeira dose da medicação analgésica deve ser administrada só depois de os efeitos da anestesia local diminuírem, quando o paciente chegar em casa. A dor pós-operatória não é difícil de se controlar, mesmo se a administração da medicação analgésica for adiada.
II. Se no momento da extração houver a fratura do dente, o ideal é interromper o procedimento, devendo-se administrar antibióticos profiláticos e encerrar o procedimento para evitar infecção secundária, e agendar outro momento para remoção do fragmento a fim de evitar ampliação do campo cirúrgico e possível hemorragia.
III. Caso durante um procedimento cirúrgico oral, um paciente apresente um quadro de hemorragia inesperada e significativa, deve-se interromper imediatamente o procedimento, aplicar pressão direta na área de sangramento e avaliar a causa da hemorragia antes de decidir os próximos passos.
IV. Embora não seja corriqueiro, pois identifica uma atenção inadequada na avaliação préoperatória, pode ocorrer a extração do dente errado, quando solicitado por outro profissional. Se o dente errado for extraído e o cirurgião-dentista perceber esse erro imediatamente, o dente deve ser logo reimplantado no alvéolo.
V. A técnica recomendada para garantir uma amostra adequada e representativa de uma lesão oral durante uma biópsia incisional consiste na realização de cirurgia para remover toda a lesão para análise e a realização de uma sutura oclusiva para evitar hemorragia.
VI. Os ramos do quinto nervo craniano, que proporcionam inervação à mucosa e à pele, são as estruturas neurais adjacentes com maior probabilidade de serem lesionadas durante a exodontia. Se o nervo mentoniano for lesionado, o paciente experimentará parestesia ou anestesia do lábio e do queixo, mas se ele for seccionado em sua saída do forame mentual ou rompido ao longo de seu curso, é provável que a função do nervo mentoniano não retorne.
É CORRETO o que se afirma em
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Sobre a eficácia de diferentes abordagens para o manejo da pulpite
sintomática irreversível, é CORRETO o que se afirma em:
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Considerando que o correto diagnóstico influencia no tratamento
endodôntico, analise as afirmativas a seguir:
I. É muito comum a existência do canal mésio-vestibular acessório (MV2), e para melhor observação da raiz, sem muita sobreposição, a incidência radiográfica que melhor representaria essa raiz, dissociando sua imagem das outras raízes, é a mesiorradial.
II. A odontalgia atípica, termo usado para descrever uma condição dolorosa persistente na cavidade oral que não pode ser prontamente atribuída a uma causa conhecida, relacionase a uma dor com duração de mais de quatro meses, sem imagem radiográfica de alteração, sem causa clínica observável, com identificação de dor de dente ou dor no local do dente, normalmente descrita como difusa, ardente, lancinante ou até latejante. Na realidade, não há relação com alterações dentárias e, sim, com um subconjunto de dores neuropáticas, podendo ser considerada como resultante de lesões nas fibras sensoriais que alimentam a polpa extirpada ou o dente extraído.
III. É fundamental determinar o estado de vitalidade da polpa, seja normal, com pulpite ou com necrose pulpar. Medidas de transmissão da sensibilidade pulpar via resposta do sistema nervoso e replicação de sintomas incluem estímulos térmicos, estímulos diretos na dentina e estímulos elétricos. Uma resposta normal ao frio é tipicamente aguda e rápida, mas deve ser equivalente às respostas dos dentes adjacentes e contralaterais de controle. Uma resposta falso-negativa é comum quando o produto frio é aplicado em dentes com metamorfose cálcica.
IV. Lesões periapicais de origem endodôntica geralmente apresentam características radiográficas como: solução de continuidade da lâmina dura, rarefações ósseas associadas ao dente e a existência de relação causa efeito. Mas alterações radiopacas também podem ocorrer, como a osteíte condensante, que resulta em maior densidade adjacente do osso trabecular, característica patognomônica associada a uma lesão endopério.
É CORRETO o que se afirma em
I. É muito comum a existência do canal mésio-vestibular acessório (MV2), e para melhor observação da raiz, sem muita sobreposição, a incidência radiográfica que melhor representaria essa raiz, dissociando sua imagem das outras raízes, é a mesiorradial.
II. A odontalgia atípica, termo usado para descrever uma condição dolorosa persistente na cavidade oral que não pode ser prontamente atribuída a uma causa conhecida, relacionase a uma dor com duração de mais de quatro meses, sem imagem radiográfica de alteração, sem causa clínica observável, com identificação de dor de dente ou dor no local do dente, normalmente descrita como difusa, ardente, lancinante ou até latejante. Na realidade, não há relação com alterações dentárias e, sim, com um subconjunto de dores neuropáticas, podendo ser considerada como resultante de lesões nas fibras sensoriais que alimentam a polpa extirpada ou o dente extraído.
III. É fundamental determinar o estado de vitalidade da polpa, seja normal, com pulpite ou com necrose pulpar. Medidas de transmissão da sensibilidade pulpar via resposta do sistema nervoso e replicação de sintomas incluem estímulos térmicos, estímulos diretos na dentina e estímulos elétricos. Uma resposta normal ao frio é tipicamente aguda e rápida, mas deve ser equivalente às respostas dos dentes adjacentes e contralaterais de controle. Uma resposta falso-negativa é comum quando o produto frio é aplicado em dentes com metamorfose cálcica.
IV. Lesões periapicais de origem endodôntica geralmente apresentam características radiográficas como: solução de continuidade da lâmina dura, rarefações ósseas associadas ao dente e a existência de relação causa efeito. Mas alterações radiopacas também podem ocorrer, como a osteíte condensante, que resulta em maior densidade adjacente do osso trabecular, característica patognomônica associada a uma lesão endopério.
É CORRETO o que se afirma em
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Durante a anamnese, em uma consulta odontológica, um paciente relatou
que seu dente apresentava dor quando ele ingeria algo gelado, e mais recentemente com a
ingestão de café quente. O paciente também informou histórico de alergia a sulfa e que só faz
uso de analgésico quando tem cefaléia. Após todas as etapas da primeira consulta clínica, foi
observado que o paciente não tinha restaurações e que o dente que doía havia sofrido uma
fratura na porção coronária, verificando-se a necessidade do tratamento endodôntico do dente
em questão. O paciente informou que não gosta de injeção e que até hoje não precisou fazer
nenhum procedimento com anestesia. Frente a essa demanda, o profissional deverá escolher
o anestésico local mais seguro para executar o procedimento. Com base no perfil dos
anestésicos locais à disposição no mercado brasileiro e considerando o que foi relatado pelo
paciente, para evitar qualquer tipo de reação adversa, o seguinte anestésico deverá ser
evitado:
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A cárie é uma doença multifatorial e acomete uma grande parcela da
população brasileira. As lesões de cárie podem ser paralisadas em qualquer estágio, por meio
do controle da ingestão de açúcares e do retorno à homeostase do biofilme. Sobre as lesões
de cárie, é CORRETO o que se afirma em:
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A prática odontológica gera diversos riscos à saúde dos profissionais
envolvidos e também pode gerar riscos aos pacientes, em caso de contaminação cruzada.
Em um consultório odontológico, o dentista está revisando o protocolo de biossegurança para
garantir que todos os procedimentos estejam alinhados com as melhores práticas para
prevenção de infecções, a medida que representa a abordagem adequada e baseada em
evidências para garantir a máxima segurança durante a manipulação e descontaminação de
instrumentos críticos e semicríticos é:
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