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LIXO ESPACIAL AUMENTA PERIGO DE CATÁSTROFES
Agência europeia alerta para risco de colisão de satélites
1 Assim no céu como na Terra. Em pouco mais de meio século de conquista espacial, a Humanidade já conseguiu deixar tanto lixo na órbita do planeta - entre estágios de foguetes, satélites desativados e outros tipos de detritos - que em breve algumas regiões do espaço vão estar tão cheias de destroços que atravessá-las será como entrar em um campo minado. Estudo apresentado ontem na abertura da 6ª Conferência Europeia sobre Detritos Espaciais diz que, se nada for feito, ao longo dos próximos 200 anos algumas órbitas se tornarão extremamente perigosas, com colisões catastróficas ocorrendo a um ritmo de uma a cada cinco a nove anos, aumentando ainda mais a quantidade de destroços nelas.
2 Em sua mais recente estimativa, a Agência Espacial Europeia (ESA), anfitriã da conferência, calcula que cerca de 29 mil pedaços de lixo espacial com mais de 10 centímetros orbitam a Terra, assim como 670 mil detritos com mais de 1 centímetro e impressionantes 170 milhões com mais de um milímetro. O tamanho reduzido destes objetos pode fazer com que pareçam pouco perigosos, mas um simples parafuso de 10 gramas viajando a uma velocidade orbital de 35 mil km/h tem mais energia cinética do que um carro de uma tonelada a 110 km/h.
3 - Qualquer um destes objetos pode inutilizar uma nave - lembra Heiner Klinkrad, chefe do escritório para detritos espaciais da ESA.
4 Enquanto isso, mais uma empresa americana chegou ao espaço como parte da nova política dos EUA de deixar nas mãos da iniciativa privada o transporte de cargas e, futuramente, o de astronautas para a baixa órbita da Terra. Depois de adiar por duas vezes o lançamento, inicialmente marcado para o dia 19/04, sexta-feira, a Orbital Sciences conseguiu fazer voar seu foguete Antares. O equipamento foi lançado no início da noite de domingo da base da Nasa de Wallops, na Virgínia, levando a bordo um modelo ainda não operacional da cápsula Cygnus, também em desenvolvimento pela empresa, e quatro pequenos satélites. Agora, a expectativa é de que até o fim de 2013 a Orbital comece a cumprir contrato de US$ 1,9 bilhão com a Nasa para levar cargas até a Estação Espacial Internacional.
(BAIMA, César. O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
O termo em destaque no trecho “cerca de 29 mil pedaços de lixo espacial com mais de 10 centímetros orbitam a Terra, ASSIM COMO 670 mil detritos com mais de 1 centímetro” (parágrafo 2) está exprimindo no texto o sentido de:
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Agência europeia alerta para risco de colisão de satélites
1 Assim no céu como na Terra. Em pouco mais de meio século de conquista espacial, a Humanidade já conseguiu deixar tanto lixo na órbita do planeta - entre estágios de foguetes, satélites desativados e outros tipos de detritos - que em breve algumas regiões do espaço vão estar tão cheias de destroços que atravessá-las será como entrar em um campo minado. Estudo apresentado ontem na abertura da 6ª Conferência Europeia sobre Detritos Espaciais diz que, se nada for feito, ao longo dos próximos 200 anos algumas órbitas se tornarão extremamente perigosas, com colisões catastróficas ocorrendo a um ritmo de uma a cada cinco a nove anos, aumentando ainda mais a quantidade de destroços nelas.
2 Em sua mais recente estimativa, a Agência Espacial Europeia (ESA), anfitriã da conferência, calcula que cerca de 29 mil pedaços de lixo espacial com mais de 10 centímetros orbitam a Terra, assim como 670 mil detritos com mais de 1 centímetro e impressionantes 170 milhões com mais de um milímetro. O tamanho reduzido destes objetos pode fazer com que pareçam pouco perigosos, mas um simples parafuso de 10 gramas viajando a uma velocidade orbital de 35 mil km/h tem mais energia cinética do que um carro de uma tonelada a 110 km/h.
3 - Qualquer um destes objetos pode inutilizar uma nave - lembra Heiner Klinkrad, chefe do escritório para detritos espaciais da ESA.
4 Enquanto isso, mais uma empresa americana chegou ao espaço como parte da nova política dos EUA de deixar nas mãos da iniciativa privada o transporte de cargas e, futuramente, o de astronautas para a baixa órbita da Terra. Depois de adiar por duas vezes o lançamento, inicialmente marcado para o dia 19/04, sexta-feira, a Orbital Sciences conseguiu fazer voar seu foguete Antares. O equipamento foi lançado no início da noite de domingo da base da Nasa de Wallops, na Virgínia, levando a bordo um modelo ainda não operacional da cápsula Cygnus, também em desenvolvimento pela empresa, e quatro pequenos satélites. Agora, a expectativa é de que até o fim de 2013 a Orbital comece a cumprir contrato de US$ 1,9 bilhão com a Nasa para levar cargas até a Estação Espacial Internacional.
(BAIMA, César. O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
O termo em destaque no trecho “ANFITRIÃ da conferência” (parágrafo 2) é usado para designar o feminino de ANFITRIÃO. Dos pares abaixo, com termos masculinos e femininos correspondentes, aquele em que o termo que designa o feminino está em DESACORDO com as normas da língua é:
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1 Assim no céu como na Terra. Em pouco mais de meio século de conquista espacial, a Humanidade já conseguiu deixar tanto lixo na órbita do planeta - entre estágios de foguetes, satélites desativados e outros tipos de detritos - que em breve algumas regiões do espaço vão estar tão cheias de destroços que atravessá-las será como entrar em um campo minado. Estudo apresentado ontem na abertura da 6ª Conferência Europeia sobre Detritos Espaciais diz que, se nada for feito, ao longo dos próximos 200 anos algumas órbitas se tornarão extremamente perigosas, com colisões catastróficas ocorrendo a um ritmo de uma a cada cinco a nove anos, aumentando ainda mais a quantidade de destroços nelas.
2 Em sua mais recente estimativa, a Agência Espacial Europeia (ESA), anfitriã da conferência, calcula que cerca de 29 mil pedaços de lixo espacial com mais de 10 centímetros orbitam a Terra, assim como 670 mil detritos com mais de 1 centímetro e impressionantes 170 milhões com mais de um milímetro. O tamanho reduzido destes objetos pode fazer com que pareçam pouco perigosos, mas um simples parafuso de 10 gramas viajando a uma velocidade orbital de 35 mil km/h tem mais energia cinética do que um carro de uma tonelada a 110 km/h.
3 - Qualquer um destes objetos pode inutilizar uma nave - lembra Heiner Klinkrad, chefe do escritório para detritos espaciais da ESA.
4 Enquanto isso, mais uma empresa americana chegou ao espaço como parte da nova política dos EUA de deixar nas mãos da iniciativa privada o transporte de cargas e, futuramente, o de astronautas para a baixa órbita da Terra. Depois de adiar por duas vezes o lançamento, inicialmente marcado para o dia 19/04, sexta-feira, a Orbital Sciences conseguiu fazer voar seu foguete Antares. O equipamento foi lançado no início da noite de domingo da base da Nasa de Wallops, na Virgínia, levando a bordo um modelo ainda não operacional da cápsula Cygnus, também em desenvolvimento pela empresa, e quatro pequenos satélites. Agora, a expectativa é de que até o fim de 2013 a Orbital comece a cumprir contrato de US$ 1,9 bilhão com a Nasa para levar cargas até a Estação Espacial Internacional.
(BAIMA, César. O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
Das alterações feitas na redação do trecho “diz que, se nada for feito, ao longo dos próximos 200 anos algumas órbitas se tornarão extremamente perigosas” (parágrafo 1), aquela que mantém o sentido original do texto é:
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1 Assim no céu como na Terra. Em pouco mais de meio século de conquista espacial, a Humanidade já conseguiu deixar tanto lixo na órbita do planeta - entre estágios de foguetes, satélites desativados e outros tipos de detritos - que em breve algumas regiões do espaço vão estar tão cheias de destroços que atravessá-las será como entrar em um campo minado. Estudo apresentado ontem na abertura da 6ª Conferência Europeia sobre Detritos Espaciais diz que, se nada for feito, ao longo dos próximos 200 anos algumas órbitas se tornarão extremamente perigosas, com colisões catastróficas ocorrendo a um ritmo de uma a cada cinco a nove anos, aumentando ainda mais a quantidade de destroços nelas.
2 Em sua mais recente estimativa, a Agência Espacial Europeia (ESA), anfitriã da conferência, calcula que cerca de 29 mil pedaços de lixo espacial com mais de 10 centímetros orbitam a Terra, assim como 670 mil detritos com mais de 1 centímetro e impressionantes 170 milhões com mais de um milímetro. O tamanho reduzido destes objetos pode fazer com que pareçam pouco perigosos, mas um simples parafuso de 10 gramas viajando a uma velocidade orbital de 35 mil km/h tem mais energia cinética do que um carro de uma tonelada a 110 km/h.
3 - Qualquer um destes objetos pode inutilizar uma nave - lembra Heiner Klinkrad, chefe do escritório para detritos espaciais da ESA.
4 Enquanto isso, mais uma empresa americana chegou ao espaço como parte da nova política dos EUA de deixar nas mãos da iniciativa privada o transporte de cargas e, futuramente, o de astronautas para a baixa órbita da Terra. Depois de adiar por duas vezes o lançamento, inicialmente marcado para o dia 19/04, sexta-feira, a Orbital Sciences conseguiu fazer voar seu foguete Antares. O equipamento foi lançado no início da noite de domingo da base da Nasa de Wallops, na Virgínia, levando a bordo um modelo ainda não operacional da cápsula Cygnus, também em desenvolvimento pela empresa, e quatro pequenos satélites. Agora, a expectativa é de que até o fim de 2013 a Orbital comece a cumprir contrato de US$ 1,9 bilhão com a Nasa para levar cargas até a Estação Espacial Internacional.
(BAIMA, César. O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
No fragmento “a Humanidade já conseguiu deixar tanto lixo na órbita do planeta - entre estágios de foguetes, satélites desativados e outros tipos de detritos - QUE em breve algumas regiões do espaço vão estar tão cheias de destroços QUE atravessá-las será como entrar em um campo minado” (parágrafo 1), a palavra QUE, nas duas ocorrências, foi empregada para exprimir, respectivamente, sentido de:
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1 Assim no céu como na Terra. Em pouco mais de meio século de conquista espacial, a Humanidade já conseguiu deixar tanto lixo na órbita do planeta - entre estágios de foguetes, satélites desativados e outros tipos de detritos - que em breve algumas regiões do espaço vão estar tão cheias de destroços que atravessá-las será como entrar em um campo minado. Estudo apresentado ontem na abertura da 6ª Conferência Europeia sobre Detritos Espaciais diz que, se nada for feito, ao longo dos próximos 200 anos algumas órbitas se tornarão extremamente perigosas, com colisões catastróficas ocorrendo a um ritmo de uma a cada cinco a nove anos, aumentando ainda mais a quantidade de destroços nelas.
2 Em sua mais recente estimativa, a Agência Espacial Europeia (ESA), anfitriã da conferência, calcula que cerca de 29 mil pedaços de lixo espacial com mais de 10 centímetros orbitam a Terra, assim como 670 mil detritos com mais de 1 centímetro e impressionantes 170 milhões com mais de um milímetro. O tamanho reduzido destes objetos pode fazer com que pareçam pouco perigosos, mas um simples parafuso de 10 gramas viajando a uma velocidade orbital de 35 mil km/h tem mais energia cinética do que um carro de uma tonelada a 110 km/h.
3 - Qualquer um destes objetos pode inutilizar uma nave - lembra Heiner Klinkrad, chefe do escritório para detritos espaciais da ESA.
4 Enquanto isso, mais uma empresa americana chegou ao espaço como parte da nova política dos EUA de deixar nas mãos da iniciativa privada o transporte de cargas e, futuramente, o de astronautas para a baixa órbita da Terra. Depois de adiar por duas vezes o lançamento, inicialmente marcado para o dia 19/04, sexta-feira, a Orbital Sciences conseguiu fazer voar seu foguete Antares. O equipamento foi lançado no início da noite de domingo da base da Nasa de Wallops, na Virgínia, levando a bordo um modelo ainda não operacional da cápsula Cygnus, também em desenvolvimento pela empresa, e quatro pequenos satélites. Agora, a expectativa é de que até o fim de 2013 a Orbital comece a cumprir contrato de US$ 1,9 bilhão com a Nasa para levar cargas até a Estação Espacial Internacional.
(BAIMA, César. O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
Ao iniciar o parágrafo 4 com a expressão “enquanto isso”, após a advertência de Heiner Klinkrad, chefe do escritório para detritos espaciais da ESA, o autor do texto pretendeu demonstrar que:
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1 Assim no céu como na Terra. Em pouco mais de meio século de conquista espacial, a Humanidade já conseguiu deixar tanto lixo na órbita do planeta - entre estágios de foguetes, satélites desativados e outros tipos de detritos - que em breve algumas regiões do espaço vão estar tão cheias de destroços que atravessá-las será como entrar em um campo minado. Estudo apresentado ontem na abertura da 6ª Conferência Europeia sobre Detritos Espaciais diz que, se nada for feito, ao longo dos próximos 200 anos algumas órbitas se tornarão extremamente perigosas, com colisões catastróficas ocorrendo a um ritmo de uma a cada cinco a nove anos, aumentando ainda mais a quantidade de destroços nelas.
2 Em sua mais recente estimativa, a Agência Espacial Europeia (ESA), anfitriã da conferência, calcula que cerca de 29 mil pedaços de lixo espacial com mais de 10 centímetros orbitam a Terra, assim como 670 mil detritos com mais de 1 centímetro e impressionantes 170 milhões com mais de um milímetro. O tamanho reduzido destes objetos pode fazer com que pareçam pouco perigosos, mas um simples parafuso de 10 gramas viajando a uma velocidade orbital de 35 mil km/h tem mais energia cinética do que um carro de uma tonelada a 110 km/h.
3 - Qualquer um destes objetos pode inutilizar uma nave - lembra Heiner Klinkrad, chefe do escritório para detritos espaciais da ESA.
4 Enquanto isso, mais uma empresa americana chegou ao espaço como parte da nova política dos EUA de deixar nas mãos da iniciativa privada o transporte de cargas e, futuramente, o de astronautas para a baixa órbita da Terra. Depois de adiar por duas vezes o lançamento, inicialmente marcado para o dia 19/04, sexta-feira, a Orbital Sciences conseguiu fazer voar seu foguete Antares. O equipamento foi lançado no início da noite de domingo da base da Nasa de Wallops, na Virgínia, levando a bordo um modelo ainda não operacional da cápsula Cygnus, também em desenvolvimento pela empresa, e quatro pequenos satélites. Agora, a expectativa é de que até o fim de 2013 a Orbital comece a cumprir contrato de US$ 1,9 bilhão com a Nasa para levar cargas até a Estação Espacial Internacional.
(BAIMA, César. O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
Segundo o texto, o risco maior decorrente da produção de lixo orbital é o de:
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1 Assim no céu como na Terra. Em pouco mais de meio século de conquista espacial, a Humanidade já conseguiu deixar tanto lixo na órbita do planeta - entre estágios de foguetes, satélites desativados e outros tipos de detritos - que em breve algumas regiões do espaço vão estar tão cheias de destroços que atravessá-las será como entrar em um campo minado. Estudo apresentado ontem na abertura da 6ª Conferência Europeia sobre Detritos Espaciais diz que, se nada for feito, ao longo dos próximos 200 anos algumas órbitas se tornarão extremamente perigosas, com colisões catastróficas ocorrendo a um ritmo de uma a cada cinco a nove anos, aumentando ainda mais a quantidade de destroços nelas.
2 Em sua mais recente estimativa, a Agência Espacial Europeia (ESA), anfitriã da conferência, calcula que cerca de 29 mil pedaços de lixo espacial com mais de 10 centímetros orbitam a Terra, assim como 670 mil detritos com mais de 1 centímetro e impressionantes 170 milhões com mais de um milímetro. O tamanho reduzido destes objetos pode fazer com que pareçam pouco perigosos, mas um simples parafuso de 10 gramas viajando a uma velocidade orbital de 35 mil km/h tem mais energia cinética do que um carro de uma tonelada a 110 km/h.
3 - Qualquer um destes objetos pode inutilizar uma nave - lembra Heiner Klinkrad, chefe do escritório para detritos espaciais da ESA.
4 Enquanto isso, mais uma empresa americana chegou ao espaço como parte da nova política dos EUA de deixar nas mãos da iniciativa privada o transporte de cargas e, futuramente, o de astronautas para a baixa órbita da Terra. Depois de adiar por duas vezes o lançamento, inicialmente marcado para o dia 19/04, sexta-feira, a Orbital Sciences conseguiu fazer voar seu foguete Antares. O equipamento foi lançado no início da noite de domingo da base da Nasa de Wallops, na Virgínia, levando a bordo um modelo ainda não operacional da cápsula Cygnus, também em desenvolvimento pela empresa, e quatro pequenos satélites. Agora, a expectativa é de que até o fim de 2013 a Orbital comece a cumprir contrato de US$ 1,9 bilhão com a Nasa para levar cargas até a Estação Espacial Internacional.
(BAIMA, César. O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
O objetivo do texto, como uma reportagem sobre tema científico, pode ser definido como:
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1 Assim no céu como na Terra. Em pouco mais de meio século de conquista espacial, a Humanidade já conseguiu deixar tanto lixo na órbita do planeta - entre estágios de foguetes, satélites desativados e outros tipos de detritos - que em breve algumas regiões do espaço vão estar tão cheias de destroços que atravessá-las será como entrar em um campo minado. Estudo apresentado ontem na abertura da 6ª Conferência Europeia sobre Detritos Espaciais diz que, se nada for feito, ao longo dos próximos 200 anos algumas órbitas se tornarão extremamente perigosas, com colisões catastróficas ocorrendo a um ritmo de uma a cada cinco a nove anos, aumentando ainda mais a quantidade de destroços nelas.
2 Em sua mais recente estimativa, a Agência Espacial Europeia (ESA), anfitriã da conferência, calcula que cerca de 29 mil pedaços de lixo espacial com mais de 10 centímetros orbitam a Terra, assim como 670 mil detritos com mais de 1 centímetro e impressionantes 170 milhões com mais de um milímetro. O tamanho reduzido destes objetos pode fazer com que pareçam pouco perigosos, mas um simples parafuso de 10 gramas viajando a uma velocidade orbital de 35 mil km/h tem mais energia cinética do que um carro de uma tonelada a 110 km/h.
3 - Qualquer um destes objetos pode inutilizar uma nave - lembra Heiner Klinkrad, chefe do escritório para detritos espaciais da ESA.
4 Enquanto isso, mais uma empresa americana chegou ao espaço como parte da nova política dos EUA de deixar nas mãos da iniciativa privada o transporte de cargas e, futuramente, o de astronautas para a baixa órbita da Terra. Depois de adiar por duas vezes o lançamento, inicialmente marcado para o dia 19/04, sexta-feira, a Orbital Sciences conseguiu fazer voar seu foguete Antares. O equipamento foi lançado no início da noite de domingo da base da Nasa de Wallops, na Virgínia, levando a bordo um modelo ainda não operacional da cápsula Cygnus, também em desenvolvimento pela empresa, e quatro pequenos satélites. Agora, a expectativa é de que até o fim de 2013 a Orbital comece a cumprir contrato de US$ 1,9 bilhão com a Nasa para levar cargas até a Estação Espacial Internacional.
(BAIMA, César. O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
Ao iniciar o texto com a expressão “Assim no céu como na Terra”, o autor pretendeu passar para o leitor que:
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A hanseníase é uma doença infecciosa, crônica, de grande importância para a saúde pública devido à sua magnitude e ao seu alto poder incapacitante, atingindo principalmente a faixa etária economicamente ativa. Quanto ao modo de transmissão da hanseníase, pode-se afirmar que:
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Para Dona Maria das Dores foi prescrito amoxacilina de 400mg via oral. Considerando-se que a unidade hospitalar disponibiliza amoxacilina na apresentação de 250mg/5ml, a quantidade, em mililitros, que o auxiliar de enfermagem deverá administrar é de:
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