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Para um cliente portador de diabetes mellitus foram prescritas 16 UI de insulina. Utilizando-se de um frasco de 80 UI e seringa graduada de 40 UI, a quantidade, em UI, a ser aspirada e aplicada é de:
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Uma solução com 10g de glicose dissolvida em 100ml de água é uma solução com percentual de concentração de:
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Em uma prescrição de 500 ml de soro fisiológico (SF) a 0,9%, que deverá ser infundido no período de 24 horas, o número de microgotas que deverá correr em um minuto é de aproximadamente:
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Para infundir, em 5horas, 700ml de soro fisiológico a 0,9%, a quantidade em mililitros por hora (ml/h) em que a infusão deverá correr é de:
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O diagnóstico precoce da hanseníase, o tratamento e a prevenção são ações prioritárias para bloquear a transmissão da doença, reduzir incapacidades e deformidades e desconstruir o medo e o preconceito que causam discriminação e danos psíquicos, morais e sociais aos doentes. A hanseníase é uma doença infecciosa, transmitida por:
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UM HORMÔNIO QUE REJUVENESCE O CORAÇÃO
Descoberta abre caminho para novas terapias
1 Pesquisadores de Harvard descobriram a ação de um hormônio, em ratos, que consegue retardar o envelhecimento do coração e os riscos de insuficiência cardíaca. Os resultados da pesquisa sugerem que a reposição deste hormônio, o GDF11, pode ser uma nova estratégia para reduzir a incidência da doença em humanos.
2 Os cientistas injetaram a substância orgânica em animais de laboratório em idade avançada e observaram que os sinais de envelhecimento cardíaco se reverteram.
3 - Havia indícios de que substâncias em circulação na corrente sanguínea de mamíferos podem rejuvenescer tecidos, mas elas não haviam sido identificadas. Este estudo encontrou a primeira substância com tais características - disse o líder da pesquisa, Richard Lee, do Instituto de Células Tronco de Harvard e do Hospital da Mulher de Brigham, em comunicado divulgado pela universidade.
4 A insuficiência cardíaca é uma doença em que o coração não consegue bombear sangue o suficiente para satisfazer às necessidades do corpo, causando falta de ar e fadiga, e está se tornando cada vez mais prevalente em idosos. A forma mais comum, relacionada à idade, envolve o espessamento do músculo do coração.
5 Para identificar as moléculas responsáveis pelo problema os pesquisadores usaram uma técnica experimental: eles juntaram cirurgicamente pares de ratos jovens e velhos de modo que os sistemas circulatórios dos dois se comunicassem, como se fossem um só. Após serem expostos ao sangue de roedores jovens, os velhos passaram a reduzir o tal espessamento do músculo do coração.
6 A equipe de Harvard passou então a rastrear moléculas do sangue que mudavam de quantidade com o passar da idade e descobriram que os níveis do hormônio GDF11 eram menores nos mais velhos, de acordo com o trabalho publicado na revista "Cell”.
7 Os cientistas resolveram então tratar os animais idosos com um suplemento do hormônio. O resultado foi que as células do músculo do coração ficaram menos espessas, assim como a parede das células, que passaram a ter a aparência das de um coração mais jovem.
8 - Se algumas doenças relacionadas à idade ocorrem por causa da perda natural de um hormônio, então é possível que restaurar os níveis desse hormônio seja benéfico – disse Amy Wagers, uma das autoras do estudo. – Estamos esperando que, algum dia, a insuficiência cardíaca humana relacionada com a idade possa ser tratada dessa maneira.
9 Em abril, um estudo publicado na “Nature” por uma equipe da universidade do Texas havia encontrado outro caminho para a regeneração do tecido cardíaco.
10 Numa experiência feita com camundongos, um gene, chamado Meis1, foi “desligado”, permitindo que as células cardíacas de filhotes recém-nascidos continuassem se dividindo por mais tempo.
(O Globo. 10/05/2013, p. 38.)
No trecho “podem REJUVENESCER tecidos” (parágrafo 3), o verbo em destaque está corretamente grafado com SC. Dos pares abaixo, aquele em que um dos vocábulos NÃO se grafa com SC é:
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UM HORMÔNIO QUE REJUVENESCE O CORAÇÃO
Descoberta abre caminho para novas terapias
1 Pesquisadores de Harvard descobriram a ação de um hormônio, em ratos, que consegue retardar o envelhecimento do coração e os riscos de insuficiência cardíaca. Os resultados da pesquisa sugerem que a reposição deste hormônio, o GDF11, pode ser uma nova estratégia para reduzir a incidência da doença em humanos.
2 Os cientistas injetaram a substância orgânica em animais de laboratório em idade avançada e observaram que os sinais de envelhecimento cardíaco se reverteram.
3 - Havia indícios de que substâncias em circulação na corrente sanguínea de mamíferos podem rejuvenescer tecidos, mas elas não haviam sido identificadas. Este estudo encontrou a primeira substância com tais características - disse o líder da pesquisa, Richard Lee, do Instituto de Células Tronco de Harvard e do Hospital da Mulher de Brigham, em comunicado divulgado pela universidade.
4 A insuficiência cardíaca é uma doença em que o coração não consegue bombear sangue o suficiente para satisfazer às necessidades do corpo, causando falta de ar e fadiga, e está se tornando cada vez mais prevalente em idosos. A forma mais comum, relacionada à idade, envolve o espessamento do músculo do coração.
5 Para identificar as moléculas responsáveis pelo problema os pesquisadores usaram uma técnica experimental: eles juntaram cirurgicamente pares de ratos jovens e velhos de modo que os sistemas circulatórios dos dois se comunicassem, como se fossem um só. Após serem expostos ao sangue de roedores jovens, os velhos passaram a reduzir o tal espessamento do músculo do coração.
6 A equipe de Harvard passou então a rastrear moléculas do sangue que mudavam de quantidade com o passar da idade e descobriram que os níveis do hormônio GDF11 eram menores nos mais velhos, de acordo com o trabalho publicado na revista "Cell”.
7 Os cientistas resolveram então tratar os animais idosos com um suplemento do hormônio. O resultado foi que as células do músculo do coração ficaram menos espessas, assim como a parede das células, que passaram a ter a aparência das de um coração mais jovem.
8 - Se algumas doenças relacionadas à idade ocorrem por causa da perda natural de um hormônio, então é possível que restaurar os níveis desse hormônio seja benéfico – disse Amy Wagers, uma das autoras do estudo. – Estamos esperando que, algum dia, a insuficiência cardíaca humana relacionada com a idade possa ser tratada dessa maneira.
9 Em abril, um estudo publicado na “Nature” por uma equipe da universidade do Texas havia encontrado outro caminho para a regeneração do tecido cardíaco.
10 Numa experiência feita com camundongos, um gene, chamado Meis1, foi “desligado”, permitindo que as células cardíacas de filhotes recém-nascidos continuassem se dividindo por mais tempo.
(O Globo. 10/05/2013, p. 38.)
Dos pares abaixo, aquele em que os dois vocábulos recebem acento gráfico em razão da mesma regra é:
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UM HORMÔNIO QUE REJUVENESCE O CORAÇÃO
Descoberta abre caminho para novas terapias
1 Pesquisadores de Harvard descobriram a ação de um hormônio, em ratos, que consegue retardar o envelhecimento do coração e os riscos de insuficiência cardíaca. Os resultados da pesquisa sugerem que a reposição deste hormônio, o GDF11, pode ser uma nova estratégia para reduzir a incidência da doença em humanos.
2 Os cientistas injetaram a substância orgânica em animais de laboratório em idade avançada e observaram que os sinais de envelhecimento cardíaco se reverteram.
3 - Havia indícios de que substâncias em circulação na corrente sanguínea de mamíferos podem rejuvenescer tecidos, mas elas não haviam sido identificadas. Este estudo encontrou a primeira substância com tais características - disse o líder da pesquisa, Richard Lee, do Instituto de Células Tronco de Harvard e do Hospital da Mulher de Brigham, em comunicado divulgado pela universidade.
4 A insuficiência cardíaca é uma doença em que o coração não consegue bombear sangue o suficiente para satisfazer às necessidades do corpo, causando falta de ar e fadiga, e está se tornando cada vez mais prevalente em idosos. A forma mais comum, relacionada à idade, envolve o espessamento do músculo do coração.
5 Para identificar as moléculas responsáveis pelo problema os pesquisadores usaram uma técnica experimental: eles juntaram cirurgicamente pares de ratos jovens e velhos de modo que os sistemas circulatórios dos dois se comunicassem, como se fossem um só. Após serem expostos ao sangue de roedores jovens, os velhos passaram a reduzir o tal espessamento do músculo do coração.
6 A equipe de Harvard passou então a rastrear moléculas do sangue que mudavam de quantidade com o passar da idade e descobriram que os níveis do hormônio GDF11 eram menores nos mais velhos, de acordo com o trabalho publicado na revista "Cell”.
7 Os cientistas resolveram então tratar os animais idosos com um suplemento do hormônio. O resultado foi que as células do músculo do coração ficaram menos espessas, assim como a parede das células, que passaram a ter a aparência das de um coração mais jovem.
8 - Se algumas doenças relacionadas à idade ocorrem por causa da perda natural de um hormônio, então é possível que restaurar os níveis desse hormônio seja benéfico – disse Amy Wagers, uma das autoras do estudo. – Estamos esperando que, algum dia, a insuficiência cardíaca humana relacionada com a idade possa ser tratada dessa maneira.
9 Em abril, um estudo publicado na “Nature” por uma equipe da universidade do Texas havia encontrado outro caminho para a regeneração do tecido cardíaco.
10 Numa experiência feita com camundongos, um gene, chamado Meis1, foi “desligado”, permitindo que as células cardíacas de filhotes recém-nascidos continuassem se dividindo por mais tempo.
(O Globo. 10/05/2013, p. 38.)
No título do texto “Um hormônio QUE rejuvenesce o coração”, o pronome relativo em destaque foi empregado corretamente, de acordo com as normas da língua culta. Das alterações feitas abaixo na redação do trecho, está INCORRETA, quanto ao emprego do pronome relativo, a seguinte:
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UM HORMÔNIO QUE REJUVENESCE O CORAÇÃO
Descoberta abre caminho para novas terapias
1 Pesquisadores de Harvard descobriram a ação de um hormônio, em ratos, que consegue retardar o envelhecimento do coração e os riscos de insuficiência cardíaca. Os resultados da pesquisa sugerem que a reposição deste hormônio, o GDF11, pode ser uma nova estratégia para reduzir a incidência da doença em humanos.
2 Os cientistas injetaram a substância orgânica em animais de laboratório em idade avançada e observaram que os sinais de envelhecimento cardíaco se reverteram.
3 - Havia indícios de que substâncias em circulação na corrente sanguínea de mamíferos podem rejuvenescer tecidos, mas elas não haviam sido identificadas. Este estudo encontrou a primeira substância com tais características - disse o líder da pesquisa, Richard Lee, do Instituto de Células Tronco de Harvard e do Hospital da Mulher de Brigham, em comunicado divulgado pela universidade.
4 A insuficiência cardíaca é uma doença em que o coração não consegue bombear sangue o suficiente para satisfazer às necessidades do corpo, causando falta de ar e fadiga, e está se tornando cada vez mais prevalente em idosos. A forma mais comum, relacionada à idade, envolve o espessamento do músculo do coração.
5 Para identificar as moléculas responsáveis pelo problema os pesquisadores usaram uma técnica experimental: eles juntaram cirurgicamente pares de ratos jovens e velhos de modo que os sistemas circulatórios dos dois se comunicassem, como se fossem um só. Após serem expostos ao sangue de roedores jovens, os velhos passaram a reduzir o tal espessamento do músculo do coração.
6 A equipe de Harvard passou então a rastrear moléculas do sangue que mudavam de quantidade com o passar da idade e descobriram que os níveis do hormônio GDF11 eram menores nos mais velhos, de acordo com o trabalho publicado na revista "Cell”.
7 Os cientistas resolveram então tratar os animais idosos com um suplemento do hormônio. O resultado foi que as células do músculo do coração ficaram menos espessas, assim como a parede das células, que passaram a ter a aparência das de um coração mais jovem.
8 - Se algumas doenças relacionadas à idade ocorrem por causa da perda natural de um hormônio, então é possível que restaurar os níveis desse hormônio seja benéfico – disse Amy Wagers, uma das autoras do estudo. – Estamos esperando que, algum dia, a insuficiência cardíaca humana relacionada com a idade possa ser tratada dessa maneira.
9 Em abril, um estudo publicado na “Nature” por uma equipe da universidade do Texas havia encontrado outro caminho para a regeneração do tecido cardíaco.
10 Numa experiência feita com camundongos, um gene, chamado Meis1, foi “desligado”, permitindo que as células cardíacas de filhotes recém-nascidos continuassem se dividindo por mais tempo.
(O Globo. 10/05/2013, p. 38.)
A oração na voz passiva “elas não haviam sido identificadas” (parágrafo 3), se for redigida na voz ativa, em conformidade com o padrão culto da língua, terá a seguinte redação:
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UM HORMÔNIO QUE REJUVENESCE O CORAÇÃO
Descoberta abre caminho para novas terapias
1 Pesquisadores de Harvard descobriram a ação de um hormônio, em ratos, que consegue retardar o envelhecimento do coração e os riscos de insuficiência cardíaca. Os resultados da pesquisa sugerem que a reposição deste hormônio, o GDF11, pode ser uma nova estratégia para reduzir a incidência da doença em humanos.
2 Os cientistas injetaram a substância orgânica em animais de laboratório em idade avançada e observaram que os sinais de envelhecimento cardíaco se reverteram.
3 - Havia indícios de que substâncias em circulação na corrente sanguínea de mamíferos podem rejuvenescer tecidos, mas elas não haviam sido identificadas. Este estudo encontrou a primeira substância com tais características - disse o líder da pesquisa, Richard Lee, do Instituto de Células Tronco de Harvard e do Hospital da Mulher de Brigham, em comunicado divulgado pela universidade.
4 A insuficiência cardíaca é uma doença em que o coração não consegue bombear sangue o suficiente para satisfazer às necessidades do corpo, causando falta de ar e fadiga, e está se tornando cada vez mais prevalente em idosos. A forma mais comum, relacionada à idade, envolve o espessamento do músculo do coração.
5 Para identificar as moléculas responsáveis pelo problema os pesquisadores usaram uma técnica experimental: eles juntaram cirurgicamente pares de ratos jovens e velhos de modo que os sistemas circulatórios dos dois se comunicassem, como se fossem um só. Após serem expostos ao sangue de roedores jovens, os velhos passaram a reduzir o tal espessamento do músculo do coração.
6 A equipe de Harvard passou então a rastrear moléculas do sangue que mudavam de quantidade com o passar da idade e descobriram que os níveis do hormônio GDF11 eram menores nos mais velhos, de acordo com o trabalho publicado na revista "Cell”.
7 Os cientistas resolveram então tratar os animais idosos com um suplemento do hormônio. O resultado foi que as células do músculo do coração ficaram menos espessas, assim como a parede das células, que passaram a ter a aparência das de um coração mais jovem.
8 - Se algumas doenças relacionadas à idade ocorrem por causa da perda natural de um hormônio, então é possível que restaurar os níveis desse hormônio seja benéfico – disse Amy Wagers, uma das autoras do estudo. – Estamos esperando que, algum dia, a insuficiência cardíaca humana relacionada com a idade possa ser tratada dessa maneira.
9 Em abril, um estudo publicado na “Nature” por uma equipe da universidade do Texas havia encontrado outro caminho para a regeneração do tecido cardíaco.
10 Numa experiência feita com camundongos, um gene, chamado Meis1, foi “desligado”, permitindo que as células cardíacas de filhotes recém-nascidos continuassem se dividindo por mais tempo.
(O Globo. 10/05/2013, p. 38.)
Na oração “os pesquisadores USARAM uma técnica experimental” (parágrafo 5), o verbo em destaque foi empregado no tempo pretérito perfeito do modo indicativo. Se empregado no futuro do pretérito do modo indicativo, o referido verbo terá a seguinte forma:
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