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LÍNGUA ESPANHOLA
Texto
Salud y derechos humanos
Nota descriptiva N°323
Diciembre de 2015
[…]
Un enfoque de la salud basado en los derechos humanos ofrece estrategias y soluciones que permiten afrontar y corregir las desigualdades, las prácticas discriminatorias y las relaciones de poder injustas que suelen ser aspectos centrales de la inequidad en los resultados sanitarios.
El objetivo de un enfoque basado en los derechos humanos es que todas las políticas, estrategias y programas se formulen con el fin de mejorar progresivamente el goce del derecho a la salud para todas las personas. Las intervenciones para conseguirlo se rigen por principios y normas rigurosos que incluyen:
1. No discriminación: el principio de no discriminación procura garantizar el ejercicio de los derechos sin discriminación alguna por motivos de raza, color, sexo, idioma, religión, opinión política o de otra índole, origen nacional o social, posición económica, nacimiento o cualquier otra condición, por ejemplo, discapacidad, edad, estado civil y familiar, orientación e identidad sexual, estado de salud, lugar de residencia y situación económica y social.
2. Disponibilidad: se deberá contar con un número suficiente de establecimientos, bienes y servicios públicos de salud, así como de programas de salud.
3. Accesibilidad: los establecimientos, bienes y servicios de salud deben ser accesibles a todos.
La accesibilidad presenta cuatro dimensiones superpuestas:
- no discriminación;
- accesibilidad física;
- accesibilidad económica (asequibilidad);
- acceso a la información.
4. Aceptabilidad: todos los establecimientos, bienes y servicios de salud deberán ser respetuosos de la ética médica y culturalmente apropiados, y sensibles a las necesidades propias de cada sexo y del ciclo vital.
5. Calidad: los establecimientos, bienes y servicios de salud deberán ser apropiados desde el punto de vista científico y médico y ser de buena calidad.
6. Rendición de cuentas: los Estados y otros garantes de los derechos son responsables de la observancia de los derechos humanos.
7. Universalidad: los derechos humanos son universales e inalienables. Todas las personas, en cualquier lugar del mundo, deben poder ejercerlos.
Las políticas y los programas se han concebido para satisfacer las necesidades de la población, como resultado de los mecanismos de rendición de cuentas establecidos. Un enfoque basado en los derechos humanos identifica relaciones a fin de emancipar a las personas para que puedan reivindicar sus derechos, y alentar a las instancias normativas y a los prestadores de servicios a que cumplan sus obligaciones en lo concerniente a la creación de sistemas de salud más receptivos.
[…]
Organización Mundial de la Salud. Disponible en
http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs323/es/ (Acceso en
12/1/2017)
El texto que acabas de leer, elaborado y divulgado por la Organización Mundial de la Salud (OMS), trata sobre salud y derechos humanos y expone una serie de:
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Texto
“Alzheimer: um em cada três casos poderia ser
evitado”
Um em cada três casos de Alzheimer no
mundo poderia ser evitado, de acordo com uma
pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino
Unido. Entre os principais fatores de risco para a
5 doença estão falta de exercício, fumo, hipertensão
e depressão, diz o novo estudo publicado na revista
“Lancet Neurology”.
A equipe analisou dados de base
populacional para trabalhar os principais sete
10 fatores de risco para o Alzheimer – diabetes,
hipertensão na meia idade, obesidade na meia
idade, falta de atividade física, depressão e baixa
escolaridade – e descobriu que um terço dos casos
está relacionado ao estilo de vida, que poderia ser
15 modificado.
A redução de cada fator de risco em 10%
poderia evitar cerca de nove milhões de casos até
2050. Estimativas sugerem que mais de 106
milhões de pessoas no mundo estariam vivendo
20 com Alzheimer até aquele ano – número mais de
três vezes maior que o registrado em 2010.
Embora não haja uma única maneira de
tratar a demência, podemos seguir alguns passos
para reduzir o risco de seu desenvolvimento na
25 idade avançada – disse à BBC a professora Carol
Brayne, do Instituto de Saúde Pública da
Universidade de Cambridge.
(...)
- Já sabemos quais são os fatores e que
eles estão relacionados. Só a atividade física, por
exemplo, reduziria os níveis de obesidade,
hipertensão e diabetes, podendo evitar o
desenvolvimento da doença em algumas pessoas –
diz Carol.
Dos sete fatores de risco, a maior
35 proporção de casos de Alzheimer nos EUA, Reino
Unido e no resto da Europa pode ser atribuída à
inatividade física, que também está relacionada a
outros problemas de saúde, como câncer e
doenças cardiovasculares. Segundo a pesquisa, um
40 terço da população adulta desses países não faz
exercícios.
(Texto adaptado de O GLOBO – Ciência – 15/07/2014, página
24)
No trecho “Segundo a pesquisa, um terço da população adulta desses países não faz exercícios”, a expressão sublinhada pertence à classe gramatical dos:
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Texto
“Alzheimer: um em cada três casos poderia ser
evitado”
Um em cada três casos de Alzheimer no
mundo poderia ser evitado, de acordo com uma
pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino
Unido. Entre os principais fatores de risco para a
5 doença estão falta de exercício, fumo, hipertensão
e depressão, diz o novo estudo publicado na revista
“Lancet Neurology”.
A equipe analisou dados de base
populacional para trabalhar os principais sete
10 fatores de risco para o Alzheimer – diabetes,
hipertensão na meia idade, obesidade na meia
idade, falta de atividade física, depressão e baixa
escolaridade – e descobriu que um terço dos casos
está relacionado ao estilo de vida, que poderia ser
15 modificado.
A redução de cada fator de risco em 10%
poderia evitar cerca de nove milhões de casos até
2050. Estimativas sugerem que mais de 106
milhões de pessoas no mundo estariam vivendo
20 com Alzheimer até aquele ano – número mais de
três vezes maior que o registrado em 2010.
Embora não haja uma única maneira de
tratar a demência, podemos seguir alguns passos
para reduzir o risco de seu desenvolvimento na
25 idade avançada – disse à BBC a professora Carol
Brayne, do Instituto de Saúde Pública da
Universidade de Cambridge.
(...)
- Já sabemos quais são os fatores e que
eles estão relacionados. Só a atividade física, por
exemplo, reduziria os níveis de obesidade,
hipertensão e diabetes, podendo evitar o
desenvolvimento da doença em algumas pessoas –
diz Carol.
Dos sete fatores de risco, a maior
35 proporção de casos de Alzheimer nos EUA, Reino
Unido e no resto da Europa pode ser atribuída à
inatividade física, que também está relacionada a
outros problemas de saúde, como câncer e
doenças cardiovasculares. Segundo a pesquisa, um
40 terço da população adulta desses países não faz
exercícios.
(Texto adaptado de O GLOBO – Ciência – 15/07/2014, página
24)
Os vocábulos “falta” (linha 5), “obesidade” (linha 30) e “hipertensão” (linha 31), sublinhados no texto, são formados, respectivamente, pelos processos de derivação:
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Texto
“Alzheimer: um em cada três casos poderia ser
evitado”
Um em cada três casos de Alzheimer no
mundo poderia ser evitado, de acordo com uma
pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino
Unido. Entre os principais fatores de risco para a
5 doença estão falta de exercício, fumo, hipertensão
e depressão, diz o novo estudo publicado na revista
“Lancet Neurology”.
A equipe analisou dados de base
populacional para trabalhar os principais sete
10 fatores de risco para o Alzheimer – diabetes,
hipertensão na meia idade, obesidade na meia
idade, falta de atividade física, depressão e baixa
escolaridade – e descobriu que um terço dos casos
está relacionado ao estilo de vida, que poderia ser
15 modificado.
A redução de cada fator de risco em 10%
poderia evitar cerca de nove milhões de casos até
2050. Estimativas sugerem que mais de 106
milhões de pessoas no mundo estariam vivendo
20 com Alzheimer até aquele ano – número mais de
três vezes maior que o registrado em 2010.
Embora não haja uma única maneira de
tratar a demência, podemos seguir alguns passos
para reduzir o risco de seu desenvolvimento na
25 idade avançada – disse à BBC a professora Carol
Brayne, do Instituto de Saúde Pública da
Universidade de Cambridge.
(...)
- Já sabemos quais são os fatores e que
eles estão relacionados. Só a atividade física, por
exemplo, reduziria os níveis de obesidade,
hipertensão e diabetes, podendo evitar o
desenvolvimento da doença em algumas pessoas –
diz Carol.
Dos sete fatores de risco, a maior
35 proporção de casos de Alzheimer nos EUA, Reino
Unido e no resto da Europa pode ser atribuída à
inatividade física, que também está relacionada a
outros problemas de saúde, como câncer e
doenças cardiovasculares. Segundo a pesquisa, um
40 terço da população adulta desses países não faz
exercícios.
(Texto adaptado de O GLOBO – Ciência – 15/07/2014, página
24)
Leia o fragmento seguinte para responder às
questões 52 e 53:
- Já sabemos quais são os fatores e que eles estão relacionados. Só a atividade física, por exemplo, reduziria os níveis de obesidade, hipertensão e diabetes, podendo evitar o desenvolvimento da doença em algumas pessoas – diz Carol.
O vocábulo sublinhado em: “Só a atividade física, por exemplo, reduziria os níveis de obesidade, hipertensão e diabetes...” (linhas 29-31) denota:
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“Alzheimer: um em cada três casos poderia ser
evitado”
Um em cada três casos de Alzheimer no
mundo poderia ser evitado, de acordo com uma
pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino
Unido. Entre os principais fatores de risco para a
5 doença estão falta de exercício, fumo, hipertensão
e depressão, diz o novo estudo publicado na revista
“Lancet Neurology”.
A equipe analisou dados de base
populacional para trabalhar os principais sete
10 fatores de risco para o Alzheimer – diabetes,
hipertensão na meia idade, obesidade na meia
idade, falta de atividade física, depressão e baixa
escolaridade – e descobriu que um terço dos casos
está relacionado ao estilo de vida, que poderia ser
15 modificado.
A redução de cada fator de risco em 10%
poderia evitar cerca de nove milhões de casos até
2050. Estimativas sugerem que mais de 106
milhões de pessoas no mundo estariam vivendo
20 com Alzheimer até aquele ano – número mais de
três vezes maior que o registrado em 2010.
Embora não haja uma única maneira de
tratar a demência, podemos seguir alguns passos
para reduzir o risco de seu desenvolvimento na
25 idade avançada – disse à BBC a professora Carol
Brayne, do Instituto de Saúde Pública da
Universidade de Cambridge.
(...)
- Já sabemos quais são os fatores e que
eles estão relacionados. Só a atividade física, por
exemplo, reduziria os níveis de obesidade,
hipertensão e diabetes, podendo evitar o
desenvolvimento da doença em algumas pessoas –
diz Carol.
Dos sete fatores de risco, a maior
35 proporção de casos de Alzheimer nos EUA, Reino
Unido e no resto da Europa pode ser atribuída à
inatividade física, que também está relacionada a
outros problemas de saúde, como câncer e
doenças cardiovasculares. Segundo a pesquisa, um
40 terço da população adulta desses países não faz
exercícios.
(Texto adaptado de O GLOBO – Ciência – 15/07/2014, página
24)
Leia o fragmento seguinte para responder às
questões 52 e 53:
- Já sabemos quais são os fatores e que eles estão relacionados. Só a atividade física, por exemplo, reduziria os níveis de obesidade, hipertensão e diabetes, podendo evitar o desenvolvimento da doença em algumas pessoas – diz Carol.
O emprego do travessão tem como justificativa:
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“Alzheimer: um em cada três casos poderia ser
evitado”
Um em cada três casos de Alzheimer no
mundo poderia ser evitado, de acordo com uma
pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino
Unido. Entre os principais fatores de risco para a
5 doença estão falta de exercício, fumo, hipertensão
e depressão, diz o novo estudo publicado na revista
“Lancet Neurology”.
A equipe analisou dados de base
populacional para trabalhar os principais sete
10 fatores de risco para o Alzheimer – diabetes,
hipertensão na meia idade, obesidade na meia
idade, falta de atividade física, depressão e baixa
escolaridade – e descobriu que um terço dos casos
está relacionado ao estilo de vida, que poderia ser
15 modificado.
A redução de cada fator de risco em 10%
poderia evitar cerca de nove milhões de casos até
2050. Estimativas sugerem que mais de 106
milhões de pessoas no mundo estariam vivendo
20 com Alzheimer até aquele ano – número mais de
três vezes maior que o registrado em 2010.
Embora não haja uma única maneira de
tratar a demência, podemos seguir alguns passos
para reduzir o risco de seu desenvolvimento na
25 idade avançada – disse à BBC a professora Carol
Brayne, do Instituto de Saúde Pública da
Universidade de Cambridge.
(...)
- Já sabemos quais são os fatores e que
eles estão relacionados. Só a atividade física, por
exemplo, reduziria os níveis de obesidade,
hipertensão e diabetes, podendo evitar o
desenvolvimento da doença em algumas pessoas –
diz Carol.
Dos sete fatores de risco, a maior
35 proporção de casos de Alzheimer nos EUA, Reino
Unido e no resto da Europa pode ser atribuída à
inatividade física, que também está relacionada a
outros problemas de saúde, como câncer e
doenças cardiovasculares. Segundo a pesquisa, um
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(Texto adaptado de O GLOBO – Ciência – 15/07/2014, página
24)
Assinale a opção em que a substituição do conectivo sublinhado ALTERA o sentido do enunciado “Embora não haja uma única maneira de tratar a demência, podemos seguir alguns passos para reduzir o risco de seu desenvolvimento na idade avançada” (linhas 22-25).
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“Alzheimer: um em cada três casos poderia ser
evitado”
Um em cada três casos de Alzheimer no
mundo poderia ser evitado, de acordo com uma
pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino
Unido. Entre os principais fatores de risco para a
5 doença estão falta de exercício, fumo, hipertensão
e depressão, diz o novo estudo publicado na revista
“Lancet Neurology”.
A equipe analisou dados de base
populacional para trabalhar os principais sete
10 fatores de risco para o Alzheimer – diabetes,
hipertensão na meia idade, obesidade na meia
idade, falta de atividade física, depressão e baixa
escolaridade – e descobriu que um terço dos casos
está relacionado ao estilo de vida, que poderia ser
15 modificado.
A redução de cada fator de risco em 10%
poderia evitar cerca de nove milhões de casos até
2050. Estimativas sugerem que mais de 106
milhões de pessoas no mundo estariam vivendo
20 com Alzheimer até aquele ano – número mais de
três vezes maior que o registrado em 2010.
Embora não haja uma única maneira de
tratar a demência, podemos seguir alguns passos
para reduzir o risco de seu desenvolvimento na
25 idade avançada – disse à BBC a professora Carol
Brayne, do Instituto de Saúde Pública da
Universidade de Cambridge.
(...)
- Já sabemos quais são os fatores e que
eles estão relacionados. Só a atividade física, por
exemplo, reduziria os níveis de obesidade,
hipertensão e diabetes, podendo evitar o
desenvolvimento da doença em algumas pessoas –
diz Carol.
Dos sete fatores de risco, a maior
35 proporção de casos de Alzheimer nos EUA, Reino
Unido e no resto da Europa pode ser atribuída à
inatividade física, que também está relacionada a
outros problemas de saúde, como câncer e
doenças cardiovasculares. Segundo a pesquisa, um
40 terço da população adulta desses países não faz
exercícios.
(Texto adaptado de O GLOBO – Ciência – 15/07/2014, página
24)
No texto, mais precisamente no quarto parágrafo, há uma associação semântica entre Alzheimer e um outro mal, cujo risco de desenvolvimento pode-se dar em idade avançada. O vocábulo que corresponde a essa associação é:
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“Alzheimer: um em cada três casos poderia ser
evitado”
Um em cada três casos de Alzheimer no
mundo poderia ser evitado, de acordo com uma
pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino
Unido. Entre os principais fatores de risco para a
5 doença estão falta de exercício, fumo, hipertensão
e depressão, diz o novo estudo publicado na revista
“Lancet Neurology”.
A equipe analisou dados de base
populacional para trabalhar os principais sete
10 fatores de risco para o Alzheimer – diabetes,
hipertensão na meia idade, obesidade na meia
idade, falta de atividade física, depressão e baixa
escolaridade – e descobriu que um terço dos casos
está relacionado ao estilo de vida, que poderia ser
15 modificado.
A redução de cada fator de risco em 10%
poderia evitar cerca de nove milhões de casos até
2050. Estimativas sugerem que mais de 106
milhões de pessoas no mundo estariam vivendo
20 com Alzheimer até aquele ano – número mais de
três vezes maior que o registrado em 2010.
Embora não haja uma única maneira de
tratar a demência, podemos seguir alguns passos
para reduzir o risco de seu desenvolvimento na
25 idade avançada – disse à BBC a professora Carol
Brayne, do Instituto de Saúde Pública da
Universidade de Cambridge.
(...)
- Já sabemos quais são os fatores e que
eles estão relacionados. Só a atividade física, por
exemplo, reduziria os níveis de obesidade,
hipertensão e diabetes, podendo evitar o
desenvolvimento da doença em algumas pessoas –
diz Carol.
Dos sete fatores de risco, a maior
35 proporção de casos de Alzheimer nos EUA, Reino
Unido e no resto da Europa pode ser atribuída à
inatividade física, que também está relacionada a
outros problemas de saúde, como câncer e
doenças cardiovasculares. Segundo a pesquisa, um
40 terço da população adulta desses países não faz
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(Texto adaptado de O GLOBO – Ciência – 15/07/2014, página
24)
No segundo parágrafo (linhas 8-15), elencam-se os sete fatores de risco para o Alzheimer. Essa apresentação ocorre coesivamente pelo mecanismo da:
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“Alzheimer: um em cada três casos poderia ser
evitado”
Um em cada três casos de Alzheimer no
mundo poderia ser evitado, de acordo com uma
pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino
Unido. Entre os principais fatores de risco para a
5 doença estão falta de exercício, fumo, hipertensão
e depressão, diz o novo estudo publicado na revista
“Lancet Neurology”.
A equipe analisou dados de base
populacional para trabalhar os principais sete
10 fatores de risco para o Alzheimer – diabetes,
hipertensão na meia idade, obesidade na meia
idade, falta de atividade física, depressão e baixa
escolaridade – e descobriu que um terço dos casos
está relacionado ao estilo de vida, que poderia ser
15 modificado.
A redução de cada fator de risco em 10%
poderia evitar cerca de nove milhões de casos até
2050. Estimativas sugerem que mais de 106
milhões de pessoas no mundo estariam vivendo
20 com Alzheimer até aquele ano – número mais de
três vezes maior que o registrado em 2010.
Embora não haja uma única maneira de
tratar a demência, podemos seguir alguns passos
para reduzir o risco de seu desenvolvimento na
25 idade avançada – disse à BBC a professora Carol
Brayne, do Instituto de Saúde Pública da
Universidade de Cambridge.
(...)
- Já sabemos quais são os fatores e que
eles estão relacionados. Só a atividade física, por
exemplo, reduziria os níveis de obesidade,
hipertensão e diabetes, podendo evitar o
desenvolvimento da doença em algumas pessoas –
diz Carol.
Dos sete fatores de risco, a maior
35 proporção de casos de Alzheimer nos EUA, Reino
Unido e no resto da Europa pode ser atribuída à
inatividade física, que também está relacionada a
outros problemas de saúde, como câncer e
doenças cardiovasculares. Segundo a pesquisa, um
40 terço da população adulta desses países não faz
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(Texto adaptado de O GLOBO – Ciência – 15/07/2014, página
24)
Leia o trecho seguinte para responder às questões
47 e 48:
“Um em cada três casos de Alzheimer no mundo poderia ser evitado, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.” (linhas 1-4)
O nome “Alzheimer” em: “Um em cada três casos de Alzheimer no mundo” (linhas 1-2), é retomado, ainda nesse parágrafo, por coesão lexical hiperonímica, codificada pela palavra:
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“Alzheimer: um em cada três casos poderia ser
evitado”
Um em cada três casos de Alzheimer no
mundo poderia ser evitado, de acordo com uma
pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino
Unido. Entre os principais fatores de risco para a
5 doença estão falta de exercício, fumo, hipertensão
e depressão, diz o novo estudo publicado na revista
“Lancet Neurology”.
A equipe analisou dados de base
populacional para trabalhar os principais sete
10 fatores de risco para o Alzheimer – diabetes,
hipertensão na meia idade, obesidade na meia
idade, falta de atividade física, depressão e baixa
escolaridade – e descobriu que um terço dos casos
está relacionado ao estilo de vida, que poderia ser
15 modificado.
A redução de cada fator de risco em 10%
poderia evitar cerca de nove milhões de casos até
2050. Estimativas sugerem que mais de 106
milhões de pessoas no mundo estariam vivendo
20 com Alzheimer até aquele ano – número mais de
três vezes maior que o registrado em 2010.
Embora não haja uma única maneira de
tratar a demência, podemos seguir alguns passos
para reduzir o risco de seu desenvolvimento na
25 idade avançada – disse à BBC a professora Carol
Brayne, do Instituto de Saúde Pública da
Universidade de Cambridge.
(...)
- Já sabemos quais são os fatores e que
eles estão relacionados. Só a atividade física, por
exemplo, reduziria os níveis de obesidade,
hipertensão e diabetes, podendo evitar o
desenvolvimento da doença em algumas pessoas –
diz Carol.
Dos sete fatores de risco, a maior
35 proporção de casos de Alzheimer nos EUA, Reino
Unido e no resto da Europa pode ser atribuída à
inatividade física, que também está relacionada a
outros problemas de saúde, como câncer e
doenças cardiovasculares. Segundo a pesquisa, um
40 terço da população adulta desses países não faz
exercícios.
(Texto adaptado de O GLOBO – Ciência – 15/07/2014, página
24)
Leia o trecho seguinte para responder às questões
47 e 48:
“Um em cada três casos de Alzheimer no mundo poderia ser evitado, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.” (linhas 1-4)
O verbo auxiliar sublinhado na locução verbal está no futuro do pretérito e indica:
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