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Foram encontradas 60 questões.

656008 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: UFG
Orgão: UFG
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Os leucócitos podem apresentar alterações morfológicas adquiridas e hereditárias. A alteração nuclear em que a maioria dos neutrófilos apresenta núcleos bastonados ou bilobulados, cromatina mais condensada, é a
 

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VOCÊ RECONHECE QUANDO CHEGA A FELICIDADE?
Tenho uma forte antipatia pela obrigação de ser feliz que acompanha o Carnaval. Quem foge da folia ganha o rótulo de antissocial, depressivo ou chato. Nada contra o Carnaval. Apenas contra essa confusão de conceitos. Uma festa alegre não significa que você esteja plenamente feliz. E forçar uma situação de felicidade tem tudo para terminar em arrependimento e frustração. Aliás, você reconhece a felicidade quando ela chega? Sabe que está sendo feliz naquele momento? Espere um poucoantes de responder. Pense de novo.
Estamos falando de felicidade! Não de uma alegria qualquer. E qual é a diferença? Bem, descrever a felicidade não é fácil. Ela é muito recatada. Não fica ali, posando para foto, sabe? Mas um Manual de Reconhecimento da Felicidade diria mais ou menos o seguinte: Ela é mansa. Não faz barulho. Ao mesmo tempo é farta. Quando chega, ocupa um espaço danado. Apesar disso, você quase não repara que ela está ali. Se chamar a atenção, não é ela. É euforia. Alegria. A licenciosidade de uma noite de Carnaval. Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade.
A dita cuja é discreta. Discretíssima. E muito tranquila. Ela te faz dormir melhor. E olha, vou te contar uma coisa: a felicidade é inimiga da ansiedade. As duas não podem nem se ver. Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade. Se você se apaixonou e está naquela fase de pura ansiedade, mesmo que esteja superfeliz, não é felicidade. É excitação. Paixonite. Quando a ansiedade for embora, pode ser que a felicidade chegue. Mas ninguém garante.
É temperamental, a felicidade. Não vem por qualquer coisa. E para ficar então… hi, não conheço nenhum caso de alguém que a tenha tido por perto a vida inteira. Por isso é tão importante reconhecê-la quando ela chega. Entendeu agora por que a minha pergunta? Será que você sabe mesmo quando está feliz? Ou será que você só consegue saber que foi feliz quando a felicidade já passou?
Eu estudo muito a felicidade. Mas não consigo reconhecê-la. Talvez porque eu seja péssima fisionomista. Ou porque ela seja muito mais esperta do que eu. Mais sábia. Fato é que eu só sei que fui feliz depois. No futuro. Olho para o passado e reconheço: “Nossa, como eu fui feliz naquela época!” Mas no presente ela sempre me dá uma rasteira. Ando por aí, feliz da vida e nem sei que estou nesse estado. Por isso, aproveito menos do que poderia a graça que é ter assim, tão pertinho, a tal da felicidade.
Nos últimos tempos, dei para fazer uma lista de momentos felizes. E aqui é importante deixar claro que esses momentos devem durar um certo período de tempo. Um episódio isolado feliz – como quatro dias de Carnaval, por exemplo – não significa felicidade. A felicidade, quando vem, não vem de passagem. Não dura para sempre, mas dura um tempinho. Gosta de uma certa estabilidade, a danada! O problema é saber que ela está ali na hora em que ela está ali. Mas, voltando à lista, até que ela é longa.
Já fui bastante feliz. Talvez não na maior parte do tempo. Mas acho que ninguém é. A lista é um grande exercício. Sabendo quando você foi feliz, é mais fácil descobrir por que você foi feliz. Para ser ainda mais funcional, é bom que a lista seja cronológica. Lendo a minha, constato que fico cada vez mais feliz e por mais tempo. Será que ela está aqui agora? Não sei dizer. Mas a paz de que desfruto agora é um sintoma dela.
E isso não tem nada a ver com a tal obrigação de ser feliz desfilando no Sambódromo. Continuo meus estudos. Já tenho certeza de que hoje sou mais amiga da felicidade do que jamais fui em qualquer tempo.
PADRÃO, Ana Paula. Você reconhece quando chega a felicidade? In: ISTOÉ, São Paulo, 28 fev. 2012. Editora Três, p. 98.
No trecho Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade, no terceiro parágrafo, o referente do pronome essa é
 

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633861 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: UFG
Orgão: UFG
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Os micro-organismos são agentes capazes de provocar vários tipos de infecções no homem, muitas vezes fatais. Alguns procedimentos são utilizados com o objetivo de inibir, destruir e eliminar os micro-organismos e evitar as infecções, como a
 

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631480 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: UFG
Orgão: UFG
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Leia o caso clínico apresentado a seguir para responder à questão.
FM, paciente de 32 anos de idade, foi diagnosticada aos 15 anos como portadora de Diabetes mellitus tipo 1, ocasião em que apresentou cetoacidose diabética. Há 3 anos apresentou hipertensão, ureia sanguínea 50mg/dL, creatinina 1,2mg/dL, proteinúria negativa. Recentemente deu entrada em um serviço médico relatando náuseas, cansaço físico e, ao exame clínico, mostrou sinais de desidratação e hálito cetônico. O teste rápido para glicose detectou 400mg/dL. A paciente foi encaminhada a uma unidade de terapia intensiva (UTI) onde desenvolveu uma infecção do trato urinário. Na UTI, os exames laboratoriais da paciente FM apresentaram os seguintes resultados:
Exame de sangue: EAS:
Glicemia: 410mg/dL (VR: 70- 100 mg/dL) Proteinúria+++
Uréia: 180mg/dL (VR: 20-40 mg/dL) Glicosúria ++++
Creatinina: 8mg/dL (VR: 0,5- 1,1 mg/dL) Corpos cetônicos+++
Urocultura e antibiograma: Escherichia coli resistente à trimetoprima e sensível à gentamicina.
A Diabetes mellitus tipo 1, doença apresentada por FM, é caracterizada pela incapacidade progressiva das células beta das Ilhotas de Langerhans de
 

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598738 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: UFG
Orgão: UFG
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Na anemia falciforme ocorre uma alteração molecular primária representada pela substituição de uma única base no códon 6 do gene da globina beta, uma adenina (A) é substituída por uma timina (T). Por meio da eletroforese é feita a comprovação da existência da hemoglobina característica dessa enfermidade, que é:
 

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586898 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: UFG
Orgão: UFG
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A acidez elevada em leites é resultante da acidificação da lactose provocada por micro-organismos em multiplicação. De acordo com a Instrução Normativa nº 68, de 12 de dezembro de 2006, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a elevada acidez ou o desequilíbrio salino leva à ocorrência de coagulação do leite, quando se promove a desestabilização das micelas pelo
 

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VOCÊ RECONHECE QUANDO CHEGA A FELICIDADE?
Tenho uma forte antipatia pela obrigação de ser feliz que acompanha o Carnaval. Quem foge da folia ganha o rótulo de antissocial, depressivo ou chato. Nada contra o Carnaval. Apenas contra essa confusão de conceitos. Uma festa alegre não significa que você esteja plenamente feliz. E forçar uma situação de felicidade tem tudo para terminar em arrependimento e frustração. Aliás, você reconhece a felicidade quando ela chega? Sabe que está sendo feliz naquele momento? Espere um poucoantes de responder. Pense de novo.
Estamos falando de felicidade! Não de uma alegria qualquer. E qual é a diferença? Bem, descrever a felicidade não é fácil. Ela é muito recatada. Não fica ali, posando para foto, sabe? Mas um Manual de Reconhecimento da Felicidade diria mais ou menos o seguinte: Ela é mansa. Não faz barulho. Ao mesmo tempo é farta. Quando chega, ocupa um espaço danado. Apesar disso, você quase não repara que ela está ali. Se chamar a atenção, não é ela. É euforia. Alegria. A licenciosidade de uma noite de Carnaval. Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade.
A dita cuja é discreta. Discretíssima. E muito tranquila. Ela te faz dormir melhor. E olha, vou te contar uma coisa: a felicidade é inimiga da ansiedade. As duas não podem nem se ver. Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade. Se você se apaixonou e está naquela fase de pura ansiedade, mesmo que esteja superfeliz, não é felicidade. É excitação. Paixonite. Quando a ansiedade for embora, pode ser que a felicidade chegue. Mas ninguém garante.
É temperamental, a felicidade. Não vem por qualquer coisa. E para ficar então… hi, não conheço nenhum caso de alguém que a tenha tido por perto a vida inteira. Por isso é tão importante reconhecê-la quando ela chega. Entendeu agora por que a minha pergunta? Será que você sabe mesmo quando está feliz? Ou será que você só consegue saber que foi feliz quando a felicidade já passou?
Eu estudo muito a felicidade. Mas não consigo reconhecê-la. Talvez porque eu seja péssima fisionomista. Ou porque ela seja muito mais esperta do que eu. Mais sábia. Fato é que eu só sei que fui feliz depois. No futuro. Olho para o passado e reconheço: “Nossa, como eu fui feliz naquela época!” Mas no presente ela sempre me dá uma rasteira. Ando por aí, feliz da vida e nem sei que estou nesse estado. Por isso, aproveito menos do que poderia a graça que é ter assim, tão pertinho, a tal da felicidade.
Nos últimos tempos, dei para fazer uma lista de momentos felizes. E aqui é importante deixar claro que esses momentos devem durar um certo período de tempo. Um episódio isolado feliz – como quatro dias de Carnaval, por exemplo – não significa felicidade. A felicidade, quando vem, não vem de passagem. Não dura para sempre, mas dura um tempinho. Gosta de uma certa estabilidade, a danada! O problema é saber que ela está ali na hora em que ela está ali. Mas, voltando à lista, até que ela é longa.
Já fui bastante feliz. Talvez não na maior parte do tempo. Mas acho que ninguém é. A lista é um grande exercício. Sabendo quando você foi feliz, é mais fácil descobrir por que você foi feliz. Para ser ainda mais funcional, é bom que a lista seja cronológica. Lendo a minha, constato que fico cada vez mais feliz e por mais tempo. Será que ela está aqui agora? Não sei dizer. Mas a paz de que desfruto agora é um sintoma dela.
E isso não tem nada a ver com a tal obrigação de ser feliz desfilando no Sambódromo. Continuo meus estudos. Já tenho certeza de que hoje sou mais amiga da felicidade do que jamais fui em qualquer tempo.
PADRÃO, Ana Paula. Você reconhece quando chega a felicidade? In: ISTOÉ, São Paulo, 28 fev. 2012. Editora Três, p. 98.
O estilo informal e apelativo da linguagem do texto contribui para que a autora defenda a ideia de que as pessoas precisam
 

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1493318 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: UFG
Orgão: UFG
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Fármacos ou seus metabólitos podem alterar resultados de exames de laboratório por interferência analítica (in vitro) ou efeito biológico (in vivo). O uso de levodopa pode levar a interferência analítica por
Questão Anulada

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Analise a janela do aplicativo Mozila Firefox apresentada a seguir.
Enunciado 1184329-1
Para apresentar a janela de histórico de navegação dos últimos acessos à internet, como mostrado na figura, a sequência necessária de ações é a seguinte:
Questão Desatualizada

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1183362 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: UFG
Orgão: UFG
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A RDC nº 360, de 23/12/2003, da Anvisa/MS, tornou obrigatória a rotulagem nutricional para alimentos embalados na ausência do cliente. Segundo essa resolução, a declaraçãoda informação nutricional de um alimento sólido deve obrigatoriamente ser expressa por

Questão Desatualizada

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