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A espectrofotometria no infravermelho é largamente usada tanto na indústria quanto na pesquisa científica, pois ela é uma técnica rápida e confiável para medidas, controle de qualidade e análises dinâmicas. Nesta técnica,
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VOCÊ RECONHECE QUANDO CHEGA A FELICIDADE?
Tenho uma forte antipatia pela obrigação de ser feliz que acompanha o Carnaval. Quem foge da folia ganha o rótulo de antissocial, depressivo ou chato. Nada contra o Carnaval. Apenas contra essa confusão de conceitos. Uma festa alegre não significa que você esteja plenamente feliz. E forçar uma situação de felicidade tem tudo para terminar em arrependimento e frustração. Aliás, você reconhece a felicidade quando ela chega? Sabe que está sendo feliz naquele momento? Espere um poucoantes de responder. Pense de novo.
Estamos falando de felicidade! Não de uma alegria qualquer. E qual é a diferença? Bem, descrever a felicidade não é fácil. Ela é muito recatada. Não fica ali, posando para foto, sabe? Mas um Manual de Reconhecimento da Felicidade diria mais ou menos o seguinte: Ela é mansa. Não faz barulho. Ao mesmo tempo é farta. Quando chega, ocupa um espaço danado. Apesar disso, você quase não repara que ela está ali. Se chamar a atenção, não é ela. É euforia. Alegria. A licenciosidade de uma noite de Carnaval. Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade.
A dita cuja é discreta. Discretíssima. E muito tranquila. Ela te faz dormir melhor. E olha, vou te contar uma coisa: a felicidade é inimiga da ansiedade. As duas não podem nem se ver. Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade. Se você se apaixonou e está naquela fase de pura ansiedade, mesmo que esteja superfeliz, não é felicidade. É excitação. Paixonite. Quando a ansiedade for embora, pode ser que a felicidade chegue. Mas ninguém garante.
É temperamental, a felicidade. Não vem por qualquer coisa. E para ficar então… hi, não conheço nenhum caso de alguém que a tenha tido por perto a vida inteira. Por isso é tão importante reconhecê-la quando ela chega. Entendeu agora por que a minha pergunta? Será que você sabe mesmo quando está feliz? Ou será que você só consegue saber que foi feliz quando a felicidade já passou?
Eu estudo muito a felicidade. Mas não consigo reconhecê-la. Talvez porque eu seja péssima fisionomista. Ou porque ela seja muito mais esperta do que eu. Mais sábia. Fato é que eu só sei que fui feliz depois. No futuro. Olho para o passado e reconheço: “Nossa, como eu fui feliz naquela época!” Mas no presente ela sempre me dá uma rasteira. Ando por aí, feliz da vida e nem sei que estou nesse estado. Por isso, aproveito menos do que poderia a graça que é ter assim, tão pertinho, a tal da felicidade.
Nos últimos tempos, dei para fazer uma lista de momentos felizes. E aqui é importante deixar claro que esses momentos devem durar um certo período de tempo. Um episódio isolado feliz – como quatro dias de Carnaval, por exemplo – não significa felicidade. A felicidade, quando vem, não vem de passagem. Não dura para sempre, mas dura um tempinho. Gosta de uma certa estabilidade, a danada! O problema é saber que ela está ali na hora em que ela está ali. Mas, voltando à lista, até que ela é longa.
Já fui bastante feliz. Talvez não na maior parte do tempo. Mas acho que ninguém é. A lista é um grande exercício. Sabendo quando você foi feliz, é mais fácil descobrir por que você foi feliz. Para ser ainda mais funcional, é bom que a lista seja cronológica. Lendo a minha, constato que fico cada vez mais feliz e por mais tempo. Será que ela está aqui agora? Não sei dizer. Mas a paz de que desfruto agora é um sintoma dela.
E isso não tem nada a ver com a tal obrigação de ser feliz desfilando no Sambódromo. Continuo meus estudos. Já tenho certeza de que hoje sou mais amiga da felicidade do que jamais fui em qualquer tempo.
PADRÃO, Ana Paula. Você reconhece quando chega a felicidade? In: ISTOÉ, São Paulo, 28 fev. 2012. Editora Três, p. 98.
A palavra que pode assumir diferentes funções num texto. Em qual dos enunciados a seguir a palavra que tem função sintática de sujeito?
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Analise o gráfico a seguir:

FOLHA DE S. PAULO. São Paulo, 24 fev. 2012. p. B2. (Adaptado).
As informações do gráfico a respeito de investimento em tecnologia da informação (TI) nos países asiáticos permitem inferir que
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O doseamento da Nimesulida comprimidos, segundo a 5ª Edição da Farmacopeia Brasileira pode ser realizado por dois métodos, dentre eles o da espectrofotometria de absorção no ultravioleta descrito a seguir: “Pesar e pulverizar 20 comprimidos. Transferir quantidade de pó equivalente a 0,1 g de nimesulida para balão volumétrico de 100 mL, adicionar 60 mL de hidróxido de sódio 0,01 M e agitar 40 minutos. Completar o volume com o mesmo solvente e filtrar. Diluir sucessivamente, até concentração de 0,002% (p/v), utilizando hidróxido de sódio 0,01 M. Preparar solução padrão na mesma concentração, utilizando o mesmo solvente. Medir as absorbâncias das soluções resultantes em 392 nm, utilizando hidróxido de sódio 0,01 M para ajuste do zero. Calcular a quantidade de C13H12N2O5S nos comprimidos a partir das leituras obtidas”.
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Dados: pesos atômicos; Na = 23; O = 16; H = 1 |
Considerando-se os pesos atômicos: Na = 23, O = 16 e H = 1, para preparar 500 mL da solução de hidróxido de sódio 0,01 M, a quantidade de hidróxido de sódio a ser pesada e dissolvida em água é:
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A senha de acesso a um celular, composta de três números, deve ser informada na sua tela, representada na figura a seguir, de modo que os três números sejam os vértices de um triângulo isósceles cuja base é paralela aos lados horizontais da figura.

A probabilidade de que alguém, que conheça as características da senha descritas acima, acerte a senha na primeira tentativa é igual a:
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A tabela a seguir foi criada no aplicativo Microsoft Excel 2007, versão em português.

Nessa tabela, de acordo com as informações que ela contém, qual é a fórmula inserida na célula E2 para que, com base nos dados definidos em B2, C2, D2, respectivamente, tenha-se nessa célula valor igual a 1?
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Entrada e saída (do inglês: input e output) são termos rotineiramente conhecidos na área de informática, e diz respeito aos periféricos ou aplicativos de entrada de informação (inserção) e saída (obtenção) em um computador. Com o avanço da informática, ao longo dos anos, alguns equipamentos se tornaram híbridos, ou seja, tem a capacidade de serem tanto um periférico de entrada quanto um periférico de saída de dados. Nesse sentido, o único periférico que pode ser considerado híbrido é o
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VOCÊ RECONHECE QUANDO CHEGA A FELICIDADE?
Tenho uma forte antipatia pela obrigação de ser feliz que acompanha o Carnaval. Quem foge da folia ganha o rótulo de antissocial, depressivo ou chato. Nada contra o Carnaval. Apenas contra essa confusão de conceitos. Uma festa alegre não significa que você esteja plenamente feliz. E forçar uma situação de felicidade tem tudo para terminar em arrependimento e frustração. Aliás, você reconhece a felicidade quando ela chega? Sabe que está sendo feliz naquele momento? Espere um poucoantes de responder. Pense de novo.
Estamos falando de felicidade! Não de uma alegria qualquer. E qual é a diferença? Bem, descrever a felicidade não é fácil. Ela é muito recatada. Não fica ali, posando para foto, sabe? Mas um Manual de Reconhecimento da Felicidade diria mais ou menos o seguinte: Ela é mansa. Não faz barulho. Ao mesmo tempo é farta. Quando chega, ocupa um espaço danado. Apesar disso, você quase não repara que ela está ali. Se chamar a atenção, não é ela. É euforia. Alegria. A licenciosidade de uma noite de Carnaval. Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade.
A dita cuja é discreta. Discretíssima. E muito tranquila. Ela te faz dormir melhor. E olha, vou te contar uma coisa: a felicidade é inimiga da ansiedade. As duas não podem nem se ver. Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade. Se você se apaixonou e está naquela fase de pura ansiedade, mesmo que esteja superfeliz, não é felicidade. É excitação. Paixonite. Quando a ansiedade for embora, pode ser que a felicidade chegue. Mas ninguém garante.
É temperamental, a felicidade. Não vem por qualquer coisa. E para ficar então… hi, não conheço nenhum caso de alguém que a tenha tido por perto a vida inteira. Por isso é tão importante reconhecê-la quando ela chega. Entendeu agora por que a minha pergunta? Será que você sabe mesmo quando está feliz? Ou será que você só consegue saber que foi feliz quando a felicidade já passou?
Eu estudo muito a felicidade. Mas não consigo reconhecê-la. Talvez porque eu seja péssima fisionomista. Ou porque ela seja muito mais esperta do que eu. Mais sábia. Fato é que eu só sei que fui feliz depois. No futuro. Olho para o passado e reconheço: “Nossa, como eu fui feliz naquela época!” Mas no presente ela sempre me dá uma rasteira. Ando por aí, feliz da vida e nem sei que estou nesse estado. Por isso, aproveito menos do que poderia a graça que é ter assim, tão pertinho, a tal da felicidade.
Nos últimos tempos, dei para fazer uma lista de momentos felizes. E aqui é importante deixar claro que esses momentos devem durar um certo período de tempo. Um episódio isolado feliz – como quatro dias de Carnaval, por exemplo – não significa felicidade. A felicidade, quando vem, não vem de passagem. Não dura para sempre, mas dura um tempinho. Gosta de uma certa estabilidade, a danada! O problema é saber que ela está ali na hora em que ela está ali. Mas, voltando à lista, até que ela é longa.
Já fui bastante feliz. Talvez não na maior parte do tempo. Mas acho que ninguém é. A lista é um grande exercício. Sabendo quando você foi feliz, é mais fácil descobrir por que você foi feliz. Para ser ainda mais funcional, é bom que a lista seja cronológica. Lendo a minha, constato que fico cada vez mais feliz e por mais tempo. Será que ela está aqui agora? Não sei dizer. Mas a paz de que desfruto agora é um sintoma dela.
E isso não tem nada a ver com a tal obrigação de ser feliz desfilando no Sambódromo. Continuo meus estudos. Já tenho certeza de que hoje sou mais amiga da felicidade do que jamais fui em qualquer tempo.
PADRÃO, Ana Paula. Você reconhece quando chega a felicidade? In: ISTOÉ, São Paulo, 28 fev. 2012. Editora Três, p. 98.
A força argumentativa desse artigo de opinião adquire maiorpoder de convencimento pelo fato de, subjetivamente, a autora
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Leia o caso clínico apresentado a seguir para responder à questão.
FM, paciente de 32 anos de idade, foi diagnosticada aos 15 anos como portadora de Diabetes mellitus tipo 1, ocasião em que apresentou cetoacidose diabética. Há 3 anos apresentou hipertensão, ureia sanguínea 50mg/dL, creatinina 1,2mg/dL, proteinúria negativa. Recentemente deu entrada em um serviço médico relatando náuseas, cansaço físico e, ao exame clínico, mostrou sinais de desidratação e hálito cetônico. O teste rápido para glicose detectou 400mg/dL. A paciente foi encaminhada a uma unidade de terapia intensiva (UTI) onde desenvolveu uma infecção do trato urinário. Na UTI, os exames laboratoriais da paciente FM apresentaram os seguintes resultados:
| Exame de sangue: | EAS: |
| Glicemia: 410mg/dL (VR: 70- 100 mg/dL) | Proteinúria+++ |
| Uréia: 180mg/dL (VR: 20-40 mg/dL) | Glicosúria ++++ |
| Creatinina: 8mg/dL (VR: 0,5- 1,1 mg/dL) | Corpos cetônicos+++ |
| Urocultura e antibiograma: Escherichia coli resistente à trimetoprima e sensível à gentamicina. | |
Considerando-se a necessidade de garantir a segurança da paciente FM, relativa à execução das diferentes fases dos exames laboratoriais, é essencial que o serviço de saúde siga os procedimentos estabelecidos pela RDC nº 302/2005, especialmente para evitar erros ou minimizá-los na fase mais suscetível a eles, que é a
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A alimentação é um fator importante na evolução do Diabetes mellitus, e os alimentos ricos em fibras solúveis são considerados benéficos aos pacientes portadores desta patologia porque
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