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Leia o Texto 2 para responder às questões de 06 a 08.

Texto 2

“Se você não se alimentasse bem em Paris, tinha sempre uma fome mortal, pois todas as padarias exibiam coisas maravilhosas em suas vitrinas, e muitas pessoas comiam ao ar livre, em mesas na calçada, de modo que por toda parte se via comida ou se sentia o seu cheiro. Se você abandonou o jornalismo e ninguém nos Estados Unidos se interessa em publicar o que está escrevendo, se é obrigado a mentir em casa, explicando que já almoçara com alguém, o melhor que tem a fazer é passear nos jardins do Luxembourg, onde não se via nem se cheirava comida [...]

Depois de ter saído do Luxembourg, você poderia andar pela estreita Rue Férou até a Place Sainte-Sulpice sem ver restaurante algum, somente a praça silenciosa, com seus bancos e suas árvores. [...]

Para além da praça é que não poderia prosseguir em direção ao rio sem passar por lojas que vendiam frutas, legumes, vinhos ou por padarias e pastelarias. Mas, escolhendo cuidadosamente o caminho, conseguiria avançar pela direita, [...] e virar de novo à direita em direção à livraria de Sylvia Beach, sem encontrar muitos lugares onde se vendessem coisas de comer. A Rue d l’Odeón era desprovida de restaurantes até chegar à praça, onde havia três.

[...]

- Você está magro demais, Hemingway – diria Sylvia. – Tem comido o suficiente?

- Claro que sim!

- O que é que comeu no almoço? Apesar das cólicas, eu diria: Ainda não almocei. Agora é que estou indo para casa.

[...]

- Hemingway, não se preocupe com o que [a venda dos contos] lhe rendem agora. O essencial é você poder escrevê-los.

- Posso escrever. Mas ninguém os comprará. [...] Desculpe-me Sylvia. Perdoe-me por falar nos meus problemas. [...]

- Desculpá-lo de quê? [...] Prometa-me que não se preocupará demais e que comerá o bastante.”

HEMINGWAY, Ernest. Paris é uma festa. 26. ed. Rio de Janeiro: Bertand Brasil, 2019. [Adaptado].

É possível inferir que Hemingway

 

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Leia o Texto 2 para responder às questões de 06 a 08.

Texto 2

“Se você não se alimentasse bem em Paris, tinha sempre uma fome mortal, pois todas as padarias exibiam coisas maravilhosas em suas vitrinas, e muitas pessoas comiam ao ar livre, em mesas na calçada, de modo que por toda parte se via comida ou se sentia o seu cheiro. Se você abandonou o jornalismo e ninguém nos Estados Unidos se interessa em publicar o que está escrevendo, se é obrigado a mentir em casa, explicando que já almoçara com alguém, o melhor que tem a fazer é passear nos jardins do Luxembourg, onde não se via nem se cheirava comida [...]

Depois de ter saído do Luxembourg, você poderia andar pela estreita Rue Férou até a Place Sainte-Sulpice sem ver restaurante algum, somente a praça silenciosa, com seus bancos e suas árvores. [...]

Para além da praça é que não poderia prosseguir em direção ao rio sem passar por lojas que vendiam frutas, legumes, vinhos ou por padarias e pastelarias. Mas, escolhendo cuidadosamente o caminho, conseguiria avançar pela direita, [...] e virar de novo à direita em direção à livraria de Sylvia Beach, sem encontrar muitos lugares onde se vendessem coisas de comer. A Rue d l’Odeón era desprovida de restaurantes até chegar à praça, onde havia três.

[...]

- Você está magro demais, Hemingway – diria Sylvia. – Tem comido o suficiente?

- Claro que sim!

- O que é que comeu no almoço? Apesar das cólicas, eu diria: Ainda não almocei. Agora é que estou indo para casa.

[...]

- Hemingway, não se preocupe com o que [a venda dos contos] lhe rendem agora. O essencial é você poder escrevê-los.

- Posso escrever. Mas ninguém os comprará. [...] Desculpe-me Sylvia. Perdoe-me por falar nos meus problemas. [...]

- Desculpá-lo de quê? [...] Prometa-me que não se preocupará demais e que comerá o bastante.”

HEMINGWAY, Ernest. Paris é uma festa. 26. ed. Rio de Janeiro: Bertand Brasil, 2019. [Adaptado].

Leia o trecho ao seguir.

“ - Posso escrever. Mas ninguém os comprará. [...] Desculpe-me, Sylvia. Perdoe-me por falar nos meus problemas. [...]”

A respeito dos pronomes destacados no trecho transcrito nesta questão, sabe-se que foram colocados de maneira

 

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Leia o Texto 2 para responder às questões de 06 a 08.

Texto 2

“Se você não se alimentasse bem em Paris, tinha sempre uma fome mortal, pois todas as padarias exibiam coisas maravilhosas em suas vitrinas, e muitas pessoas comiam ao ar livre, em mesas na calçada, de modo que por toda parte se via comida ou se sentia o seu cheiro. Se você abandonou o jornalismo e ninguém nos Estados Unidos se interessa em publicar o que está escrevendo, se é obrigado a mentir em casa, explicando que já almoçara com alguém, o melhor que tem a fazer é passear nos jardins do Luxembourg, onde não se via nem se cheirava comida [...]

Depois de ter saído do Luxembourg, você poderia andar pela estreita Rue Férou até a Place Sainte-Sulpice sem ver restaurante algum, somente a praça silenciosa, com seus bancos e suas árvores. [...]

Para além da praça é que não poderia prosseguir em direção ao rio sem passar por lojas que vendiam frutas, legumes, vinhos ou por padarias e pastelarias. Mas, escolhendo cuidadosamente o caminho, conseguiria avançar pela direita, [...] e virar de novo à direita em direção à livraria de Sylvia Beach, sem encontrar muitos lugares onde se vendessem coisas de comer. A Rue d l’Odeón era desprovida de restaurantes até chegar à praça, onde havia três.

[...]

- Você está magro demais, Hemingway – diria Sylvia. – Tem comido o suficiente?

- Claro que sim!

- O que é que comeu no almoço? Apesar das cólicas, eu diria: Ainda não almocei. Agora é que estou indo para casa.

[...]

- Hemingway, não se preocupe com o que [a venda dos contos] lhe rendem agora. O essencial é você poder escrevê-los.

- Posso escrever. Mas ninguém os comprará. [...] Desculpe-me Sylvia. Perdoe-me por falar nos meus problemas. [...]

- Desculpá-lo de quê? [...] Prometa-me que não se preocupará demais e que comerá o bastante.”

HEMINGWAY, Ernest. Paris é uma festa. 26. ed. Rio de Janeiro: Bertand Brasil, 2019. [Adaptado].

Nos trechos “se é obrigado a mentir em casa” e “o melhor que tem a fazer”, a ausência do sinal grave indicativo de crase é justificada gramaticalmente em decorrência de os termos seguintes ao vocábulo “a” serem

 

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Leia o trecho a seguir.

“Ao tentar agradar todo mundo, corre-se o risco fatal de perder-se de si mesmo.” - Itamar da Silva.

Disponível em: <https://www.pensador.com/frase/MzI0ODkyOA/>. Acesso em: 23 ago. 2024. [Adaptado].

Há um erro de regência no verbo “agradar”, na citação presente nesta questão, que deve ser corrigido como “ao tentar agradar

 

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Leia o texto a seguir.

Hei de haver

Rodrigo Ribeiro

Houveram noites em que não dormi.

Dias em que não sorri.

Artistas que não ouvi.

Livros que jamais li.

Caminhos que não trilhei.

Sonhos que não sonhei.

Pessoas de que eu nunca gostei.

Amores que eu também não amei.

Lugares que eu não vi.

Aventuras que não vivi.11

Piadas que não ri.

Problemas que não resolvi.

Disponível em: <https://www.pensador.com/frase/MTU5OTA0NA/>. Acesso em: 01 ago. 2024. [Adaptado].

No poema, há um caso equivocado de concordância

 

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Leia Texto 1 para responder às questões 02 e 03.

Texto 1

Protestos “Black lives matter” e outras manifestações contra o racismo sistêmico e a brutalidade policial

Como líderes africanos nas Nações Unidas, as últimas semanas de protestos pelo assassinato de George Floyd sob custódia policial deixaram-nos indignados com a injustiça da prática do racismo que continua difundida em nosso país anfitrião e em todo o mundo.

Jamais haverá palavras para descrever o profundo trauma e o sofrimento intergeracional que resultaram da injustiça racial perpetrada ao longo dos séculos, particularmente contra pessoas de ascendência africana. Apenas condenar expressões e atos de racismo não é suficiente.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou que “precisamos alçar a voz contra todas as expressões de racismo e casos de comportamento racista”. Após o assassinato do senhor George Floyd, o grito 'Black Lives Matter' [Vidas de pessoas negras importam] que ecoou nos Estados Unidos e em todo o mundo é mais do que um slogan. Realmente, eles não são apenas importantes, mas são essenciais para o cumprimento de nossa dignidade humana comum.

Devemos isso a George Floyd e a todas as vítimas de discriminação racial e brutalidade policial por desmantelar instituições racistas. Como líderes do sistema multilateral, acreditamos que cabe a nós falar por aqueles cujas vozes foram silenciadas e advogar por respostas efetivas que contribuam para combater o racismo sistémico, um flagelo global que se perpetuou ao longo dos séculos.

[...]

Nunca devemos esquecer as palavras do Presidente Nelson Mandela: "Negar às pessoas seus direitos humanos é desafiar sua própria humanidade". Vamos sempre ter em mente a advertência da líder de direitos civis Fannie Lou Hamer: "Ninguém é livre até que todos sejam livres", ecoado pelo Dr. Martin Luther King Jr., "A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todos os lugares".

As suas palavras foram incorporadas mais tarde ao arco-íris da diversa nação da África do Sul, como soletrado pelo pacificador Arcebispo Desmond Tutu, quando afirmou que “a libertação dos negros é um pré-requisito absolutamente indispensável para a libertação dos brancos - ninguém será livre até que todos sejamos livres”.

Disponível em: <https://news.un.org/pt/story/2020/06/1716852>. Acesso em: 14 ago. 2024.

O termo destacado em “deixaram-nos indignados” refere-se, no texto, a

 

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Leia Texto 1 para responder às questões 02 e 03.

Texto 1

Protestos “Black lives matter” e outras manifestações contra o racismo sistêmico e a brutalidade policial

Como líderes africanos nas Nações Unidas, as últimas semanas de protestos pelo assassinato de George Floyd sob custódia policial deixaram-nos indignados com a injustiça da prática do racismo que continua difundida em nosso país anfitrião e em todo o mundo.

Jamais haverá palavras para descrever o profundo trauma e o sofrimento intergeracional que resultaram da injustiça racial perpetrada ao longo dos séculos, particularmente contra pessoas de ascendência africana. Apenas condenar expressões e atos de racismo não é suficiente.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou que “precisamos alçar a voz contra todas as expressões de racismo e casos de comportamento racista”. Após o assassinato do senhor George Floyd, o grito 'Black Lives Matter' [Vidas de pessoas negras importam] que ecoou nos Estados Unidos e em todo o mundo é mais do que um slogan. Realmente, eles não são apenas importantes, mas são essenciais para o cumprimento de nossa dignidade humana comum.

Devemos isso a George Floyd e a todas as vítimas de discriminação racial e brutalidade policial por desmantelar instituições racistas. Como líderes do sistema multilateral, acreditamos que cabe a nós falar por aqueles cujas vozes foram silenciadas e advogar por respostas efetivas que contribuam para combater o racismo sistémico, um flagelo global que se perpetuou ao longo dos séculos.

[...]

Nunca devemos esquecer as palavras do Presidente Nelson Mandela: "Negar às pessoas seus direitos humanos é desafiar sua própria humanidade". Vamos sempre ter em mente a advertência da líder de direitos civis Fannie Lou Hamer: "Ninguém é livre até que todos sejam livres", ecoado pelo Dr. Martin Luther King Jr., "A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todos os lugares".

As suas palavras foram incorporadas mais tarde ao arco-íris da diversa nação da África do Sul, como soletrado pelo pacificador Arcebispo Desmond Tutu, quando afirmou que “a libertação dos negros é um pré-requisito absolutamente indispensável para a libertação dos brancos - ninguém será livre até que todos sejamos livres”.

Disponível em: <https://news.un.org/pt/story/2020/06/1716852>. Acesso em: 14 ago. 2024.

A respeito do gênero artigo de opinião, sabe-se que a escolha por determinados tipos de argumentos pode indicar a intencionalidade do autor e, também, evidenciar os sentidos pretendidos. Considerando isso, o ponto de vista dos autores é defendido com o uso, entre outros, de

 

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Observe a imagem a seguir.

Enunciado 3877704-1

Disponível em: <https://buzzmonitor.com.br/blog/biscoito-ou-bolacha-quemganha-a-batalha-nas-redes-sociais/>. Acesso em: 01 ago. 2024.

Nas redes sociais, é comum a discussão sobre o uso de alguns vocábulos, com pessoas afirmando que o correto a se dizer é como é usado em sua própria localidade. Esse tipo de discussão tem como centro a variação

 

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Entre 2012 e 2023, um dos setores da economia destacou-se em Goiás, empregando 95.446 pessoas, o que equivale a um aumento de 10,5%. Além disso, no mesmo ano, foi responsável por 96,7% do volume de exportações do estado. Trata-se do setor

 

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3390925 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: Verbena
Orgão: UFG
Provas:

Um usuário está utilizando um software livre para criar uma planilha eletrônica e precisa aplicar uma fórmula para calcular a soma de um intervalo de células. Representa a fórmula correta para realizar essa soma no LibreOffice Calc

Questão Anulada

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