Foram encontradas 50 questões.
A seguir há um texto redigido por um estudante. O tema proposto foi “a violência social”.
| A SOCIEDADE EM DESARMONIA A cada dia que passa a violência social aumenta. A sociedade não consegue viver em harmonia. O que acontece com as pessoas, é que elas não conseguem chegar a um resultado comum. A agressão, tanto física como moral é mais uma rotina de nossos dias. As constantes guerras,são imagens de total falta de conscientização com a vida do próximo. A desarmonia entre os povos acarretará conseqüências trágicas sem qualquer benefício. As pessoas são egoístas só pensam em si mesmas, não se preocupam com o seu semelhante. No mundo de hoje há poucas pessoas que lutam por dias melhores. Sendo assim, a tendência é o aumento da violência com resultados irreparáveis. As pessoas se afastam umas das outras a cada momento. Vivem assim em plena desarmonia. (COSTA VAL, M. G. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes, 1994.) |
A redação apresenta problemas de coerência textual, devido
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O parágrafo a seguir foi extraído do texto “Discriminação racial e o papel da educação”, de Magno de Aguiar Maranhão.
| Se há racismo no Brasil, se declarado ou não, se são válidas políticas de ação afirmativa, como a reserva de cotas em universidade, e se contribuirão para atenuar as desigualdades resultantes da cultura de rapina que caracterizou o país nos séculos de colonização – são perguntas que jamais terão como resposta cem por cento de “sim” ou “não”. Importante é que a sociedade está, ainda que timidamente, aceitando discutir um tema frequentemente escondido por trás do mito do entendimento entre as raças, já que os fatos são incontestáveis: negros e descendentes – 45,2 por cento da população – tiveram dificultado o acesso à saúde, trabalho, educação...” |
Volte sua atenção para os organizadores textuais negritados-sublinhados e, depois, assinale a alternativa correta em relação aos sentidos decorrentes de sua utilização no texto, respectivamente.
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Observe a seguinte letra de uma música de Gilberto Gil.
| Rebento Substantivo abstrato |
Neste poema musicado, o cantor e compositor baiano explora as comparações com o objetivo deliberado de defender um ponto de vista. Assinale a alternativa que melhor expressa essa tese.
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Leia os textos a seguir, que circularam pela Internet em 2009.
| Caro Roberto, Espero que possa me ajudar. Outro dia, de manhã, peguei meu carro e saí para trabalhar, deixando meu marido em casa vendo televisão, como sempre. Rodei pouco mais de um quilômetro, quando o motor morreu e o carro parou. Voltei para Patrícia |
| Cara Patrícia, Quando um carro para, depois de haver percorrido uma pequena distância, isso pode ter ocorrido devido a uma série de fatores. Comece por verificar se tem gasolina no tanque. Depois veja se tem algum problema com a injeção eletrônica. Se nada disso resolver o problema, pode ser que a própria bomba de gasolina esteja com defeito, não proporcionando a quantidade ou pressão suficiente nos injetores. Roberto |
Esses textos reproduzem a carta “fictícia” de uma leitora para a coluna sentimental de uma revista, bem como a resposta da revista. O objetivo do texto é mostrar que
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Na letra da música do Dorgival Dantas, gravada por Calcinha Preta, há o registro do drama sentimental entre Norminha e Abel, personagens da então novela Caminho das Índias: "Você não vale nada, mas eu gosto de você. (Mas) Tudo o que eu queria era saber por quê, tudo o que eu queria era saber por quê!". A partir desse fragmento da canção, assinale a alternativa correta.
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Fantasia e miséria na Copa
O momento mais emocionante do jogo entre Brasil e Coreia do Norte, ontem, aconteceu antes que a bola rolasse. Foi durante a execução do hino do país adversário, quando as câmeras flagraram o atacante Jong Tae-se se debulhando em lágrimas. A expressão de choro permaneceu em seu rosto durante a partida. Se ele jogasse como chora, estaríamos fritos.
Medíocre, sem brilho, apático, previsível. O Brasil fez uma estreia sofrível na Copa do Mundo. Tostão e Paulo Vinícius Coelho saberão explicar mais e melhor as deficiências dessa seleção de gladiadores. Mas mesmo aí, nessa identidade de “guerreiros da pátria” que foi forjada, com a mão de Dunga, para fins de mercado, há um abismo entre o que a propaganda vende e a mercadoria que foi entregue em campo.
A culpa, claro, não é dos atletas que lá estão. Vários deles, meninos assustados, visivelmente no limite das suas capacidades.
A seleção de Dunga é inimiga da fantasia. Isso torna mais flagrante, como ficou claro mais uma vez, o divórcio entre o que acontece dentro de campo e a parafernália de expectativas e entretenimento que se cria em torno dele. O business da Copa pede algo que o jogo não dá. Mas que é preciso arrancar dele ainda assim, nem que seja no gogó.
E ninguém exprime melhor essa necessidade do que Galvão Bueno, dublê de locutor esportivo e animador do país. Mal termina o jogo e a Globo nos oferece uma sequência de imagens tediosamente iguais da massa espremida em praça pública e se acabando ao som de alguma música ruim país afora.
Os clichês da brasilidade então inundam a tela: é o bundalelê do cantor Latino em São Paulo, é “essa coisa gostosa nas areias de Copacabana que contagia o país inteiro”, é “a chuva que não esfria o coração pernambucano”.
Tudo somado, é muita fantasia na TV para um espetáculo tão miserável. Ou muita miséria na TV para tão pouca fantasia em campo. Confundir tudo é a alma do negócio.
Fernando de Barros e Silva. Folha de S.Paulo. Artigos assinados, jun.2010. p. 2..
Considere as seguintes afirmações:
I. “O momento mais emocionante do jogo Brasil e Coreia do Norte, ontem, aconteceu antes que a bola rolasse”.
II. “A seleção fez uma estreia sofrível na Copa do Mundo”.
III. “Galvão Bueno, dublê de locutor esportivo e animador do país”.
IV. [Brasilidade] “é essa coisa gostosa nas areias de Copacabana que contagia o país inteiro”.
Qual alternativa a seguir apresenta a mesma figura de pensamento (significação simbólica) de “Se ele jogasse como chora, estaríamos fritos”.
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Fantasia e miséria na Copa
O momento mais emocionante do jogo entre Brasil e Coreia do Norte, ontem, aconteceu antes que a bola rolasse. Foi durante a execução do hino do país adversário, quando as câmeras flagraram o atacante Jong Tae-se se debulhando em lágrimas. A expressão de choro permaneceu em seu rosto durante a partida. Se ele jogasse como chora, estaríamos fritos.
Medíocre, sem brilho, apático, previsível. O Brasil fez uma estreia sofrível na Copa do Mundo. Tostão e Paulo Vinícius Coelho saberão explicar mais e melhor as deficiências dessa seleção de gladiadores. Mas mesmo aí, nessa identidade de “guerreiros da pátria” que foi forjada, com a mão de Dunga, para fins de mercado, há um abismo entre o que a propaganda vende e a mercadoria que foi entregue em campo.
A culpa, claro, não é dos atletas que lá estão. Vários deles, meninos assustados, visivelmente no limite das suas capacidades.
A seleção de Dunga é inimiga da fantasia. Isso torna mais flagrante, como ficou claro mais uma vez, o divórcio entre o que acontece dentro de campo e a parafernália de expectativas e entretenimento que se cria em torno dele. O business da Copa pede algo que o jogo não dá. Mas que é preciso arrancar dele ainda assim, nem que seja no gogó.
E ninguém exprime melhor essa necessidade do que Galvão Bueno, dublê de locutor esportivo e animador do país. Mal termina o jogo e a Globo nos oferece uma sequência de imagens tediosamente iguais da massa espremida em praça pública e se acabando ao som de alguma música ruim país afora.
Os clichês da brasilidade então inundam a tela: é o bundalelê do cantor Latino em São Paulo, é “essa coisa gostosa nas areias de Copacabana que contagia o país inteiro”, é “a chuva que não esfria o coração pernambucano”.
Tudo somado, é muita fantasia na TV para um espetáculo tão miserável. Ou muita miséria na TV para tão pouca fantasia em campo. Confundir tudo é a alma do negócio.
Fernando de Barros e Silva. Folha de S.Paulo. Artigos assinados, jun.2010. p. 2..
Esse texto, exemplar do gênero artigo de opinião, defende a tese de que
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A Língua Portuguesa dispõe de vários mecanismos para evitar a repetição desnecessária de palavras. Um desses recursos é a utilização de pronomes relativos antecedidos de preposição. Isso considerando, leia os seguintes períodos.
| O projeto é, sem dúvida, o melhor de todos os apresentados no debate. / O pesquisador educacional referiu-se ao projeto com entusiasmo. |
Assinale a alternativa que apresenta a solução mais adequada para unir os dois períodos em destaque, utilizando para isso o recurso mencionado.
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Nos períodos a seguir, assinale a alternativa que NÃO apresenta erro de regência.
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| “Unimed. Comemorando mais um dia dedicado ao cooperativismo”. (Fonte: A Gazeta, 01/07/2006). “Nova F-250 com tração 4x4. É forte. É 4x4. É Ford” (Fonte: Outdoor, 05/07/2006). |
Esses textos, todos da esfera publicitária, adotam um recurso estilístico para a produção de sentidos. Considerando essas afirmações, assinale a alternativa correta.
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