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Only Children: Lonely and Selfish?
By LAUREN SANDLER
CALL me a terrible mother. I have an only child. For now at least, I’m planning to keep it that way, for my happiness and for hers. But the notion that an only child might be a happy one contradicts strong cultural beliefs. According to these, children like mine will end up rotten with selfishness and beset by loneliness.
And negative assumptions about parents who deprive their child of siblings strengthen the general opprobrium against only children. If a child doesn’t have siblings, it’s generally assumed that there’s a hush-hush reason for it: we don’t like being parents (because we are selfish), we care more about our status — work, money, materialism — than our child (because we are selfish), or we waited too long (because we are selfish). When have you heard someone say an only child is better off? A general picture emerges that only children are loners, misfits and always, always selfish. I don’t buy it. As an only child, with one of my own, and as someone who has just spent three years writing about the subject, I’m convinced that if, by dint of will or biology, you have an only child, you can stop worrying about it.
Don’t take my word for it. Consider the data: in hundreds of studies during the past decades exploring 16 character traits — including leadership, maturity, extroversion, social participation, popularity, generosity, cooperativeness, flexibility, emotional stability, contentment — only children scored just as well as children with siblings. And endless research shows that only children are, in fact, no more self-involved than anyone else. It turns out brutal sibling rivalry isn’t necessary to beat the ego out of us; peers and classmates do the job.
Disponível em: <http://www.nytimes.com/2013/06/09/
opinion/sunday/only-children-lonely-and-selfish.html?src=mv&_r=0> Acesso em: 09 jun. 2013.
Lauren Sandler - the author of the text - calls herself as a ‘terrible mother’ because...
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Nos próximos dez anos, a partir da publicação do Decreto Nº 5.626/2005, a formação de tradutor e intérprete de Libras – Língua Portuguesa, em nível médio, deve ser realizada por meio de
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Em uma pesquisa realizada com intérpretes de língua de sinais em sala de aula, pretendeu-se analisar o processo e o produto de interpretação da língua portuguesa para a língua brasileira de sinais nas aulas ministradas com a presença de surdos na universidade. A seguir há uma amostra de interpretação realizada, em que, do lado esquerdo, está a versão da língua fonte (o português) e, do lado direito, a versão transcrita através de glosas da língua alvo (a Libras).

(Quadros, R.M. Intérprete de Língua Brasileira de Sinais. Brasilia; MEC/2004)
Esta amostra evidencia quais problemas identificados no processo de tradução e interpretação?
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O ato de interpretar envolve processos altamente complexos em que o intérprete estará diante de pessoas que apresentam intenções comunicativas e que utilizam línguas diferentes. Ou seja, interpretar é um ato
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O código de ética é um instrumento que orienta o profissional intérprete na sua atuação. Sua existência justifica-se a partir do tipo de relação que o intérprete estabelece com as partes envolvidas na interação. De acordo com o código de ética que é parte integrante do Regimento Interno do Departamento Nacional de Intérpretes (FENEIS), sobre os princípios fundamentais, assinale a alternativa correta
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O intérprete de língua de sinais é o profissional que domina a língua de sinais e a língua falada do país e que é qualificado para desempenhar a função de intérprete. É papel do intérprete realizar a interpretação, observando os seguintes preceitos éticos:
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Além do domínio das línguas envolvidas no processo de tradução e interpretação, o profissional precisa ter qualificação específica para atuar como tal. Isso significa ter domínio de
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O intérprete especialista para atuar na área da educação deverá ter um perfil capaz de intermediar as relações entre os professores e os alunos. No entanto, há vários problemas de ordem ética que acabam surgindo em função do tipo de intermediação que acontece em sala de aula. O papel do intérprete em sala de aula confunde-se com o papel do professor quando
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A história da constituição do profissional tradutor e intérprete de língua de sinais se deu a partir de atividades voluntárias que foram sendo valorizadas enquanto atividade laboral na medida em que os surdos foram conquistando o direito de exercer sua cidadania. Os elementos fundamentais neste processo foram
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A língua brasileira de sinais possui afixos que se unem a verbos para representar características dos referentes do nome. São configurações de mãos que representam forma, tamanho ou outras características dos seres e coisas, cuja função é descrever os referentes do nome (adjetivos), substituir referentes do nome (pronomes) ou localizar os referentes (locativos). Esses morfemas são chamados
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