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Com base no texto abaixo, assinale a alternativa correta.

A violência contra a mulher é uma grave violação dos direitos humanos que afeta negativamente o bem-estar geral de mulheres e meninas e as impede de participar plenamente da sociedade. Esse tipo de violência, quando não resulta na morte da vítima, deixa sequelas físicas, sexuais e mentais além de trazer consequências também para sua família, comunidade e para o país em geral. Os enormes custos vão desde gastos com saúde e despesas legais a perdas de produtividade, haja vista o impacto para os orçamentos nacionais e o desenvolvimento global.

Disponível em: <http://www.onumulheres.org.br/>. Acesso em: 01 jul 2015.

 

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Assinale a alternativa incorreta com relação ao emprego de crase.

 

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Assinale a alternativa que apresenta exclusivamente sentido denotativo.

 

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Assinale a alternativa que interpreta corretamente a charge a seguir.

Enunciado 3577540-1

Disponível em: <http://www.willtirando.com.br/?post=1322> Acesso em: 18 mai 2015

 

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Texto para questão.

FEIRA LIVRE?

Desde a Antiguidade, o mercado público sintetiza a vida dos centros urbanos. Mais do que um espaço, ele é uma manifestação cultural complexa, que mostra como determinado povo se organiza para criar, apresentar e consumir seus produtos e sua arte – mas isso pode estar com os dias contados.

Cada cidade tem um mercado característico, com produtos específicos e um amplo espectro de cores, cheiros, sons, arranjos, costumes e tradições que lhe dão uma vida própria. Independentemente da configuração urbanística das praças ou do modelo arquitetônico dos edifícios que os abrigam, não existem mercados idênticos. Cada um expressa a identidade da sua cidade, do campo que a alimenta, da região que a abriga.

Lugar de mistura de classes, de convergência e de trocas, o mercado, ao menos no Brasil, está voltado sobretudo para a comercialização de alimentos; mas é inegável que ele também serve como palco para as mais diversas manifestações culturais – a história oral, o cancioneiro, a criação artesanal e as artes de uma maneira geral: um amplo conjunto de elementos que, pela tendência atual, sem uma política pública capaz de garantir sua preservação, tende a desaparecer.

Estabelecendo uma relação direta, sem intermediários, entre produtores e compradores, e entre artistas e o público, os mercados sempre geraram um fascinante intercâmbio de experiências, de vivências, de línguas, de dialetos, de práticas sociais. Mas, justamente por isso, também acabaram atraindo, desde muito cedo, a atenção do Estado.

Há tempos que o poder público – movido por temores morais, higiênicos e políticos – tenta controlar as feiras e os mercados. E, para tal, algumas estratégias foram adotadas – como confiná-los em locais fechados e impor uma série de normas à atividade.

O regulamento do Mercado da Candelária, no Rio de Janeiro – o primeiro do Brasil a ser segregado em um edifício, no século XIX –, por exemplo, estipulava horários de funcionamento e taxava antecipadamente as bancas, gerando exclusão social. A possibilidade de “lavradores, criadores e hortelãos” venderem diretamente sua produção foi restringida e, por fim, proibida. Criaram-se intermediários e, aos poucos, a atividade mercantil foi sendo vetada ao pequeno produtor agrícola. No entanto, até hoje, nas cidades onde se concentra a produção familiar, a prática resiste, e os agricultores vêm às zonas urbanas para vender seus produtos do lado de fora dos mercados públicos, como ocorre em Oeiras, no Piauí.

Além de segregar a atividade mercantil, os regulamentos também buscaram abafar as manifestações culturais que, alheias à elite dominante, surgiam nos mercados. “É absolutamente proibido todos e quaisquer ajuntamentos, tocatas, danças e palavras ofensivas da moral pública”, dizia o “código de conduta” do Mercado da Candelária – que ainda restringia explicitamente a presença dos negros no local: “Pretos de ganho são proibidos de andar dentro da Praça”, “os escravos mandados ali a fazer compra pelos seus senhores não deverão se demorar além do tempo necessário para efetuá-las”…

A força dos movimentos mercantil e cultural, entretanto, resistiu ao controle. No entorno dos mercados surgiram barracas, ambulantes e artistas que ofereciam produtos, serviços e divertimento, sempre prontos para penetrar no interior do mercado quando a vigilância fosse atenuada. E as feiras se transformavam em verdadeiras festas – tradição que nem mesmo a televisão e os supermercados conseguiram eliminar.

(Trecho extraído de BONDUKI, Nábil. Feira Livre? In: Revista Efêmero Concreto, v. 2. Agosto-2012.)

Assinale a ideia que não está presente no texto.

 

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Texto para questão.

FEIRA LIVRE?

Desde a Antiguidade, o mercado público sintetiza a vida dos centros urbanos. Mais do que um espaço, ele é uma manifestação cultural complexa, que mostra como determinado povo se organiza para criar, apresentar e consumir seus produtos e sua arte – mas isso pode estar com os dias contados.

Cada cidade tem um mercado característico, com produtos específicos e um amplo espectro de cores, cheiros, sons, arranjos, costumes e tradições que lhe dão uma vida própria. Independentemente da configuração urbanística das praças ou do modelo arquitetônico dos edifícios que os abrigam, não existem mercados idênticos. Cada um expressa a identidade da sua cidade, do campo que a alimenta, da região que a abriga.

Lugar de mistura de classes, de convergência e de trocas, o mercado, ao menos no Brasil, está voltado sobretudo para a comercialização de alimentos; mas é inegável que ele também serve como palco para as mais diversas manifestações culturais – a história oral, o cancioneiro, a criação artesanal e as artes de uma maneira geral: um amplo conjunto de elementos que, pela tendência atual, sem uma política pública capaz de garantir sua preservação, tende a desaparecer.

Estabelecendo uma relação direta, sem intermediários, entre produtores e compradores, e entre artistas e o público, os mercados sempre geraram um fascinante intercâmbio de experiências, de vivências, de línguas, de dialetos, de práticas sociais. Mas, justamente por isso, também acabaram atraindo, desde muito cedo, a atenção do Estado.

Há tempos que o poder público – movido por temores morais, higiênicos e políticos – tenta controlar as feiras e os mercados. E, para tal, algumas estratégias foram adotadas – como confiná-los em locais fechados e impor uma série de normas à atividade.

O regulamento do Mercado da Candelária, no Rio de Janeiro – o primeiro do Brasil a ser segregado em um edifício, no século XIX –, por exemplo, estipulava horários de funcionamento e taxava antecipadamente as bancas, gerando exclusão social. A possibilidade de “lavradores, criadores e hortelãos” venderem diretamente sua produção foi restringida e, por fim, proibida. Criaram-se intermediários e, aos poucos, a atividade mercantil foi sendo vetada ao pequeno produtor agrícola. No entanto, até hoje, nas cidades onde se concentra a produção familiar, a prática resiste, e os agricultores vêm às zonas urbanas para vender seus produtos do lado de fora dos mercados públicos, como ocorre em Oeiras, no Piauí.

Além de segregar a atividade mercantil, os regulamentos também buscaram abafar as manifestações culturais que, alheias à elite dominante, surgiam nos mercados. “É absolutamente proibido todos e quaisquer ajuntamentos, tocatas, danças e palavras ofensivas da moral pública”, dizia o “código de conduta” do Mercado da Candelária – que ainda restringia explicitamente a presença dos negros no local: “Pretos de ganho são proibidos de andar dentro da Praça”, “os escravos mandados ali a fazer compra pelos seus senhores não deverão se demorar além do tempo necessário para efetuá-las”…

A força dos movimentos mercantil e cultural, entretanto, resistiu ao controle. No entorno dos mercados surgiram barracas, ambulantes e artistas que ofereciam produtos, serviços e divertimento, sempre prontos para penetrar no interior do mercado quando a vigilância fosse atenuada. E as feiras se transformavam em verdadeiras festas – tradição que nem mesmo a televisão e os supermercados conseguiram eliminar.

(Trecho extraído de BONDUKI, Nábil. Feira Livre? In: Revista Efêmero Concreto, v. 2. Agosto-2012.)

Sobre o texto é correto afirmar que:

 

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Texto para questão.

FEIRA LIVRE?

Desde a Antiguidade, o mercado público sintetiza a vida dos centros urbanos. Mais do que um espaço, ele é uma manifestação cultural complexa, que mostra como determinado povo se organiza para criar, apresentar e consumir seus produtos e sua arte – mas isso pode estar com os dias contados.

Cada cidade tem um mercado característico, com produtos específicos e um amplo espectro de cores, cheiros, sons, arranjos, costumes e tradições que lhe dão uma vida própria. Independentemente da configuração urbanística das praças ou do modelo arquitetônico dos edifícios que os abrigam, não existem mercados idênticos. Cada um expressa a identidade da sua cidade, do campo que a alimenta, da região que a abriga.

Lugar de mistura de classes, de convergência e de trocas, o mercado, ao menos no Brasil, está voltado sobretudo para a comercialização de alimentos; mas é inegável que ele também serve como palco para as mais diversas manifestações culturais – a história oral, o cancioneiro, a criação artesanal e as artes de uma maneira geral: um amplo conjunto de elementos que, pela tendência atual, sem uma política pública capaz de garantir sua preservação, tende a desaparecer.

Estabelecendo uma relação direta, sem intermediários, entre produtores e compradores, e entre artistas e o público, os mercados sempre geraram um fascinante intercâmbio de experiências, de vivências, de línguas, de dialetos, de práticas sociais. Mas, justamente por isso, também acabaram atraindo, desde muito cedo, a atenção do Estado.

Há tempos que o poder público – movido por temores morais, higiênicos e políticos – tenta controlar as feiras e os mercados. E, para tal, algumas estratégias foram adotadas – como confiná-los em locais fechados e impor uma série de normas à atividade.

O regulamento do Mercado da Candelária, no Rio de Janeiro – o primeiro do Brasil a ser segregado em um edifício, no século XIX –, por exemplo, estipulava horários de funcionamento e taxava antecipadamente as bancas, gerando exclusão social. A possibilidade de “lavradores, criadores e hortelãos” venderem diretamente sua produção foi restringida e, por fim, proibida. Criaram-se intermediários e, aos poucos, a atividade mercantil foi sendo vetada ao pequeno produtor agrícola. No entanto, até hoje, nas cidades onde se concentra a produção familiar, a prática resiste, e os agricultores vêm às zonas urbanas para vender seus produtos do lado de fora dos mercados públicos, como ocorre em Oeiras, no Piauí.

Além de segregar a atividade mercantil, os regulamentos também buscaram abafar as manifestações culturais que, alheias à elite dominante, surgiam nos mercados. “É absolutamente proibido todos e quaisquer ajuntamentos, tocatas, danças e palavras ofensivas da moral pública”, dizia o “código de conduta” do Mercado da Candelária – que ainda restringia explicitamente a presença dos negros no local: “Pretos de ganho são proibidos de andar dentro da Praça”, “os escravos mandados ali a fazer compra pelos seus senhores não deverão se demorar além do tempo necessário para efetuá-las”…

A força dos movimentos mercantil e cultural, entretanto, resistiu ao controle. No entorno dos mercados surgiram barracas, ambulantes e artistas que ofereciam produtos, serviços e divertimento, sempre prontos para penetrar no interior do mercado quando a vigilância fosse atenuada. E as feiras se transformavam em verdadeiras festas – tradição que nem mesmo a televisão e os supermercados conseguiram eliminar.

(Trecho extraído de BONDUKI, Nábil. Feira Livre? In: Revista Efêmero Concreto, v. 2. Agosto-2012.)

Assinale a alternativa correta quanto à interpretação do texto.

 

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Assinale a alternativa que apresenta incorreção gramatical.

Questão Anulada

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Assinale a alternativa que não apresenta incorreção gramatical.

Questão Anulada

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Assinale a alternativa que não apresenta uma informação correta com relação ao texto apresentado na charge a seguir.

Enunciado 3577543-1

Disponível em: <http://www.willtirando.com.br/?post=1308> Acesso em: 18 mai 2015

Questão Anulada

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