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INSTRUÇÃO: Leia as campanhas para responder à questão.
CAMPANHA 1

CAMPANHA 2

Disponível em: https://www.motociclismoonline.com.br/noticias/veja-campanha-da-abraciclo-para-semana-nacional-do-transito/. Acesso em: 2 jun. 2022.
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Disponível em: https://www.motociclismoonline.com.br/noticias/veja-campanha-da-abraciclo-para-semana-nacional-do-transito/. Acesso em: 2 jun. 2022.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Brasil está entre as nações mais digitalizadas do mundo, mostra pesquisa
O imenso desafio agora é levar a tecnologia para todos
os segmentos da sociedade
Por Alessandro Giannini
O Brasil, não há dúvida, é palco de imensas e
inaceitáveis contradições. Mesmo com renda média
mensal per capita de escassos 1376 reais e 11,3 milhões
de pessoas desempregadas, é também um dos países
mais digitais do mundo. O contraste ficou evidente em
uma pesquisa realizada pelo Centro de Tecnologia
Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGVcia), que
traz um retrato abrangente do mercado de tecnologia
de informação no país. Apurado entre 2650 médias e
grandes empresas que atuam em território brasileiro,
o levantamento traz números impressionantes. A
fotografia mostra que estamos muito bem no atacado,
acima da média mundial em alguns recortes. No varejo,
contudo, é preciso preencher lacunas, melhorar políticas
públicas e levar o acesso à internet para todas as
camadas da população.
A pesquisa mostra que há hoje 447 milhões de
dispositivos digitais em uso doméstico ou corporativo
no país. A categoria engloba computadores de mesa,
notebooks, laptops, tablets e smartphones. Em uma
conta simples, são mais de dois equipamentos por
habitante, incidência semelhante à de nações ricas.
No entanto, o resultado ainda está distante do país mais
tecnológico do mundo, os Estados Unidos. Segundo
um levantamento realizado em 2020, o americano
médio tem acesso a pelo menos dez aparelhos desse
tipo — misto de obsolescência acelerada e exagero
de consumo. Nos rankings de digitalização, uma boa
surpresa vem da Estônia, o pequeno país do Leste
Europeu. Atualmente, 99% dos serviços públicos locais
são acessados de maneira on-line e estudos revelaram
que a alta conectividade acelerou o PIB.
Uma análise apressada pode sugerir que os números
brasileiros são turbinados pela presença maciça de
smartphones. De fato, eles são onipresentes no país.
Há 242 milhões de celulares inteligentes em
funcionamento, mais do que os 212,2 milhões de
habitantes. O Brasil já é o quinto maior mercado do
mundo, posição notável considerando que é atualmente
apenas a 13ª economia do planeta. Tudo isso é
verdade, mas uma espiada em outro indicador mostra
que há muitos avanços em diversas áreas. Um exemplo
marcante é o total de computadores ativos, subcategoria
que inclui apenas os desktops, notebooks e laptops,
além dos tablets. São 205 milhões em operação neste
exato momento, mas a projeção da FGV estima que o
número deverá pular para espetaculares 216 milhões no
início do próximo ano, atingindo assim a marca simbólica
de um aparelho por habitante. Isso, claro, se não houver
nenhuma grande turbulência econômica até o fim do
ano, o que não é de se duvidar em se tratando de Brasil
— e convém sempre estar atento a freadas bruscas.
A pandemia — sempre ela — teve papel determinante no
aumento das vendas de computadores em 2021, muito
em decorrência da necessidade de manter o trabalho
e o ensino remotos enquanto as regras sanitárias
de distanciamento social estavam em vigência.
O resultado foi um crescimento de 27%, com 14 milhões
de unidades vendidas. Com a manutenção do modelo
híbrido nos escritórios e escolas, a tendência é que em
2022 o mercado cresça perto de 10%. “Comparado com
o mundo, nós estamos muito bem, obrigado”, afirma
Fernando Meirelles, professor de TI da FGV, coordenador
do levantamento.
Um computador e um celular por habitante são índices
notáveis para uma nação que está muito longe de ser
considerada desenvolvida (basta dar uma olhada nos
indicadores de saneamento para se assombrar com os
gargalos brasileiros). A questão é que o Brasil tem uma
base digital relevante, mas ela não está bem distribuída.
As classes mais baixas usam modelos muito limitados
em termos de recursos. Isso traz sérios problemas,
como o enfrentado pela Caixa Econômica Federal,
que precisou refazer várias vezes seu aplicativo para o
pagamento do programa Auxílio Brasil.
[...] O Brasil digitalizado é uma realidade inescapável.
Aexplosão de investimentos em tecnologia da informação
e das vendas de aparelhos digitais durante a pandemia,
no entanto, não explica sozinha como esse caminho está
sendo percorrido. Segundo Felipe Mendes, diretor-geral
da empresa de pesquisas GfK, o que vem crescendo
mesmo é o acesso — em 2020, 83% dos lares brasileiros
tinham banda larga, contra 71% no ano anterior. “O poder
da disponibilidade da internet associada à penetração
do celular é de fato o grande elemento de digitalização
sobre qualquer outro produto que a gente possa pensar
ou discutir”, afirma Mendes. Deve-se celebrar o Brasil
digitalizado, atalho para o aumento de produtividade.
Insista-se, contudo: há avanços extraordinários, mas
precariedades também. Equilibrar o jogo é um desafio
monumental, que não pode jamais ser negligenciado —
a sorte é que a tecnologia pode ajudar a diminuir o fosso.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/tecnologia/brasilesta-entre-as-nacoes-mais-digitalizadas-do-mundo-mostrapesquisa/. Acesso em: 3 jun. 2022.
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Considerando as responsabilidades do auditor em
relação a fraudes, com base nos ditames da NBC
TA 240, assinale a alternativa incorreta.
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Analise as afirmativas a seguir relativas à
responsabilidade do auditor em relação à comunicação
de deficiências de controle interno, tomando como base
os preceitos da NBC TA 265.
I. O auditor pode identificar deficiências de controle nos controles internos, não somente durante esse processo de avaliação de risco, mas, também, em qualquer outra etapa da auditoria. O objetivo do auditor é comunicar apropriadamente, aos responsáveis pela governança e à administração, as deficiências de controle interno que identificou durante a auditoria e que, no seu julgamento profissional, são de importância suficiente para merecer a atenção deles.
II. O auditor deve incluir na comunicação por escrito das deficiências significativas de controle interno uma descrição das deficiências e uma explicação de seus possíveis prejuízos, bem como deve apresentar informações suficientes para permitir que os responsáveis pela governança entendam os riscos financeiros enfrentados pela entidade. O auditor deve especificamente explicar que o sucesso da auditoria depende da eficácia do controle interno.
III. O auditor deve obter entendimento do sistema de controles internos da entidade ao identificar e avaliar os riscos de distorção relevante. Nessas avaliações de risco, o auditor considera o sistema de controles internos da entidade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados às circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia de tal controle.
IV. Deficiência de controle interno existe quando o controle é planejado, implementado ou operado de tal forma que não consegue prevenir, ou detectar e corrigir tempestivamente, distorções nas demonstrações contábeis, bem como quando falta um controle necessário para prevenir, ou detectar e corrigir tempestivamente, distorções nas demonstrações contábeis.
Estão corretas as afirmativas
I. O auditor pode identificar deficiências de controle nos controles internos, não somente durante esse processo de avaliação de risco, mas, também, em qualquer outra etapa da auditoria. O objetivo do auditor é comunicar apropriadamente, aos responsáveis pela governança e à administração, as deficiências de controle interno que identificou durante a auditoria e que, no seu julgamento profissional, são de importância suficiente para merecer a atenção deles.
II. O auditor deve incluir na comunicação por escrito das deficiências significativas de controle interno uma descrição das deficiências e uma explicação de seus possíveis prejuízos, bem como deve apresentar informações suficientes para permitir que os responsáveis pela governança entendam os riscos financeiros enfrentados pela entidade. O auditor deve especificamente explicar que o sucesso da auditoria depende da eficácia do controle interno.
III. O auditor deve obter entendimento do sistema de controles internos da entidade ao identificar e avaliar os riscos de distorção relevante. Nessas avaliações de risco, o auditor considera o sistema de controles internos da entidade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados às circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia de tal controle.
IV. Deficiência de controle interno existe quando o controle é planejado, implementado ou operado de tal forma que não consegue prevenir, ou detectar e corrigir tempestivamente, distorções nas demonstrações contábeis, bem como quando falta um controle necessário para prevenir, ou detectar e corrigir tempestivamente, distorções nas demonstrações contábeis.
Estão corretas as afirmativas
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Analise as afirmativas a seguir relativas à auditoria de
estimativas contábeis, tomando como base os preceitos
da NBC TA 540.
I. As estimativas contábeis variam, significativamente, em sua natureza e devem ser feitas pela administração quando os valores monetários não puderem ser diretamente observados. A mensuração desses valores monetários está sujeita a uma incerteza da estimativa, o que reflete em limitações inerentes de conhecimento ou dados.
II. O exercício do ceticismo profissional em relação às estimativas contábeis é afetado pela consideração do auditor dos fatores de risco inerente, e a sua importância aumenta quando as estimativas contábeis estão sujeitas a maior grau de incerteza da estimativa ou são afetadas por maior grau de complexidade, subjetividade ou outros fatores de risco inerente.
III. O auditor deve revisar o resultado das estimativas contábeis anteriores ou, quando aplicável, sua reestimativa subsequente para auxiliar na identificação e na avaliação dos riscos de distorção relevante no período corrente. Deve levar em consideração as características dessas estimativas para determinar a natureza e a extensão dessa revisão.
IV. Com relação às estimativas contábeis anteriores, o auditor deve determinar se sua equipe requer habilidades e conhecimentos técnicos para realizar os procedimentos de avaliação de riscos, para identificar e avaliar as falhas de controle, planejar e realizar testes para responder a esses riscos e para avaliar a eficácia do plano geral de auditoria.
Estão corretas as afirmativas
I. As estimativas contábeis variam, significativamente, em sua natureza e devem ser feitas pela administração quando os valores monetários não puderem ser diretamente observados. A mensuração desses valores monetários está sujeita a uma incerteza da estimativa, o que reflete em limitações inerentes de conhecimento ou dados.
II. O exercício do ceticismo profissional em relação às estimativas contábeis é afetado pela consideração do auditor dos fatores de risco inerente, e a sua importância aumenta quando as estimativas contábeis estão sujeitas a maior grau de incerteza da estimativa ou são afetadas por maior grau de complexidade, subjetividade ou outros fatores de risco inerente.
III. O auditor deve revisar o resultado das estimativas contábeis anteriores ou, quando aplicável, sua reestimativa subsequente para auxiliar na identificação e na avaliação dos riscos de distorção relevante no período corrente. Deve levar em consideração as características dessas estimativas para determinar a natureza e a extensão dessa revisão.
IV. Com relação às estimativas contábeis anteriores, o auditor deve determinar se sua equipe requer habilidades e conhecimentos técnicos para realizar os procedimentos de avaliação de riscos, para identificar e avaliar as falhas de controle, planejar e realizar testes para responder a esses riscos e para avaliar a eficácia do plano geral de auditoria.
Estão corretas as afirmativas
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Referem-se ao planejamento da auditoria de
demonstrações contábeis, em conformidade com as
prescrições da NBC TA 300, exceto:
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Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I,
fazendo a relação de componentes ou tipos de riscos
de auditoria com afirmações que lhes dizem respeito,
conforme definido pelas NBC TA 530 e NBC TA 315.
COLUNA I
1. Risco não resultante da amostragem
2. Risco de amostragem
3. Risco de distorção relevante
4. Risco inerente
COLUNA II
( ) Quanto mais alta a avaliação desse risco pelo auditor, maior deve ser o tamanho da amostra. A avaliação desse risco é afetada pelo risco de controle.
( ) É a suscetibilidade de uma afirmação a respeito de uma classe de transação, saldo contábil ou divulgação, a uma distorção que pode ser relevante, antes da consideração de quaisquer controles relacionados.
( ) Inclui o uso de procedimentos de auditoria não apropriados ou a interpretação errônea da evidência de auditoria e o não reconhecimento de uma distorção ou de um desvio.
( ) Risco de que a conclusão do auditor, com base em amostra, pudesse ser diferente se toda a população fosse sujeita ao mesmo procedimento de auditoria.
Assinale a sequência correta.
COLUNA I
1. Risco não resultante da amostragem
2. Risco de amostragem
3. Risco de distorção relevante
4. Risco inerente
COLUNA II
( ) Quanto mais alta a avaliação desse risco pelo auditor, maior deve ser o tamanho da amostra. A avaliação desse risco é afetada pelo risco de controle.
( ) É a suscetibilidade de uma afirmação a respeito de uma classe de transação, saldo contábil ou divulgação, a uma distorção que pode ser relevante, antes da consideração de quaisquer controles relacionados.
( ) Inclui o uso de procedimentos de auditoria não apropriados ou a interpretação errônea da evidência de auditoria e o não reconhecimento de uma distorção ou de um desvio.
( ) Risco de que a conclusão do auditor, com base em amostra, pudesse ser diferente se toda a população fosse sujeita ao mesmo procedimento de auditoria.
Assinale a sequência correta.
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Com relação à avaliação das distorções identificadas,
no âmbito da auditoria de demonstrações contábeis,
assinale a alternativa incorreta, considerando os
preceitos da NBC TA 450.
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Sobre a demonstração dos fluxos de caixa em entidades
que não são instituições financeiras, assinale com V
as afirmativas verdadeiras e com F as falsas, tomando
como base os ditames da NBC TG 03.
( ) A entidade deve divulgar os componentes e os equivalentes de caixa e deve apresentar uma conciliação dos saldos em sua demonstração dos fluxos de caixa com todos os itens apresentados na demonstração do resultado.
( ) Os passivos decorrentes das atividades de financiamento são aqueles para os quais os fluxos de caixa foram, ou fluxos de caixa futuros serão, classificados na demonstração dos fluxos de caixa como atividades de financiamento.
( ) Os tributos sobre o lucro (IR e CSLL) resultam de transações que originam fluxos de caixa que são classificados como atividades operacionais, de investimento ou de financiamento na demonstração dos fluxos de caixa.
( ) Os juros pagos e recebidos, os dividendos e os juros sobre o capital próprio recebidos devem ser classificados como fluxos de caixa operacionais, porque eles entram na determinação do lucro líquido ou prejuízo.
Assinale a sequência correta.
( ) A entidade deve divulgar os componentes e os equivalentes de caixa e deve apresentar uma conciliação dos saldos em sua demonstração dos fluxos de caixa com todos os itens apresentados na demonstração do resultado.
( ) Os passivos decorrentes das atividades de financiamento são aqueles para os quais os fluxos de caixa foram, ou fluxos de caixa futuros serão, classificados na demonstração dos fluxos de caixa como atividades de financiamento.
( ) Os tributos sobre o lucro (IR e CSLL) resultam de transações que originam fluxos de caixa que são classificados como atividades operacionais, de investimento ou de financiamento na demonstração dos fluxos de caixa.
( ) Os juros pagos e recebidos, os dividendos e os juros sobre o capital próprio recebidos devem ser classificados como fluxos de caixa operacionais, porque eles entram na determinação do lucro líquido ou prejuízo.
Assinale a sequência correta.
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