Foram encontradas 70 questões.
Relacione os circuitos de eletrônica de potência da primeira coluna com a segunda coluna:
| Circuitos | Função |
| I – Retificadores não controlados | ( ) Convertem tensão AC fixa para tensão DC fixa. |
| II – Choppers DC |
( ) Convertem tensão AC fixa para tensão AC variável e frequência fixa
para variável.
|
| III – Inversores | ( ) Convertem tensão DC fixa para tensão DC variável. |
| IV – Conversores cíclicos |
( ) Convertem tensão DC fixa para tensão AC fixa/variável e frequência
fixa para variável.
|
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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Um pedestre está no passeio (calçada) num ponto A e decide atravessar uma rua de 8 metros de largura e com passeios (calçadas) paralelos. Ele decide atravessar a rua em um trajeto diagonal com 16 metros de comprimento. Se ele saiu do ponto A e chegou ao ponto B, do outro lado da rua, a distância percorrida na horizontal entre os pontos A e B é de:

(Considere !$ \sqrt3 = 1,73 !$)
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Em conformidade com a lei que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais (Lei nº 8.112/90 e suas alterações), analise as proposições:
I – A posse em cargo público dependerá de prévia inspeção médica oficial.
II – É de quinze dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício, contados da data da nomeação.
III – Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo público ou da função de confiança.
Marque a alternativa CORRETA:
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Leia o texto 2 para responder a questão.
TEXTO 2
A MUDANÇA NO PERFIL DO TRABALHADOR
O mundo está mudando, se transformando, evoluindo e a tão decantada globalização da economia está se processando, estimulando a livre concorrência, impondo novas regras ao mercado. O desenvolvimento tecnológico impulsiona a todo instante o aumento da produtividade com maior qualidade e menor custo e a sobrevivência das empresas depende da capacidade de absorver e processar essas mudanças transformando-as em insumo competitivo com rapidez. A integração do planeta está reordenando os valores e as prioridades da sociedade, interferindo e modificando radicalmente as antigas relações de trabalho. Não faz muito tempo, era costume associar emprego à indústria, ao posto de trabalho, à estabilidade ou à proteção. O mercado absorvia muito bem o operário padrão, disciplinado, leal, pronto a vestir a camisa da empresa. Nos dias de hoje, com o deslocamento do emprego da área industrial para os serviços formais e informais, tudo mudou. Na produção flexível, o empregado perdeu a vinculação ao posto de trabalho. No mercado em transformação, tornou-se instável e autônomo. No setor público o funcionário é impelido a buscar outro perfil, mais flexível e rearticulado.
Nas empresas, o advento da privatização tornou as pessoas sensíveis à nova realidade da globalização instaurada no mundo e à falta de emprego. A nova realidade que se apresenta cria um novo conceito de emprego para os próximos anos: a empregabilidade, que podemos definir como um conjunto de conhecimentos, possibilidades, comportamentos e relações que tornam o profissional necessário não apenas para uma, mas para toda e qualquer organização. Hoje, mais importante que apenas obter um emprego é tornar-se empregável, manter-se
competitivo em um mercado em mutação. Preparar-se, inclusive, para várias carreiras e diferentes trabalhos às vezes até simultâneos. Os trabalhadores no Brasil desenvolvem hoje estratégias pessoais para incremento da sua empregabilidade, tendo em vista o novo cenário de globalização, visando a desenvolver o seu nível de empregabilidade e adequá-lo às necessidades exigidas pelo cenário.
Fonte: MACEDO, João Ricardo Silva. A mudança no perfil do trabalhador.
Disponível em: pt.shvoong.com/social-sciences/1663136-mudança-perfil-trabalhador
Acesso em: 9/11/2012.
No fragmento: “No mercado em transformação, tornou-se instável e autônomo.” , a afirmação refere-se ao:
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Leia as proposições que tratam da lei que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais (Lei nº 8.112/90 e suas alterações).
I – Reintegração é a investidura d
o servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica.
II – Readaptação é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens.
III – Remoção é o deslocamento do servidor, a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede.
Marque a alternativa CORRETA:
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Considere o circuito elétrico abaixo que apresenta uma Ponte de Wheatstone equilibrada.

A resistência equivalente entre os terminais A e B do circuito é de:
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A respeito dos microcontroladores, julgue as proposições a seguir:
I – Um microcontrolador, que contém um conversor analógico/digital de 16 bits e que aceita uma faixa de tensão da entrada analógica de -5V a 5V, possui uma resolução na amplitude do sinal digitalizado de (10/4096) V.
II – Um prescaler é um divisor de frequência programável implementado em temporizadores com o objetivo de reduzir o tamanho de contadores.
III – A memória de dados mais utilizada em microcontroladores é a memória RAM, uma memória volátil, ou seja, que não preserva o seu conteúdo sem uma fonte de alimentação.
Assinale a alternativa CORRETA:
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O circuito abaixo é um circuito RLC série alimentado por uma fonte de tensão !$ v(t) = 5\sin(2\pi ft) V !$. A resistência R é de 2K ohms e o indutor L é de 2mH.
Considere !$ \pi = 3,14 \,e \,2\pi f = 1000 !$.

O valor do capacitor para que o circuito entre em ressonância é:
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Leia o cartoon para responder a questão.

Fonte: Disponível em: http://blogmouraencantada.wordpress.com/tag/cartoons/
Acesso em: 09/11/2012.
Considerando tanto a linguagem não verbal, quanto a verbal, depreende-se que o último quadro do cartoon expressa, fundamentalmente,
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Leia o texto 1 para responder a questão.
TEXTO 1
TRABALHAR, TRABALHAR, TRABALHAR...
Já está na hora de encerrarmos de vez aquele papo-dito-popular de que trabalhador brasileiro é preguiçoso, malemolente, louco para não fazer nada e coisital. Ou trabalha se for apertado.!$ ^{(B)} !$ Andei consultando uns dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho), agência multilateral ligada à ONU. Lá está: na indústria, semanalmente, trabalhamos 8 horas a mais que o americano, 11 horas a mais que o alemão e empatamos com os tigres asiáticos. Isso, não computando às estatísticas a nossa portentosa e corajosa criatividade.
E a nossa capacidade de sobrevivência? Vai aí um caso apenas, para ilustrar.
O baiano Vildomar Aparecido dos Santos (vulgo Baião de Dois) ficou perdido por seis meses em Bagdá. Não sabia falar um a de árabe. E mal escrevia o nome. Mas se virou, vendendo bugigangas e salamaleques no suki de Rusafa. Até ser descoberto pelo pessoal da imprensa, com saia, turbante e tudo... E já arranhando o árabe direitinho.
Caminhoneiro nosso, por exemplo, rala três vezes mais que os americanos ou os franceses. E se pegarmos a coisa pelo viés da economia informal? Aí é que o urubu viaja.!$ ^{(A)} !$ Camelô, por exemplo, não fica na raleira do centro da cidade menos que 12 horas diárias. E é de segunda a sábado. O que dá 72 horas por semana. Fora domingo, quando o camarada ainda faz mutirão pra ajudar vizinho a levantar o barraco. Ou muda de ramo, pra fazer mais biscate, ali, onde houver maior ajuntamento de povo. É só fazer um circuito pelo centro da cidade pra ver, ouvir e conferir. E trampando o feio, pro bonito comer.
Aí me pergunto: pra quê? Pra entregar pro desgoverno, em nome do chamado imposto-cidadão? E que imposto é esse que nos volta, apenas, com o nome de corrupção? É pra pagar a prestação de um sonho ou reinvestir no pesadelo? Qual o perfil de dignidade que deveria sobrar na alma desse trabalhador, após um dia inteiro de correria da polícia, dos fiscais da prefeitura e até dos próprios patrões?
“O trabalho dignifica o homem”, está nos livros. Mas vá a gente, outrora pequenos burgueses (os que agora habitamos a pirâmide da famigerada Classe C ou D), enfrentar uma onça dessas?
Colega meu de Sampa, professor desempregado e meio maluco, foi ao Paraguai. Comprou tudo o que lhe sobrou do FGTS em mercadorias batizadas. Depois fez o teste: “alugou”, por um dia, um determinado ponto na 25 de Março. Montou a banca e vendeu tudo o que quis. Voltou com bolhas nos pés, garganta rouca e olho ardendo. Coluna empenada, cecê no sovaco e zumbido no ouvido. Taquicardia, pressão alta e estresse suficiente pra um mês inteiro. Diz que nunca mais volta. É o inferno travestido de purgatório.!$ ^{(C)} !$ Melhor ser professor desempregado... Ou intelectual autônomo da palavra.!$ ^{(D)} !$
E eu nem falei ainda dos milhões de brasileiros que – apesar do Estatuto da Criança e do Adolescente – começam a trabalhar antes dos 14 anos. Já trocando o lápis pela foice, pelos sinais de trânsito e pela enxada.
Fonte: Antonio Barreto (Fragmento) Adaptado.
Acesso em 09/11/2012.
O recurso de intensidade utilizado no título pode também ser identificado no trecho:
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