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Foram encontradas 384 questões.

2452046 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Analise o esquema do transformador a seguir:
Enunciado 2744281-1
É CORRETO afirmar que os valores das tensões !$ V ’\, _1 !$ e !$ V ’\,_2 !$ são:
 

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2452020 Ano: 2013
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Em relação aos desenhos de cortes aplicados a projetos arquitetônicos é INCORRETO afirmar:
 

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2451904 Ano: 2013
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
A sincronização do ciclo estral representa como vantagens, EXCETO:
 

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2451693 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Apresentam-se instrumentos na coluna 1 e, na coluna 2, os procedimentos adequados de lavagem e/ou esterilização utilizados em um laboratório de química:
COLUNA 1 COLUNA 2
I – Pipetas e balões volumétricos
( ) Imergir em solução sulfocrômica concentrada, depois lavar com
sabão neutro e enxaguar em água destilada.
II – Balões, béqueres e erlenmeyers
( ) Imergir em solução sulfocrômica concentrada, depois lavar com sabão
neutro e enxaguar em água destilada. Secar em estufa a 110 ºC.
III – Cubetas para UV-Vis
( ) Lavar com sabão neutro, enxaguar em água destilada e secar com
lenço de papel suave.
IV – Tubos de RMN
( ) Lavar com solvente e água ultrapura. Não lavar com soluções
contendo íons metálicos ferromagnéticos.
Enumere a coluna 2 de acordo com a coluna 1 e marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
 

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Leia o texto 1 para responder a questão.
TEXTO 1
TRABALHAR, TRABALHAR, TRABALHAR...
Já está na hora de encerrarmos de vez aquele papo-dito-popular de que trabalhador brasileiro é preguiçoso, malemolente, louco para não fazer nada e coisital. Ou trabalha se for apertado. Andei consultando uns dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho), agência multilateral ligada à ONU. Lá está: na indústria, semanalmente, trabalhamos 8 horas a mais que o americano, 11 horas a mais que o alemão e empatamos com os tigres asiáticos. Isso, não computando às estatísticas a nossa portentosa e corajosa criatividade.
E a nossa capacidade de sobrevivência? Vai aí um caso apenas, para ilustrar.
O baiano Vildomar Aparecido dos Santos (vulgo Baião de Dois) ficou perdido por seis meses em Bagdá. Não sabia falar um a de árabe. E mal escrevia o nome. Mas se virou, vendendo bugigangas e salamaleques no suki de Rusafa. Até ser descoberto pelo pessoal da imprensa, com saia, turbante e tudo... E já arranhando o árabe direitinho.
Caminhoneiro nosso, por exemplo, rala três vezes mais que os americanos ou os franceses. E se pegarmos a coisa pelo viés da economia informal? Aí é que o urubu viaja. Camelô, por exemplo, não fica na raleira do centro da cidade menos que 12 horas diárias. E é de segunda a sábado. O que dá 72 horas por semana. Fora domingo, quando o camarada ainda faz mutirão pra ajudar vizinho a levantar o barraco. Ou muda de ramo, pra fazer mais biscate, ali, onde houver maior ajuntamento de povo. É só fazer um circuito pelo centro da cidade pra ver, ouvir e conferir. E trampando o feio, pro bonito comer.
Aí me pergunto: pra quê?!$ ^{(A)} !$ Pra entregar pro desgoverno, em nome do chamado imposto-cidadão? E que imposto é esse que nos volta, apenas, com o nome de corrupção? É pra pagar a prestação de um sonho ou reinvestir no pesadelo? Qual o perfil de dignidade que deveria sobrar na alma desse trabalhador, após um dia inteiro de correria da polícia, dos fiscais da prefeitura e até dos próprios patrões?
“O trabalho dignifica o homem”, está nos livros. Mas vá a gente, outrora pequenos burgueses (os que agora habitamos a pirâmide da famigerada Classe C ou D)!$ ^{(C)} !$, enfrentar uma onça dessas?
Colega meu de Sampa, professor desempregado e meio maluco, foi ao Paraguai. Comprou tudo o que lhe sobrou do FGTS em mercadorias batizadas. Depois fez o teste: “alugou”, por um dia, um determinado ponto na 25 de Março.!$ ^{(B)} !$ Montou a banca e vendeu tudo o que quis. Voltou com bolhas nos pés, garganta rouca e olho ardendo. Coluna empenada, cecê no sovaco e zumbido no ouvido. Taquicardia, pressão alta e estresse suficiente pra um mês inteiro. Diz que nunca mais volta. É o inferno travestido de purgatório. Melhor ser professor desempregado... Ou intelectual autônomo da palavra.
E eu nem falei ainda dos milhões de brasileiros que – apesar do Estatuto da Criança e do Adolescente – começam a trabalhar antes dos 14 anos.!$ ^{(D)} !$ Já trocando o lápis pela foice, pelos sinais de trânsito e pela enxada.
Fonte: Antonio Barreto (Fragmento) Adaptado.
Acesso em 09/11/2012.
Assinale a alternativa em que o sinal de pontuação NÃO está adequadamente explicado:
 

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2451654 Ano: 2013
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Considere as proposições relacionadas aos comandos de visualização usados no AutoCAD:
I – O comando zoom dynamic permite aplicar os comandos pan e zoom in em uma única operação.
II – A aplicação do comando zoom extents permite visualizar parte de um desenho na tela.
III – O comando zoom scale reduz ou amplia um desenho exibido na tela do computador de acordo com o fator de escala desejado.
IV – O comando zoom all amplia a visualização da tela para o limite do desenho ou para aquele obtido por meio do comando zoom window.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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2451650 Ano: 2013
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Entre os tipos de linhas usadas em Desenho Técnico, marque a alternativa INCORRETA:
 

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2451591 Ano: 2013
Disciplina: Veterinária
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Com relação às zoonoses, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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Leia o cartoon para responder a questão.
Enunciado 2736354-1
Fonte: Disponível em: http://blogmouraencantada.wordpress.com/tag/cartoons/
Acesso em: 09/11/2012.
Com relação ao cartoon, coloque V (Verdadeira) ou F (Falsa) em cada uma das afirmativas.
( ) O termo “antes” refere-se a um elemento implícito no texto.
( ) O termo “nós” refere-se ao empregador e ao candidato.
( ) O termo “aqui” refere-se à sala do empregador.
( ) O termo “agora” apresenta somente o sentido de tempo presente.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
 

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Leia o texto 1 para responder a questão.
TEXTO 1
TRABALHAR, TRABALHAR, TRABALHAR...
Já está na hora de encerrarmos de vez aquele papo-dito-popular de que trabalhador brasileiro é preguiçoso, malemolente, louco para não fazer nada e coisital. Ou trabalha se for apertado. Andei consultando uns dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho), agência multilateral ligada à ONU. Lá está: na indústria, semanalmente, trabalhamos 8 horas a mais que o americano, 11 horas a mais que o alemão e empatamos com os tigres asiáticos. Isso, não computando às estatísticas a nossa portentosa e corajosa criatividade.
E a nossa capacidade de sobrevivência? Vai aí um caso apenas, para ilustrar.
O baiano Vildomar Aparecido dos Santos (vulgo Baião de Dois) ficou perdido por seis meses em Bagdá. Não sabia falar um a de árabe. E mal escrevia o nome. Mas se virou, vendendo bugigangas e salamaleques no suki de Rusafa. Até ser descoberto pelo pessoal da imprensa, com saia, turbante e tudo... E já arranhando o árabe direitinho.
Caminhoneiro nosso, por exemplo, rala três vezes mais que os americanos ou os franceses. E se pegarmos a coisa pelo viés da economia informal? Aí é que o urubu viaja. Camelô, por exemplo, não fica na raleira do centro da cidade menos que 12 horas diárias. E é de segunda a sábado. O que dá 72 horas por semana. Fora domingo, quando o camarada ainda faz mutirão pra ajudar vizinho a levantar o barraco. Ou muda de ramo, pra fazer mais biscate, ali, onde houver maior ajuntamento de povo. É só fazer um circuito pelo centro da cidade pra ver, ouvir e conferir. E trampando o feio, pro bonito comer.
Aí me pergunto: pra quê? Pra entregar pro desgoverno, em nome do chamado imposto-cidadão? E que imposto é esse que nos volta, apenas, com o nome de corrupção? É pra pagar a prestação de um sonho ou reinvestir no pesadelo? Qual o perfil de dignidade que deveria sobrar na alma desse trabalhador, após um dia inteiro de correria da polícia, dos fiscais da prefeitura e até dos próprios patrões?
“O trabalho dignifica o homem”, está nos livros. Mas vá a gente, outrora pequenos burgueses (os que agora habitamos a pirâmide da famigerada Classe C ou D), enfrentar uma onça dessas?
Colega meu de Sampa, professor desempregado e meio maluco, foi ao Paraguai. Comprou tudo o que lhe sobrou do FGTS em mercadorias batizadas. Depois fez o teste: “alugou”, por um dia, um determinado ponto na 25 de Março. Montou a banca e vendeu tudo o que quis. Voltou com bolhas nos pés, garganta rouca e olho ardendo. Coluna empenada, cecê no sovaco e zumbido no ouvido. Taquicardia, pressão alta e estresse suficiente pra um mês inteiro. Diz que nunca mais volta. É o inferno travestido de purgatório. Melhor ser professor desempregado... Ou intelectual autônomo da palavra.
E eu nem falei ainda dos milhões de brasileiros que – apesar do Estatuto da Criança e do Adolescente – começam a trabalhar antes dos 14 anos. Já trocando o lápis pela foice, pelos sinais de trânsito e pela enxada.
Fonte: Antonio Barreto (Fragmento) Adaptado.
Acesso em 09/11/2012.
No texto, o autor utiliza estratégias para promover uma aproximação com o leitor. Assinale a alternativa que NÃO dinamiza essa interação:
 

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