Foram encontradas 62 questões.
São consideradas operações periculosas, EXCETO:
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Um ambiente possui um iluminamento com 100 lâmpadas de luz mista, com vida útil de 8 000 horas cada, com queima de 80%. O período de manutenção é de 4 000 horas. Todas as lâmpadas são acesas no início do período de manutenção. Assinale a alternativa que contém o número de lâmpadas que não se queimaram ao final do período de manutenção.
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Para a identificação de um elemento passivo, estudam-se as formas de onda da tensão e da corrente. Observando a figura a seguir, é correto afirmar que se trata de um elemento passivo:

A figura acima apresenta um elemento passivo:
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Uma linguagem bastante empregada na programação de Controladores Lógicos Programáveis é o Diagrama Ladder. A figura abaixo apresenta um programa implementado em Ladder:

Com relação a esse programa, é CORRETO afirmar que:
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Leia o texto 3 para responder a questão.
TEXTO 3
LEGADO AOS NOSSOS FILHOS
Uma importante empresa financeira me chamou para falar com alguns clientes. [...] Uma sugestão de tema que me deram foi: "O que esperamos de nossos filhos no futuro". [...]
O mundo avança em vertiginosas transformações, e não é só nas finanças ou economia mundiais: ele se transforma a todo momento em nossos usos e costumes, na vida, no trabalho, nos governos, na família, nos modelos que nos são apresentados, em nossa capacidade de fazer descobertas, no progresso e na decadência.
O que nos enche de perplexidade, quando o assunto é filhos, é a parte de tudo isso que não conseguimos controlar, que é maior do que a outra. [...]
Gosto de pensar na perplexidade quanto ao legado que podemos deixar no que depende de nós. Que não é nem aquele legado alardeado por nossos pais – a educação e o preparo – nem é o valor em dinheiro ou bens, que se evaporam ao primeiro vendaval nas finanças ou na política. A mim me interessam outros bens, outros valores, os valores morais. O termo "morais" faz arquear sobrancelhas, cheira a religiosidade ou a moralismo, a preconceito de fariseu. Mas não é disso que falo: moralidade não é moralismo, e moral todos temos de ter. A gente gosta de dizer que está dando valores aos filhos. Pergunto: que valores? Morais, ora, decência, ética, trabalho, justiça social, por exemplo. [...]
Não adianta falar em ética, se vasculho bolsos e gavetas de meus filhos, se escuto atrás da porta ou na extensão do telefone – a não ser que a ameaça das drogas justifique essa atitude. Não adianta falar de justiça, se trato miseravelmente meus funcionários. Não se pode falar em decência, se pulamos a cerca deslavadamente, quem sabe até nos fanfarronando diante dos filhos homens: ah, o velho aqui ainda pode! Nem se deve pensar em respeito, se desrespeitamos quem nos rodeia, e isso vai dos empregados ao parceiro ou parceira, passando pelos filhos, é claro. Se sou tirana, egoísta, bruta; [...] se vivo acima das minhas possibilidades e ensino isso aos meus filhos, o efeito sobre a moral deles e sua visão da vida vai ser um desastre.
Temos então de ser modelos? Suprema chatice. Não, não temos de ser modelos: nós somos aquele primeiro modelo que crianças recebem e assimilam, e isso passa pelo ar, pelos poros, pelas palavras, silêncios e posturas. [...]
[...] O palavrório sobre o que legaremos aos nossos filhos será vazio, se nossas atitudes forem egoístas, burras, grosseiras ou maliciosas. O resto é conversa fiada para a qual, neste tempo de graves assuntos, não temos tempo.
Luft, Lya. Disponível em: http://veja.abril.com.br/151008/p_024.shtml
Acesso em 13/9/2013.(Adaptado)
Apresentam-se proposições sobre ser ético:
I – É um valor ensinado por meio de atitudes éticas.
II – Manifesta-se nas ações do cotidiano.
III – É um legado que prescinde na formação humana.
Assinale a alternativa em que as proposições estão de acordo com o texto.
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O fator de potência é a relação entre potência ativa e potência aparente de um sistema elétrico. Um baixo fator de potência causa sérios problemas às instalações elétricas, EXCETO:
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Leia o texto 3 para responder a questão.
TEXTO 3
LEGADO AOS NOSSOS FILHOS
Uma importante empresa financeira me chamou para falar com alguns clientes. [...] Uma sugestão de tema que me deram foi: "O que esperamos de nossos filhos no futuro". [...]
O mundo avança em vertiginosas transformações, e não é só nas finanças ou economia mundiais: ele se transforma a todo momento em nossos usos e costumes, na vida, no trabalho, nos governos, na família, nos modelos que nos são apresentados, em nossa capacidade de fazer descobertas, no progresso e na decadência.
O que nos enche de perplexidade, quando o assunto é filhos, é a parte de tudo isso que não conseguimos controlar, que é maior do que a outra. [...]
Gosto de pensar na perplexidade quanto ao legado que podemos deixar no que depende de nós. Que não é nem aquele legado alardeado por nossos pais – a educação e o preparo – nem é o valor em dinheiro ou bens, que se evaporam ao primeiro vendaval nas finanças ou na política. A mim me interessam outros bens, outros valores, os valores morais. O termo "morais" faz arquear sobrancelhas, cheira a religiosidade ou a moralismo, a preconceito de fariseu. Mas não é disso que falo: moralidade não é moralismo, e moral todos temos de ter. A gente gosta de dizer que está dando valores aos filhos. Pergunto: que valores? Morais, ora, decência, ética, trabalho, justiça social, por exemplo. [...]
Não adianta falar em ética, se vasculho bolsos e gavetas de meus filhos, se escuto atrás da porta ou na extensão do telefone – a não ser que a ameaça das drogas justifique essa atitude. Não adianta falar de justiça, se trato miseravelmente meus funcionários. Não se pode falar em decência, se pulamos a cerca deslavadamente, quem sabe até nos fanfarronando diante dos filhos homens: ah, o velho aqui ainda pode! Nem se deve pensar em respeito, se desrespeitamos quem nos rodeia, e isso vai dos empregados ao parceiro ou parceira, passando pelos filhos, é claro. Se sou tirana, egoísta, bruta; [...] se vivo acima das minhas possibilidades e ensino isso aos meus filhos, o efeito sobre a moral deles e sua visão da vida vai ser um desastre.
Temos então de ser modelos? Suprema chatice. Não, não temos de ser modelos: nós somos aquele primeiro modelo que crianças recebem e assimilam, e isso passa pelo ar, pelos poros, pelas palavras, silêncios e posturas. [...]
[...] O palavrório sobre o que legaremos aos nossos filhos será vazio, se nossas atitudes forem egoístas, burras, grosseiras ou maliciosas. O resto é conversa fiada para a qual, neste tempo de graves assuntos, não temos tempo.
Luft, Lya. Disponível em: http://veja.abril.com.br/151008/p_024.shtml
Acesso em 13/9/2013.(Adaptado)
“O resto é conversa fiada.” A expressão destacada significa conversa
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Uma prefeitura oferece ao contribuinte duas opções de pagamento do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano): o pagamento total no primeiro dia do ano, com desconto, ou o pagamento total sem desconto no último dia do mesmo ano. A prefeitura, em um primeiro cálculo do desconto, supôs que um contribuinte tem dinheiro suficiente para pagar seu IPTU em janeiro, e que esse dinheiro está aplicado em uma caderneta de poupança que rende 0,5% ao mês. Para que os contribuintes não sejam prejudicados, o desconto deve ser pelo menos igual ao rendimento auferido em 12 meses. Supondo !$ 1,005^{12} = 1,062 !$, o desconto mínimo deve ser de:
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Os instrumentos de medidas elétricas modernos apresentam suas medidas na forma de dígitos. Esses instrumentos utilizam conversores de sinais analógicos para digitais (conversores A/D). Considerando que um determinado instrumento possua um conversor A/D de 12 bits e que sua faixa de medição é de 0 a 10 V, entre os resultados apresentados, o que mais se aproxima da resolução desse instrumento é:
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Leia o texto 3 para responder a questão.
TEXTO 3
LEGADO AOS NOSSOS FILHOS
Uma importante empresa financeira me chamou para falar com alguns clientes. [...] Uma sugestão de tema que me deram foi: "O que esperamos de nossos filhos no futuro". [...]
O mundo avança em vertiginosas transformações, e não é só nas finanças ou economia mundiais: ele se transforma a todo momento em nossos usos e costumes, na vida, no trabalho, nos governos, na família, nos modelos que nos são apresentados, em nossa capacidade de fazer descobertas, no progresso e na decadência.
O que nos enche de perplexidade, quando o assunto é filhos, é a parte de tudo isso que não conseguimos controlar, que é maior do que a outra. [...]
Gosto de pensar na perplexidade quanto ao legado que podemos deixar no que depende de nós. Que não é nem aquele legado alardeado por nossos pais – a educação e o preparo – nem é o valor em dinheiro ou bens, que se evaporam ao primeiro vendaval nas finanças ou na política. A mim me interessam outros bens, outros valores, os valores morais. O termo "morais" faz arquear sobrancelhas, cheira a religiosidade ou a moralismo, a preconceito de fariseu. Mas não é disso que falo: moralidade não é moralismo, e moral todos temos de ter. A gente gosta de dizer que está dando valores aos filhos. Pergunto: que valores? Morais, ora, decência, ética, trabalho, justiça social, por exemplo. [...]
Não adianta falar em ética, se vasculho bolsos e gavetas de meus filhos, se escuto atrás da porta ou na extensão do telefone – a não ser que a ameaça das drogas justifique essa atitude. Não adianta falar de justiça, se trato miseravelmente meus funcionários. Não se pode falar em decência, se pulamos a cerca deslavadamente, quem sabe até nos fanfarronando diante dos filhos homens: ah, o velho aqui ainda pode! Nem se deve pensar em respeito, se desrespeitamos quem nos rodeia, e isso vai dos empregados ao parceiro ou parceira, passando pelos filhos, é claro. Se sou tirana, egoísta, bruta; [...] se vivo acima das minhas possibilidades e ensino isso aos meus filhos, o efeito sobre a moral deles e sua visão da vida vai ser um desastre.
Temos então de ser modelos? Suprema chatice. Não, não temos de ser modelos: nós somos aquele primeiro modelo que crianças recebem e assimilam, e isso passa pelo ar, pelos poros, pelas palavras, silêncios e posturas. [...]
[...] O palavrório sobre o que legaremos aos nossos filhos será vazio, se nossas atitudes forem egoístas, burras, grosseiras ou maliciosas. O resto é conversa fiada para a qual, neste tempo de graves assuntos, não temos tempo.
Luft, Lya. Disponível em: http://veja.abril.com.br/151008/p_024.shtml
Acesso em 13/9/2013.(Adaptado)
Leia o fragmento, analise-o.
“Não adianta falar em ética, se vasculho bolsos e gavetas de meus filhos, se escuto atrás da porta ou na extensão do telefone – a não ser que a ameaça das drogas justifique essa atitude. Não adianta falar de justiça, se trato miseravelmente meus funcionários. Não se pode falar em decência, se pulamos a cerca deslavadamente, quem sabe até nos fanfarronando diante dos filhos homens: ah, o velho aqui ainda pode! Nem se deve pensar em respeito, se desrespeitamos quem nos rodeia, e isso vai dos empregados ao parceiro ou parceira, passando pelos filhos, é claro. Se sou tirana, egoísta, bruta; se sou tola, fútil, metida a gatinha gostosa; se vivo acima das minhas possibilidades e ensino isso aos meus filhos, o efeito sobre a moral deles e sua visão da vida vai ser um desastre.”
A análise quanto aos elementos lingüísticos e semânticos do texto está correta, EXCETO:
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