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Leia o texto 3 para responder a questão.
TEXTO 3
LEGADO AOS NOSSOS FILHOS
Uma importante empresa financeira me chamou para falar com alguns clientes. [...] Uma sugestão de tema que me deram foi: "O que esperamos de nossos filhos no futuro". [...]
O mundo avança em vertiginosas transformações, e não é só nas finanças ou economia mundiais: ele se transforma a todo momento em nossos usos e costumes, na vida, no trabalho, nos governos, na família, nos modelos que nos são apresentados, em nossa capacidade de fazer descobertas, no progresso e na decadência.
O que nos enche de perplexidade, quando o assunto é filhos, é a parte de tudo isso que não conseguimos controlar, que é maior do que a outra. [...]
Gosto de pensar na perplexidade quanto ao legado que podemos deixar no que depende de nós. Que não é nem aquele legado alardeado por nossos pais – a educação e o preparo – nem é o valor em dinheiro ou bens, que se evaporam ao primeiro vendaval nas finanças ou na política. A mim me interessam outros bens, outros valores, os valores morais. O termo "morais" faz arquear sobrancelhas, cheira a religiosidade ou a moralismo, a preconceito de fariseu. Mas não é disso que falo: moralidade não é moralismo, e moral todos temos de ter. A gente gosta de dizer que está dando valores aos filhos. Pergunto: que valores? Morais, ora, decência, ética, trabalho, justiça social, por exemplo. [...]
Não adianta falar em ética, se vasculho bolsos e gavetas de meus filhos, se escuto atrás da porta ou na extensão do telefone – a não ser que a ameaça das drogas justifique essa atitude. Não adianta falar de justiça, se trato miseravelmente meus funcionários. Não se pode falar em decência, se pulamos a cerca deslavadamente, quem sabe até nos fanfarronando diante dos filhos homens: ah, o velho aqui ainda pode! Nem se deve pensar em respeito, se desrespeitamos quem nos rodeia, e isso vai dos empregados ao parceiro ou parceira, passando pelos filhos, é claro. Se sou tirana, egoísta, bruta; [...] se vivo acima das minhas possibilidades e ensino isso aos meus filhos, o efeito sobre a moral deles e sua visão da vida vai ser um desastre.
Temos então de ser modelos? Suprema chatice. Não, não temos de ser modelos: nós somos aquele primeiro modelo que crianças recebem e assimilam, e isso passa pelo ar, pelos poros, pelas palavras, silêncios e posturas. [...]
[...] O palavrório sobre o que legaremos aos nossos filhos será vazio, se nossas atitudes forem egoístas, burras, grosseiras ou maliciosas. O resto é conversa fiada para a qual, neste tempo de graves assuntos, não temos tempo.
Luft, Lya. Disponível em: http://veja.abril.com.br/151008/p_024.shtml
Acesso em 13/9/2013.(Adaptado)
Leia o fragmento, analise-o.
“Não adianta falar em ética, se vasculho bolsos e gavetas de meus filhos, se escuto atrás da porta ou na extensão do telefone – a não ser que a ameaça das drogas justifique essa atitude. Não adianta falar de justiça, se trato miseravelmente meus funcionários. Não se pode falar em decência, se pulamos a cerca deslavadamente, quem sabe até nos fanfarronando diante dos filhos homens: ah, o velho aqui ainda pode! Nem se deve pensar em respeito, se desrespeitamos quem nos rodeia, e isso vai dos empregados ao parceiro ou parceira, passando pelos filhos, é claro. Se sou tirana, egoísta, bruta; se sou tola, fútil, metida a gatinha gostosa; se vivo acima das minhas possibilidades e ensino isso aos meus filhos, o efeito sobre a moral deles e sua visão da vida vai ser um desastre.”
A análise quanto aos elementos lingüísticos e semânticos do texto está correta, EXCETO:
 

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Sabe-se que em Universidades, por disposições estatutárias e regimentais, além das atividades de ensino, os profissionais realizam atividades de pesquisa e de extensão. Com relação às questões de segurança do trabalho, assinale a alternativa CORRETA.
 

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2453315 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Com relação às técnicas operativas (TAVARES, 1996), é CORRETO afirmar:
 

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Leia o texto 3 para responder a questão.
TEXTO 3
LEGADO AOS NOSSOS FILHOS
Uma importante empresa financeira me chamou para falar com alguns clientes. [...] Uma sugestão de tema que me deram foi: "O que esperamos de nossos filhos no futuro". [...]
O mundo avança em vertiginosas transformações, e não é só nas finanças ou economia mundiais: ele se transforma a todo momento em nossos usos e costumes, na vida, no trabalho, nos governos, na família, nos modelos que nos são apresentados, em nossa capacidade de fazer descobertas, no progresso e na decadência.
O que nos enche de perplexidade, quando o assunto é filhos, é a parte de tudo isso que não conseguimos controlar, que é maior do que a outra. [...]
Gosto de pensar na perplexidade quanto ao legado que podemos deixar no que depende de nós. Que não é nem aquele legado alardeado por nossos pais – a educação e o preparo – nem é o valor em dinheiro ou bens, que se evaporam ao primeiro vendaval nas finanças ou na política. A mim me interessam outros bens, outros valores, os valores morais. O termo "morais" faz arquear sobrancelhas, cheira a religiosidade ou a moralismo, a preconceito de fariseu. Mas não é disso que falo: moralidade não é moralismo, e moral todos temos de ter. A gente gosta de dizer que está dando valores aos filhos. Pergunto: que valores? Morais, ora, decência, ética, trabalho, justiça social, por exemplo. [...]
Não adianta falar em ética, se vasculho bolsos e gavetas de meus filhos, se escuto atrás da porta ou na extensão do telefone – a não ser que a ameaça das drogas justifique essa atitude. Não adianta falar de justiça, se trato miseravelmente meus funcionários. Não se pode falar em decência, se pulamos a cerca deslavadamente, quem sabe até nos fanfarronando diante dos filhos homens: ah, o velho aqui ainda pode! Nem se deve pensar em respeito, se desrespeitamos quem nos rodeia, e isso vai dos empregados ao parceiro ou parceira, passando pelos filhos, é claro. Se sou tirana, egoísta, bruta; [...] se vivo acima das minhas possibilidades e ensino isso aos meus filhos, o efeito sobre a moral deles e sua visão da vida vai ser um desastre.
Temos então de ser modelos? Suprema chatice. Não, não temos de ser modelos: nós somos aquele primeiro modelo que crianças recebem e assimilam, e isso passa pelo ar, pelos poros, pelas palavras, silêncios e posturas. [...]
[...] O palavrório sobre o que legaremos aos nossos filhos será vazio, se nossas atitudes forem egoístas, burras, grosseiras ou maliciosas. O resto é conversa fiada para a qual, neste tempo de graves assuntos, não temos tempo.
Luft, Lya. Disponível em: http://veja.abril.com.br/151008/p_024.shtml
Acesso em 13/9/2013.(Adaptado)
O trecho ah! O velho aqui ainda pode
 

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2452705 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Considere as seguintes proposições em relação aos princípios de segurança do trabalho no arranjo físico:
I – Pelo princípio da integração, os trabalhadores, as máquinas, os equipamentos e os materiais devem estar integrados em uma só Unidade de Produção, de forma a otimizar a segurança.
II – O princípio da distância mínima visa à menor movimentação possível no processo de produção de trabalhadores, máquinas, equipamentos e materiais, diminuindo as condições inseguras.
III – No arranjo físico, o cruzamento de materiais, interrupções e retrabalhos não afetam o princípio de obediência ao fluxo de produção.
IV – O arranjo físico deve ser flexível a futuras modificações que sejam necessárias, em virtude de variações no processo de produção e na demanda e aquisição de novas máquinas.
Marque a alternativa CORRETA.
 

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2451724 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
O termo aquicultura, utilizado na NR31 da Portaria 3214, de 8 de junho de 1978, refere-se à:
 

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2451720 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
De acordo com as Diretrizes Sobre Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho da OIT – Organização Internacional do Trabalho (Fundacentro, 2005), no que se refere à participação dos trabalhadores na Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho - SST, é correto afirmar, EXCETO:
 

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2451697 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Considere que em uma Universidade que oferece os Cursos de Agronomia e Zootecnia, há várias atividades de campo relativas à produção de agricultura e pecuária. Quanto às normas de saúde e segurança do trabalho nessas atividades, é CORRETO afirmar:
 

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2451669 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Com relação aos termos e definições utilizados nas Diretrizes Sobre Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho da OIT – Organização Internacional do Trabalho (Fundacentro, 2005), para a gestão de riscos, analise a seguinte definição:
“Verificação pela qual as deficiências nas medidas de prevenção e controle de fatores de risco (perigos) e riscos, bem como do Sistema de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho - SST, conforme demonstrado pela ocorrência de lesões, degradações da saúde, doenças e incidentes, são identificadas e corrigidas”.
Assinale a alternativa que apresenta o termo a que se refere a definição acima.
 

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Sobre uma laje retangular de dimensões 8 metros por 10 metros será construído um telhado, conforme a figura:
Enunciado 2738210-1
A área total do telhado será de:
 

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