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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisSignatáriosFechos e Identificação do Signatário
Um reitor de uma universidade pública, muito amigo do Ministro da Educação, envia um ofício a esse Ministro solicitando recursos para ampliação da biblioteca universitária. O fecho adequado ao documento deve ser:
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Analise a figura a seguir e indique o volume de corte, calculado segundo a fórmula de prisma, se o projeto exige uma plataforma horizontal na cota 4.

O volume de corte é:
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Tício, funcionário atencioso e compenetrado, contratado sob o regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), com 25 anos na profissão de fresador, embora estivesse utilizando todos os equipamentos de proteção individual, acidentou-se, perdendo parte do polegar direito. Com relação a esse acidente, é CORRETO afirmar:
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Leia o texto 1 para responder a questão.
TEXTO 1
ÉTICA PÚBLICA: ESVOAÇANTE E SEM POUSO
Antônio Semeraro Rito Cardoso
Já há consenso de que a gestão da ética na administração pública é fator indispensável para a efetividade das políticas públicas. Diversos instrumentos foram criados com esse objetivo, como a Comissão de Ética Pública, o Código de Conduta da Alta Administração, dos Agentes Públicos da Presidência e Vice-Presidência e do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, entre outros.
A primeira reflexão que somos levados a fazer refere-se ao porquê de tantos instrumentos para tratar do mesmo assunto. Com certeza, isso ocorre tanto pela inexistência de consenso acerca do que é ético, como pelo próprio anseio social em ter interlocutores éticos e justos.
Dessa forma, paira no ar a “aeticidade” em que se discutem os padrões éticos de conduta e a ética no serviço público, sem que a ética pouse em algum lugar como condicionante do comportamento de políticos, executivos, governantes e gerentes. Complexos, comportamentos éticos não se garantem por meio de códigos de conduta, castrações de direitos ou punições de desvios. A própria ciência que estuda quais são os deveres dos administradores públicos como guardiões do bem público-coletivo não consegue explicar o desmoronamento das condutas éticas. Isso ocorre porque ética refere-se à essência dos atos humanos e tem como objeto a moralidade desses atos, variável num contínuo que vai da bondade à malícia de comportamentos humanos. Todo pensamento ético gravita em torno de duas questões fundamentais: o bem ou o mal. Assim, ética diz respeito aos valores humanos em que o humano do ser se sobrepõe ao ser humano.
É possível perceber que são os valores predominantes na sociedade brasileira e em seus governantes e políticos os fatores determinantes da qualidade dos serviços públicos. Ilusões e esperanças têm se desmoronado e é possível distinguir três fatores responsáveis por isso.
Antes de tudo, destaque-se que cada um carrega consigo mesmo uma hierarquia abstrata de valores que orienta suas escolhas. Pode colocar no ápice da cadeia hierárquica a solidariedade, a comunhão, o interesse público ou, em vez disso, a rivalidade ostensiva, o individualismo exacerbado e o interesse pessoal. Em segundo lugar, possui uma visão, mais ou menos esquemática, das forças em competição, avaliando as que se sintonizam com seus valores e rejeitando e se opondo às que deles se afastam. Esses dois fatores são condicionados por um terceiro: o fluxo de informações que se registram no cérebro humano. A globalização da informação pode conduzir à desinformação na medida em que a agilidade e a rapidez desse fluxo, além de sua quantidade em prejuízo da qualidade, levem administradores públicos a filiar-se a forças destruidoras de seus valores, impedindo sua realização.
Valores se constroem, destroem e reconstroem em movimento incessante e dinâmico. Nesse processo, urge estancar o processo de destruição dos valores éticos na administração pública. Pousem eles definitivamente em nosso chão, tarefa de todos, e não só de um ou de determinados segmentos da sociedade.
Essa tarefa implica ousadia, coragem, vontade política firme, inclusão social, práticas gerenciais transformadoras, descentralização de poder e, sobretudo, preservação de valores éticos. Queremos causar perplexidade para que o leitor, principalmente se lida com a coisa pública, perceba seu papel como protagonista de mudanças na administração pública, olhando e garantindo o humano do ser, principalmente quando o seu humano pode se contrapor ao humano de outro. Isso significa, portanto, que a ética vai se impor mais por um movimento interno das pessoas do que por meio de regras ou instrumentos de trabalho. O que importa é o uso desses instrumentos, preservando o humano. Só assim se finca a ética, deixando de pairar esvoaçante.
2005. Ano 2 . Edição 17 - 1/12/2005
https://www.ipea.gov.br/desafios/index.php?option=com_content&view=article&id=789:catid=28&Itemid=23 (Adaptado)
Apresentam-se proposições sobre assertivas relativas ao texto. Analise-as e julgue se estão de acordo com o texto:
I – A noção do que é ser ético é consensual.
II – A complexidade dos comportamentos éticos está ligada a um contínuo entre o bem e o mal.
III – Na administração pública, a descentralização de poder contrapõe-se à preservação de valores éticos.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Uma das particularidades do software AutoCAD é a possibilidade de criação de desenho em camadas ou layers. Sobre tais layers, é CORRETO afirmar:
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Analise as afirmativas relacionadas aos receptores GPS (Sistema de Posicionamento Global) de navegação que apresentam características quanto à sua aplicação. Assinale com V as VERDADEIRAS e com F as FALSAS.
( ) As observações pontuais obtidas pelo GPS apresentam precisão.
( ) Não permitem pós-processamento, pois não armazena rastreio durante um tempo.
( ) Há um erro que é indicado em cada momento e é variável.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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Leia o texto 3 para responder a questão.
TEXTO 3
LEGADO AOS NOSSOS FILHOS
Uma importante empresa financeira me chamou para falar com alguns clientes. [...] Uma sugestão de tema que me deram foi: "O que esperamos de nossos filhos no futuro". [...]
O mundo avança em vertiginosas transformações, e não é só nas finanças ou economia mundiais: ele se transforma a todo momento em nossos usos e costumes, na vida, no trabalho, nos governos, na família, nos modelos que nos são apresentados, em nossa capacidade de fazer descobertas, no progresso e na decadência.
O que nos enche de perplexidade, quando o assunto é filhos, é a parte de tudo isso que não conseguimos controlar, que é maior do que a outra. [...]
Gosto de pensar na perplexidade quanto ao legado que podemos deixar no que depende de nós. Que não é nem aquele legado alardeado por nossos pais – a educação e o preparo – nem é o valor em dinheiro ou bens, que se evaporam ao primeiro vendaval nas finanças ou na política. A mim me interessam outros bens, outros valores, os valores morais. O termo "morais" faz arquear sobrancelhas, cheira a religiosidade ou a moralismo, a preconceito de fariseu. Mas não é disso que falo: moralidade não é moralismo, e moral todos temos de ter. A gente gosta de dizer que está dando valores aos filhos. Pergunto: que valores? Morais, ora, decência, ética, trabalho, justiça social, por exemplo. [...]
Não adianta falar em ética, se vasculho bolsos e gavetas de meus filhos, se escuto atrás da porta ou na extensão do telefone – a não ser que a ameaça das drogas justifique essa atitude. Não adianta falar de justiça, se trato miseravelmente meus funcionários. Não se pode falar em decência, se pulamos a cerca deslavadamente, quem sabe até nos fanfarronando diante dos filhos homens: ah, o velho aqui ainda pode! Nem se deve pensar em respeito, se desrespeitamos quem nos rodeia, e isso vai dos empregados ao parceiro ou parceira, passando pelos filhos, é claro. Se sou tirana, egoísta, bruta; [...] se vivo acima das minhas possibilidades e ensino isso aos meus filhos, o efeito sobre a moral deles e sua visão da vida vai ser um desastre.
Temos então de ser modelos? Suprema chatice. Não, não temos de ser modelos: nós somos aquele primeiro modelo que crianças recebem e assimilam, e isso passa pelo ar, pelos poros, pelas palavras, silêncios e posturas. [...]
[...] O palavrório sobre o que legaremos aos nossos filhos será vazio, se nossas atitudes forem egoístas, burras, grosseiras ou maliciosas. O resto é conversa fiada para a qual, neste tempo de graves assuntos, não temos tempo.
Luft, Lya. Disponível em: http://veja.abril.com.br/151008/p_024.shtml
Acesso em 13/9/2013.(Adaptado)
“O resto é conversa fiada.” A expressão destacada significa conversa
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O diferimento ou vedação de pastagens é uma técnica muito usada por pecuaristas. O objetivo do diferimento é:
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Apresentam-se técnicas de radiografia contrastada:
I – Consiste na injeção de meios de contraste nos ductos salivares; porém, sua aplicação clínica é limitada, sendo considerada útil para demonstração de cálculos e fístulas salivares.
II – É uma técnica útil no diagnóstico da otite média, com perfuração timpânica em cães.
III – Esta técnica possibilita visualizar os ductos biliares e a vesícula biliar, quando há suspeita de cálculo.
IV – É utilizada para aumentar a definição da silhueta renal e excluir, por exemplo, massas intra-abdominais de origem extrarrenal.
Marque a alternativa CORRETA que corresponde à denominação de cada uma das técnicas mencionadas.
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Para a representação da superfície física da Terra, utilizam-se MDT (Modelos Digitais do Terreno). Um MDT pode ser definido com a representação matemática de uma superfície, nas coordenadas X, Y e Z. São aplicações dos MDT, EXCETO:
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