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Universidades recebem recursos anuais de custeio. Como o custo por estudante dos diversos cursos das universidades não são iguais, o valor de custeio anual recebido por estudante de Ciências da Saúde é 60% maior que o valor de custeio por estudante da área de Ciências Humanas, e, quando comparado com o custo por estudante da área de Ciências Exatas, é 30% maior. Em uma universidade, há 1 000 estudantes de cursos na área de Ciências da Saúde, 1 600 estudantes na área de Ciências Humanas e 2 600 estudantes na área de Ciências Exatas. Os recursos de custeio somam R$ 30 milhões. O valor de custeio anual por estudante de Ciências da Saúde é:
 

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Para seguir as recomendações de seu médico, João, diariamente, deve escolher como fonte de carboidratos três entre cinco alimentos: arroz, pão, macarrão, batata-doce e angu. Também deve escolher duas modalidades de atividades físicas entre as quatro: caminhada, natação, corrida e ciclismo. O número de maneiras diferentes que João pode seguir as recomendações de seu médico é:
 

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Um paciente foi atendido por um médico segunda-feira às 8 horas. O médico marcou uma cirurgia para esse paciente na próxima segunda-feira às 14 horas. Ele também receitou 28 comprimidos que deverão ser tomados de 6 em 6 horas, de forma que o último comprimido seja tomado uma hora antes da cirurgia. Para atender às recomendações do médico, ele deve tomar o primeiro comprimido no mesmo dia da consulta às:
 

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2496321 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Uma universidade levantou dados entre seus estudantes de graduação sobre níveis de mau colesterol (LDL) para subsidiar um programa de conscientização de jovens sobre hábitos saudáveis e obteve os seguintes valores: média 174, mediana 180 e moda 182. A forma do gráfico da distribuição de frequências coerente com esses valores é:
 

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2496010 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
TEXTO 2
AS JUSTIFICATIVAS NÃO TÊM FIM, MAS O FATO É QUE AS PESSOAS ESTÃO PERDENDO A CAPACIDADE DE OUVIR. ESPECIALISTAS DESTACAM A IMPORTÂNCIA DE QUERER COMPREENDER O OUTRO
Ação e reação. Lei da física e da vida. Saber ouvir e procurar entender as pessoas são atitudes que fazem bem a quem fala e a quem escuta. Pena que essas ações e reações têm sido cada vez mais raras na sociedade contemporânea. Pouco se fala e menos se escuta. A capacidade de compreensão, então, se perde em meio à falta de tempo e de paciência, ao individualismo, à dificuldade em se doar e do comportamento egoísta que toma conta do mundo.
O que fazer? Para onde correr? Quem procurar? Ir contra essa maré não é escolha fácil. Requer humildade e esforço. E acima de tudo decisão para estar à disposição do outro. O que significa, muitas vezes, só ouvir e nada falar, como também trocar opiniões e partilhar ideias.
A perda da capacidade de ouvir é também a perda da capacidade de se importar com o outro e de servi-lo. As relações estão superficiais, passageiras e até mesmo o laço mais forte, o familiar, está doente de atenção, de conversa e de escuta.
É preciso acordar diante desse comportamento que invade a sociedade e, como se a embriagasse, não a deixa perceber o mal que causa. Até mesmo as novas tecnologias, inevitáveis e sinônimo da evolução do homem, têm parcela de culpa nesse isolamento de que o ser humano está sendo vítima. Ou vilão?
Falar e ouvir são vitais à convivência, mas as mudanças nas relações sociais, de trabalho, lazer, culturais e dos textos virtuais causaram uma revolução na troca entre as pessoas. Para compreender o outro, além de querer e estar disponível é preciso respeito à vivência interior.
Fonte: MONTEIRO, Lilian. As justificativas
não têm fim, mas o fato é que as pessoas estão perdendo a capacidade de ouvir. Especialistas destacam a importância de querer compreender o outro. Artigo publicado em edição impressa do Estado de Minas, em 1 jun 2014.
Uma das características textuais dos gêneros do discurso jornalístico é a argumentação persuasiva. No plano argumentativo do texto, são utilizadas várias estratégias de convencimento do leitor. As alternativas constituem em estratégias argumentativas utilizadas pela autora, EXCETO:
 

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2494775 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
TEXTO 1
REPOLHOS IGUAIS
“Correrias, compromissos, ansiedade por estar na crista da onda, por não ser ignorado, por cumprir horários, prescrições, comandos, realmente estão nos tornando eternos angustiados e permanentes aflitos”.
Sempre me impressiona o impulso geral de igualar a todos: ser diferente, sobretudo ser original, é defeito. Parece perigoso. E, se formos diferentes, quem sabe aqui e ali uma medicaçãozinha ajuda.
Alguém é mais triste? Remédio nele. Deprimido? Remédio nele (ainda que tenha acabado de perder uma pessoa amada, um emprego, a saúde). Mais gordinho? Dieta nele. Mais alto? Remédio na adolescência para parar de crescer. Mais relaxado na escola? Esse é normal. Mais estudioso, estudioso demais? A gente se preocupa, vai virar nerd (se for menina, vai demorar a conseguir marido).
Não podemos, mas queremos tornar tudo homogêneo(B): meninas usam o mesmo cabelo, a mesma roupa, os mesmos trejeitos; meninos, aquele boné virado. Igualdade antes de tudo, quando a graça, o poder, a força estão na diversidade. Narizes iguais, bocas iguais, sobrancelhas iguais, posturas iguais.
Não se pode mais reprovar crianças e jovens na escola, pois são todos iguais. Serão? É feio, ou vergonhoso, ter mais talento, ser mais sonhador, ter mais sorte, sucesso, trabalhar mais e melhor.
Vamos igualar tudo, como lavouras de repolhos, se possível… iguais. E assim, com tudo o que pode ser controlado com remédios, nos tornamos uma geração medicada. Não todos – deixo sempre aberto o espaço da exceção para ser realista, e respeitando o fato de que para muitos os remédios são uma necessidade -, mas uma parcela crescente da população é habitualmente medicada.
Remédios para pressão alta, para dormir, para acordar, para equilibrar as emoções, para emagrecer, para ter músculos, para ter um desempenho sexual fantástico, para ter a ilusão de estar com 30 anos quando se tem 70. Faz alguns anos reina entre nós o diagnóstico de déficit de atenção para um número assustador de crianças.(D)
Não sou psiquiatra, mas a esta altura de minha vida criei e acompanhei e vi muitas crianças mais agitadas, ou distraídas, mas nem por isso precisadas de medicação a torto e a direito. Fala-se, não sei em que lugar deste mundo louco, em botar Ritalina na merenda das escolas públicas. Tal fúria de igualitarismo esconde uma ideologia tola e falsa.
Se déssemos a 100 pessoas a mesma quantidade de dinheiro e as mesmas oportunidades, em dois anos todas teriam destino diferente: algumas multiplicariam o dinheiro; outras o esbanjariam; outras o guardariam(C); outras ainda o dedicariam ao bem (ou ao mal) alheio.
Então, quem sabe, querer apaziguar todas as crianças e jovens com medicamentos para que não estorvem os professores já desesperados por falta de estímulo e condições, ou para permitir aos pais se preocuparem menos, ou ajudar as babás enquanto os pais trabalham ou fazem academia ou simplesmente viajam, nem valerá a pena.
Teremos mais crianças e jovens aturdidos, crianças e jovens mais violentos e inquietos quando a medicação for suspensa. Bastam, para desatenção, agitação e tantas dificuldades relacionadas, as circunstâncias de vida atual.
Recentemente, uma pediatra experiente me relatou que a cada tantos anos aparecem em seu consultório mais crianças confusas, atônitas, agitadas demais, algumas apenas sofrendo por separações e novos casamentos, em que os filhos, que não querem se separar de ninguém, são puxados de um lado para o outro, sem casa fixa, um centro de referência, um casal de pais sempre os mesmos.
Quem as traz são mães ou pais em igual estado.(A) Correrias, compromissos, ansiedade por estar na crista da onda, por participar e ser o primeiro, por não ficar para trás, por não ser ignorado, por cumprir os horários, as prescrições, os comandos, tudo o que tantas pressões sociais e culturais ordenam, realmente estão nos tornando eternos angustiados e permanentes aflitos.
Mudar de vida é difícil. Em lugar de correr mais, parar para pensar, roubar alguns minutos para olhar, contemplar, meditar, também é difícil, pois é fugir do padrão. Então seguimos em frente, nervosos com nossos filhos mais nervosos. Haja psicólogo, psiquiatra e medicamento para sermos todos uns repolhos iguais.
Fonte: LUFT, Lya. Repolhos iguais. Artigo publicado em edição impressa de VEJA, em 10 mio 2014.
Todos os trechos justificam o título do texto, EXCETO:
 

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2494208 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Um determinado indicador presente no exame de sangue é considerado normal quando seu valor pertence a um intervalo [a ; b]. Para portadores de uma determinada doença, o intervalo admissível para esse indicador fica com seu limite inferior acrescido de 10% e fica com seu limite superior diminuído de 10%, em relação ao considerado normal. Para os portadores dessa doença, o intervalo admissível para esse indicador é:
 

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2493196 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
TEXTO 1
REPOLHOS IGUAIS
“Correrias, compromissos, ansiedade por estar na crista da onda, por não ser ignorado, por cumprir horários, prescrições, comandos, realmente estão nos tornando eternos angustiados e permanentes aflitos”.
Sempre me impressiona o impulso geral de igualar a todos: ser diferente, sobretudo ser original, é defeito. Parece perigoso. E, se formos diferentes, quem sabe aqui e ali uma medicaçãozinha ajuda.
Alguém é mais triste? Remédio nele. Deprimido? Remédio nele (ainda que tenha acabado de perder uma pessoa amada, um emprego, a saúde). Mais gordinho? Dieta nele. Mais alto? Remédio na adolescência para parar de crescer. Mais relaxado na escola? Esse é normal. Mais estudioso, estudioso demais? A gente se preocupa, vai virar nerd (se for menina, vai demorar a conseguir marido).
Não podemos, mas queremos tornar tudo homogêneo: meninas usam o mesmo cabelo, a mesma roupa, os mesmos trejeitos; meninos, aquele boné virado. Igualdade antes de tudo, quando a graça, o poder, a força estão na diversidade. Narizes iguais, bocas iguais, sobrancelhas iguais, posturas iguais.
Não se pode mais reprovar crianças e jovens na escola, pois são todos iguais. Serão? É feio, ou vergonhoso, ter mais talento, ser mais sonhador, ter mais sorte, sucesso, trabalhar mais e melhor.
Vamos igualar tudo, como lavouras de repolhos, se possível… iguais. E assim, com tudo o que pode ser controlado com remédios, nos tornamos uma geração medicada. Não todos – deixo sempre aberto o espaço da exceção para ser realista, e respeitando o fato de que para muitos os remédios são uma necessidade -, mas uma parcela crescente da população é habitualmente medicada.
Remédios para pressão alta, para dormir, para acordar, para equilibrar as emoções, para emagrecer, para ter músculos, para ter um desempenho sexual fantástico, para ter a ilusão de estar com 30 anos quando se tem 70. Faz alguns anos reina entre nós o diagnóstico de déficit de atenção para um número assustador de crianças.
Não sou psiquiatra, mas a esta altura de minha vida criei e acompanhei e vi muitas crianças mais agitadas, ou distraídas, mas nem por isso precisadas de medicação a torto e a direito. Fala-se, não sei em que lugar deste mundo louco, em botar Ritalina na merenda das escolas públicas. Tal fúria de igualitarismo esconde uma ideologia tola e falsa.
Se déssemos a 100 pessoas a mesma quantidade de dinheiro e as mesmas oportunidades, em dois anos todas teriam destino diferente: algumas multiplicariam o dinheiro; outras o esbanjariam; outras o guardariam; outras ainda o dedicariam ao bem (ou ao mal) alheio.
Então, quem sabe, querer apaziguar todas as crianças e jovens com medicamentos para que não estorvem os professores já desesperados por falta de estímulo e condições, ou para permitir aos pais se preocuparem menos, ou ajudar as babás enquanto os pais trabalham ou fazem academia ou simplesmente viajam, nem valerá a pena.
Teremos mais crianças e jovens aturdidos, crianças e jovens mais violentos e inquietos quando a medicação for suspensa. Bastam, para desatenção, agitação e tantas dificuldades relacionadas, as circunstâncias de vida atual.
Recentemente, uma pediatra experiente me relatou que a cada tantos anos aparecem em seu consultório mais crianças confusas, atônitas, agitadas demais, algumas apenas sofrendo por separações e novos casamentos, em que os filhos, que não querem se separar de ninguém, são puxados de um lado para o outro, sem casa fixa, um centro de referência, um casal de pais sempre os mesmos.
Quem as traz são mães ou pais em igual estado. Correrias, compromissos, ansiedade por estar na crista da onda, por participar e ser o primeiro, por não ficar para trás, por não ser ignorado, por cumprir os horários, as prescrições, os comandos, tudo o que tantas pressões sociais e culturais ordenam, realmente estão nos tornando eternos angustiados e permanentes aflitos.
Mudar de vida é difícil. Em lugar de correr mais, parar para pensar, roubar alguns minutos para olhar, contemplar, meditar, também é difícil, pois é fugir do padrão. Então seguimos em frente, nervosos com nossos filhos mais nervosos. Haja psicólogo, psiquiatra e medicamento para sermos todos uns repolhos iguais.
Fonte: LUFT, Lya. Repolhos iguais. Artigo publicado em edição impressa de VEJA, em 10 mio 2014.
Leia o trecho: “Não se pode mais reprovar crianças e jovens na escola, pois são todos iguais. Serão? É feio, ou vergonhoso, ter mais talento, ser mais sonhador, ter mais sorte, sucesso, trabalhar mais e melhor.” É correto inferir do texto, EXCETO:
 

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2490033 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
TEXTO 2
AS JUSTIFICATIVAS NÃO TÊM FIM, MAS O FATO É QUE AS PESSOAS ESTÃO PERDENDO A CAPACIDADE DE OUVIR. ESPECIALISTAS DESTACAM A IMPORTÂNCIA DE QUERER COMPREENDER O OUTRO
Ação e reação. Lei da física e da vida. Saber ouvir e procurar entender as pessoas são atitudes que fazem bem a quem fala e a quem escuta(D). Pena que essas ações e reações têm sido cada vez mais raras na sociedade contemporânea(C). Pouco se fala e menos se escuta. A capacidade de compreensão, então, se perde em meio à falta de tempo e de paciência, ao individualismo, à dificuldade em se doar e do comportamento egoísta que toma conta do mundo.(A)
O que fazer? Para onde correr? Quem procurar? Ir contra essa maré não é escolha fácil. Requer humildade e esforço. E acima de tudo decisão para estar à disposição do outro. O que significa, muitas vezes, só ouvir e nada falar, como também trocar opiniões e partilhar ideias.
A perda da capacidade de ouvir é também a perda da capacidade de se importar com o outro e de servi-lo. As relações estão superficiais, passageiras e até mesmo o laço mais forte, o familiar, está doente de atenção, de conversa e de escuta.
É preciso acordar diante desse comportamento que invade a sociedade(B) e, como se a embriagasse, não a deixa perceber o mal que causa. Até mesmo as novas tecnologias, inevitáveis e sinônimo da evolução do homem, têm parcela de culpa nesse isolamento de que o ser humano está sendo vítima. Ou vilão?
Falar e ouvir são vitais à convivência, mas as mudanças nas relações sociais, de trabalho, lazer, culturais e dos textos virtuais causaram uma revolução na troca entre as pessoas. Para compreender o outro, além de querer e estar disponível é preciso respeito à vivência interior.
Fonte: MONTEIRO, Lilian. As justificativas
não têm fim, mas o fato é que as pessoas estão perdendo a capacidade de ouvir. Especialistas destacam a importância de querer compreender o outro. Artigo publicado em edição impressa do Estado de Minas, em 1 jun 2014.
Nos trechos abaixo, o vocábulo “que” exerce a mesma função sintática em todos os trechos, EXCETO em:
 

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Em alguns países, a unidade de medida da temperatura é dada em graus Celsius e, em outros, em graus Fahrenheit. As duas unidades de medida estão relacionadas pela expressão:
!$ { \Large { T_C \over 5}} = { \Large { T_F - 32 \over 9}} !$
em que TC denota a temperatura em graus Celsius e TF a temperatura em graus Fahrenheit.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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