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Precipitação pluviométrica (chuva) é medida em milímetros. Um milímetro de chuva significa que, em um metro quadrado de superfície, houve uma precipitação de um litro de água de chuva, ou seja, é a altura da coluna de água quando se coloca um litro de água numa caixa com um metro quadrado de base. Em razão da crise hídrica, uma política de economia de água é a captação da água de chuva em telhados. Se um telhado de uma fábrica tem uma área útil para captação da água de chuva igual a 1 200 metros quadrados, com uma precipitação pluviométrica de 50 milímetros, a quantidade de água captada é de:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
Considere a situação hipotética: Uma servidora de um órgão da Administração Pública Federal foi orientada pelo seu chefe a alterar um documento para favorecer interesses de um comerciante local e sem vínculo com o órgão. Mesmo estando em estágio probatório, a servidora recusou-se a seguir a orientação de seu chefe e representou contra ele no órgão competente. Considerando o que estabelece o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, aprovado pelo Decreto nº 1.171/94 e suas alterações, analise a conduta da servidora e assinale a alternativa CORRETA.
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Considerando as normas aplicáveis ao Sistema de Gestão da Ética do Poder Executivo Federal, instituídas pelo Decreto nº 6.029, de 1º de fevereiro de 2007, as alternativas estão corretas, EXCETO:
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Um carro 1.0 flex era tributado no IPI em 3% até 31/12/2014 (isto é, o preço a ser pago pelo consumidor é o preço básico, mais 3% de IPI sobre o preço básico). O consumidor pagaria por esse carro R$ 25 750,00. A partir de 01/01/2015, esse mesmo carro passou a ser tributado no IPI em 7%, sem qualquer outro aumento. Se esse aumento no IPI for integralmente repassado para o preço do carro, para adquirir o mesmo carro o consumidor terá que desembolsar:
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TEXTO 3
CAMPANHA EDUCATIVA

Disponível em: <http://www.cetsantos.com.br/cet_
interna.asp?arqui=educacao/campanhas_educativas_2009. htm&secao=educacao> Acesso em 3/3/2015.
O produtor utiliza-se de diferentes estratégias de textualização para compor a campanha educativa. Assinale a alternativa que NÃO se sustenta à luz do texto:
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Apresentam-se, a seguir, proposições relativas às funções dos órgãos de apoio e assessoramento previstos no Regimento Geral da Universidade Federal de Lavras:
I – Prestar serviços à comunidade interna da UFLA.
II – Assessorar as atividades acadêmicas e administrativas da UFLA.
III – Formular a política global da UFLA.
IV – Exercer função consultiva na jurisdição universitária nos campos do ensino, da pesquisa e da extensão.
V – Propor normas, procedimentos e ações.
II – Assessorar as atividades acadêmicas e administrativas da UFLA.
III – Formular a política global da UFLA.
IV – Exercer função consultiva na jurisdição universitária nos campos do ensino, da pesquisa e da extensão.
V – Propor normas, procedimentos e ações.
Marque a alternativa CORRETA.
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TEXTO 1
MÁ EDUCAÇÃO E CELULAR
Uma conhecida convidou os quatro netos pré-adolescentes para lanchar. Queria passar um tempo com eles, como fazem as avós. Sentaram-se numa lanchonete. Pediram sanduíches e refrigerantes. Daí, os quatro sacaram os celulares(I). Ficaram todo o tempo trocando mensagens com amigos, rindo e se divertindo. Com cara de mamão murcho, a avó esperou alguma oportunidade de bater papo. Não houve. Agora, ela já prometeu:
– Desisti. Não saio mais com meus netos.
Cada vez mais as pessoas “abandonam” os outros para viver num mundo de relações via celular. Às vezes de maneira assustadora. Vou muito para o Rio de Janeiro, sem carro. No meu trajeto, costumo escolher a Avenida Niemeyer, cuja vista é linda. Mas é cheia de curvas. Durante o trajeto, preciso me acalmar e recitar o mantra “om... ommmm” quando os motoristas atendem seus celulares. Dá medo, com o abismo pela frente! A falta de educação é dos dois lados. Quem liga, se não é atendido, continua tocando sem parar. O motorista muitas vezes atende e diz que não dá para falar. A pessoa do outro lado nem liga e continua o assunto(IV). Alguns atores que eu conheço estão detonando suas carreiras. Ficam no WhatsApp até o momento de gravar. Atuar exige concentração, “entrar” no personagem. Se a pessoa “conversa” por mensagens até o momento exato de interpretar, fará pior. Está com a cabeça em outro lugar.
A praga atingiu até o setor de serviços. Dia destes estava no caixa de uma livraria. A mocinha passava meus livros e revistas com displicência enquanto falava ao celular. De repente, se confundiu. Teve de passar tudo de novo. Desligou. Voltou ao trabalho, mas aí o celular tocou e... a fila atrás de mim só aumentava. O máximo que ouvi da parte dela foi:
– Desculpa.
Tocou de novo, atendeu, tentando colocar meus livros numa sacolinha com uma única mão.
Em certos almoços, mesmo de negócios, é impossível tratar do assunto que importa. O interlocutor escolhe o prato com a orelha no celular(III). Quando desliga, abre para verificar e-mails. Responde. Pacientemente espero. Iniciamos o papo que motivou o almoço. O celular toca novamente. Dá vontade de levantar da mesa e ir embora. Não posso, seria falta de educação. Mas não é pior ficar como espectador enquanto a pessoa resolve suas coisas pelo celular, sem dar continuidade na conversa?
Também adoro um celular. Tenho amigos no exterior e trocamos mensagens diariamente. Mas faço isso quando estou sozinho. Há também soluções rápidas, pessoais e profissionais onde ele ajuda e muito! Mas hummm.... do ponto de vista profissional, nem sei se é tão bom assim. Celular não tem hora. Invade sem pedir permissão. É uma decisão difícil não atender o telefonema de um chefe ou de alguém importante no trabalho(II). Ou seja, a gente trabalha 24 horas direto! Há também quem chame durante uma reunião de trabalho importante. E, como contei no caso do carro, continuam chamando mesmo sem ser atendidas, até tornar o papo profissional impossível. Finalmente, ouço.
– Dá licença, vou atender e encerrar logo esse assunto.
Faço cara de paisagem enquanto a pessoa discute algo que nada tem a ver comigo(V). Penso: seria melhor, muito melhor, não ter marcado reunião nenhuma. Mais fácil seria, sim, me impor através do celular, porque através dele entro na sala de alguém quando quero, sem marcar hora. O aparelhinho invade até situações íntimas. Se fosse só comigo, estaria traumatizado por me sentir pouco interessante. Mas sei de casos onde, entre um beijo e outro, um dos parceiros atende o celular. Para tudo, sai do clima. Quando termina a ligação, é preciso de um tempo para retomar. Mas aí, pode tocar novamente e... enfim, até nos momentos mais eróticos, o aparelhinho atrapalha.
Ainda sou daquele tempo de ter conversas francas e profundas, de olhar nos olhos. Hoje é quase impossível aprofundar-se nos olhos de alguém. Estão fixados na tela de seu modelo de última geração. Conheço algumas raras pessoas que se recusam (ainda!) a ter celular. Cada vez mais, se rendem. A vida ficou impossível sem ele. Eu descobri uma estratégia que sempre funciona, se quero realmente falar com alguém. Convido para jantar, por exemplo. Ela saca o celular. Pego o meu e envio uma mensagem para ela mesma, em frente a mim. Não falha. Seja quem for, acha divertidíssimo. E assim continuamos até o cafezinho. Sem palavras, mas trocando incríveis mensagens pelo celular. Todo mundo acha divertidíssimo.
Walcir Carrasco. Revista Época. Disponível em:
< http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/walcyr-carrasco/noticia/2015/01/bma-educacaob-e-celular.html>. Acesso em: 9/3/2015.
Apresentam-se proposições em que se transcrevem trechos retirados do texto 1:
I – “Daí, os quatro sacaram os celulares.”
II – “É uma decisão difícil não atender o telefonema de um chefe ou de alguém importante no trabalho.”
III – “O interlocutor escolhe o prato com a orelha no celular.”
IV – “A pessoa do outro lado nem liga e continua o assunto.”
V – “Faço cara de paisagem enquanto a pessoa discute algo que nada tem a ver comigo.”
II – “É uma decisão difícil não atender o telefonema de um chefe ou de alguém importante no trabalho.”
III – “O interlocutor escolhe o prato com a orelha no celular.”
IV – “A pessoa do outro lado nem liga e continua o assunto.”
V – “Faço cara de paisagem enquanto a pessoa discute algo que nada tem a ver comigo.”
Considerando o contexto em que os trechos foram retirados, assinale a alternativa cujos trechos NÃO justificam o emprego da expressão “má-educação” no título do texto:
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TEXTO 2
FIU-FIU
Lançaram agora um celular à prova d’água, que você pode usar no chuveiro. Ou em qualquer outro lugar embaixo d’água. No mar, por exemplo.
— Bem, não me espere para o jantar...
— Onde você está?
— Sabe a nossa pesca submarina?
— O que houve?
— Pensei que fosse uma garoupa e era um tubarão. E ele está vindo na minha direção.
— Você ainda está embaixo d’água?!
— Estou.
— E o seu arpão?
— O tubarão engoliu!
— Ligue para a Guarda Costeira!
— Onde você está?
— Sabe a nossa pesca submarina?
— O que houve?
— Pensei que fosse uma garoupa e era um tubarão. E ele está vindo na minha direção.
— Você ainda está embaixo d’água?!
— Estou.
— E o seu arpão?
— O tubarão engoliu!
— Ligue para a Guarda Costeira!
São cada vez mais raros os lugares em que você pode se ver livre de celulares, e agora nem as piscinas estão seguras.
Os celulares são práticos e se tornaram indispensáveis, eu sei, mas empobreceram a vida social. Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha? Ou um casal em outra mesa, os dois mergulhados nos respectivos celulares sem nem se olharem, o que dirá se falarem — a não ser que estejam trocando mensagens silenciosas entre si, o que é ainda mais triste?
Os celulares podem ser perigosos de várias maneiras, mesmo que não derretam o cérebro, como se andou espalhando há algum tempo. Imagino uma velhinha que ganhou um celular dos netos sem que estes se dessem ao trabalho de explicar seu funcionamento para a vovó. Não contaram, por exemplo, que o celular dado assovia quando recebe uma mensagem. É um assovio humano, um nítido fiu-fiu avisando que alguém ligou, e que pode soar a qualquer hora do dia ou da noite. E imagino a vovó, que mora sozinha, dormindo e, de repente, acordando com o assovio. Um fiu-fiu no meio da noite! A vovó, se não morrer imediatamente do coração, pode ficar apavorada. Quem está lá? Um ladrão ou um fantasma assoviador? E o assovio tem algo de galante. A vovó pode muito bem sair da cama, sem saber se está acordada ou sonhando, e caminhar na direção do fiu-fiu sedutor, como se tivessem vindo buscá-la. Alguém pensou nas vovós solitárias quando inventou o assovio?
O fato é que não há mais refúgio. Nem castelos anti-smartphones com um fosso em volta. Eles agora podem atravessar o fosso.
Luiz Fernando Veríssimo Disponível em: <http://oglobo.globo.com/opiniao/fiu-fiu-13464128>. Acesso em 9/3/2015.
Leia o trecho: “O fato é que não há mais refúgio. Nem castelos anti-smartphones com um fosso em volta. Eles agora podem atravessar o fosso”.
O trecho evidencia que o autor:
I – Mostra-se contrário ao avanço da tecnologia.
II – Reconhece que a tecnologia acabou com a privacidade.
III – Enaltece mais uma vantagem dos celulares.
IV – Resigna-se à presença dos smartphopnes.
II – Reconhece que a tecnologia acabou com a privacidade.
III – Enaltece mais uma vantagem dos celulares.
IV – Resigna-se à presença dos smartphopnes.
Assinale a alternativa CORRETA.
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O processo administrativo envolve algumas funções básicas, incluindo a organização. Sobre essa função, é CORRETO afirmar que ela permite
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A Figura apresenta o gráfico do crescimento das matrículas no Ensino Superior Brasileiro desde 1981.

Figura. Evolução das matrículas nas Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e particulares – Brasil.
Fonte: Portal MEC, 2015.
Considerando a tendência de crescimento do número total de matrículas no período de 2003 a 2011 como linear, e se essa tendência continuar a mesma em 2015, teremos, nas Instituições de Ensino Superior do Brasil, um total aproximado de:
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