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Foram encontradas 50 questões.

1080742 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Do ponto de vista das atividades, ou de sua abrangência (ALMEIDA, 2005), em quais as categorias o planejamento pode ser incluído?
 

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1068492 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Bibliometria (statistical bibliography) é um conjunto de leis e princípios empíricos que contribuem para estabelecer os fundamentos teóricos da Ciência da Informação (GUEDES; BORSCHIVER, 2010). Assinale a alternativa correta que contempla as leis bibliométricas e suas respectivas funções:
 

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1052321 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Conforme Luzimar Ferreira (1980), em seu livro Bibliotecas Universitárias Brasileiras, “a estrutura administrativa é muito importante, para que os serviços bibliotecários sejam eficientes e satisfaçam às necessidades e exigências do usuário”. Nesse sentido, centralizar ou descentralizar bibliotecas já foi foco de discussões. Considerando as vantagens de um modelo de biblioteca universitária centralizada, é incorreto afirmar:
 

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1049528 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
A Lei de Licitação Nº 8.666, de 21/6/1993, utilizada no processo de aquisição por compra de materiais informacionais dentro de uma Biblioteca Universitária permite que esta garanta:
I. que todas as compras devem ser realizadas a partir de um orçamento previamente elaborado;
II. a observância do princípio constitucional da isonomia e a seleção da proposta mais vantajosa para a administração, de maneira a assegurar oportunidade igual a todos os interessados e possibilitar o comparecimento ao certame ao maior número possível de concorrentes;
III. a reserva de orçamento aprovado para a compra de materiais que não foram previamente selecionados;
IV. aos interessados devidamente cadastrados ou que atenderam a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia da data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação;
V. o edital como documento legal que rege o processo licitatório, determinando o objeto da compra, os prazos de pagamento e recebimento do material, bem como as demais exigências para a realização da compra.
Neste sentido assinale a opção correta:
 

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1039601 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Na visão de Marília Mendonça (2006), o serviço de referência digital é uma das atividades da biblioteca que utiliza as facilidades oferecidas pela tecnologia, a partir do desenvolvimento da internet e das inúmeras ferramentas que ela oferece. As bibliotecas universitárias/acadêmicas foram as pioneiras no uso das tecnologias para ofertar esses serviços. Tendo por base essas informações, marque a opção em que todos os serviços/produtos são oferecidos pela referência digital.
 

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1020591 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Qual o órgão que a partir de 1963 passou a recomendar a existência de biblioteca como um dos requisitos para o reconhecimento de cursos superiores.
 

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997306 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Dentre os requisitos para avaliação de software para uma unidade de informação, um deles avalia a capacidade do software de ser transferido de um ambiente para outro, estamos falando de:
 

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985665 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
O movimento de acesso livre ao conhecimento tem mudado de forma inexorável o processo de comunicação e informação científica, impulsionado pelos avanços das tecnologias digitais. Dentre as novas formas de publicação e acesso à pesquisa, destacam- se, segundo Björk, em Suzana Mueller (2006), os canais de acesso aberto, listados a seguir:
Primeira Coluna
I. Periódicos científicos eletrônicos com avaliação prévia pelos pares.
II. Servidores de e-prints para áreas específicas.
III. Repositórios institucionais de universidades específicas.
IV. Auto-arquivamento em páginas pessoais dos autores.
Segunda Coluna
( ) reúnem documentos produzidos na instituição;
( ) são utilizadas pelos pesquisadores para a divulgação de sua produção pessoal;
( ) são semelhantes, em aparência, ao modelo tradicional de periódico, com a diferença de serem acessíveis sem pagamento;
( ) disponibiliza textos que são apresentados em eventos e outros canais paralelos aos periódicos tradicionais e também artigos
submetidos, mas ainda não publicados em periódicos tradicionais; Relacione os tipos de canais da primeira coluna com as descrições da segunda coluna.
A relação correta é:
 

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966226 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Segundo Dias e Pires (2003) e Cornway (2001) pode- se afirmar que:
I. Preservação - “É um conjunto de ações e estratégias de ordem administrativa, política e operacional que contribui direta ou indiretamente para a preservação da integridade de informações e significados de um bem cultural.”
II. Conservação - “É um conjunto de ações estabilizadoras que visa observar, estudar e controlar as causas de degradação dos bens culturais, levando à doação de medidas de preservação, minimização ou supressão da deteriorização do acervo, por meio de controle ambiental e de tratamentos específicos (higienização, reparos e acondicionamentos).”
III. Restauração - “É um conjunto de medidas que objetiva estabilizar ou reverter danos físicos ou químicos adquiridos pelo documento ou pelo objeto ao longo do tempo e do uso, intervindo de modo a não comprometer a integridade e o caráter histórico do bem cultural, por meio de técnicas de intervemção direta sobre esse bem.”
IV. Os agentes de degradação podem ser classificados em: biológicos, químicos e físicos.
V. Os agentes químicos podem ser: luz, acidez, poeira, poluição atmosfera, dentre outros.
Neste sentido marque a opção incorreta:
 

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Estamos todos em Avenida Brasil
ARNALDO JABOR - O Estado de S.Paulo
1 de maio de 2012
www.estadao.com.br
Não perco um capítulo da novela Avenida Brasil. Ela chegou em boa (ou má) hora, quando os escândalos em "cachoeira" revelam os intestinos de nossa vida política. Essa novela é um fato novo, porque fala a espectadores da chamada "classe C", essa nova categoria que surge com o crescimento da economia. Muitos diziam: "Ah, classe C? Só veremos banalidades." Nada disso. Talvez tenha acabado a luta pelo o ibope mostrando aos pobres as casas luxuosas de Ipanema. Agora, trata-se da vida da classe média sob a influência moral dos dias atuais. A trama dramática da novela se tece com personagens vitais do dia a dia da maioria dos brasileiros. E isso torna os conflitos
mais densos, mais gerais, mais profundos. A grande qualidade de Avenida Brasil é a conexão entre um verdadeiro enredo de filme de ação com uma aguda psicologia das personagens populares - que em geral eram criadas como "tipos", apenas. Sem contar os grande atores como Débora Falabella, Vera Holtz, Murilo Benício e os outros todos. Há uma mutação em curso no País e a novela toca nesse ponto. A psicopatia está virando o tema central de várias novelas recentes. Em Vale Tudo, a mais antiga, tivemos o surgimento de Maria de Fátima, de Glória Pires, a fundadora da psicopatia no ar; tivemos Flora, com Patrícia Pillar, tivemos Tereza Cristina com Cristiane Torloni, tantas. E agora, Adriana Esteves genial como a malvada da hora. Elas variaram entre uma maldade sutil e melíflua, como Flora, até a brutal voracidade de Carminha.
E essas vilãs traçam um retrato de nosso tempo - a psicopatia virou uma forma de viver e de fazer política. E temos de confessar que as malvadas nos fascinam pela ausência de culpa em seus corações. Na obra de João Emanuel Carneiro houve um diálogo que resume essa doença "pós-utópica" muito bem - Carminha grita para Nina, que chorava: "Não adianta querer me emocionar, porque eu não tenho pena de ninguém - só de mim mesma!" Avenida Brasil tem uma importância cultural e política. Antigamente, nos romances, nos filmes, nos identificávamos com as vítimas; hoje, nos fascinamos com os cruéis. Não torcemos só pelos mocinhos - a verdade é que os heróis são os canalhas. Por quê? Bem. Talvez os psicopatas sejam o nosso futuro.
Com a exposição de um escândalo por dia, de vampiros, gafanhotos, laranjas e fantasmas, com a propaganda estimulando o sexo sem limites, com a ridícula liberdade para irrelevâncias, temos o indivíduo absolutamente desamparado, sem rumo ético. Isso leva a um narcisismo desabrido, que se torna um mecanismo de defesa. Diante do espetáculo da violência, diante dos cadáveres da miséria,
do cinismo corrupto, somos levados a endurecer o coração, endurecer os olhos, para vencer na vida competitiva ou seremos tirados "de linha" como um carro velho. E aí surge o problema: Se não há um Mal claro, como seremos bons? O Mal é sempre o 'outro'. Nunca somos nós. Ninguém diz, de fronte alta: "Eu sou o mal!" Ou: "Muito prazer, Diabo de Oliveira..."
O Bem está virando um luxo e o Mal uma necessidade 'comercial' de sobrevivência. Viver é praticar o Mal. Quem é o Mal? O assaltante faminto ou o assaltado rico? Ou nenhum dos dois? Antigamente, era mole. O Mal era o capitalismo e o Bem o socialismo. Agora, os intelectuais, padres, bondosos profissionais, caridosos de carteirinha, cafetões da miséria, santos oportunistas, articulistas (como eu) estão todos em pânico. Ao denunciar o Mal, vivemos dele. Eu lucro sendo bom e denunciando o Mal. Quanta violência sob a 'santidade',
A loucura é histórica também. Já houve a histeria com a repressão sexual vitoriana, houve o delírio Romântico e totalitário, a paranoia do entre guerras. Hoje, o psicopata veio para ficar. A novela acerta em cheio nessa doença.
É fácil reconhecer o psicopata. Ele não é nervoso ou inseguro. Parece sadio e simpático. Ele em geral tem encanto e inteligência, forjada no interesse sem afetividade ou sem culpa para atrapalhar. Ele tem uma espantosa capacidade de manipulação dos outros, pela mentira, sedução e, se precisar, chantagem. Teremos agora a CPI dos psicopatas. Vai ser um show. Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações, sempre se achando inocente ou "vítima" do mundo, do qual tem de se vingar. Ele, em geral, não delira. Seus atos mais cruéis são justificados como naturais. Ele não sente remorso nem vergonha do que faz (o que nos dá até certa inveja). Ele mente compulsivamente e, muitas vezes, acredita na própria mentira. Não tem "insights" nem aprende com a experiência, simplesmente porque acha que não tem nada a aprender.
Os chamados comportamentos "humanos" estão se esvaindo. O que é o "humano" hoje? O "humano" está virando apenas um lugar-comum para uma bondade politicamente correta, uma tarefa e (muitas vezes) pretexto para ONGs.
O "humano" é histórico também. Talvez não haja mais lugar para esse conceito mutante. Somos 'máquinas desejantes' que se pervertem com o tempo e a necessidade. Durante a ditadura, todos éramos o Bem. O Mal eram os milicos. Acabou a dita e as "vítimas" (dela) pilharam o Estado. O que é o Bem hoje? Como diz Baudrillard, "contra o Mal, só temos o fraco recurso dos direitos humanos".
No Brasil, o grande Mal, não tem importância. O perigo aqui é o pequeno mal, enquistado nos estamentos, nos aparelhos sutis do Estado, nos seculares dogmas jurídicos, nos crimes que são lei. O perigo são os pequenos psicopatas que, quietinhos, nos roem a vida. Aqui, o perigo é o Bem. O Mal do Brasil não é a infinita crueldade das elites sangrentas; o Mal está mais na sua cordialidade. O Mal está no mínimo.
Como nesta novela, vemos que o Brasil está se dividindo entre babacas e psicopatas. Hoje, os babacas estão tentando seguir os psicopatas, por sua eficiência e falta de escrúpulos. Em breve, seremos todos psicopatas.
Assinale a opção que apresenta o trecho cujo vocábulo destacado em negrito está empregado metaforicamente.
 

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