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Foram encontradas 50 questões.

2405214 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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O produto caracterizado por apresentar qualidade de informação, com conteúdo claro, objetivo e direcionado a quem realmente possa ser atraído, identifica, em uma assessoria de imprensa
 

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2405210 Ano: 2010
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Sobre o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, é CORRETO afirmar que ele
 

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2405206 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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São princípios que devem ser observados no telejornalismo, EXCETO:
 

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2405114 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Marque V, para verdadeira, e F, para falsa, nas afirmativas abaixo, sobre os processos de relacionamento das organizações com a mídia.
I. No contato com veículos informativos, é necessário considerar que a organização se apresenta, frente às demais, como um núcleo isolado em seu ambiente de atuação (econômico, político, cultural, científico etc.).
II. A expansão de tecnologias cada vez mais baratas e acessíveis, especialmente as de informática, promovem mudanças substantivas no acesso a informações, gerando demandas por estas em quantidades cada vez maiores.
III. Pela constituição dos aparatos de mídia – dispersos e diversos em suas características – eles se transformaram em campos sociais nos quais interesses tornam-se visíveis na batalha pela conquista da opinião pública.
IV. A caracterização pública dos setores ligados aos governos faculta a organizações dessa natureza uma legitimidade a priori junto à opinião pública que deve ser considerada nos contatos com a mídia para fins de divulgação.
Em relação a essas afirmativas, a sequência CORRETA é
 

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2404841 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Leia atentamente ao excerto de Oi, Campeão!, de Márcia Bitencourt, publicado no site Texto Vivo – Narrativas da Vida Real (www.textovivo.com.br) sobre o boxeador Eder Jofre.
“A luta com o mexicano Medel, no Olimpic Auditorium, em Los Angeles. Após um hook (golpe), doía o fígado e a alma, não podia nem respirar direito. Falei pro meu pai: ‘acho que não vai dar’. Ele disse: ‘Filho, respira fundo’. E me fez massagem. ‘Eder, a sua mãe está ali no canto, torcendo por você, e a sua mulher também, e o povo. Vai que você ganha!’ Respondi: ‘Me joga água que eu vou’. Foi o banho maisgostoso que eu já tomei na vida. Ele me enxugou o rosto, eu fui e ganhei por nocaute. Ele viu que dava. Foi meu pai que venceu essa luta”.
Segundo Mário Erbolato, em Técnicas de codificação em jornalismo (São Paulo: Ática, 1991), o trecho acima se aplica mais adequadamente ao seguinte critério de notícia:
 

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2404612 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Tudo se regenera: tudo toma uma nova face. O jornal é um sintoma, um exemplo desta regeneração. A humanidade, como o vulcão, rebenta uma nova cratera quanto mais fogo lhe ferve no centro. A literatura tinha acaso nos moldes conhecidos em que preenchesse o fim do pensamento humano? Não; nenhum era vasto como o jornal, nenhum liberal, nenhum democrático, como ele. Foi a nova cratera do vulcão.
Tratemos do jornal, esta alavanca que Arquimedes pedia para abalar o mundo, e que o espírito humano, este Arquimedes de todos os séculos,encontrou.
O jornal matará o livro? O livro absorverá o jornal?
A humanidade desde os primeiros tempos tem caminhado em busca de um meio de propagar e perpetuar a idéia. Uma pedra convenientemente levantada era símbolo representativo de um pensamento. A geração que nascia vinha ali contemplar a idéia da geração aniquilada. [...]
Era preciso um gigante para fazer morrer outro gigante. Que novo parto do engenho humano veio nulificar uma arte que reinara por séculos? Evidentemente era mister uma revolução para apear a realeza de um sistema; mas essa revolução devia ser a expressão de um outro sistema de incontestável legitimidade. Era chegada a imprensa, era chegado o livro.
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A humanidade perdia a arquitetura, mas ganhava a imprensa; perdia o edifício, mas ganhava o livro. O livro era um progresso; preenchia as condições do pensamento humano? Decerto; mas faltava ainda alguma coisa; não era ainda a tribuna comum, aberta à família universal, aparecendo sempre com o sol e sendo como ele o centro de um sistema planetário. A forma que correspondia a estas necessidades, a mesa popular para a distribuição do pão eucarístico da publicidade, é propriedade do espírito moderno: é o jornal.
O jornal é a verdadeira forma da república do pensamento. É a locomotiva intelectual em viagem para mundos desconhecidos, é a literatura comum, universal, altamente democrática, reproduzida todos os dias, levando em si a frescura das idéias e o fogo das convicções.
O jornal apareceu, trazendo em si o gérmen de uma revolução. Essa revolução não é só literária, é também social, é econômica, porque é um movimento da humanidade abalando todas as suas eminências, a reação do espírito humano sobre as fórmulas existentes do mundo literário, do mundo econômico e do mundo social.
Quem poderá marcar todas as consequências desta revolução?
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lei eterna, a faculdade radical do espírito humano, é o movimento. Quanto maior for esse movimento mais ele preenche o seu fim, mais se aproxima desses pólos dourados que ele busca há séculos. O livro é um sintoma de movimento? Decerto. Mas estará esse movimento no grau do movimento da imprensa-jornal? Repugno afirmá-lo.
O jornal é reprodução diária do espírito do povo, o espelho comum de todos os fatos e de todos os talentos, onde se reflete, não a idéia de um homem, mas a idéia popular, esta fração da idéia humana.
O livro não está decerto nestas condições; — há aí alguma coisa de limitado e de estreito, se o colocarmos em face do jornal. Depois, o espírito humano tem necessidade de discussão, porque a discussão é movimento. Ora, o livro não se presta a essa necessidade, como o jornal. A discussão pela imprensa-jornal anima-se e toma fogo pela presteza e reprodução diária desta locomoção intelectual. A discussão pelo livro esfria pela morosidade, e esfriando decai, porque a discussão vive pelo fogo. O panfleto não vale um artigo de fundo.
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Não faltará quem lance o nome de utopista. O que acabo, porém, de dizer me parece racional. Mas não confundam a minha idéia. Admitido o aniquilamento do livro pelo jornal, esse aniquilamento não pode ser total. Seria loucura admiti-lo.
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Quem enxergasse na minha idéia uma idolatria pelo jornal teria concebido uma convicção parva. Se argumento assim, se procuro demonstrar a possibilidade do aniquilamento do livro diante do jornal, é porque o jornal é uma expressão, é um sintoma de democracia; e a democracia é o povo, é a humanidade. Desaparecendo as fronteiras sociais, a humanidade realiza o derradeiro passo, para entrar o pórtico da felicidade, essa terra de promissão.
ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, V.III,
1994. Publicado originalmente no Correio Mercantil, Rio de Janeiro, 10 e 12/01/1859. [Fragmento]
São recursos utilizados no texto, EXCETO:
 

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2404454 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Leia atentamente o excerto abaixo, retirado de livro do jornalista Milton Jung:
“Uma maneira de o jornalista escapar das armadilhas (...) é diversificar as fontes, permitindo a pluralidade de idéias. Porém, o que se verifica é a repetição deentrevistados (...). Preste atenção nas entrevistas de rádio sobre os efeitos das drogas na sociedade. O mesmo médico que você ouviu hoje pela manhã em uma emissora, surge falando em outra, à tarde. Daqui a um mês, quando o tema voltar à tona, lá estará o ‘doutor das drogas’ dando seus palpites, mais uma vez. Isso acontece na área de saúde, de segurança pública, urbanismo, genética etc.” (JUNG, Milton. Jornalismo de rádio. São Paulo: Contexto, 2004).
O problema, chamado de “fontismo” pelo autor, torna-se mais acentuado no rádio e na televisão, e possui ainda as seguintes características, EXCETO:
 

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2404222 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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A credibilidade – pedra de toque das relações de confiança entre o público e o jornal e, portanto, o principal capital simbólico do jornalista – decorre de um pacto implícito entre o profissional da informação e o leitor. (Extraído de: SODRÉ, Muniz. A narração do fato - notas para uma teoria do acontecimento. Petrópolis: Vozes, 2009.)
Esse texto refere-se mais adequadamente
 

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2404192 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Leia atentamente ao excerto de Franciscolândia, de Laís Duarte, publicado na seção Esquina, do site da revista Piauí (www.revistapiaui.estadao.com.br).
“Acontece que, mesmo com atributos tão superiores aos do guia Lopes, São Roque não passa de um coadjuvante na cidade que leva seu nome. O município guarda a nascente do rio São Francisco, que brota no alto da serra. São suas águas que abastecem torneiras, bicas e córregos. Em homenagem ao rio e por devoção ao santo, a população faz o que pode. Para não correr o risco de ficar sem água para a família, para os animais e para a lavoura, sem falar no desconforto de ter o corpo possuído pelo diabo, melhor não desgrudar do santo de Assis. Muitos afirmam que em São Roque de Minas todo mundo tem Francisco na família. Francisco Cota, Francisca Silva, Francisco José. Eles representariam cerca de 10% da população de 6 301 moradores, segundo cálculos à moda da casa realizados pelos próprios Franciscos. (...) O povo deve ter razão, porque passam-se as gerações e a multidão de Franciscos só aumenta. De outra parte, o lugar está livre de Wesleys, Wilbersons, Kimberlys e Sheylianes, assim como de Toncruzes, Bredepites, Cauãs e Henricastelis. Se bem que aqui o santo é outro. Se a cidade é imune a essa praga onomástica, o mérito é de São Roque. Que, aliás, era franciscano.”
No glossário jornalístico, o trecho acima atende mais adequadamente a um aspecto de
 

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2403930 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Tudo se regenera: tudo toma uma nova face. O jornal é um sintoma, um exemplo desta regeneração. A humanidade, como o vulcão, rebenta uma nova cratera quanto mais fogo lhe ferve no centro. A literatura tinha acaso nos moldes conhecidos em que preenchesse o fim do pensamento humano? Não; nenhum era vasto como o jornal, nenhum liberal, nenhum democrático, como ele. Foi a nova cratera do vulcão.
Tratemos do jornal, esta alavanca que Arquimedes pedia para abalar o mundo, e que o espírito humano, este Arquimedes de todos os séculos,encontrou.
O jornal matará o livro? O livro absorverá o jornal?
A humanidade desde os primeiros tempos tem caminhado em busca de um meio de propagar e perpetuar a idéia. Uma pedra convenientemente levantada era símbolo representativo de um pensamento. A geração que nascia vinha ali contemplar a idéia da geração aniquilada. [...]
Era preciso um gigante para fazer morrer outro gigante. Que novo parto do engenho humano veio nulificar uma arte que reinara por séculos? Evidentemente era mister uma revolução para apear a realeza de um sistema; mas essa revolução devia ser a expressão de um outro sistema de incontestável legitimidade. Era chegada a imprensa, era chegado o livro.
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A humanidade perdia a arquitetura, mas ganhava a imprensa; perdia o edifício, mas ganhava o livro. O livro era um progresso; preenchia as condições do pensamento humano? Decerto; mas faltava ainda alguma coisa; não era ainda a tribuna comum, aberta à família universal, aparecendo sempre com o sol e sendo como ele o centro de um sistema planetário. A forma que correspondia a estas necessidades, a mesa popular para a distribuição do pão eucarístico da publicidade, é propriedade do espírito moderno: é o jornal.
O jornal é a verdadeira forma da república do pensamento. É a locomotiva intelectual em viagem para mundos desconhecidos, é a literatura comum, universal, altamente democrática, reproduzida todos os dias, levando em si a frescura das idéias e o fogo das convicções.
O jornal apareceu, trazendo em si o gérmen de uma revolução. Essa revolução não é só literária, é também social, é econômica, porque é um movimento da humanidade abalando todas as suas eminências, a reação do espírito humano sobre as fórmulas existentes do mundo literário, do mundo econômico e do mundo social.
Quem poderá marcar todas as consequências desta revolução?
.............................................................................................................................
lei eterna, a faculdade radical do espírito humano, é o movimento. Quanto maior for esse movimento mais ele preenche o seu fim, mais se aproxima desses pólos dourados que ele busca há séculos. O livro é um sintoma de movimento? Decerto. Mas estará esse movimento no grau do movimento da imprensa-jornal? Repugno afirmá-lo.
O jornal é reprodução diária do espírito do povo, o espelho comum de todos os fatos e de todos os talentos, onde se reflete, não a idéia de um homem, mas a idéia popular, esta fração da idéia humana.
O livro não está decerto nestas condições; — há aí alguma coisa de limitado e de estreito, se o colocarmos em face do jornal. Depois, o espírito humano tem necessidade de discussão, porque a discussão é movimento. Ora, o livro não se presta a essa necessidade, como o jornal. A discussão pela imprensa-jornal anima-se e toma fogo pela presteza e reprodução diária desta locomoção intelectual. A discussão pelo livro esfria pela morosidade, e esfriando decai, porque a discussão vive pelo fogo. O panfleto não vale um artigo de fundo.
.............................................................................................................................
Não faltará quem lance o nome de utopista. O que acabo, porém, de dizer me parece racional. Mas não confundam a minha idéia. Admitido o aniquilamento do livro pelo jornal, esse aniquilamento não pode ser total. Seria loucura admiti-lo.
.............................................................................................................................
Quem enxergasse na minha idéia uma idolatria pelo jornal teria concebido uma convicção parva. Se argumento assim, se procuro demonstrar a possibilidade do aniquilamento do livro diante do jornal, é porque o jornal é uma expressão, é um sintoma de democracia; e a democracia é o povo, é a humanidade. Desaparecendo as fronteiras sociais, a humanidade realiza o derradeiro passo, para entrar o pórtico da felicidade, essa terra de promissão.
ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, V.III,
1994. Publicado originalmente no Correio Mercantil, Rio de Janeiro, 10 e 12/01/1859. [Fragmento]
Assinale V, diante das assertivas verdadeiras, e F, diante das falsas.
( ) O termo “este Arquimedes de todos os séculos” refere-se a “espírito humano”.
( ) A pedra “convenientemente levantada”, “símbolo representativo de um pensamento” refere-se à arquitetura.
( ) O jornal é comparado ao pão que alimenta o espírito humano em “a forma que correspondia a estas necessidades, a mesa popular para a distribuição do pão” [...]
A sequência CORRETA é
 

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