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Em 31/12/2008, o patrimônio líquido da Cia Esperteza, uma sociedade anônima de capital aberto, correspondia a R$ 1.800.000,00. Em 2009, obteve lucros de R$ 500.000,00, que tiveram as seguintes destinações: 70% distribuídos aos acionistas e 30% destinados às reservas. Não ocorreram outras modificações nas contas do patrimônio líquido dessa empresa, além das citadas.
Dado esse cenário da Cia Esperteza, considere as demonstrações contábeis a seguir.
I. Balanço Patrimonial.
II. Demonstração dos Fluxos de Caixa.
III. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido.
IV. Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados.
V. Demonstração do Resultado do Exercício.
VI. Demonstração do Valor Adicionado.
II. Demonstração dos Fluxos de Caixa.
III. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido.
IV. Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados.
V. Demonstração do Resultado do Exercício.
VI. Demonstração do Valor Adicionado.
É CORRETO afirmar que, para a Cia Esperteza, as demonstrações contábeis obrigatórias para elaboração e publicação, em 31/12/2009, são:
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Tudo se regenera: tudo toma uma nova face. O jornal é um sintoma, um exemplo desta regeneração. A humanidade, como o vulcão, rebenta uma nova cratera quanto mais fogo lhe ferve no centro. A literatura tinha acaso nos moldes conhecidos em que preenchesse o fim do pensamento humano? Não; nenhum era vasto como o jornal, nenhum liberal, nenhum democrático, como ele. Foi a nova cratera do vulcão.
Tratemos do jornal, esta alavanca que Arquimedes pedia para abalar o mundo, e que o espírito humano, este Arquimedes de todos os séculos,encontrou.
O jornal matará o livro? O livro absorverá o jornal?
A humanidade desde os primeiros tempos tem caminhado em busca de um meio de propagar e perpetuar a idéia. Uma pedra convenientemente levantada era símbolo representativo de um pensamento. A geração que nascia vinha ali contemplar a idéia da geração aniquilada. [...]
Era preciso um gigante para fazer morrer outro gigante. Que novo parto do engenho humano veio nulificar uma arte que reinara por séculos? Evidentemente era mister uma revolução para apear a realeza de um sistema; mas essa revolução devia ser a expressão de um outro sistema de incontestável legitimidade. Era chegada a imprensa, era chegado o livro.
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A humanidade perdia a arquitetura, mas ganhava a imprensa; perdia o edifício, mas ganhava o livro. O livro era um progresso; preenchia as condições do pensamento humano? Decerto; mas faltava ainda alguma coisa; não era ainda a tribuna comum, aberta à família universal, aparecendo sempre com o sol e sendo como ele o centro de um sistema planetário. A forma que correspondia a estas necessidades, a mesa popular para a distribuição do pão eucarístico da publicidade, é propriedade do espírito moderno: é o jornal.
O jornal é a verdadeira forma da república do pensamento. É a locomotiva intelectual em viagem para mundos desconhecidos, é a literatura comum, universal, altamente democrática, reproduzida todos os dias, levando em si a frescura das idéias e o fogo das convicções.
O jornal apareceu, trazendo em si o gérmen de uma revolução. Essa revolução não é só literária, é também social, é econômica, porque é um movimento da humanidade abalando todas as suas eminências, a reação do espírito humano sobre as fórmulas existentes do mundo literário, do mundo econômico e do mundo social.
Quem poderá marcar todas as consequências desta revolução?
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lei eterna, a faculdade radical do espírito humano, é o movimento. Quanto maior for esse movimento mais ele preenche o seu fim, mais se aproxima desses pólos dourados que ele busca há séculos. O livro é um sintoma de movimento? Decerto. Mas estará esse movimento no grau do movimento da imprensa-jornal? Repugno afirmá-lo.
O jornal é reprodução diária do espírito do povo, o espelho comum de todos os fatos e de todos os talentos, onde se reflete, não a idéia de um homem, mas a idéia popular, esta fração da idéia humana.
O livro não está decerto nestas condições; — há aí alguma coisa de limitado e de estreito, se o colocarmos em face do jornal. Depois, o espírito humano tem necessidade de discussão, porque a discussão é movimento. Ora, o livro não se presta a essa necessidade, como o jornal. A discussão pela imprensa-jornal anima-se e toma fogo pela presteza e reprodução diária desta locomoção intelectual. A discussão pelo livro esfria pela morosidade, e esfriando decai, porque a discussão vive pelo fogo. O panfleto não vale um artigo de fundo.
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Não faltará quem lance o nome de utopista. O que acabo, porém, de dizer me parece racional. Mas não confundam a minha idéia. Admitido o aniquilamento do livro pelo jornal, esse aniquilamento não pode ser total. Seria loucura admiti-lo.
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Quem enxergasse na minha idéia uma idolatria pelo jornal teria concebido uma convicção parva. Se argumento assim, se procuro demonstrar a possibilidade do aniquilamento do livro diante do jornal, é porque o jornal é uma expressão, é um sintoma de democracia; e a democracia é o povo, é a humanidade. Desaparecendo as fronteiras sociais, a humanidade realiza o derradeiro passo, para entrar o pórtico da felicidade, essa terra de promissão.
ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, V.III,
1994. Publicado originalmente no Correio Mercantil, Rio de Janeiro, 10 e 12/01/1859. [Fragmento]
São recursos utilizados no texto, EXCETO:
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2404365
Ano: 2010
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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A movimentação de recursos financeiros entre as diversas unidades orçamentárias e administrativas do Governo Federal, que compreende a COTA, o REPASSE e o SUB-REPASSE, constitui-se em
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2404327
Ano: 2010
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Com base nas definições da Portaria 42/99 do Ministério do Planejamento, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) Função: maior nível de agregação das diversas áreas de despesa que competem ao setor público.
( ) Subfunção: representa uma partição da função, visando a agregar determinado subconjunto de despesa do setor público.
( ) Programa: o instrumento de organização da ação governamental, visando à concretização dos objetivos pretendidos, sendo mensurado por indicadores estabelecidos no Orçamento Anual.
( ) Projeto: um instrumento de programação para alcançar o objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de operações, limitadas no tempo, das quais resulta um produto que concorre para a expansão ou o aperfeiçoamento da ação do governo.
( ) Atividade: um instrumento de programação para alcançar o objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de operações que se realizam de modo contínuo e permanente, das quais resulta um produto necessário à manutenção da ação de governo.
A alternativa que corresponde à sequência CORRETA é
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Considere as afirmativas a seguir:
I. O grau de alavancagem financeira (GAF) depende da alíquota da tributação sobre os lucros.
II. Um alto grau de alavacagem operacional (GAO) indica que um pequeno aumento em percentual nas vendas provocará um aumento percentual muito maior no lucro.
III. O grau de alavancagem operacional (GAO) decorre do uso de capitais de terceiros sob forma de empréstimos ou financiamentos.
IV. Quando o retorno sobre ativos (ROA) for maior que o custo da dívida após o efeito da tributação, haverá vantagem no uso dos recursos dos fundos de terceiros.
Com base nas afirmativas, são VERDADEIRAS
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Tudo se regenera: tudo toma uma nova face. O jornal é um sintoma, um exemplo desta regeneração. A humanidade, como o vulcão, rebenta uma nova cratera quanto mais fogo lhe ferve no centro. A literatura tinha acaso nos moldes conhecidos em que preenchesse o fim do pensamento humano? Não; nenhum era vasto como o jornal, nenhum liberal, nenhum democrático, como ele. Foi a nova cratera do vulcão.
Tratemos do jornal, esta alavanca que Arquimedes pedia para abalar o mundo, e que o espírito humano, este Arquimedes de todos os séculos,encontrou.
O jornal matará o livro? O livro absorverá o jornal?
A humanidade desde os primeiros tempos tem caminhado em busca de um meio de propagar e perpetuar a idéia. Uma pedra convenientemente levantada era símbolo representativo de um pensamento. A geração que nascia vinha ali contemplar a idéia da geração aniquilada. [...]
Era preciso um gigante para fazer morrer outro gigante. Que novo parto do engenho humano veio nulificar uma arte que reinara por séculos? Evidentemente era mister uma revolução para apear a realeza de um sistema; mas essa revolução devia ser a expressão de um outro sistema de incontestável legitimidade. Era chegada a imprensa, era chegado o livro.
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A humanidade perdia a arquitetura, mas ganhava a imprensa; perdia o edifício, mas ganhava o livro. O livro era um progresso; preenchia as condições do pensamento humano? Decerto; mas faltava ainda alguma coisa; não era ainda a tribuna comum, aberta à família universal, aparecendo sempre com o sol e sendo como ele o centro de um sistema planetário. A forma que correspondia a estas necessidades, a mesa popular para a distribuição do pão eucarístico da publicidade, é propriedade do espírito moderno: é o jornal.
O jornal é a verdadeira forma da república do pensamento. É a locomotiva intelectual em viagem para mundos desconhecidos, é a literatura comum, universal, altamente democrática, reproduzida todos os dias, levando em si a frescura das idéias e o fogo das convicções.
O jornal apareceu, trazendo em si o gérmen de uma revolução. Essa revolução não é só literária, é também social, é econômica, porque é um movimento da humanidade abalando todas as suas eminências, a reação do espírito humano sobre as fórmulas existentes do mundo literário, do mundo econômico e do mundo social.
Quem poderá marcar todas as consequências desta revolução?
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lei eterna, a faculdade radical do espírito humano, é o movimento. Quanto maior for esse movimento mais ele preenche o seu fim, mais se aproxima desses pólos dourados que ele busca há séculos. O livro é um sintoma de movimento? Decerto. Mas estará esse movimento no grau do movimento da imprensa-jornal? Repugno afirmá-lo.
O jornal é reprodução diária do espírito do povo, o espelho comum de todos os fatos e de todos os talentos, onde se reflete, não a idéia de um homem, mas a idéia popular, esta fração da idéia humana.
O livro não está decerto nestas condições; — há aí alguma coisa de limitado e de estreito, se o colocarmos em face do jornal. Depois, o espírito humano tem necessidade de discussão, porque a discussão é movimento. Ora, o livro não se presta a essa necessidade, como o jornal. A discussão pela imprensa-jornal anima-se e toma fogo pela presteza e reprodução diária desta locomoção intelectual. A discussão pelo livro esfria pela morosidade, e esfriando decai, porque a discussão vive pelo fogo. O panfleto não vale um artigo de fundo.
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Não faltará quem lance o nome de utopista. O que acabo, porém, de dizer me parece racional. Mas não confundam a minha idéia. Admitido o aniquilamento do livro pelo jornal, esse aniquilamento não pode ser total. Seria loucura admiti-lo.
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Quem enxergasse na minha idéia uma idolatria pelo jornal teria concebido uma convicção parva. Se argumento assim, se procuro demonstrar a possibilidade do aniquilamento do livro diante do jornal, é porque o jornal é uma expressão, é um sintoma de democracia; e a democracia é o povo, é a humanidade. Desaparecendo as fronteiras sociais, a humanidade realiza o derradeiro passo, para entrar o pórtico da felicidade, essa terra de promissão.
ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, V.III,
1994. Publicado originalmente no Correio Mercantil, Rio de Janeiro, 10 e 12/01/1859. [Fragmento]
Assinale V, diante das assertivas verdadeiras, e F, diante das falsas.
( ) O termo “este Arquimedes de todos os séculos” refere-se a “espírito humano”.
( ) A pedra “convenientemente levantada”, “símbolo representativo de um pensamento” refere-se à arquitetura.
( ) O jornal é comparado ao pão que alimenta o espírito humano em “a forma que correspondia a estas necessidades, a mesa popular para a distribuição do pão” [...]
A sequência CORRETA é
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A questão devem ser respondidas com base nas informações abaixo e a partir da elaboração das demonstrações contábeis previstas na legislação societária.
A Cia Araras apresentava os seguintes saldos em suas contas, nas datas destacadas:
| Saldos | 31/12/X9 | 21/12/X8 | |
| Capital Social | 550.000,00 | 550.000,00 | |
| Clientes Curto Prazo | 165.000,00 | 143.000,00 | |
| Custo das Mercadorias Vendidas | 440.000,00 | 470.800,00 | |
| Depreciação Acumulada | 88.000,00 | 66.000,00 | |
| Dividendos a Pagar | 42.350,00 | ||
| Despesas c/ Créditos de Liquidação Duvidosa | 1.100,00 | 1.177,00 | |
| Fornecedores Curto Prazo | 110.000,00 | 220.000,00 | |
| Despesas de Depreciação | 55.000,00 | 58.850,00 | |
| Participações no Resultado a Pagar Curto Prazo | 44.000,00 | 55.000,00 | |
| Receita de Vendas de Mercadorias | 1.288.100,00 | 1.378.267,00 | |
| Despesas Financeiras | 3.300,00 | 3.531,00 | |
| Estoques | 550.000,00 | 330.000,00 | |
| Despesas IRPJ/CSLL | 69.300,00 | 74.151,00 | |
| Empréstimos a Sócios Longo Prazo | 220.000,00 | 330.000,00 | |
| Empréstimos a Pagar | 550.000,00 | 495.000,00 | |
| Despesas de Salários e Encargos | 220.000,00 | 235.400,00 | |
| Receitas Financeiras | 5.500,00 | 5.885,00 | |
| Imobilizado | 440.000,00 | 440.000,00 | |
| Impostos a Pagar Curto Prazo | 33.000,00 | 44.000,00 | |
| Impostos Incidentes s/ Vendas | 330.000,00 | 353.100,00 | |
| Investimentos | 110.000,00 | 88.000,00 | |
| IR/ CSLL a Pagar Curto Prazo | 33.000,00 | 55.000,00 | |
| Provisão Para Créditos de Liquidação Duvidosa | 3.300,00 | 2.200,00 | |
| Prejuízos Acumulados | 123.200,00 | ||
| Caixa | 66.000,00 | ||
| Receita Venda Imobilizado | 33.000,00 | 35.310,00 | |
| Salários e Encargos a Pagar Curto Prazo | 44.000,00 | 33.000,00 | |
| Reserva de Lucros | 42.350,00 | - |
Informações:
I. O valor do ICMS incidente sobre as vendas é R$ 210.850,75.
II. O valor do PIS e Cofins incidentes sobre as vendas é R$ 119.149,25.
III. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 108.865,98 de ICMS.
IV. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 55.474,57 de PIS e Cofins.
V. Das despesas com salários e encargos 30% referem-se aos encargos (2/3 INSS e 1/3 FGTS) e o restante (70%) aos salários.
VI. As despesas financeiras foram pagas e as receitas financeiras foram recebidas.
VII. O empréstimo contraído pela empresa foi depositado em caixa.
VIII. Os dividendos são constituídos após a compensação de possíveis prejuízos e constituição de reservas de lucros.
IX. O bem vendido a vista estava totalmente depreciado.
X. A empresa é optante pelo lucro real.
XI. Os empréstimos a pagar possuem carência de 24 meses para início do pagamento.
XII. Os investimentos são de natureza permanente.
II. O valor do PIS e Cofins incidentes sobre as vendas é R$ 119.149,25.
III. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 108.865,98 de ICMS.
IV. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 55.474,57 de PIS e Cofins.
V. Das despesas com salários e encargos 30% referem-se aos encargos (2/3 INSS e 1/3 FGTS) e o restante (70%) aos salários.
VI. As despesas financeiras foram pagas e as receitas financeiras foram recebidas.
VII. O empréstimo contraído pela empresa foi depositado em caixa.
VIII. Os dividendos são constituídos após a compensação de possíveis prejuízos e constituição de reservas de lucros.
IX. O bem vendido a vista estava totalmente depreciado.
X. A empresa é optante pelo lucro real.
XI. Os empréstimos a pagar possuem carência de 24 meses para início do pagamento.
XII. Os investimentos são de natureza permanente.
O valor do patrimônio líquido em 31/12/X9 é de
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Uma empresa assinou um contrato de arrendamento mercantil financeiro, com valor presente de R$ 34.000,00, e 24 parcelas mensais de R$ 2.000,00. O reconhecimento inicial da operação na empresa arrendatária provocará:
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A Industrial Contagem utiliza o sistema de custeamento por processo. Num determinado mês, em que não havia estoque inicial de produtos em elaboração, foi iniciada a produção de 2 000 (duas mil) unidades do produto N, das quais 1 500 (mil e quinhentas) unidades foram acabadas no período. O quadro a seguir apresenta o total dos custos de produção incorridos no período e o grau de acabamento das 500 (quinhentas) unidades remanescentes no final do período em elaboração, por tipo de custo.
| Tipo de Custo |
Total dos Custos Incorridos |
Grau de Acabamento dos Produtos em Elaboração |
| Materiais Diretos | R$ 46.000,00 | 100% |
| Mão-de-obra Direta | R$ 18.500,00 | 70% |
| Custos Indiretos de Produção | R$ 15.750,00 | 50% |
É CORRETO afirmar que, no final do mês, o saldo das contas de Produtos em Elaboração e o valor a ser transferido para a conta de Produtos Acabados serão respectivamente de:
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Considere as afirmativas a seguir:
I. A análise horizontal mostra a importância de cada conta em relação à demonstração financeira a que pertence e, através da comparação com padrões de outras empresas do mesmo seguimento ou com percentuais da própria empresa em anos anteriores, permitir identificar se há itens fora das proporções normais.
II. A análise vertical atinge seu ponto máximo de utilidade, quando aplicada à Demonstração do Resultado. Toda a atividade de uma empresa gira em torno das vendas. São elas que devem determinar o que a empresa pode consumir de cada item de despesa.
III. No Balanço Patrimonial, podemos usar tanto a análise vertical quanto a horizontal. Usando-se a análise vertical, podemos conhecer a estrutura dos recursos aplicados no ativo (bens e direitos), bem como as fontes dos recursos (passivo e patrimônio líquido). Adicionalmente, se utilizarmos a análise horizontal, teremos a evolução de cada item em relação ao primeiro ano da série utilizada para a análise.
Com base nas afirmativas, é CORRETO afirmar que
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