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Foram encontradas 50 questões.

2442109 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Você se encontra no saguão de entrada do Hospital, quando presencia uma criança de aproximadamente 7 anos, subitamente desfalecer.
Assinale a ação/intervenção CORRETA.
 

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2441683 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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São fatores de risco para o desenvolvimento de infecção e sangramento em pacientes com distúrbio hematológico, EXCETO.
 

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2441520 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Em relação ao Processo Doação-Transplante no Brasil é INCORRETO afirmar que
 

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2441178 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do TEXTO. Leia com atenção, antes de respondê-la.
TEXTO
Inovadores solitários trabalham bem com os outros
Enunciado 3010896-1
Tímido e quase surdo, Thomas Edison trabalhava tão obsessivamente em seu laboratório em Nova Jersey que sua própria família mal o conhecia. Ele passou a personificar o mito do gênio solitário, após ajudar a inaugurar a era moderna inventando o fonógrafo e a lâmpada e conquistando mais de mil patentes.
Mas na realidade Edison precisava de ajuda, mesmo que a colaboração não fosse fácil para ele. Nikola Tesla, um assistente frustrado e mal pago, e mais tarde um amargo adversário, descreveu Edison desta maneira: “Ele não tinha hobby, não se interessava por nenhuma diversão e ignorava as mais elementares regras de higiene”.
Desde então, inovadores lutaram com o difícil equilíbrio entre inspiração solitária e realização coletiva, colaborativa. Muitos parecem se inclinar naturalmente para a primeira, mas por pragmatismo adotam a segunda.
Quando Steve Jobs morreu, no ano passado, colegas da Apple lembraram seu estilo muitas vezes bruto e prepotente de liderança, sua arrogância cheia de opiniões e até sua desconsideração pelas regras elementares de higiene. Mas para Jobs a colaboração era essencial. Muitas de suas 313 patentes foram compartilhadas com outras pessoas e, se seus engenheiros e projetistas não cooperassem, ele os demitia.
Como relatou o “Times”, “as patentes também mostram que com frequência Jobs trabalhou com a equipe de desenho industrial para refinar cada detalhe de um produto”.
No livro “Steve Jobs”, Walter Isaacson conta que a Sony tinha todos os ingredientes para dominar a música digital, com uma experiência de usuário integrado que misturava hardware, software e conteúdo. A Apple chegou mais tarde, mas com seus iPods e iTunes criou uma indústria de bilhões de dólares. Sua vantagem? Ao contrário das divisões rivais da Sony, escreveu Isaacson, “Jobs não organizou a Apple em divisões semiautônomas; ele controlava de perto todas as suas equipes e as empurrava para o trabalho como uma empresa coesa e flexível”.
O modelo de colaboração inovadora foram os Laboratórios Bell. Seu campus em Nova Jersey tinha longos corredores com escritórios abertos e seu diretor, Mervin Kelly, incentivava o livre intercâmbio de ideias entre teóricos, físicos, químicos, matemáticos e engenheiros. Na maior parte do século 20, os cientistas da Bell conduziram avanços revolucionários em transistores, fibra óptica, células solares e lasers, para citar só alguns.
“The Idea Factory: Bell LabsandtheGreat Age of American Innovation” [“A Fábrica de Ideias: os Bell Labs e a Grande Era da Inovação Americana”], de Jon Gertner, relata como um teórico, Claude Elwood Shannon, fazia malabarismo enquanto pedalava em uma bicicleta fixa no corredor. Ele também era conhecido por uma teoria da matemática binária que ajudou a criar os computadores digitais.
Mas o que dizer daqueles pensadores pouco sociáveis que não se importam em trocar ideias com um gênio malabarista que pedala no monociclo? Escrevendo na revista “Wired”, Clive Thompson afirmou que, para muitos verdadeiros inovadores, a dinâmica social do “trabalho em equipe incessante” pode ser estressante e causar distração. Thompson ofereceu uma solução grandiosa, mas óbvia: a web.
“Com textos, bate-papo, atualizações, comentários e correio eletrônico, você pode discutir ideias”, escreveu. Mas, ele acrescentou, “pode fazer isso na privacidade”. Ainda melhor, se seus hábitos de higiene estão aquém de suas inovações.
DELANEY, Kevin. Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/thenewyorktimes/2012/04/30/
noticiasnewyorktimes/2830277/inovadores-solitarios-trabalham-bem-com-os-outros.shtml. Acesso em: 14
mai. 2012.
Na construção do período “Ele não tinha hobby, não se interessava por nenhuma diversão e ignorava as mais elementares regras de higiene”, foi usado o processo da coordenação entre as orações. Reescrevendo-o sem alteração de sentido, mas relacionando as orações pelo processo da subordinação, a redação será:
 

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2441017 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Para responder à questão, leia o seguinte caso clínico.
JRT, 36 anos, masculino, cor parda, católico, solteiro, ensino médio, comerciário, renda familiar: 1,5 salário mínimo/mês. Natural de Diamantina; residente em Belo Horizonte - MG. Interna com diagnóstico de SIDA e suspeita de TBC. Procurou o Hospital devido ao surgimento de febre, mal estar geral e lesões em todo o corpo, que suspeitava ser “alergia”. É sua primeira hospitalização. Sono regular, sedentário, gosta de ver TV. No quarto privativo onde se internou não tem TV. Apetite preservado, tolera bem os alimentos. Independente no autocuidado. Apresenta tosse esporádica com expectoração clara. Diurese concentrada. “odor forte“ (SIC). Evacua diariamente. Desconhece alergias, não recebeu imunizações na vida adulta. Se considera homossexual, informa ter tido relações sexuais com parceiros múltiplos sem proteção. Expressou desconhecer transmissão de doenças decorrente dessa prática. Mora sozinho, em barracão alugado. Nega tabagismo, etilismo ou uso de outras drogas. Pais falecidos. Possui 3 irmãos casados, que moram fora de BH. Tem um ou dois amigos, sem namorado no momento.
Ao exame: paciente triste, cobrindo o rosto durante a entrevista. Chora. Lúcido, orientado, fala pouco. T: 37,4ºC, demais parâmetros vitais sem anormalidades. Lesões no couro cabeludo, que se iniciaram na pálpebra inferior D e se disseminaram por todo o corpo: máculas de cor violácea, com edema circundante, algumas com necrose ao centro. Eritema palmar e plantar. Suspeita: “Sarcoma da Kaposi”. Mesmas lesões nos lábios e genitália. Língua saburrosa. Refere dor escore 4 ao deambular, devido a lesões no pé E. Claudica. Paciente sem acompanhante, parece com autoimagem comprometida e acessível aos cuidados da equipe de saúde. Nega uso de medicamentos no domicílio. No hospital, foi prescrita Penicilina endovenosa e analgésicos. Não sabe o que esperar da equipe de enfermagem.
Com base nos dados de saúde coletados é CORRETO afirmar que, segundo a Classificação NANDA Internacional, o paciente desse caso clínico possui os seguintes diagnósticos de enfermagem:
 

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2440839 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Analise e responda a questão, de acordo com Lei nº 8.112, de 11/12/1990 e suas alterações.
São formas de provimento de cargo público, EXCETO:
 

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2437184 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do TEXTO. Leia com atenção, antes de respondê-la.
TEXTO
Inovadores solitários trabalham bem com os outros
Enunciado 2930315-1
Tímido e quase surdo, Thomas Edison trabalhava tão obsessivamente em seu laboratório em Nova Jersey que sua própria família mal o conhecia. Ele passou a personificar o mito do gênio solitário, após ajudar a inaugurar a era moderna inventando o fonógrafo e a lâmpada e conquistando mais de mil patentes.
Mas na realidade Edison precisava de ajuda, mesmo que a colaboração não fosse fácil para ele. Nikola Tesla, um assistente frustrado e mal pago, e mais tarde um amargo adversário, descreveu Edison desta maneira: “Ele não tinha hobby, não se interessava por nenhuma diversão e ignorava as mais elementares regras de higiene”.
Desde então, inovadores lutaram com o difícil equilíbrio entre inspiração solitária e realização coletiva, colaborativa. Muitos parecem se inclinar naturalmente para a primeira, mas por pragmatismo adotam a segunda.
Quando Steve Jobs morreu, no ano passado, colegas da Apple lembraram seu estilo muitas vezes bruto e prepotente de liderança, sua arrogância cheia de opiniões e até sua desconsideração pelas regras elementares de higiene. Mas para Jobs a colaboração era essencial. Muitas de suas 313 patentes foram compartilhadas com outras pessoas e, se seus engenheiros e projetistas não cooperassem, ele os demitia.
Como relatou o “Times”, “as patentes também mostram que com frequência Jobs trabalhou com a equipe de desenho industrial para refinar cada detalhe de um produto”.
No livro “Steve Jobs”, Walter Isaacson conta que a Sony tinha todos os ingredientes para dominar a música digital, com uma experiência de usuário integrado que misturava hardware, software e conteúdo. A Apple chegou mais tarde, mas com seus iPods e iTunes criou uma indústria de bilhões de dólares. Sua vantagem? Ao contrário das divisões rivais da Sony, escreveu Isaacson, “Jobs não organizou a Apple em divisões semiautônomas; ele controlava de perto todas as suas equipes e as empurrava para o trabalho como uma empresa coesa e flexível”.
O modelo de colaboração inovadora foram os Laboratórios Bell. Seu campus em Nova Jersey tinha longos corredores com escritórios abertos e seu diretor, Mervin Kelly, incentivava o livre intercâmbio de ideias entre teóricos, físicos, químicos, matemáticos e engenheiros. Na maior parte do século 20, os cientistas da Bell conduziram avanços revolucionários em transistores, fibra óptica, células solares e lasers, para citar só alguns.
“The Idea Factory: Bell LabsandtheGreat Age of American Innovation” [“A Fábrica de Ideias: os Bell Labs e a Grande Era da Inovação Americana”], de Jon Gertner, relata como um teórico, Claude Elwood Shannon, fazia malabarismo enquanto pedalava em uma bicicleta fixa no corredor. Ele também era conhecido por uma teoria da matemática binária que ajudou a criar os computadores digitais.
Mas o que dizer daqueles pensadores pouco sociáveis que não se importam em trocar ideias com um gênio malabarista que pedala no monociclo? Escrevendo na revista “Wired”, Clive Thompson afirmou que, para muitos verdadeiros inovadores, a dinâmica social do “trabalho em equipe incessante” pode ser estressante e causar distração. Thompson ofereceu uma solução grandiosa, mas óbvia: a web.
“Com textos, bate-papo, atualizações, comentários e correio eletrônico, você pode discutir ideias”, escreveu. Mas, ele acrescentou, “pode fazer isso na privacidade”. Ainda melhor, se seus hábitos de higiene estão aquém de suas inovações.
DELANEY, Kevin. Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/thenewyorktimes/2012/04/30/
noticiasnewyorktimes/2830277/inovadores-solitarios-trabalham-bem-com-os-outros.shtml. Acesso em: 14
mai. 2012.
Assinale a alternativa em que há trecho em que o autor do texto se expressa emitindo uma opinião própria acerca de pessoa ou fato narrado.
 

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2437102 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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A Política Nacional de Humanização (PNH) é um conjunto de princípios e diretrizes que se traduzem em ações nos serviços, nas práticas de saúde, na gestão, em diferentes níveis de complexidade da atenção.
Em relação a PNH, é INCORRETO afirmar que
 

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2436067 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:
Em relação aos distúrbios hidro-eletrolíticos, as alternativas estão corretas, EXCETO.
 

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2435887 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:
O Ministério da Saúde, com o objetivo de minimizar a incidência e/ou a gravidade de doenças imunopreveníveis, oferece, através do Programa Nacional de Imunização, acesso a toda a população um expressivo cardápio de vacinas, disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde ou nos Centros de Referência em Imunobiológicos.
No que se refere à administração das vacinas, é INCORRETO afirmar que
 

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