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Foram encontradas 50 questões.

2430674 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Em relação à prevenção de infecções relacionada a cateteres vasculares, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2429859 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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A Lei nº 8.080 regula, em todo o território brasileiro, as ações e os serviços de saúde. Essa Lei estabelece que estão incluídas, no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS):
I - a participação na formulação da política e execução de ações de saneamento básico.
II - a colaboração na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho.
III - a participação no controle e na fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos.
Em relação às ações apresentadas, são CORRETAS as assertivas
 

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2428881 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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A Síndrome Coronariana Aguda é uma das mais importantes causas de morbimortalidade em nosso meio. No Brasil, estima-se a ocorrência de 300 a 400 mil casos de infarto/ano.
Assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2428448 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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O diagnóstico de enfermagem, além de identificar as necessidades do ser humano que requer atendimento, comporta mais uma dimensão que é
 

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2428090 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Em relação aos transplantes de órgãos, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2427381 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do TEXTO. Leia com atenção, antes de respondê-la.
TEXTO
Inovadores solitários trabalham bem com os outros
Enunciado 2624717-1
Tímido e quase surdo, Thomas Edison trabalhava tão obsessivamente em seu laboratório em Nova Jersey que sua própria família mal o conhecia. Ele passou a personificar o mito do gênio solitário, após ajudar a inaugurar a era moderna inventando o fonógrafo e a lâmpada e conquistando mais de mil patentes.
Mas na realidade Edison precisava de ajuda, mesmo que a colaboração não fosse fácil para ele. Nikola Tesla, um assistente frustrado e mal pago, e mais tarde um amargo adversário, descreveu Edison desta maneira: “Ele não tinha hobby, não se interessava por nenhuma diversão e ignorava as mais elementares regras de higiene”.
Desde então, inovadores lutaram com o difícil equilíbrio entre inspiração solitária e realização coletiva, colaborativa. Muitos parecem se inclinar naturalmente para a primeira, mas por pragmatismo adotam a segunda.
Quando Steve Jobs morreu, no ano passado, colegas da Apple lembraram seu estilo muitas vezes bruto e prepotente de liderança, sua arrogância cheia de opiniões e até sua desconsideração pelas regras elementares de higiene. Mas para Jobs a colaboração era essencial. Muitas de suas 313 patentes foram compartilhadas com outras pessoas e, se seus engenheiros e projetistas não cooperassem, ele os demitia.
Como relatou o “Times”, “as patentes também mostram que com frequência Jobs trabalhou com a equipe de desenho industrial para refinar cada detalhe de um produto”.
No livro “Steve Jobs”, Walter Isaacson conta que a Sony tinha todos os ingredientes para dominar a música digital, com uma experiência de usuário integrado que misturava hardware, software e conteúdo. A Apple chegou mais tarde, mas com seus iPods e iTunes criou uma indústria de bilhões de dólares. Sua vantagem? Ao contrário das divisões rivais da Sony, escreveu Isaacson, “Jobs não organizou a Apple em divisões semiautônomas; ele controlava de perto todas as suas equipes e as empurrava para o trabalho como uma empresa coesa e flexível”.
O modelo de colaboração inovadora foram os Laboratórios Bell. Seu campus em Nova Jersey tinha longos corredores com escritórios abertos e seu diretor, Mervin Kelly, incentivava o livre intercâmbio de ideias entre teóricos, físicos, químicos, matemáticos e engenheiros. Na maior parte do século 20, os cientistas da Bell conduziram avanços revolucionários em transistores, fibra óptica, células solares e lasers, para citar só alguns.
“The Idea Factory: Bell LabsandtheGreat Age of American Innovation” [“A Fábrica de Ideias: os Bell Labs e a Grande Era da Inovação Americana”], de Jon Gertner, relata como um teórico, Claude Elwood Shannon, fazia malabarismo enquanto pedalava em uma bicicleta fixa no corredor. Ele também era conhecido por uma teoria da matemática binária que ajudou a criar os computadores digitais.
Mas o que dizer daqueles pensadores pouco sociáveis que não se importam em trocar ideias com um gênio malabarista que pedala no monociclo? Escrevendo na revista “Wired”, Clive Thompson afirmou que, para muitos verdadeiros inovadores, a dinâmica social do “trabalho em equipe incessante” pode ser estressante e causar distração. Thompson ofereceu uma solução grandiosa, mas óbvia: a web.
“Com textos, bate-papo, atualizações, comentários e correio eletrônico, você pode discutir ideias”, escreveu. Mas, ele acrescentou, “pode fazer isso na privacidade”. Ainda melhor, se seus hábitos de higiene estão aquém de suas inovações.
DELANEY, Kevin. Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/thenewyorktimes/2012/04/30/
noticiasnewyorktimes/2830277/inovadores-solitarios-trabalham-bem-com-os-outros.shtml. Acesso em: 14
mai. 2012.
Os parágrafos de um texto podem ser organizados das seguintes formas:
I - Ordenação por tempo e espaço.
II - Ordenação por enumeração.
III - Ordenação por contraste.
IV - Ordenação por explicitação.
V - Ordenação por causa-consequência.
Em relação a essas formas de organização, no texto lido, o autor utilizou as seguintes formas:
 

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2427341 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do TEXTO. Leia com atenção, antes de respondê-la.
TEXTO
Inovadores solitários trabalham bem com os outros
Enunciado 2624265-1
Tímido e quase surdo, Thomas Edison trabalhava tão obsessivamente em seu laboratório em Nova Jersey que sua própria família mal o conhecia. Ele passou a personificar o mito do gênio solitário, após ajudar a inaugurar a era moderna inventando o fonógrafo e a lâmpada e conquistando mais de mil patentes.
Mas na realidade Edison precisava de ajuda, mesmo que a colaboração não fosse fácil para ele. Nikola Tesla, um assistente frustrado e mal pago, e mais tarde um amargo adversário, descreveu Edison desta maneira: “Ele não tinha hobby, não se interessava por nenhuma diversão e ignorava as mais elementares regras de higiene”.
Desde então, inovadores lutaram com o difícil equilíbrio entre inspiração solitária e realização coletiva, colaborativa. Muitos parecem se inclinar naturalmente para a primeira, mas por pragmatismo adotam a segunda.
Quando Steve Jobs morreu, no ano passado, colegas da Apple lembraram seu estilo muitas vezes bruto e prepotente de liderança, sua arrogância cheia de opiniões e até sua desconsideração pelas regras elementares de higiene. Mas para Jobs a colaboração era essencial. Muitas de suas 313 patentes foram compartilhadas com outras pessoas e, se seus engenheiros e projetistas não cooperassem, ele os demitia.
Como relatou o “Times”, “as patentes também mostram que com frequência Jobs trabalhou com a equipe de desenho industrial para refinar cada detalhe de um produto”.
No livro “Steve Jobs”, Walter Isaacson conta que a Sony tinha todos os ingredientes para dominar a música digital, com uma experiência de usuário integrado que misturava hardware, software e conteúdo. A Apple chegou mais tarde, mas com seus iPods e iTunes criou uma indústria de bilhões de dólares. Sua vantagem? Ao contrário das divisões rivais da Sony, escreveu Isaacson, “Jobs não organizou a Apple em divisões semiautônomas; ele controlava de perto todas as suas equipes e as empurrava para o trabalho como uma empresa coesa e flexível”.
O modelo de colaboração inovadora foram os Laboratórios Bell. Seu campus em Nova Jersey tinha longos corredores com escritórios abertos e seu diretor, Mervin Kelly, incentivava o livre intercâmbio de ideias entre teóricos, físicos, químicos, matemáticos e engenheiros. Na maior parte do século 20, os cientistas da Bell conduziram avanços revolucionários em transistores, fibra óptica, células solares e lasers, para citar só alguns.
“The Idea Factory: Bell LabsandtheGreat Age of American Innovation” [“A Fábrica de Ideias: os Bell Labs e a Grande Era da Inovação Americana”], de Jon Gertner, relata como um teórico, Claude Elwood Shannon, fazia malabarismo enquanto pedalava em uma bicicleta fixa no corredor. Ele também era conhecido por uma teoria da matemática binária que ajudou a criar os computadores digitais.
Mas o que dizer daqueles pensadores pouco sociáveis que não se importam em trocar ideias com um gênio malabarista que pedala no monociclo? Escrevendo na revista “Wired”, Clive Thompson afirmou que, para muitos verdadeiros inovadores, a dinâmica social do “trabalho em equipe incessante” pode ser estressante e causar distração. Thompson ofereceu uma solução grandiosa, mas óbvia: a web.
“Com textos, bate-papo, atualizações, comentários e correio eletrônico, você pode discutir ideias”, escreveu. Mas, ele acrescentou, “pode fazer isso na privacidade”. Ainda melhor, se seus hábitos de higiene estão aquém de suas inovações.
DELANEY, Kevin. Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/thenewyorktimes/2012/04/30/
noticiasnewyorktimes/2830277/inovadores-solitarios-trabalham-bem-com-os-outros.shtml. Acesso em: 14
mai. 2012.
Assinale a alternativa em que é apresentado um trecho em que o autor faz uma comparação irônica para se expressar.
 

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2427136 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do TEXTO. Leia com atenção, antes de respondê-la.
TEXTO
Inovadores solitários trabalham bem com os outros
Enunciado 2621628-1
Tímido e quase surdo, Thomas Edison trabalhava tão obsessivamente em seu laboratório em Nova Jersey que sua própria família mal o conhecia. Ele passou a personificar o mito do gênio solitário, após ajudar a inaugurar a era moderna inventando o fonógrafo e a lâmpada e conquistando mais de mil patentes.
Mas na realidade Edison precisava de ajuda, mesmo que a colaboração não fosse fácil para ele. Nikola Tesla, um assistente frustrado e mal pago, e mais tarde um amargo adversário, descreveu Edison desta maneira: “Ele não tinha hobby, não se interessava por nenhuma diversão e ignorava as mais elementares regras de higiene”.
Desde então, inovadores lutaram com o difícil equilíbrio entre inspiração solitária e realização coletiva, colaborativa. Muitos parecem se inclinar naturalmente para a primeira, mas por pragmatismo adotam a segunda.
Quando Steve Jobs morreu, no ano passado, colegas da Apple lembraram seu estilo muitas vezes bruto e prepotente de liderança, sua arrogância cheia de opiniões e até sua desconsideração pelas regras elementares de higiene. Mas para Jobs a colaboração era essencial. Muitas de suas 313 patentes foram compartilhadas com outras pessoas e, se seus engenheiros e projetistas não cooperassem, ele os demitia.
Como relatou o “Times”, “as patentes também mostram que com frequência Jobs trabalhou com a equipe de desenho industrial para refinar cada detalhe de um produto”.
No livro “Steve Jobs”, Walter Isaacson conta que a Sony tinha todos os ingredientes para dominar a música digital, com uma experiência de usuário integrado que misturava hardware, software e conteúdo. A Apple chegou mais tarde, mas com seus iPods e iTunes criou uma indústria de bilhões de dólares. Sua vantagem? Ao contrário das divisões rivais da Sony, escreveu Isaacson, “Jobs não organizou a Apple em divisões semiautônomas; ele controlava de perto todas as suas equipes e as empurrava para o trabalho como uma empresa coesa e flexível”.
O modelo de colaboração inovadora foram os Laboratórios Bell. Seu campus em Nova Jersey tinha longos corredores com escritórios abertos e seu diretor, Mervin Kelly, incentivava o livre intercâmbio de ideias entre teóricos, físicos, químicos, matemáticos e engenheiros. Na maior parte do século 20, os cientistas da Bell conduziram avanços revolucionários em transistores, fibra óptica, células solares e lasers, para citar só alguns.
“The Idea Factory: Bell LabsandtheGreat Age of American Innovation” [“A Fábrica de Ideias: os Bell Labs e a Grande Era da Inovação Americana”], de Jon Gertner, relata como um teórico, Claude Elwood Shannon, fazia malabarismo enquanto pedalava em uma bicicleta fixa no corredor. Ele também era conhecido por uma teoria da matemática binária que ajudou a criar os computadores digitais.
Mas o que dizer daqueles pensadores pouco sociáveis que não se importam em trocar ideias com um gênio malabarista que pedala no monociclo? Escrevendo na revista “Wired”, Clive Thompson afirmou que, para muitos verdadeiros inovadores, a dinâmica social do “trabalho em equipe incessante” pode ser estressante e causar distração. Thompson ofereceu uma solução grandiosa, mas óbvia: a web.
“Com textos, bate-papo, atualizações, comentários e correio eletrônico, você pode discutir ideias”, escreveu. Mas, ele acrescentou, “pode fazer isso na privacidade”. Ainda melhor, se seus hábitos de higiene estão aquém de suas inovações.
DELANEY, Kevin. Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/thenewyorktimes/2012/04/30/
noticiasnewyorktimes/2830277/inovadores-solitarios-trabalham-bem-com-os-outros.shtml. Acesso em: 14
mai. 2012.
Assinale a alternativa em que o termo destacado pode ser substituído pela palavra ou expressão entre parênteses, sem haver alteração do sentido do original.
 

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2427115 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do TEXTO. Leia com atenção, antes de respondê-la.
TEXTO
Inovadores solitários trabalham bem com os outros
Enunciado 2621369-1
Tímido e quase surdo, Thomas Edison trabalhava tão obsessivamente em seu laboratório em Nova Jersey que sua própria família mal o conhecia. Ele passou a personificar o mito do gênio solitário, após ajudar a inaugurar a era moderna inventando o fonógrafo e a lâmpada e conquistando mais de mil patentes.
Mas na realidade Edison precisava de ajuda, mesmo que a colaboração não fosse fácil para ele. Nikola Tesla, um assistente frustrado e mal pago, e mais tarde um amargo adversário, descreveu Edison desta maneira: “Ele não tinha hobby, não se interessava por nenhuma diversão e ignorava as mais elementares regras de higiene”.
Desde então, inovadores lutaram com o difícil equilíbrio entre inspiração solitária e realização coletiva, colaborativa. Muitos parecem se inclinar naturalmente para a primeira, mas por pragmatismo adotam a segunda.
Quando Steve Jobs morreu, no ano passado, colegas da Apple lembraram seu estilo muitas vezes bruto e prepotente de liderança, sua arrogância cheia de opiniões e até sua desconsideração pelas regras elementares de higiene. Mas para Jobs a colaboração era essencial. Muitas de suas 313 patentes foram compartilhadas com outras pessoas e, se seus engenheiros e projetistas não cooperassem, ele os demitia.
Como relatou o “Times”, “as patentes também mostram que com frequência Jobs trabalhou com a equipe de desenho industrial para refinar cada detalhe de um produto”.
No livro “Steve Jobs”, Walter Isaacson conta que a Sony tinha todos os ingredientes para dominar a música digital, com uma experiência de usuário integrado que misturava hardware, software e conteúdo. A Apple chegou mais tarde, mas com seus iPods e iTunes criou uma indústria de bilhões de dólares. Sua vantagem? Ao contrário das divisões rivais da Sony, escreveu Isaacson, “Jobs não organizou a Apple em divisões semiautônomas; ele controlava de perto todas as suas equipes e as empurrava para o trabalho como uma empresa coesa e flexível”.
O modelo de colaboração inovadora foram os Laboratórios Bell. Seu campus em Nova Jersey tinha longos corredores com escritórios abertos e seu diretor, Mervin Kelly, incentivava o livre intercâmbio de ideias entre teóricos, físicos, químicos, matemáticos e engenheiros. Na maior parte do século 20, os cientistas da Bell conduziram avanços revolucionários em transistores, fibra óptica, células solares e lasers, para citar só alguns.
“The Idea Factory: Bell LabsandtheGreat Age of American Innovation” [“A Fábrica de Ideias: os Bell Labs e a Grande Era da Inovação Americana”], de Jon Gertner, relata como um teórico, Claude Elwood Shannon, fazia malabarismo enquanto pedalava em uma bicicleta fixa no corredor. Ele também era conhecido por uma teoria da matemática binária que ajudou a criar os computadores digitais.
Mas o que dizer daqueles pensadores pouco sociáveis que não se importam em trocar ideias com um gênio malabarista que pedala no monociclo? Escrevendo na revista “Wired”, Clive Thompson afirmou que, para muitos verdadeiros inovadores, a dinâmica social do “trabalho em equipe incessante” pode ser estressante e causar distração. Thompson ofereceu uma solução grandiosa, mas óbvia: a web.
“Com textos, bate-papo, atualizações, comentários e correio eletrônico, você pode discutir ideias”, escreveu. Mas, ele acrescentou, “pode fazer isso na privacidade”. Ainda melhor, se seus hábitos de higiene estão aquém de suas inovações.
DELANEY, Kevin. Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/thenewyorktimes/2012/04/30/
noticiasnewyorktimes/2830277/inovadores-solitarios-trabalham-bem-com-os-outros.shtml. Acesso em: 14
mai. 2012.
Leia o seguinte trecho:
“Mas para Jobs a colaboração era essencial. Muitas de suas 313 patentes foram compartilhadas com outras pessoas e, se seus engenheiros e projetistas não cooperassem, ele os demitia.”
A palavra ou expressão que une os dois períodos desse trecho, sem que haja alteração de sentido é
 

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2427086 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Os enfermeiros têm identificado inúmeras dificuldades no planejamento do quantitativo de recursos humanos. A utilização do Sistema de Classificação de Pacientes (SPC) recomendados pela Resolução COFEN nº 293/2004 é uma das formas de operacionalizar a distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem de acordo com categorias de cuidado (FUGULIN; GAIDZINSKI; CASTILHO, 2005).
Em relação ao SPC, é CORRETO afirmar que ele
 

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