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Foram encontradas 460 questões.

2441797 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: Analise a questão de acordo com Lei nº 8.112, de 11/12/1990, e suas alterações.
Redistribuição é o deslocamento de cargo de provimento efetivo, ocupado ou vago no âmbito do quadro geral de pessoal, para outro órgão ou entidade do mesmo Poder, com prévia apreciação do órgão central do SIPEC, observados os seguintes preceitos, EXCETO:
 

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2441792 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Com relação à técnica de Tompsett, é correto afirmar que é
 

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2441692 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto. Leia-o atentamente, antes de respondê-las.
Anvisa ataca cigarros com sabor, mas jovens resistem a parar de fumar
Bia (nome fictício) tem 15 anos e fuma a caminho da escola, da casa dos amigos, no ponto de ônibus. Mesmo tendo recebido há pouco um diagnóstico de câncer na tireoide. Começou aos 13.
"Meus amigos regulam cigarro, minha mãe nega dinheiro. Sei que faz mal, mas não quero parar agora. A menos que o médico diga que vou morrer por causa do cigarro, e logo."
O caso é extremo, mas o apego é comum. Os jovens sabem que faz mal, mas é raro ouvir algum deles falando em abandonar o vício.
Recentemente uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a proibição de cigarros aromatizados ou com sabor -como menta, baunilha ou cravo- a partir de agosto de 2014. Dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer) apontam que 24% dos estudantes entre 13 e 15 anos já experimentaram tabaco. Um em cada quatro se vicia e 60% deles preferem os aromatizados.
É o caso do estudante Lucas Baranyi, 20, que só fuma mentolado. Começou aos 18 anos, por influência de uma ex-namorada. "Acho que rola um autoengano porque a fumaça e o cheiro são mais fracos e parece que não faz tão mal."
Sobre a proibição da Anvisa, Baranyi é taxativo: "Não acho que essas proibições sejam inteligentes. Se eu parar, não paro feliz. Talvez apenas mude de marca".
Rebecca Catalani, 20, prefere os regulares e refuta a decisão da Anvisa. "Acho errado quando interferem nas minhas escolhas. Já proibiram propaganda e restringiram os locais em que é permitido fumar. Bebida é muito pior e ninguém faz nada." Rebecca aderiu ao tabaco entre amigos, numa rodinha com bebida alcoólica, aos 16 anos. "Tive problemas de ansiedade. Com o tempo, comecei a fumar para acalmar e vi que funciona", diz.
Com Bia foi mais ou menos assim. O câncer apareceu pela primeira vez aos dez anos. O cigarro virou uma válvula de escape na adolescência. "Eu sabia que fumar era um risco, mas resolvi assumir. Não me arrependo. A doença não foi consequência disso."
Para a médica Darlene Dias Pinto, coordenadora do programa de controle do tabaco em São Paulo, do Ministério da Saúde, a resistência é reflexo de imediatismo e comodidade emocional. "As pessoas preferem aliviar um problema com nicotina do que cutucar a ferida mais a fundo. Nunca pensam que são viciadas. E só procuram parar quando sentem os danos à saúde."
As unidades básicas de saúde oferecem acolhimento a tabagistas, que são direcionados a grupos de apoio regionais. Mas, segundo a médica, a procura de jovens é inexpressiva. Só 3% dos tabagistas conseguem abandonar o vício espontaneamente. A maioria tenta até quatro vezes antes de procurar ajuda profissional.
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Cigarros aromatizados e com sabor surgiram nos anos 1970 como parte da estratégia da indústria tabagista para angariar o público jovem, que renegava o gosto amargo dos convencionais no primeiro contato. Estima-se que 50% dos jovens comecem a fumar atraídos por bolinhas de aroma mentolado nos filtros e outros quase "brinquedos" que escondem milhares de substâncias da pesada.
O Ministério da Saúde disponibiliza aos fumantes um programa para ajudá-los a abandonar o vício.
D’ELIA, Renata. Folha de São Paulo, Folhateen, 30 abr. 2012
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que Rebecca Catalani
 

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2441683 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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São fatores de risco para o desenvolvimento de infecção e sangramento em pacientes com distúrbio hematológico, EXCETO.
 

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2441589 Ano: 2012
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Um rapaz de 20 anos foi diagnosticado com o transtorno bipolar do tipo I. Qual a chance do seu irmão gêmeo monozigótico vir a ter o mesmo diagnóstico?
 

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2441532 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Com relação à posição de grupos musculares, é correto afirmar que
 

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2441520 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Em relação ao Processo Doação-Transplante no Brasil é INCORRETO afirmar que
 

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2441469 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Considere as seguintes afirmativas referentes à Internet.
I - O navegador é o software usado para acessar a World Wide Web.
II - O Gmail não pode ser acessado usando o Internet Exlplorer.
III - Intranet é uma rede que interliga computadores de uma instituição
Em relação a essas assertivas, é CORRETO afirmar que são verdadeiras as seguintes
 

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2441444 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e, com base nele, responda à questão.
Um novo realismo
Quem, como eu, admite que a vida é inventada e que a arte é um dos instrumentos dessa invenção terá do fenômeno artístico, obrigatoriamente, uma visão especial.
Não é só através da arte que o homem se inventa e inventa o mundo em que vive: a ciência, a filosofia, a religião também participam dessa invenção, sendo que cada uma delas o faz de maneira diferente, razão por que, creio, foram inventadas.
Se a filosofia inventasse a vida do mesmo modo que a ciência ou a religião o faz, não haveria por que a filosofia existir.
A conclusão inevitável é que todas elas são necessárias, ainda que cada uma a seu modo e sem a mesma importância para as diferentes pessoas. E o curioso -para não dizer maravilhoso- é que, de uma maneira ou de outra, a maioria das pessoas, senão todas, usufrui, ainda que desigualmente, de cada uma delas.
A arte é exemplo disso. Não importa se esta ou aquela pessoa nunca viu a Capela Sistina, porque, no dia em que a vir, se renderá à sua beleza. Isso vale igualmente para a ciência, a religião ou a filosofia, que atuam sobre nossa vida, quer o percebamos ou não.
É que somos seres culturais, e não apenas porque nos apoiamos em valores éticos, estéticos, religiosos, filosóficos, científicos -mas porque eles são constitutivos dessa galáxia inventada que é o mundo humano.
Como numa galáxia cósmica, a diversidade da matéria e as relações de espaço e tempo, de presente, passado e futuro, fazem com que, de algum modo, tudo ali seja atual, já que qualquer um de nós pode encontrar numa frase de Sócrates, num verso de Fernando Pessoa, numa imagem pintada por Rembrandt, a verdade ou a inspiração que nos reconciliará com a vida.
Isso não significa que devamos pensar como Sócrates ou pintar como Rembrandt e, sim, que a invenção do novo não implica a negação do que já foi feito, mas a sua superação dialética.
Todo artista sabe que a arte não nasceu com ele e que um dos sentidos essenciais de sua obra é incorporar-se a essa galáxia cultural que constitui a nossa própria existência.
Não entenda isso como uma proposta de conformismo, que seria contrária à minha própria tese de que o homem se inventa e inventa o seu mundo, já que seria impossível inventá-lo se apenas repetissem o que já existe.
Por isso mesmo, é perfeitamente natural que alguns artistas de hoje busquem expressar-se sem se valer das linguagens artísticas e, sim, antes, repelindo-as, para inventar um modo jamais utilizado por artistas do passado.
Como já observei, entre esses há os que simplesmente negam a arte e outros que pretendem criar arte valendo-se de elementos antiartísticos ou não artísticos.
Em princípio, suas experiências não têm que ser negadas, uma vez que essa sua atitude radical pode suscitar expressões surpreendentes. E isso às vezes ocorre, embora não seja frequente.
Não resta dúvida de que quem opta por uma atitude tão radical merece atenção e crédito, por seu inconformismo e por sua coragem, mas isso, por si só, não basta.
É preciso que dessa opção radical e corajosa resulte alguma coisa que nos comova e se some a esse mundo imaginário de que já falamos. Honestamente, deve-se admitir que a audácia por si só não é valor artístico.
Nada me alegra mais do que me deparar com uma criação artística inovadora, mas, para isso, não basta fugir das normas, das soluções conhecidas e situar-se no polo oposto: é imprescindível que a obra inusitada efetivamente transcenda a banalidade e a sacação apenas cerebral ou extravagante.
O que todos nós queremos é a maravilha, venha de onde vier, surja de onde surgir.
E aqui cabe aquela afirmação minha -que tem sido repetida por mim e até por outras pessoas- de que a arte existe porque a vida não basta. [...]
GULLAR, Ferreira. O novo realismo. Folha de S. Paulo, São Paulo, 27 nov. 2011. (Fragmento).
De acordo com o texto, alguns artistas hoje
 

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2441421 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Homem de 34 anos apresenta-se ao pronto socorro com dispneia progressiva associada à tosse seca e febre. A oroscopia revela candidíase oral e a radiografia de tórax mostra infiltrado intersticial, predominante nas bases pulmonares, bilateralmente, além de pequeno pneumotórax à esquerda. O laboratório inicial revela Hb: 9, leucócitos totais de 8.500, LDH de 980 (VN: 618) e PaO2 68 mmHg (ar ambienta). O paciente informa ter tido um exame positivo para HIV no passado, e ser alérgico à Bactrim® e dipirona.
Com base no exposto, assinale a alternativa CORRETA.
 

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