Foram encontradas 50 questões.
Segunda Parte
As questões apresentadas a seguir têm por base alguns parágrafos do texto da seção Ciência, do Estado de Minas de 7/11/11, “O lado tóxico dos chás populares”, de Marinella Castro, com adaptações.
Sugere, verbo que está no parágrafo citado na questão 17, pode ser substituído por:
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Segunda Parte
As questões apresentadas a seguir têm por base alguns parágrafos do texto da seção Ciência, do Estado de Minas de 7/11/11, “O lado tóxico dos chás populares”, de Marinella Castro, com adaptações.
“Mulheres grávidas devem ficar especialmente atentas ao uso de plantas medicinais, pois muitas podem causar abortos espontâneos. No momento de escolher o chá o melhor mesmo é optar pelas plantas geralmente cultivadas em horta, como hortelã, capim santo e camomila. ‘Essas são muito conhecidas, estudadas e usadas há séculos na medicina tradicional da Europa, onde têm origem’, sugere a professora de fitoterapia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Maria das Graças Brandão.”
Observa-se, em atentas ao uso de plantas medicinais, que atenção é relativa, isto é, deve ser considerada em relação a. Entretanto não ocorre esse valor relativo em:
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As questões apresentadas a seguir têm por base alguns parágrafos do texto da seção Ciência, do Estado de Minas de 7/11/11, “O lado tóxico dos chás populares”, de Marinella Castro, com adaptações.
“Tão úteis à humanidade, as plantas medicinais, que deram origem a uma série de medicamentos usados na atualidade, podem causar efeitos colaterais tão severos quanto os ocasionados pelos remédios sintéticos comprados nas farmácias. A cultura popular de usar as plantas especialmente sob a forma de chás, sem orientação de um médico e mesmo sem observar a procedência de raízes e folhas, é responsável por graves casos de intoxicação.”
O contraste entre os dois aspectos com que as plantas medicinais são vistas desaparece quando se faz esta alteração:
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As questões apresentadas a seguir têm por base alguns parágrafos do texto da seção Ciência, do Estado de Minas de 7/11/11, “O lado tóxico dos chás populares”, de Marinella Castro, com adaptações.
“Na região dos Andes, as raízes tuberosas do yacón são utilizadas pela população como alimento in natura, na preparação de sucos e geleias. As raízes não têm as substâncias lactonas sesquiterpênicas presentes na folha e, por isso, não são tóxicas e podem ser consumidas sem risco. Essas raízes são um excelente alimento para pessoas diabéticas, visto que são ricas em oligofrutanos, que são açúcares que não aumentam os níveis glicêmicos do sangue e ainda contribuem para o bom funcionamento e manutenção da microbiota intestinal.”
O bom uso do pronome relativo e o da pontuação são características da conclusão adequada:
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As questões apresentadas a seguir têm por base alguns parágrafos do texto da seção Ciência, do Estado de Minas de 7/11/11, “O lado tóxico dos chás populares”, de Marinella Castro, com adaptações.
“O chá preparado a partir das folhas do yacón foi administrado por via oral em ratos durante três meses em uma dose equivalente a três xícaras de chá por dia para um humano de 70 quilos. Nessa dose e ao final dos 90 dias de tratamento, os ratos apresentaram um quadro de doença renal crônica, com inflamação e destruição dos tecidos filtrantes do rim (...).”
Foram feitas alterações nessas duas frases:
O chá preparado com as folhas do yacón foi administrado por via oral a ratos, durante três meses, em uma dose equivalente a três xícaras de chá por dia para um humano de 70 quilos. A dose, passados 90 dias de tratamento, os ratos apresentaram um quadro de doença renal crônica, com inflamação e destruição dos tecidos filtrantes do rim (...).
Verifica-se interrupção na sequência da frase com o uso de:
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As questões apresentadas a seguir têm por base alguns parágrafos do texto da seção Ciência, do Estado de Minas de 7/11/11, “O lado tóxico dos chás populares”, de Marinella Castro, com adaptações.
“‘Especialmente erros na dosagem, na forma de preparo do extrato vegetal e também na forma errada de identificação da planta’, ressalta a pesquisadora.”
Compreende-se que ocorrem estes problemas com o uso medicinal das plantas:
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Segunda Parte
As questões apresentadas a seguir têm por base alguns parágrafos do texto da seção Ciência, do Estado de Minas de 7/11/11, “O lado tóxico dos chás populares”, de Marinella Castro, com adaptações.
“O velho ditado ‘se é natural não faz mal’ é combatido por especialistas que apontam riscos bem maiores que os benefícios no uso indiscriminado de plantas, ervas e fitoterápicos.” Esse “combate” a um ditado tão conhecido pode ser interpretado desta maneira:
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Segunda Parte
As questões apresentadas a seguir têm por base alguns parágrafos do texto da seção Ciência, do Estado de Minas de 7/11/11, “O lado tóxico dos chás populares”, de Marinella Castro, com adaptações.
“O velho ditado ‘se é natural não faz mal’ é combatido por especialistas que apontam riscos bem maiores que os benefícios no uso indiscriminado de plantas, ervas e fitoterápicos. Para se ter ideia, são registrados anualmente nos centros de controle de intoxicações do Brasil cerca de 2 mil casos de intoxicações por plantas, muitos levando ao coma e até mesmo à morte. Parte das internações ocorrem devido ao uso inadequado das plantas. ‘Especialmente erros na dosagem, na forma de preparo do extrato vegetal e também na forma errada de identificação da planta’, ressalta a pesquisadora.”
Foram feitos acréscimos na segunda frase do parágrafo destacado, que fica assim:
Para se ter ideia desse uso indiscriminado, são registrados por pesquisadores anualmente em todo centro de controle de intoxicações do Brasil cerca de 2 mil casos de intoxicações por plantas, que levam ao coma e até mesmo à morte.
Verifica-se que não houve alteração de sentido com o acréscimo de:
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Primeira Parte
Prezado candidato, para responder à questão, leia atentamente os dois textos apresentados a seguir.
Texto A
RECEITA. Fazer um texto não é difícil. Como tudo na vida, basta que sigamos um método. Depois de muitos estudos sobre o assunto, tendo consultado desde os mais ancestrais pergaminhos ciganos da Checoslováquia até as últimas pesquisas científicas norte-americanas, juntei conhecimento suficiente para produzir um pequeno tratado sobre o tema. Se o publico aqui não é por vaidade ou capricho, mas porque acho que todo conhecimento deve ser compartido. Dessa forma, tenho esperança, chegará o dia em que todo o saber humano poderá ser reunido e centralizado em um único programa de computador, ou software — que é o termo correto — e vendido a preços módicos nas bancas de jornal, postos de gasolina ou virão grátis nas compras acima de 50 reais nos supermercados Mambo. Aí vai, portanto, a minha modesta contribuição. Como escrever um texto.
Assim como para fazer uma sopa é preciso, antes de mais nada, escolher os ingredientes, para escrever um texto é necessário, primeiramente, selecionar as palavras que vamos usar. Se para os ingredientes da sopa vamos ao mercado, para encontrarmos as palavras recorremos ao dicionário. Algumas considerações desnecessárias (porém interessantes). O dicionário é superior ao mercado em muitos aspectos. Em primeiro lugar, porque no dicionário o preço das palavras não cresce a cada dia — como ocorre com os legumes no mercado —, posto que todas são de graça. Ademais, os dicionários podem ser guardados na estante da sala, o que seria impossível de se fazer com um mercado — não por sua forma, muitas vezes retangular como os dicionários, mas devido ao tamanho (mais provável seria guardar a estante da sala no mercado, mas isso seria inútil tendo em vista que nosso objetivo não é dar cabo da estante e sim escrever um texto). Há uma diferença básica entre os mercados e os dicionários: se nos primeiros os produtos entram novos e saem assim que fiquem velhos, no segundo não se encontra um só artigo novo, pois ser velho é condição sine qua non para estarem ali. Apesar das considerações anteriores, é impossível provar logicamente a superioridade de um mercado sobre um dicionário ou vice-versa. Prova disso é que podemos tanto encontrar dicionário em um bom mercado, como mercado em um bom dicionário. (...)
Por último, cabe destacar que um texto, ao contrário de uma sopa, não alimenta, não esquenta, nem pode ser servido com conchas. Assim como até hoje não tive notícias de nenhuma ONG ou instituição beneficente que saia pelas madrugadas frias distribuindo textos e cobertores para mendigos (embora não seja uma má ideia). Não podemos deixar de mencionar que um texto resulta mais prático que uma sopa, pois pode ser guardado na estante da sala e não precisa ser resfriado nem muito menos congelado. Apesar das considerações anteriores, é impossível provar a superioridade de um texto sobre uma sopa ou vice-versa. Mesmo porque, é possível encontrar tanto letras em boas sopas, quanto sopas nas boas letras. Assim sendo, vamos ficando por aqui. Afinal, os textos e as sopas, os mercados e os dicionários, as palavras grandes, os ingredientes, eu, você, os cientistas norte-americanos e os pergaminhos da Checoslováquia nos assemelhamos numa única coisa: todos, em algum momento, chegamos ao fim.
(http://sitenotadez.net/cronicas, acesso em 11 de outubro de 2011, com adaptações)
Texto B
Com os chats e os orkuts nunca se escreveu tanto. A internet resgatou o gosto pela escrita. Mas é preciso mostrar que são linguagens que não se ajustam a toda situação e quem quiser escrever um texto mais complexo terá outro tipo de esforço. (...) É preciso espalhar amor pelo que se faz como professor. (...) É preciso priorizar a construção do texto, mas deve haver momentos de reflexão sobre os elementos da língua que permitem isso. Não se pode abandonar a gramática, nem haver só o ensino gramaticoide.
(Entrevista de Ingedore Villaça Koch à revista Língua Portuguesa, Ano II, Número 19, de 2007.
“Mas é preciso mostrar que são linguagens que não se ajustam a toda situação e quem quiser escrever um texto mais complexo terá outro tipo de esforço.” Apesar da alteração feita, mantêm-se os vínculos de coesão/coerência em:
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Primeira Parte
Prezado candidato, para responder à questão, leia atentamente os dois textos apresentados a seguir.
Texto A
RECEITA. Fazer um texto não é difícil. Como tudo na vida, basta que sigamos um método. Depois de muitos estudos sobre o assunto, tendo consultado desde os mais ancestrais pergaminhos ciganos da Checoslováquia até as últimas pesquisas científicas norte-americanas, juntei conhecimento suficiente para produzir um pequeno tratado sobre o tema. Se o publico aqui não é por vaidade ou capricho, mas porque acho que todo conhecimento deve ser compartido. Dessa forma, tenho esperança, chegará o dia em que todo o saber humano poderá ser reunido e centralizado em um único programa de computador, ou software — que é o termo correto — e vendido a preços módicos nas bancas de jornal, postos de gasolina ou virão grátis nas compras acima de 50 reais nos supermercados Mambo. Aí vai, portanto, a minha modesta contribuição. Como escrever um texto.
Assim como para fazer uma sopa é preciso, antes de mais nada, escolher os ingredientes, para escrever um texto é necessário, primeiramente, selecionar as palavras que vamos usar. Se para os ingredientes da sopa vamos ao mercado, para encontrarmos as palavras recorremos ao dicionário. Algumas considerações desnecessárias (porém interessantes). O dicionário é superior ao mercado em muitos aspectos. Em primeiro lugar, porque no dicionário o preço das palavras não cresce a cada dia — como ocorre com os legumes no mercado —, posto que todas são de graça. Ademais, os dicionários podem ser guardados na estante da sala, o que seria impossível de se fazer com um mercado — não por sua forma, muitas vezes retangular como os dicionários, mas devido ao tamanho (mais provável seria guardar a estante da sala no mercado, mas isso seria inútil tendo em vista que nosso objetivo não é dar cabo da estante e sim escrever um texto). Há uma diferença básica entre os mercados e os dicionários: se nos primeiros os produtos entram novos e saem assim que fiquem velhos, no segundo não se encontra um só artigo novo, pois ser velho é condição sine qua non para estarem ali. Apesar das considerações anteriores, é impossível provar logicamente a superioridade de um mercado sobre um dicionário ou vice-versa. Prova disso é que podemos tanto encontrar dicionário em um bom mercado, como mercado em um bom dicionário. (...)
Por último, cabe destacar que um texto, ao contrário de uma sopa, não alimenta, não esquenta, nem pode ser servido com conchas. Assim como até hoje não tive notícias de nenhuma ONG ou instituição beneficente que saia pelas madrugadas frias distribuindo textos e cobertores para mendigos (embora não seja uma má ideia). Não podemos deixar de mencionar que um texto resulta mais prático que uma sopa, pois pode ser guardado na estante da sala e não precisa ser resfriado nem muito menos congelado. Apesar das considerações anteriores, é impossível provar a superioridade de um texto sobre uma sopa ou vice-versa. Mesmo porque, é possível encontrar tanto letras em boas sopas, quanto sopas nas boas letras. Assim sendo, vamos ficando por aqui. Afinal, os textos e as sopas, os mercados e os dicionários, as palavras grandes, os ingredientes, eu, você, os cientistas norte-americanos e os pergaminhos da Checoslováquia nos assemelhamos numa única coisa: todos, em algum momento, chegamos ao fim.
(http://sitenotadez.net/cronicas, acesso em 11 de outubro de 2011, com adaptações)
Texto B
Com os chats e os orkuts nunca se escreveu tanto. A internet resgatou o gosto pela escrita. Mas é preciso mostrar que são linguagens que não se ajustam a toda situação e quem quiser escrever um texto mais complexo terá outro tipo de esforço. (...) É preciso espalhar amor pelo que se faz como professor. (...) É preciso priorizar a construção do texto, mas deve haver momentos de reflexão sobre os elementos da língua que permitem isso. Não se pode abandonar a gramática, nem haver só o ensino gramaticoide.
(Entrevista de Ingedore Villaça Koch à revista Língua Portuguesa, Ano II, Número 19, de 2007.
A leitura do Texto A e do Texto B permite que se justifique esta opinião:
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