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Observe a figura abaixo.

O quadrado ABCD representa um alvo para dardos em um parque de diversões. O ponto O é o centro do quadrado e o segmento EF é paralelo ao lado AB e perpendicular a OG. A probabilidade de um jogador que acertou o alvo ter acertado o triângulo AEO é de:
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Juca fez duas aplicações financeiras: R$8.000,00 na poupança e R$7.000,00 num fundo de investimentos. Após um ano, a primeira aplicação rendeu R$900,00 e a segunda, R$800,00.
De acordo com as informações, marque a alternativa correta.
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A venda de uma televisão é anunciada de duas formas: à vista por R$900,00 ou uma entrada e uma prestação, após um mês, ambas de R$480,00. O juro mensal embutido na compra a prazo é, aproximadamente:
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Um marceneiro dispõe de 40 tábuas de madeira de 6 metros cada uma e de 20 tábuas de madeira de 9 metros cada uma. Ele deverá cortar essas 60 tábuas em peças de mesmo comprimento, de modo que o número total de peças seja o menor possível.
O número total de peças será:
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Numa indústria, uma máquina produz 50 peças por hora e pode funcionar no máximo 7 horas diárias. Essa indústria recebeu uma encomenda de 22.500 peças para serem produzidas em um mês e pretende operar com o número mínimo dessas máquinas necessário para viabilizar a tarefa. Deseja-se ainda que as máquinas funcionem o mesmo número de horas diárias. Nessas condições e considerando um mês como tendo 30 dias, qual o número de horas diárias que cada uma dessas máquinas deverá operar?
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Para a resolução da questão, utilize a tabela abaixo.
Na tabela, constam dados populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Censo Demográfico de 2010, referente à população urbana nas várias regiões do Brasil.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico, 2010.
A porcentagem da população rural do Brasil está mais próxima de:
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Para a resolução da questão, utilize a tabela abaixo.
Na tabela, constam dados populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Censo Demográfico de 2010, referente à população urbana nas várias regiões do Brasil.

Fonte: IBGE, Censo Demográfico, 2010.
A região com maior porcentagem de população urbana é:
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Leia, com muita atenção, o texto apresentado a seguir, para responder a questão.
Quando a bola acaba
Fascinante a cumplicidade que surge entre os brasileiros quando o tema é futebol. Não há hierarquia, classe ou raça. Após a hecatombe da última terça-feira (8), faxineiros, financistas, garçons, juristas, crianças e velhos partilham, em pé de igualdade, análises, lamentos, xingamentos e, sobretudo, fabulosas piadas.
É impossível deixar de reconhecer a importância do futebol na constituição de nossa identidade. Afinal, em que outra circunstância da vida brasileira nos igualamos e comungamos de um mesmo destino?
Este precioso patrimônio intangível vem sendo incansável e insaciavelmente corroído há décadas por gatos cada vez mais gordos. Se mais uma simples derrota nos leva a cobrar mudanças incrementais, a falência múltipla face à Alemanha nos obriga a buscar transformações mais profundas e disruptivas. A oportunidade de uma “destruição criadora”, de que nos fala o economista austríaco Joseph Schumpeter, nos foi aberta pelo dilacerante 7 a 1.
Há muito que fazer. Um ponto essencial, no entanto, seria associar radicalmente o futebol à educação. De forma semelhante ao que fizeram os alemães depois do fiasco de 2000, ou como ocorre nos esportes profissionais norte-americanos, só chega ao profissionalismo quem passa pela escola.
Hoje no Brasil são milhares de jovens que, de fato, abandonam o estudo para se submeter a intermináveis e perversas peneiras. A exigência da Lei Pelé para que os clubes cuidem da educação de seus jovens atletas vem sendo cumprida apenas por uma pequena elite de nossos times. Como diversos investigadores do Ministério Público vêm expondo, o garimpo por craques vem gerando uma nova forma de exploração e mercantilização de mão de obra infantil.
Há notícia de familiares que chegam a pagar 25 mil reais para que seus filhos participem de testes nos chamados clubes de formação. Lamentam- se casos de olheiros e “professores” que rapinam pais e mães desesperados para formar um Neymar ou um Thiago Silva.
Apenas uma parte ínfima desse exército terá uma oportunidade. Muitos deles cairão rapidamente nas garras de agentes, que os comercializarão como gado. Estima-se que, somente no ano passado, mil e quinhentos jogadores brasileiros, em sua maioria muito jovens, foram vendidos ao exterior.
Para a imensa maioria dos que se profissionalizam no Brasil está reservado um futuro pouco promissor. Calcula-se que 85% de nossos jogadores profissionais ganhem menos de dois salários mínimos por mês e, em face da estupidez do calendário, ficam desempregados quase metade do ano, como denuncia o Bom Senso Futebol Clube.
O futebol é hoje uma indústria global e implacável, além de tentacular e, nos termos da revista “The Economist”, corrupta. De joia da coroa que um dia encheu os olhos do mundo, o Brasil vem se tornando um mero fornecedor de talentos para exportação, em detrimento de nossos campeonatos e, sobretudo, de um futuro para nossos garotos. O fato é que a imensa maioria ficará sem bola, sem escola e sem perspectiva. Apenas uma conjugação radical desses dois universos poderia transformar o futebol num efetivo instrumento de inclusão para milhares de boleiros das periferias sociais brasileiras e, por que não, melhorar o seu desempenho.
(VIEIRA, Oscar Vilhena. Quando a bola acaba. Folha de S. Paulo, São Paulo, 17 de jul. 2014. Caderno 2, Cotidiano.)
Glossário
Hecatombe: sacrifício de muitas vítimas.
Disrupção: interrupção do curso normal de um processo.
“A exigência da Lei Pelé para que os clubes cuidem da educação de seus jovens atletas vem sendo cumprida apenas por uma pequena elite de nossos times.” (parágrafo 5)
Os clubes tratados como elite são apresentados como:
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Leia, com muita atenção, o texto apresentado a seguir, para responder a questão.
Quando a bola acaba
Fascinante a cumplicidade que surge entre os brasileiros quando o tema é futebol. Não há hierarquia, classe ou raça. Após a hecatombe da última terça-feira (8), faxineiros, financistas, garçons, juristas, crianças e velhos partilham, em pé de igualdade, análises, lamentos, xingamentos e, sobretudo, fabulosas piadas.
É impossível deixar de reconhecer a importância do futebol na constituição de nossa identidade. Afinal, em que outra circunstância da vida brasileira nos igualamos e comungamos de um mesmo destino?
Este precioso patrimônio intangível vem sendo incansável e insaciavelmente corroído há décadas por gatos cada vez mais gordos. Se mais uma simples derrota nos leva a cobrar mudanças incrementais, a falência múltipla face à Alemanha nos obriga a buscar transformações mais profundas e disruptivas. A oportunidade de uma “destruição criadora”, de que nos fala o economista austríaco Joseph Schumpeter, nos foi aberta pelo dilacerante 7 a 1.
Há muito que fazer. Um ponto essencial, no entanto, seria associar radicalmente o futebol à educação. De forma semelhante ao que fizeram os alemães depois do fiasco de 2000, ou como ocorre nos esportes profissionais norte-americanos, só chega ao profissionalismo quem passa pela escola.
Hoje no Brasil são milhares de jovens que, de fato, abandonam o estudo para se submeter a intermináveis e perversas peneiras. A exigência da Lei Pelé para que os clubes cuidem da educação de seus jovens atletas vem sendo cumprida apenas por uma pequena elite de nossos times. Como diversos investigadores do Ministério Público vêm expondo, o garimpo por craques vem gerando uma nova forma de exploração e mercantilização de mão de obra infantil.
Há notícia de familiares que chegam a pagar 25 mil reais para que seus filhos participem de testes nos chamados clubes de formação. Lamentam- se casos de olheiros e “professores” que rapinam pais e mães desesperados para formar um Neymar ou um Thiago Silva.
Apenas uma parte ínfima desse exército terá uma oportunidade. Muitos deles cairão rapidamente nas garras de agentes, que os comercializarão como gado. Estima-se que, somente no ano passado, mil e quinhentos jogadores brasileiros, em sua maioria muito jovens, foram vendidos ao exterior.
Para a imensa maioria dos que se profissionalizam no Brasil está reservado um futuro pouco promissor. Calcula-se que 85% de nossos jogadores profissionais ganhem menos de dois salários mínimos por mês e, em face da estupidez do calendário, ficam desempregados quase metade do ano, como denuncia o Bom Senso Futebol Clube.
O futebol é hoje uma indústria global e implacável, além de tentacular e, nos termos da revista “The Economist”, corrupta. De joia da coroa que um dia encheu os olhos do mundo, o Brasil vem se tornando um mero fornecedor de talentos para exportação, em detrimento de nossos campeonatos e, sobretudo, de um futuro para nossos garotos. O fato é que a imensa maioria ficará sem bola, sem escola e sem perspectiva. Apenas uma conjugação radical desses dois universos poderia transformar o futebol num efetivo instrumento de inclusão para milhares de boleiros das periferias sociais brasileiras e, por que não, melhorar o seu desempenho.
(VIEIRA, Oscar Vilhena. Quando a bola acaba. Folha de S. Paulo, São Paulo, 17 de jul. 2014. Caderno 2, Cotidiano.)
Glossário
Hecatombe: sacrifício de muitas vítimas.
Disrupção: interrupção do curso normal de um processo.
No parágrafo 5, usou-se o verbo submeter (submeter-se a, sujeitar-se a, entregar-se a): “Hoje no Brasil são milhares de jovens que, de fato, abandonam o estudo para se submeter a intermináveis e perversas peneiras”.
Haveria, porém, o artigo e, portanto, crase, se o complemento do verbo fosse:
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Leia, com muita atenção, o texto apresentado a seguir, para responder a questão.
Quando a bola acaba
Fascinante a cumplicidade que surge entre os brasileiros quando o tema é futebol. Não há hierarquia, classe ou raça. Após a hecatombe da última terça-feira (8), faxineiros, financistas, garçons, juristas, crianças e velhos partilham, em pé de igualdade, análises, lamentos, xingamentos e, sobretudo, fabulosas piadas.
É impossível deixar de reconhecer a importância do futebol na constituição de nossa identidade. Afinal, em que outra circunstância da vida brasileira nos igualamos e comungamos de um mesmo destino?
Este precioso patrimônio intangível vem sendo incansável e insaciavelmente corroído há décadas por gatos cada vez mais gordos. Se mais uma simples derrota nos leva a cobrar mudanças incrementais, a falência múltipla face à Alemanha nos obriga a buscar transformações mais profundas e disruptivas. A oportunidade de uma “destruição criadora”, de que nos fala o economista austríaco Joseph Schumpeter, nos foi aberta pelo dilacerante 7 a 1.
Há muito que fazer. Um ponto essencial, no entanto, seria associar radicalmente o futebol à educação. De forma semelhante ao que fizeram os alemães depois do fiasco de 2000, ou como ocorre nos esportes profissionais norte-americanos, só chega ao profissionalismo quem passa pela escola.
Hoje no Brasil são milhares de jovens que, de fato, abandonam o estudo para se submeter a intermináveis e perversas peneiras. A exigência da Lei Pelé para que os clubes cuidem da educação de seus jovens atletas vem sendo cumprida apenas por uma pequena elite de nossos times. Como diversos investigadores do Ministério Público vêm expondo, o garimpo por craques vem gerando uma nova forma de exploração e mercantilização de mão de obra infantil.
Há notícia de familiares que chegam a pagar 25 mil reais para que seus filhos participem de testes nos chamados clubes de formação. Lamentam- se casos de olheiros e “professores” que rapinam pais e mães desesperados para formar um Neymar ou um Thiago Silva.
Apenas uma parte ínfima desse exército terá uma oportunidade. Muitos deles cairão rapidamente nas garras de agentes, que os comercializarão como gado. Estima-se que, somente no ano passado, mil e quinhentos jogadores brasileiros, em sua maioria muito jovens, foram vendidos ao exterior.
Para a imensa maioria dos que se profissionalizam no Brasil está reservado um futuro pouco promissor. Calcula-se que 85% de nossos jogadores profissionais ganhem menos de dois salários mínimos por mês e, em face da estupidez do calendário, ficam desempregados quase metade do ano, como denuncia o Bom Senso Futebol Clube.
O futebol é hoje uma indústria global e implacável, além de tentacular e, nos termos da revista “The Economist”, corrupta. De joia da coroa que um dia encheu os olhos do mundo, o Brasil vem se tornando um mero fornecedor de talentos para exportação, em detrimento de nossos campeonatos e, sobretudo, de um futuro para nossos garotos. O fato é que a imensa maioria ficará sem bola, sem escola e sem perspectiva. Apenas uma conjugação radical desses dois universos poderia transformar o futebol num efetivo instrumento de inclusão para milhares de boleiros das periferias sociais brasileiras e, por que não, melhorar o seu desempenho.
(VIEIRA, Oscar Vilhena. Quando a bola acaba. Folha de S. Paulo, São Paulo, 17 de jul. 2014. Caderno 2, Cotidiano.)
Glossário
Hecatombe: sacrifício de muitas vítimas.
Disrupção: interrupção do curso normal de um processo.
“Fascinante a cumplicidade que surge entre os brasileiros quando o tema é futebol.”
A frase inicial do texto, embora direcione parte da argumentação que se apresenta, permite este acréscimo:
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