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1422588 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Se fazer entender

É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

Leia com atenção o segundo parágrafo do texto. De acordo com ele, pode-se concluir que:
 

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1422587 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

De acordo com o terceiro parágrafo do texto, só não se pode concluir que:
 

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1422447 Ano: 2017
Disciplina: Português
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Se fazer entender

É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

Para o quarto parágrafo, está correta a seguinte interpretação:
 

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É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

De acordo com o quinto parágrafo,
 

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1414138 Ano: 2017
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É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

De acordo com o primeiro parágrafo:
 

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Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

Ainda de acordo com o segundo parágrafo,
 

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1414136 Ano: 2017
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Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

Observe com atenção este excerto do sexto parágrafo:

“Se eu lhe pedir ‘não pense na cor verde’, você irá pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido.”

No dia a dia, o efeito dessa frase só não pode ser comprovado com a seguinte expressão:

 

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294061 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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O custo da produção, sob a ótica contábil, poderia ser expresso por meio de uma composição formada por três elementos básicos, descritos como:

 

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294060 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Em relação à forma de associação dos custos com os produtos fabricados, os primeiros custos podem ser classificados de diferentes formas quanto à aplicabilidade em, exceto:

 

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294056 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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As funções gerenciais mais relevantes da Contabilidade de Custos são:

 

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