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294040 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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A empresa Ouro Preto Ltda apresentou o balanço encerrado em 31/12/X1. Analise os índices calculados abaixo.

ATIVO

31-12-20X1 R$

AV

Ativo circulante

169.000,00

40,33%

Ativo não circulante

250.000,00

59,67%

Realizável a longo prazo

0 0

Imobilizado

250.000,00

59,67%

TOTAL

419.000,00

100%

PASSIVO

31-12-20X1 R$

AV

Passivo circulante

84.000,00

20,05%

Exigível a longo prazo

35.000,00

8,35%

Patrimônio líquido

300.000,00

71,60%

TOTAL

419.000,00

100%

Marque a alternativa correta.

 

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294037 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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As demonstrações contábeis elaboradas de acordo com o que prescreve o Pronunciamento Contábil CPC 00 – Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro, têm como objetivo:

 

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294033 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Considere os saldos apresentados da empresa Ouro Preto Ltda, nas contas especificadas a seguir:

\( \bullet \) Custo da Mercadoria Vendida R$ 288.000,00

\( \bullet \) Descontos Concedidos Incondicionais R$ 12.000,00

\( \bullet \) Despesas Administrativas R$ 35.000,00

\( \bullet \) Despesas Financeiras R$ 13.000,00

\( \bullet \) ICMS sobre Vendas R$ 122.400,00

\( \bullet \) Provisão para Contribuição Social sobre Lucro R$ 18.551,00

\( \bullet \) Provisão para Imposto de Renda R$ 30.918,00

\( \bullet \) Vendas Canceladas R$ 10.000,00

\( \bullet \) Vendas de Mercadorias R$ 840.000,00

O lucro bruto e o resultado líquido são, respectivamente:

 

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294028 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Pode-se afirmar que o critério básico que norteia a análise de balanços é a comparação. Desse modo, compare os índices encontrados nos balanços abaixo.

ATIVO

31-12-20X1 R$ AH 31-12-20X2 R$ AH 31-12-20X3 R$

AH

Ativo circulante

100.000,00 100 110.000,00 110,00 95.000,00

86,36

Realizável a longo prazo

160.000,00 100 184.000,00 115,00 192.000,00

104,35

Imobilizado

300.000,00 100 390.000,00 130,00 445.000,00

114,10

TOTAL

560.000,00 100 684.000,00 122,14 732.000,00

107,02

PASSIVO

31-12-20X1 R$ AH 31-12-20X2 R$ AH 31-12-20X3 R$

AH

Passivo circulante

70.000,00 100 90.300,00 129,00 106.400,00

117,83

Exigível a longo prazo

150.000,00 100 200.000,00 133,33 235.000,00

117,50

Patrimônio líquido

340.000,00 100 393.700,00 115,79 390.600,00

99,21

TOTAL

560.000,00 100 684.000,00 122,14 732.000,00

107,02

Marque a alternativa correta.

 

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294027 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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O Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC 00, no item Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro, tem como um de seus objetivos trazer informações acerca dos recursos econômicos da entidade que reporta a informação, as reivindicações e as mudanças nos recursos.

De acordo com o CPC 00, as informações sobre recursos econômicos e reivindicações:

 

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294025 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Um lote de mercadorias foi adquirido de um fornecedor no exterior pelo valor correspondente a R$ 900.000,00. Adicionalmente, a empresa pagou os seguintes valores para ter as mercadorias em condições de venda:

\( \bullet \) R$ 100.000,00 de frete, incluindo o transporte marítimo para trazer a mercadoria do país de origem e o transporte local até a empresa.

\( \bullet \) R$ 30.000,00 de taxas e tarifas alfandegárias para ingresso das mercadorias no país.

\( \bullet \) R$ 30.000,00 de impostos, sendo que R$ 20.000,00 deles correspondem a impostos compensáveis pela empresa na ocasião da venda da mercadoria.

A empresa não tinha saldo de estoque antes dessa compra e vendeu 80% (oitenta por cento) do lote adquirido. O valor contabilizado como Custo das Mercadorias Vendidas no momento da venda, exclusivamente em relação à parcela desse lote vendida, foi:

 

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294024 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Mensuração é o processo que consiste em determinar os montantes monetários por meio dos quais os elementos das demonstrações contábeis devem ser reconhecidos e apresentados no balanço patrimonial e na demonstração do resultado. Esse processo envolve a seleção da base específica de mensuração. Um número variado de bases de mensuração é empregado em diferentes graus e em variadas combinações nas demonstrações contábeis. Essas bases incluem:

 

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293970 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Se fazer entender

É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

Ainda de acordo com o sexto parágrafo: “... a palavra ‘não’ existe apenas na linguagem e não na experiência...”, substituindo “não” por “negativas”, como ficaria a frase se for reescrita de acordo com o padrão culto da língua?
 

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293969 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Se fazer entender

É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

"Todas as variedades linguísticas são estruturadas e correspondem a sistemas e subsistemas adequados às necessidades de seus usuários. Mas o fato de estar a língua fortemente ligada à estrutura social e aos sistemas de valores da sociedade conduz a uma avaliação distinta das características das suas diversas modalidades regionais, sociais e estilísticas. A língua padrão, por exemplo, embora seja uma entre as muitas variedades de um idioma, é sempre a mais prestigiosa, porque atua como modelo, como norma, como ideal linguístico de uma comunidade. Do valor normativo decorre a sua função coercitiva sobre as outras variedades, com o que se torna uma ponderável força contrária à variação."

(CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 6.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.)

De acordo com o texto, não é exemplo passível de coerção da variedade padrão da língua

 

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293964 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Se fazer entender

É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

Observe com atenção o excerto do nono parágrafo a seguir.

“Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras.”

Assinale a opção de reescrita contraria a variedade padrão da língua.

 

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