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A empresa Ouro Preto Ltda apresentou o balanço encerrado em 31/12/X1. Analise os índices calculados abaixo.
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ATIVO |
31-12-20X1 R$ |
AV |
|
Ativo circulante |
169.000,00 |
40,33% |
|
Ativo não circulante |
250.000,00 |
59,67% |
|
Realizável a longo prazo |
0 | 0 |
|
Imobilizado |
250.000,00 |
59,67% |
|
TOTAL |
419.000,00 |
100% |
|
PASSIVO |
31-12-20X1 R$ |
AV |
|
Passivo circulante |
84.000,00 |
20,05% |
|
Exigível a longo prazo |
35.000,00 |
8,35% |
|
Patrimônio líquido |
300.000,00 |
71,60% |
|
TOTAL |
419.000,00 |
100% |
Marque a alternativa correta.
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As demonstrações contábeis elaboradas de acordo com o que prescreve o Pronunciamento Contábil CPC 00 – Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro, têm como objetivo:
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Considere os saldos apresentados da empresa Ouro Preto Ltda, nas contas especificadas a seguir:
\( \bullet \) Custo da Mercadoria Vendida R$ 288.000,00
\( \bullet \) Descontos Concedidos Incondicionais R$ 12.000,00
\( \bullet \) Despesas Administrativas R$ 35.000,00
\( \bullet \) Despesas Financeiras R$ 13.000,00
\( \bullet \) ICMS sobre Vendas R$ 122.400,00
\( \bullet \) Provisão para Contribuição Social sobre Lucro R$ 18.551,00
\( \bullet \) Provisão para Imposto de Renda R$ 30.918,00
\( \bullet \) Vendas Canceladas R$ 10.000,00
\( \bullet \) Vendas de Mercadorias R$ 840.000,00
O lucro bruto e o resultado líquido são, respectivamente:
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Pode-se afirmar que o critério básico que norteia a análise de balanços é a comparação. Desse modo, compare os índices encontrados nos balanços abaixo.
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ATIVO |
31-12-20X1 R$ | AH | 31-12-20X2 R$ | AH | 31-12-20X3 R$ |
AH |
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Ativo circulante |
100.000,00 | 100 | 110.000,00 | 110,00 | 95.000,00 |
86,36 |
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Realizável a longo prazo |
160.000,00 | 100 | 184.000,00 | 115,00 | 192.000,00 |
104,35 |
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Imobilizado |
300.000,00 | 100 | 390.000,00 | 130,00 | 445.000,00 |
114,10 |
|
TOTAL |
560.000,00 | 100 | 684.000,00 | 122,14 | 732.000,00 |
107,02 |
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PASSIVO |
31-12-20X1 R$ | AH | 31-12-20X2 R$ | AH | 31-12-20X3 R$ |
AH |
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Passivo circulante |
70.000,00 | 100 | 90.300,00 | 129,00 | 106.400,00 |
117,83 |
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Exigível a longo prazo |
150.000,00 | 100 | 200.000,00 | 133,33 | 235.000,00 |
117,50 |
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Patrimônio líquido |
340.000,00 | 100 | 393.700,00 | 115,79 | 390.600,00 |
99,21 |
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TOTAL |
560.000,00 | 100 | 684.000,00 | 122,14 | 732.000,00 |
107,02 |
Marque a alternativa correta.
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O Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC 00, no item Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro, tem como um de seus objetivos trazer informações acerca dos recursos econômicos da entidade que reporta a informação, as reivindicações e as mudanças nos recursos.
De acordo com o CPC 00, as informações sobre recursos econômicos e reivindicações:
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Um lote de mercadorias foi adquirido de um fornecedor no exterior pelo valor correspondente a R$ 900.000,00. Adicionalmente, a empresa pagou os seguintes valores para ter as mercadorias em condições de venda:
\( \bullet \) R$ 100.000,00 de frete, incluindo o transporte marítimo para trazer a mercadoria do país de origem e o transporte local até a empresa.
\( \bullet \) R$ 30.000,00 de taxas e tarifas alfandegárias para ingresso das mercadorias no país.
\( \bullet \) R$ 30.000,00 de impostos, sendo que R$ 20.000,00 deles correspondem a impostos compensáveis pela empresa na ocasião da venda da mercadoria.
A empresa não tinha saldo de estoque antes dessa compra e vendeu 80% (oitenta por cento) do lote adquirido. O valor contabilizado como Custo das Mercadorias Vendidas no momento da venda, exclusivamente em relação à parcela desse lote vendida, foi:
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Mensuração é o processo que consiste em determinar os montantes monetários por meio dos quais os elementos das demonstrações contábeis devem ser reconhecidos e apresentados no balanço patrimonial e na demonstração do resultado. Esse processo envolve a seleção da base específica de mensuração. Um número variado de bases de mensuração é empregado em diferentes graus e em variadas combinações nas demonstrações contábeis. Essas bases incluem:
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Se fazer entender
É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras
Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo
com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta
fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo
de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.
A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a
criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que
dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa
da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o
poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são
ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.
Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação
efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer
acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.
Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o
motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo
que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam
ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a
situação.
O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar
com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas
com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e
descomplicada.
Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,
então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da
mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá
pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante
falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.
Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível
utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por
exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer
isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.
Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do
verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou
conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale
“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é
substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de
agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.
Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e
as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que
não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para
sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a
forma com que usamos algumas palavras.
A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é
verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.
Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)
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Se fazer entender
É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras
Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo
com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta
fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo
de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.
A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a
criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que
dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa
da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o
poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são
ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.
Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação
efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer
acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.
Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o
motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo
que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam
ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a
situação.
O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar
com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas
com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e
descomplicada.
Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,
então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da
mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá
pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante
falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.
Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível
utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por
exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer
isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.
Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do
verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou
conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale
“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é
substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de
agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.
Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e
as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que
não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para
sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a
forma com que usamos algumas palavras.
A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é
verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.
Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)
"Todas as variedades linguísticas são estruturadas e correspondem a sistemas e subsistemas adequados às necessidades de seus usuários. Mas o fato de estar a língua fortemente ligada à estrutura social e aos sistemas de valores da sociedade conduz a uma avaliação distinta das características das suas diversas modalidades regionais, sociais e estilísticas. A língua padrão, por exemplo, embora seja uma entre as muitas variedades de um idioma, é sempre a mais prestigiosa, porque atua como modelo, como norma, como ideal linguístico de uma comunidade. Do valor normativo decorre a sua função coercitiva sobre as outras variedades, com o que se torna uma ponderável força contrária à variação."
(CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 6.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.)
De acordo com o texto, não é exemplo passível de coerção da variedade padrão da língua
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
- Interpretação de TextosVariação Linguística
Se fazer entender
É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras
Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo
com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta
fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo
de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.
A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a
criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que
dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa
da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o
poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são
ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.
Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação
efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer
acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.
Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o
motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo
que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam
ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a
situação.
O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar
com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas
com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e
descomplicada.
Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,
então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da
mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá
pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante
falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.
Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível
utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por
exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer
isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.
Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do
verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou
conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale
“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é
substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de
agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.
Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e
as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que
não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para
sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a
forma com que usamos algumas palavras.
A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é
verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.
Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)
Observe com atenção o excerto do nono parágrafo a seguir.
“Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras.”
Assinale a opção de reescrita contraria a variedade padrão da língua.
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Caderno Container