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As “poses de poder” podem te ajudar a se sentir mais confiante

A colunista Cynthia de Almeida conta como funciona essa técnica de linguagem corporal estudada pela professora de Harvard Amy Cuddy.

Sabe aquele gesto de erguer os braços para festejar uma vitória? Ou a postura de

quem se sente dona da situação, de levantar o queixo, manter a coluna ereta e colocar as

mãos na cintura? Esses e outros trejeitos, reações típicas em momentos positivos, foram

chamados de “poses de poder” pela psicóloga e professora de Harvard Amy Cuddy. O

interessante é que essas posições, mesmo se praticadas fora de contexto, por dois

minutos, são capazes de enganar o cérebro e fazer você se sentir empolgada, segura e

confiante.

Cuddy ficou mundialmente conhecida ao revelar o resultado de sua pesquisa em

um TED (série de conferências internacionais destinadas a disseminar ideias bacanas).

Seus estudos demonstraram a lógica por trás da teoria: ao levantar os braços em

comemoração, o cérebro provoca uma descarga de testosterona (hormônio da

dominância); ao mesmo tempo, restringe a produção de cortisol (hormônio do stress) e

diminui a sensação de nervosismo. Ou seja, você realmente se sente vitoriosa e menos

intimidada. A técnica tem ajudado muita gente a enfrentar acontecimentos estressantes,

como entrevistas de emprego, falas em público ou reuniões difíceis.

Pessoalmente, testei diversas vezes essa pose de mulher maravilha e aprovei!

Quem já é fã do método pode agora conhecer mais sobre as pesquisas de plasticidade

cerebral da psicóloga no livro que ela acaba de lançar no Brasil, O Poder da

Presença (Sextante, 39,90 reais). Um dos capítulos trata de um aprendizado tão simples

e eficaz quanto esse exercício de “fingir até ser verdade”: pequenos ajustes que levam a

grandes mudanças. É muito mais fácil e natural para a mente incorporar atitudes

menores, às quais Cuddy chama de autocutucões, do que se impor metas ambiciosas de

transformação.

Não dá para prometer, por exemplo, que, a partir de hoje, você vai deixar de ser

tímida e se tornar uma pessoa extrovertida. “É assim que a coisa funciona”, escreve ela.

“Em cada situação desafiadora, encorajamo-nos a nos sentir mais fortes, a transpor as

muralhas do medo. É dessa experiência que nos lembraremos quando estivermos diante

da próxima circunstância semelhante.” Segundo a psicóloga, nosso foco deve estar no

processo, e não no resultado. É o comportamento atual que mudará o futuro e, para isso,

precisamos de nanoinvestimentos, que vão, lenta e gradualmente, moldando nosso

cérebro.

Os cutucões são eficazes por diversos motivos. O principal é que exigem pouco

esforço e, portanto, têm adesão mais garantida. E, depois, como os resultados esperados

não são imediatos, não se tornam fonte de ansiedade ou frustração. O exemplo pessoal

que a autora dá é estimulante. Ela conta que costumava reagir imediatamente diante de

qualquer turbulência sem parar nem para respirar ou para raciocinar. “Quando tentava

corrigir um problema instantaneamente, daquela forma atabalhoada e nervosa, nunca

ficava satisfeita com minha ação. Não chegamos a lugar nenhum decidindo mudar tudo

exatamente agora. Vamos aos poucos, passo a passo. Aprendi que precisava me cutucar

para desacelerar e também para me fixar menos no resultado. Toda vez que me chamava

atenção, criava uma lembrança, um registro daquilo, que poderia acessar na próxima vez

que entrasse em pânico.” Hoje, Cuddy sabe que até não fazer nada já é alguma coisa. E

isso pode ser muito bom!

(http://claudia.abril.com.br/sua-vida/as-poses-de-poder-podem-te-ajudar-a-se-sentir-mais-confiante/)

De acordo com o trecho da questão 01, assinale a alternativa que contenha a mesma interpretação
 

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As “poses de poder” podem te ajudar a se sentir mais confiante

A colunista Cynthia de Almeida conta como funciona essa técnica de linguagem corporal estudada pela professora de Harvard Amy Cuddy.

Sabe aquele gesto de erguer os braços para festejar uma vitória? Ou a postura de

quem se sente dona da situação, de levantar o queixo, manter a coluna ereta e colocar as

mãos na cintura? Esses e outros trejeitos, reações típicas em momentos positivos, foram

chamados de “poses de poder” pela psicóloga e professora de Harvard Amy Cuddy. O

interessante é que essas posições, mesmo se praticadas fora de contexto, por dois

minutos, são capazes de enganar o cérebro e fazer você se sentir empolgada, segura e

confiante.

Cuddy ficou mundialmente conhecida ao revelar o resultado de sua pesquisa em

um TED (série de conferências internacionais destinadas a disseminar ideias bacanas).

Seus estudos demonstraram a lógica por trás da teoria: ao levantar os braços em

comemoração, o cérebro provoca uma descarga de testosterona (hormônio da

dominância); ao mesmo tempo, restringe a produção de cortisol (hormônio do stress) e

diminui a sensação de nervosismo. Ou seja, você realmente se sente vitoriosa e menos

intimidada. A técnica tem ajudado muita gente a enfrentar acontecimentos estressantes,

como entrevistas de emprego, falas em público ou reuniões difíceis.

Pessoalmente, testei diversas vezes essa pose de mulher maravilha e aprovei!

Quem já é fã do método pode agora conhecer mais sobre as pesquisas de plasticidade

cerebral da psicóloga no livro que ela acaba de lançar no Brasil, O Poder da

Presença (Sextante, 39,90 reais). Um dos capítulos trata de um aprendizado tão simples

e eficaz quanto esse exercício de “fingir até ser verdade”: pequenos ajustes que levam a

grandes mudanças. É muito mais fácil e natural para a mente incorporar atitudes

menores, às quais Cuddy chama de autocutucões, do que se impor metas ambiciosas de

transformação.

Não dá para prometer, por exemplo, que, a partir de hoje, você vai deixar de ser

tímida e se tornar uma pessoa extrovertida. “É assim que a coisa funciona”, escreve ela.

“Em cada situação desafiadora, encorajamo-nos a nos sentir mais fortes, a transpor as

muralhas do medo. É dessa experiência que nos lembraremos quando estivermos diante

da próxima circunstância semelhante.” Segundo a psicóloga, nosso foco deve estar no

processo, e não no resultado. É o comportamento atual que mudará o futuro e, para isso,

precisamos de nanoinvestimentos, que vão, lenta e gradualmente, moldando nosso

cérebro.

Os cutucões são eficazes por diversos motivos. O principal é que exigem pouco

esforço e, portanto, têm adesão mais garantida. E, depois, como os resultados esperados

não são imediatos, não se tornam fonte de ansiedade ou frustração. O exemplo pessoal

que a autora dá é estimulante. Ela conta que costumava reagir imediatamente diante de

qualquer turbulência sem parar nem para respirar ou para raciocinar. “Quando tentava

corrigir um problema instantaneamente, daquela forma atabalhoada e nervosa, nunca

ficava satisfeita com minha ação. Não chegamos a lugar nenhum decidindo mudar tudo

exatamente agora. Vamos aos poucos, passo a passo. Aprendi que precisava me cutucar

para desacelerar e também para me fixar menos no resultado. Toda vez que me chamava

atenção, criava uma lembrança, um registro daquilo, que poderia acessar na próxima vez

que entrasse em pânico.” Hoje, Cuddy sabe que até não fazer nada já é alguma coisa. E

isso pode ser muito bom!

(http://claudia.abril.com.br/sua-vida/as-poses-de-poder-podem-te-ajudar-a-se-sentir-mais-confiante/)

Segundo a autora do texto, determinados gestos ou posições “são capazes de enganar o cérebro”. Essa teoria é justificada ao longo do texto por vários argumentos, exceto:
 

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294059 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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“Compra de um produto ou serviço qualquer, que gera sacrifício financeiro para a entidade (desembolso), sacrifício este representado por entrega ou promessa de entrega de ativos (normalmente dinheiro).” A descrição citada corresponde ao conceito de:

 

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294058 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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“O ________________________________de fato fere os Princípios Contábeis, principalmente o Regime de Competência e a Confrontação. Segundo estes, devemos apropriar as receitas e delas deduzir todos os sacrifícios envolvidos para sua obtenção. Ora, se produzimos hoje, incorremos hoje em custos que são sacrifícios para a obtenção das receitas derivadas das vendas dos produtos feitos, e essas vendas poderão em parte vir amanhã. Não seria, dentro desse raciocínio, muito correto jogar todos os custos fixos contra as vendas de hoje, se parte dos produtos feitos só será vendida amanhã; deve então também ficar para amanhã uma parcela dos custos, quer variáveis, quer fixos, relativos a tais produtos”.

Indique qual das alternativas preenche de forma adequada a lacuna acima.

 

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294057 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Em relação ao Custeio Baseado em Atividades (ABC), é incorreto afirmar:

 

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294050 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Considere as afirmações abaixo:

I. As demonstrações de cada exercício serão publicadas com a indicação dos valores correspondentes às demonstrações do exercício anterior.

II. As contas semelhantes, nas demonstrações, poderão ser agrupadas; os pequenos saldos poderão ser agregados, desde que indicada a sua natureza e não ultrapassado 0,1 (um décimo) do valor do respectivo grupo de contas; é vedada a utilização de designações genéricas, como “diversas contas” ou “contas-correntes”.

III. As demonstrações financeiras não registrarão a destinação dos lucros, isso só será feito na assembleia geral.

IV. As demonstrações serão complementadas por notas explicativas e por outros quadros analíticos ou por demonstrações contábeis necessárias para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício.

Marque a alternativa correta.

 

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294046 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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\( \bullet \) A Comercial Bauxita iniciou o mês com saldo de R$ 20.000,00 nas contas “Estoques” e “Capital Social”.

\( \bullet \) Foi realizado um aumento de capital social em espécie no valor de R$ 80.000,00.

\( \bullet \) Comprou mercadorias à vista no valor de R$ 40.000,00.

\( \bullet \) Efetuou vendas no valor de R$ 100.000,00 (metade para pagamento à vista e outra metade para 60 dias).

\( \bullet \) O custo da mercadoria referente à venda foi de 50% do valor do estoque.

\( \bullet \) Foi realizado o reconhecimento das despesas referentes à mão de obra, no valor de R$ 15.000,00.

\( \bullet \) Foram pagas despesas operacionais no valor de R$ 10.000,00.

O saldo da conta caixa é:

 

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294045 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Assinale a alternativa abaixo que não participa de nenhuma das fórmulas para calcular os índices de rentabilidade de uma companhia.

 

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294044 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Indique qual das alternativas abaixo descreve uma das alterações promovidas nas Demonstrações Financeiras pelas Leis 11.638/2007 e 11.941/2009.

 

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294043 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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As notas explicativas devem, exceto:

 

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