Foram encontradas 1.030 questões.
1313290
Ano: 2012
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Provas:
O que são “Radiofármacos”, mencionados na NR 32, do MTE – aprovada pela Portaria nº 485, de 11 de novembro de 2005?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma entidade pública elabora seu orçamento em equilíbrio e fixou a despesa do exercício em $ 10.000, revigorando no exercício um crédito especial de 1.000. Durante o exercício, empenhou 100% das autorizações e liquidou 80%. Sabendo que a receita arrecadada foi de 90% da receita estimada, e foi utilizada para pagamento das despesas, indique o montante dos restos a pagar não processados no final do exercício.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Suponha que você está coordenando um processo de documentação de acervos e encontra algumas peças do acervo com marcações antigas. De acordo com as orientações do Comitê de Documentação do ICOM (CIDOC), o que deveria acontecer com esta marcação preexistente?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considerando seus conhecimentos básicos em anatomia de animais de pequeno porte, observe o rato (Rattus norvegicus) ilustrado abaixo e estabeleça a correspondência correta para as peças anatômicas apontadas pelas setas:

Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre visões em PL/SQL, assinale a alternativa incorreta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A salinidade da água do mar é determinada pela presença de um grupo de íons dissolvidos que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A bioética considera questões algumas vezes polêmicas para as quais não existe consenso moral. É exemplo de uma dessas situações:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A imagem das gramáticas
(1) Há claros preconceitos em relação às gramáticas. Muitos imaginam que se trata de um campo excessivamente complicado ou apenas chato. As línguas teriam numerosas exceções, e as gramáticas, terminologia demais. Nenhuma das afirmações é verdadeira. Provavelmente, há mais terminologia nas ciências biológicas que na gramática. E a morfologia das plantas talvez seja mais complexa que a das línguas. O que acontece é que não estudamos a flora e a fauna (apenas) para defendê-las, ou para consertá-las, mas para conhecê-las. No entanto, quando estudamos uma gramática (especialmente a gramática de nossa língua), parece que a única vantagem seria preservar a língua – e, eventualmente, nossa nota e nossa cara.
(2) Mas pode-se estudar gramática como se estuda biologia ou física, e não apenas como se estuda etiqueta – que é o reino mais típico do “isso pode, isso não pode, isso pega bem, isso é coisa de caipira”.
(3) O mais importante em relação às gramáticas seria provavelmente deixar claro que o que ocorre com elas ocorre também em outros campos. Por exemplo: podemos estudar o Imposto de Renda do ponto de vista da legislação (como os contribuintes devem comportar-se) e do ponto de vista dos fatos (quais são os montantes pagos, quem paga mais, quem paga menos, quais os macetes para fazer uma declaração de renda favorável etc.). Podemos estudar anatomia para saber como são compostos os corpos, mas também podemos dedicar-nos à postura e a seus efeitos sobre saúde e elegância.
(4) Outra simplificação: em geral, esperamos que alguém que sabe gramática tenha todas as respostas. Por razões que seria interessante analisar, ouvimos todos os dias economistas cheios de dúvidas, meteorologistas que não fazem previsões arriscadas, médicos que dizem que cada caso é um caso e que aguardam para ver se a medicação produzirá ou não o efeito esperado. (...)
(5) Por que esperaríamos que os gramáticos – ou os professores de português – devem saber tudo, e de improviso? De fato, supomos que as gramáticas têm pouco a ver com as línguas. Se imaginássemos que as línguas são objetos complexos, tanto quanto a genética, ou mais, que estão sempre em construção, são faladas e eventualmente escritas, e que pode ser interessante conhecer como funcionam, compará-las, especular sobre suas relações com cérebro e mente, por um lado, e com a cultura, por outro, talvez o campo nos parecesse mais interessante. (...)
(6) Em resumo: pode-se estudar gramática para corrigir traços da linguagem. Mas pode-se estudar gramática(s) para conhecer alguma coisa sobre as propriedades das línguas.
(Sírio Possenti. Questões de linguagem – passeio gramatical
dirigido. São Paulo: Parábola. 2011, p. 21-23. Adaptado.)
De acordo com as informações e ideias expressas no Texto, se poderia concluir que:
1) as línguas comportam exceções em grande número, e a terminologia gramatical é excessiva.
2) é simplista admitir que especialistas em gramática podem esclarecer qualquer questão linguística.
3) o ponto de vista prescritivo não deveria prevalecer no estudo da gramática.
4) nem todas as línguas dispõem, em seus usos, da modalidade escrita.
Estão corretas as conclusões apresentadas em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No estabelecimento de uma conexão segura, pode-se usar o código de protocolo 50 no campo PROTO do cabeçalho IP, que tem a função de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Amostras de água ou organismos, enquanto a bordo, devem ser sempre conservadas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container