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Foram encontradas 50 questões.

2057801 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Constituem táticas para aumentar a colaboração:
 

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Ética e compromisso do servidor público federal
Vivemos em uma época na qual a ética, em todas as suas dimensões, está perdendo força, e as consequências desse processo estão aí, nos insultando: guerras, terrorismo, ameaças nucleares, violência, corrupção, sofrimento etc.
Só para termos uma vaga noção do que a falta de ética causa à nossa sociedade, o Professor Marcos Gonçalves da Silva, da Faculdade Getúlio Vargas, fez um estudo e constatou que, se a conta da corrupção fosse dividida com todos os brasileiros, o custo, para cada um, corresponderia a R$ 6.658,00 por ano, o que impede que a renda per capita do brasileiro salte de aproximadamente R$ 7.000,00 para R$ 9.500,00 ao ano. Estudo semelhante da Fundação Getúlio Vargas, coordenado pelo Professor Marcos Fernandes, revela que a corrupção custa para o Brasil, anualmente, 3,5 bilhões de reais. Não é por outro motivo que se diz que o Brasil tem fome de ética, mas passa fome pela falta dela... Além desses dados globais, no Brasil, o respeito para com os serviços públicos e com as instituições públicas está caminhando para um nível perigoso, para um nível de extrema desconfiança, que tem gerado até chacota para com a vida funcional do servidor público.
No estudo da Ética, costuma-se dividir a sua história em grega, cristã medieval, moderna e contemporânea. A ética grega, aflorada nos gênios de Platão, Sócrates e Aristóteles, conseguiu elevar a ética como disciplina filosófica, fazendo o mundo despertar para ela. A ética cristã vinculou a ética aos padrões da divindade, à aproximação com Deus, e teve parâmetros nas ideias de São Tomaz de Aquino e Santo Agostinho, valorizando o teocentrismo e o cristianismo. A ética moderna, por sua vez, contrapôs a vinculação da ética às divindades, aproximando-a mais da figura do homem e da sua organização social, daí a necessidade do Estado. Houve grandes filósofos e pensadores nessa fase, cujas ideias fizeram surgir a ética unitarista, a qual pregava que o bem era nada mais nada menos do que conseguir dar o máximo de felicidade para o máximo de pessoas; e também o pragmatismo, que tentou desvincular a teoria, para valorizar a prática, de modo que bom era tudo aquilo que servia de instrumento para produzir felicidade. Um modelo de Estado, portanto, começou a se formar. Finalmente, estamos na ética contemporânea, que está em ebulição, após o urbanismo e a fase pós-industrial.
Muitos já disseram e redisseram sobre o conceito de ética. Muitos já tentaram, em vão, eclodir na mente do ser humano a necessária esperança de que o mundo ético é possível, e será eficaz para se aperfeiçoar a sociedade. Muitos já tentaram amainar os famintos de felicidade, com conceitos cheios de beleza e retórica. Talvez por isso é que Álvaro Valls tenha dito que a ética é aquilo que todo mundo sabe o que é, mas que não é fácil de explicar quando alguém pergunta.
O importante, senhores, não é conceituar ética; é vivê-la com intensidade. Não é, em absoluto, se consagrar diante de um conceito que está no fundo da alma; é, sim, resgatar os sentimentos mais profundos, colocando-os a serviço da humanidade. A ética, então, é muito mais do que uma investigação daquilo que é bom; ética é, além da investigação, uma oportunidade para se encontrar a paz social, a organização da sociedade e a aproximação da felicidade. Há mais além da investigação do que é bom, e só o ser humano pode alcançar... Exatamente por isso que Clotet afirmou que a ética se ocupa do aperfeiçoamento do ser humano, pretendendo alcançá-lo; que Singer tenha insistido que a ética pode ser um conjunto de regras, princípios e maneiras de pensar que guiam as ações de um grupo. Quer dizer: a ética não só orienta, mas também guia a conduta do homem na complexa missão de postar-se diante do mundo.
Tenham em mente, então, que a ética, para o ser humano, é antes de tudo uma oportunidade dada a tal ser pensante que, ao nascer, tem pela frente dois mundos: o interior e o exterior. Este último pode ser mudado, aperfeiçoado pelo primeiro; ou, apenas, contemplado.
Bruno Cézar da Luz Pontes. Texto disponível em: http://www.fortium.com.br/blog/material/etica.e.Compromisso.Publico.pdf.
Acesso em 13/03/2013. Adaptado.
O Texto aborda a questão da ética. De modo global, o autor defende que a ética:
 

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2053352 Ano: 2013
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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No Direito brasileiro, os meios de apuração de ilícitos administrativos são o processo administrativo disciplinar e os meios sumários, que compreendem a sindicância e a verdade sabida. Sobre esses meios, analise as proposições a seguir.
  1. O processo administrativo disciplinar é obrigatório, de acordo com o artigo 41 da Constituição, para a aplicação das penas que implicam perda de cargo para o funcionário estável.
  2. Sindicância é o meio sumário de que se utiliza a Administração do Brasil para, sigilosa ou publicamente, com indiciados ou não, proceder à apuração de ocorrências anômalas no serviço público, as quais, confirmadas, fornecerão elementos concretos para a imediata abertura de processo administrativo contra o funcionário público responsável.
  3. Verdade sabida é o conhecimento pessoal e direto da falta pela autoridade competente para aplicar a pena.
Está(ão) correta(s):
 

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2041980 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Com base nas desvantagens da centralização e da descentralização, coloque V para as questões verdadeiras e F para as falsas.
( ) Constitui desvantagem para a centralização dificuldade de controle e de avaliação do desempenho da organização.
( ) Constitui desvantagem para a centralização maior demora na implementação das decisões e maior custo operacional.
( ) Constitui desvantagem para a descentralização perda de uniformidade nas decisões.
( ) Constituem desvantagem para a descentralização decisões distanciadas dos fatos locais e das circunstâncias.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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2041964 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Sobre as fontes de conflito e o uso do modelo racional versus político, coloque V para as questões verdadeiras e F para as falsas.
( ) Quando o conflito é pequeno, o modelo racional descreve a organização.
( ) Quando o conflito é elevado, o modelo político descreve a organização.
( ) Ambos os processos, racional e político, são normalmente usados nas organizações.
( ) Na maioria das organizações, nem o modelo racional nem o modelo político caracterizam fontes de conflito, completamente, mas cada um será usado em algum momento.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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2036997 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Não constitui contribuição da Teoria da Burocracia:
 

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Enunciado 2020475-1
Disponível em: http://www.cnbbne2.org.br/2013/01/campanha-temgente- com-sede-de.html. Acesso em 08/05/2013.
Com o Texto , seu autor pretende, privilegiadamente:
 

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2019342 Ano: 2013
Disciplina: Gerência de Projetos
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Por “Projeto” entende-se:
 

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Ética e compromisso do servidor público federal
Vivemos em uma época na qual a ética, em todas as suas dimensões, está perdendo força, e as consequências desse processo estão aí, nos insultando: guerras, terrorismo, ameaças nucleares, violência, corrupção, sofrimento etc.
Só para termos uma vaga noção do que a falta de ética causa à nossa sociedade, o Professor Marcos Gonçalves da Silva, da Faculdade Getúlio Vargas, fez um estudo e constatou que, se a conta da corrupção fosse dividida com todos os brasileiros, o custo, para cada um, corresponderia a R$ 6.658,00 por ano, o que impede que a renda per capita do brasileiro salte de aproximadamente R$ 7.000,00 para R$ 9.500,00 ao ano. Estudo semelhante da Fundação Getúlio Vargas, coordenado pelo Professor Marcos Fernandes, revela que a corrupção custa para o Brasil, anualmente, 3,5 bilhões de reais. Não é por outro motivo que se diz que o Brasil tem fome de ética, mas passa fome pela falta dela... Além desses dados globais, no Brasil, o respeito para com os serviços públicos e com as instituições públicas está caminhando para um nível perigoso, para um nível de extrema desconfiança, que tem gerado até chacota para com a vida funcional do servidor público.
No estudo da Ética, costuma-se dividir a sua história em grega, cristã medieval, moderna e contemporânea. A ética grega, aflorada nos gênios de Platão, Sócrates e Aristóteles, conseguiu elevar a ética como disciplina filosófica, fazendo o mundo despertar para ela. A ética cristã vinculou a ética aos padrões da divindade, à aproximação com Deus, e teve parâmetros nas ideias de São Tomaz de Aquino e Santo Agostinho, valorizando o teocentrismo e o cristianismo. A ética moderna, por sua vez, contrapôs a vinculação da ética às divindades, aproximando-a mais da figura do homem e da sua organização social, daí a necessidade do Estado. Houve grandes filósofos e pensadores nessa fase, cujas ideias fizeram surgir a ética unitarista, a qual pregava que o bem era nada mais nada menos do que conseguir dar o máximo de felicidade para o máximo de pessoas; e também o pragmatismo, que tentou desvincular a teoria, para valorizar a prática, de modo que bom era tudo aquilo que servia de instrumento para produzir felicidade. Um modelo de Estado, portanto, começou a se formar. Finalmente, estamos na ética contemporânea, que está em ebulição, após o urbanismo e a fase pós-industrial.
Muitos já disseram e redisseram sobre o conceito de ética. Muitos já tentaram, em vão, eclodir na mente do ser humano a necessária esperança de que o mundo ético é possível, e será eficaz para se aperfeiçoar a sociedade. Muitos já tentaram amainar os famintos de felicidade, com conceitos cheios de beleza e retórica. Talvez por isso é que Álvaro Valls tenha dito que a ética é aquilo que todo mundo sabe o que é, mas que não é fácil de explicar quando alguém pergunta.
O importante, senhores, não é conceituar ética; é vivê-la com intensidade. Não é, em absoluto, se consagrar diante de um conceito que está no fundo da alma; é, sim, resgatar os sentimentos mais profundos, colocando-os a serviço da humanidade. A ética, então, é muito mais do que uma investigação daquilo que é bom; ética é, além da investigação, uma oportunidade para se encontrar a paz social, a organização da sociedade e a aproximação da felicidade. Há mais além da investigação do que é bom, e só o ser humano pode alcançar... Exatamente por isso que Clotet afirmou que a ética se ocupa do aperfeiçoamento do ser humano, pretendendo alcançá-lo; que Singer tenha insistido que a ética pode ser um conjunto de regras, princípios e maneiras de pensar que guiam as ações de um grupo. Quer dizer: a ética não só orienta, mas também guia a conduta do homem na complexa missão de postar-se diante do mundo.
Tenham em mente, então, que a ética, para o ser humano, é antes de tudo uma oportunidade dada a tal ser pensante que, ao nascer, tem pela frente dois mundos: o interior e o exterior. Este último pode ser mudado, aperfeiçoado pelo primeiro; ou, apenas, contemplado.
Bruno Cézar da Luz Pontes. Texto disponível em: http://www.fortium.com.br/blog/material/etica.e.Compromisso.Publico.pdf.
Acesso em 13/03/2013. Adaptado.
Uma informação que contradiz as ideias presentes no Texto é a de que:
 

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1428424 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Provas:
O processo de organização conduz à criação da estrutura organizacional, que define como as tarefas são desenvolvidas e quais os recursos aplicados. O conjunto de tarefas e relações formais de autoridade fornece uma estrutura de controle vertical da organização. A esse respeito, analise as proposições abaixo.
  1. A estrutura da organização é definida como um conjunto de tarefas formais designadas a um indivíduo ou departamento.
  2. A estrutura da organização é definida como as relações formais de relacionamento, incluindo linha de autoridade, decisão de responsabilidade, número de níveis hierárquicos e a amplitude de controle dos gerentes.
  3. A estrutura da organização é definida como o projeto dos sistemas para assegurar a coordenação eficaz dos empregados nos departamentos.
Está(ão) correta(s):
 

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