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Foram encontradas 80 questões.

2485334 Ano: 2014
Disciplina: Arqueologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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A lei n° 3.924, de 26 de julho de 1961 dispõe sobre os monumentos arqueológicos e pré-históricos.
Com base nesta lei, analise a questão assinalando a alternativa correta.
Sobre sítios, monumentos e objetos arqueológicos, podemos afirmar o que segue:
 

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2485100 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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TEXTO 1
Compro, logo existo.
(1) Templo de culto à mercadoria, o modelo do shopping center, como o conhecemos hoje, nasceu nos Estados Unidos na década de 1950. São espaços privados, objetivamente planejados para a supremacia da ação de comprar. O que se compra nesses centros, contudo, é muito mais do que mercadoria, serviços, alimentação e lazer. Compra-se distinção social, sensação de segurança e ilusão de felicidade e liberdade.
(2) O shopping center é um centro de comércio que se completa com alimentação (normalmente do tipo fast food ), serviços (bancos, cabeleireiros, correios, academias de ginástica, consultórios médicos, escolas) e lazer (jogos eletrônicos, cinema, internet). Ali o consumidor de mercadorias se mistura com o consumidor de serviços e de diversão, sentindo-se protegido e moderno. Fugindo de aspectos negativos dos centros das cidades e da busca conjunta de soluções para eles, os shopping centers vendem a imagem de serem locais com uma melhor “qualidade de vida” por possuírem ruas cobertas, iluminadas, limpas e seguras: praças, fontes, bulevares recriados; cinemas e atrações prontas e relativamente fáceis de serem adquiridas – ao menos para os que podem pagar. É como se “o mundo de fora”, a vida real, não lhes dissesse respeito...
(3) O que essa catedral das mercadorias pretende é criar um espaço urbano ideal, concentrando várias opções de consumo e consagrando-se como “ponto de encontro” para uma população seleta de seres “semiformados”, incompletos, que aceitam fenômenos historicamente construídos, como se fizessem parte do curso da natureza. O imaginário que se impõe é o da plenitude da vida pelo consumo. Nesses espaços, podemos ocupar-nos apenas dos nossos desejos – aguçados com as inúmeras possibilidades disponíveis de aquisição. Prevalece a ideia do “compro, logo existo”.
(4) Concluímos que esse mundo de sonhos que é o shopping center acaba reforçando nas pessoas uma visão individualista da vida, onde os valores propagados são todos relacionados às necessidades e aos desejos individuais – “eu quero, eu posso, eu compro”. Assim, colabora para uma deterioração do ser social e o retardamento do projeto de emancipação de seres mais conscientes, autônomos, prontos para a sociabilidade coletiva – que exige a capacidade da troca desinteressada, da tolerância, da relação verdadeiramente humana entre o eu e o outro, entre iguais e entre diferentes. Compreendemos que um ser social emancipado identifica as necessidades individuais com as da coletividade, sem colocá-las em campos opostos.
(5) O shopping center híbrido representa hoje o principal lugar da “sociedade de consumo”, contribuindo para a sacralização do modo de vida consumista e alienado, um modo de vida em que há uma evidente predominância de símbolos como status, poder, distinção, jovialidade, virilidade etc., sobre a utilidade das mercadorias. O que se pode concluir é que o sucesso da fórmula atual do shopping center híbrido como lugar privilegiado para a realização da lógica consumista traz consigo o fracasso da plenitude do ser social, distanciando-o de qualquer projeto de emancipação e de humanização do ser humano. Como diz o poeta Carlos Drummond de Andrade no poema Eu Etiqueta: “Já não me convém o título de homem./ Meu nome novo é coisa./Eu sou a coisa, coisamente”.
(Valquíria Padilha. A sociologia vai ao shopping center. Ciência Hoje, maio de 2007, p. 30-35. Adaptado).
TEXTO 2
Eu, etiqueta.
Em minha calça está grudado um nome
Que não é meu de batismo ou de cartório
Um nome... estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
Que jamais pus na boca, nessa vida.
Em minha camiseta, a marca de cigarro
Que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produtos
Que nunca experimentei.
Mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
De alguma coisa não provada
Por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
Minha gravata e cinto e escova e pente,
Meu copo, minha xícara,
Minha toalha de banho e sabonete,
Meu isso, meu aquilo.
Desde a cabeça ao bico dos sapatos,
São mensagens,
Letras falantes,
Gritos visuais,
Ordens de uso, abuso, reincidências.
Costume, hábito, permência,
Indispensabilidade, E fazem de mim homem-anúncio itinerante,
Escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
Seja negar minha identidade.
(...)
Agora sou anúncio
Ora vulgar ora bizarro.
Em língua nacional ou em qualquer língua.
(...)
Objeto pulsante mas objeto
Que se oferece como signo dos outros
Objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
De ser não eu, mas artigo industrial,
Peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é Coisa.
Eu sou a Coisa, coisamente.
(Carlos Drummond de Andrade).
O poema de Drummond, como temática, se aproxima do Texto 1, pois:
 

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2485061 Ano: 2014
Disciplina: Arqueologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Peças cerâmicas fizeram parte de quase todos os momentos da vida cotidiana e do cerimonial de vários grupos humanos que habitaram o Brasil, sendo, por isso, uma fonte imprescindível de informações sobre o estagio tecnológico de produção cerâmica.
Neste contexto, analise a questão a seguir.
O inciso é um tipo de decoração que “consiste em incisões praticadas por meio de instrumentos pontiagudos, na superfície da cerâmica, antes da queima”. As incisões feitas:
 

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2483749 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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TEXTO
Compro, logo existo.
(1) Templo de culto à mercadoria, o modelo do shopping center, como o conhecemos hoje, nasceu nos Estados Unidos na década de 1950. São espaços privados, objetivamente planejados para a supremacia da ação de comprar. O que se compra nesses centros, contudo, é muito mais do que mercadoria, serviços, alimentação e lazer. Compra-se distinção social, sensação de segurança e ilusão de felicidade e liberdade.
(2) O shopping center é um centro de comércio que se completa com alimentação (normalmente do tipo fast food ), serviços (bancos, cabeleireiros, correios, academias de ginástica, consultórios médicos, escolas) e lazer (jogos eletrônicos, cinema, internet). Ali o consumidor de mercadorias se mistura com o consumidor de serviços e de diversão, sentindo-se protegido e moderno. Fugindo de aspectos negativos dos centros das cidades e da busca conjunta de soluções para eles, os shopping centers vendem a imagem de serem locais com uma melhor “qualidade de vida” por possuírem ruas cobertas, iluminadas, limpas e seguras: praças, fontes, bulevares recriados; cinemas e atrações prontas e relativamente fáceis de serem adquiridas – ao menos para os que podem pagar. É como se “o mundo de fora”, a vida real, não lhes dissesse respeito...
(3) O que essa catedral das mercadorias pretende é criar um espaço urbano ideal, concentrando várias opções de consumo e consagrando-se como “ponto de encontro” para uma população seleta de seres “semiformados”, incompletos, que aceitam fenômenos historicamente construídos, como se fizessem parte do curso da natureza. O imaginário que se impõe é o da plenitude da vida pelo consumo. Nesses espaços, podemos ocupar-nos apenas dos nossos desejos – aguçados com as inúmeras possibilidades disponíveis de aquisição. Prevalece a ideia do “compro, logo existo”.
(4) Concluímos que esse mundo de sonhos que é o shopping center acaba reforçando nas pessoas uma visão individualista da vida, onde os valores propagados são todos relacionados às necessidades e aos desejos individuais – “eu quero, eu posso, eu compro”. Assim, colabora para uma deterioração do ser social e o retardamento do projeto de emancipação de seres mais conscientes, autônomos, prontos para a sociabilidade coletiva – que exige a capacidade da troca desinteressada, da tolerância, da relação verdadeiramente humana entre o eu e o outro, entre iguais e entre diferentes. Compreendemos que um ser social emancipado identifica as necessidades individuais com as da coletividade, sem colocá-las em campos opostos.
(5) O shopping center híbrido representa hoje o principal lugar da “sociedade de consumo”, contribuindo para a sacralização do modo de vida consumista e alienado, um modo de vida em que há uma evidente predominância de símbolos como status, poder, distinção, jovialidade, virilidade etc., sobre a utilidade das mercadorias. O que se pode concluir é que o sucesso da fórmula atual do shopping center híbrido como lugar privilegiado para a realização da lógica consumista traz consigo o fracasso da plenitude do ser social, distanciando-o de qualquer projeto de emancipação e de humanização do ser humano. Como diz o poeta Carlos Drummond de Andrade no poema Eu Etiqueta: “Já não me convém o título de homem./ Meu nome novo é coisa./Eu sou a coisa, coisamente”.
(Valquíria Padilha. A sociologia vai ao shopping center. Ciência Hoje, maio de 2007, p. 30-35. Adaptado).
Um dos recursos textuais que promovem a continuidade semântica do texto são as ‘retomadas lexicais’, ou seja, as expressões que, ao longo do texto, vão retomando referências feitas anteriormente a um determinado objeto. Assim, a expressão ‘shopping center’, ao longo do texto em análise, foi sendo retomada pelas seguintes:
1) ‘nesses centros’;
2) ‘essa catedral das mercadorias;
3) ‘espaço urbano ideal;
4) ‘Nesses espaços’;
5) ‘esse mundo de sonhos’.
Estão corretas:
 

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2483632 Ano: 2014
Disciplina: Arqueologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Entre os métodos de datação absoluta mais utilizados em arqueologia, podemos encontrar dois tipos de processos diferentes: os de datação mecânica e os físico-químicos. Neste sentido analise a questão assinalando a alternativa correta.
Os processos de datação mecânica baseiam-se:
 

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2483094 Ano: 2014
Disciplina: Arqueologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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A lei n° 3.924, de 26 de julho de 1961 dispõe sobre os monumentos arqueológicos e pré-históricos.
Com base nesta lei, analise a questão assinalando a alternativa correta.
Consideram-se monumentos arqueológicos ou pré-históricos:
 

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2482961 Ano: 2014
Disciplina: Arqueologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Peças cerâmicas fizeram parte de quase todos os momentos da vida cotidiana e do cerimonial de vários grupos humanos que habitaram o Brasil, sendo, por isso, uma fonte imprescindível de informações sobre o estagio tecnológico de produção cerâmica.
Neste contexto, analise a questão a seguir.
As formas das vasilhas cerâmicas podem ser classificadas segundo a relação entre o diâmetro da boca e a altura. Os tipos de formas encontrados, são:
 

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2482892 Ano: 2014
Disciplina: Arqueologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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A Carta de Lausanne, redigida durante o encontro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS), em 1990, fez recomendações sobre a proteção e a gestão do património arqueológico. Com base nesse documento, analise as afirmações contidas na questão assinalando a alternativa correta.
Quanto às recomendações para a pesquisa arqueológica, assinale a alternativa correta.
 

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2482415 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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TEXTO
Compro, logo existo.
(1) Templo de culto à mercadoria, o modelo do shopping center, como o conhecemos hoje, nasceu nos Estados Unidos na década de 1950. São espaços privados, objetivamente planejados para a supremacia da ação de comprar. O que se compra nesses centros, contudo, é muito mais do que mercadoria, serviços, alimentação e lazer. Compra-se distinção social, sensação de segurança e ilusão de felicidade e liberdade.
(2) O shopping center é um centro de comércio que se completa com alimentação (normalmente do tipo fast food ), serviços (bancos, cabeleireiros, correios, academias de ginástica, consultórios médicos, escolas) e lazer (jogos eletrônicos, cinema, internet). Ali o consumidor de mercadorias se mistura com o consumidor de serviços e de diversão, sentindo-se protegido e moderno. Fugindo de aspectos negativos dos centros das cidades e da busca conjunta de soluções para eles, os shopping centers vendem a imagem de serem locais com uma melhor “qualidade de vida” por possuírem ruas cobertas, iluminadas, limpas e seguras: praças, fontes, bulevares recriados; cinemas e atrações prontas e relativamente fáceis de serem adquiridas – ao menos para os que podem pagar. É como se “o mundo de fora”, a vida real, não lhes dissesse respeito...
(3) O que essa catedral das mercadorias pretende é criar um espaço urbano ideal, concentrando várias opções de consumo e consagrando-se como “ponto de encontro” para uma população seleta de seres “semiformados”, incompletos, que aceitam fenômenos historicamente construídos, como se fizessem parte do curso da natureza. O imaginário que se impõe é o da plenitude da vida pelo consumo. Nesses espaços, podemos ocupar-nos apenas dos nossos desejos – aguçados com as inúmeras possibilidades disponíveis de aquisição. Prevalece a ideia do “compro, logo existo”.
(4) Concluímos que esse mundo de sonhos que é o shopping center acaba reforçando nas pessoas uma visão individualista da vida, onde os valores propagados são todos relacionados às necessidades e aos desejos individuais – “eu quero, eu posso, eu compro”. Assim, colabora para uma deterioração do ser social e o retardamento do projeto de emancipação de seres mais conscientes, autônomos, prontos para a sociabilidade coletiva – que exige a capacidade da troca desinteressada, da tolerância, da relação verdadeiramente humana entre o eu e o outro, entre iguais e entre diferentes. Compreendemos que um ser social emancipado identifica as necessidades individuais com as da coletividade, sem colocá-las em campos opostos.
(5) O shopping center híbrido representa hoje o principal lugar da “sociedade de consumo”, contribuindo para a sacralização do modo de vida consumista e alienado, um modo de vida em que há uma evidente predominância de símbolos como status, poder, distinção, jovialidade, virilidade etc., sobre a utilidade das mercadorias. O que se pode concluir é que o sucesso da fórmula atual do shopping center híbrido como lugar privilegiado para a realização da lógica consumista traz consigo o fracasso da plenitude do ser social, distanciando-o de qualquer projeto de emancipação e de humanização do ser humano. Como diz o poeta Carlos Drummond de Andrade no poema Eu Etiqueta: “Já não me convém o título de homem./ Meu nome novo é coisa./Eu sou a coisa, coisamente”.
(Valquíria Padilha. A sociologia vai ao shopping center. Ciência Hoje, maio de 2007, p. 30-35. Adaptado).
Considerando a totalidade do Texto, podemos afirmar que o tema central defendido pelo autor se resume nos seguintes termos:
 

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2482383 Ano: 2014
Disciplina: Arqueologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Peças cerâmicas fizeram parte de quase todos os momentos da vida cotidiana e do cerimonial de vários grupos humanos que habitaram o Brasil, sendo, por isso, uma fonte imprescindível de informações sobre o estagio tecnológico de produção cerâmica.
Neste contexto, analise a questão a seguir.
É necessário identificar os elementos da cerâmica produzida, com o propósito de constatarmos se há diferenças técnicas entre as Cerâmicas Cotidianas e as Cerâmicas Cerimoniais ou Rituais de cada sítio arqueológico.
Assinale a seguir a alternativa correta quanto aos elementos da cerâmica.
 

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