Foram encontradas 60 questões.
TEXTO

(Quino. Não fui eu. Lisboa: Bertrand, 1997, p. 12)
Os sinais fazem parte de nosso dia-a-dia. Por meio deles, sabemos, por exemplo, qual é o banheiro masculino ou feminino em restaurantes; nos orientamos sobre a direção a tomar no trânsito; podemos escolher a área de fumantes ou não fumantes em lugares públicos, etc.
No cartum acima, Quino cria humor explorando um desses sinais: é proibido fumar. Mas e matar, é permitido?
Analise a charge exposta acima. O que teria provocado sua conotação humorística?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O oralismo a que os surdos foram submetidos nos principais pontos de educação, impulsionaram os movimentos surdos e a resistência surda contra a ideologia ouvinte. Nesse período oralista, foram considerados importantes os movimentos de resistência das línguas de sinais e das comunidades surdas em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Libras se assemelha à Língua Portuguesa nas seguintes condições:
1) as duas línguas possuem os níveis Fonológicos, Morfológicos, Sintático, Semântico e Pragmático;
2) os usuários podem expressar seus pensamentos diferentemente;
3) apresentam um registro de norma culta, com um modo padrão de comunicação para todos os grupos;
4) são estruturadas a partir de unidades mínimas que formam unidades mais complexas;
5) os falantes dessas línguas possuem diferenças quanto ao seu uso em relação à região, ao grupo social, à faixa etária e ao sexo.
Estão corretas, apenas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O léxico nativo é caracterizado:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Diversos autores consideram que a aquisição da linguagem, em crianças surdas, deve ser garantida através de uma língua espaço-visual.
No caso do Brasil, esta língua seria:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre os fatos históricos relevantes no processo de constituição do profissional intérprete de língua de sinais no Brasil, é incorreto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO
A linguagem em movimento
Uma sociedade em permanente mudança, que cria a todo instante novos conceitos, novas necessidades e novos objetos de consumo, precisa ter também uma linguagem dinâmica, que acompanhe as transformações.
Assim, sempre que for necessário um nome para designar uma ideia ou um objeto novo, o falante de uma língua poderá formar uma palavra nova. Para isso, os recursos de que dispõe são obtidos a partir de elementos já existentes (os neologismos), da importação de termos de uma língua estrangeira (os estrangeirismos) ou da alteração do significado de uma palavra já existente (as ressignificações). Os avanços na área da informática nos últimos tempos, por exemplo, acabaram por incorporar à língua portuguesa inúmeros termos novos.
Independentemente de o falante de uma língua ter ou não conhecimento desses processos, eles existem na língua e são responsáveis pela constante criação e recriação de seu léxico, ou seja, de seu acervo de palavras.
Num mundo em constante transformação, com objetos e conceitos novos que surgem a cada dia, sobretudo, no campo da tecnologia e da ciência, a língua igualmente se transforma, se recria constantemente, adaptando-se às novas necessidades de comunicação.
Conhecer os vários processos de formação de palavras nos habilita a utilizá-los de forma mais eficiente e criativa, sempre que as situações de interação o exigirem.
(William R. Cereja; Thereza C. Magalhães. Gramática Reflexiva. São Paulo. Atual Editora, 1999, p. 86-94. Adaptado).
Segundo as ideias defendidas no Texto, podemos concluir que:
1) todo falante tem a faculdade de intervir nos destinos de sua língua.
2) é imprescindível que o falante saiba descrever os processos de formação de novas palavras.
3) as línguas não são sistemas autônomos, desligados de seus contextos de uso.
4) os significados das palavras são estáveis e não podem sofrer alterações.
Estão corretas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Decreto nº 5626 de 2005, determinou uma série de ações que instauram políticas linguísticas e educacionais para preservação e disseminação da Libras no Brasil. Aponte entre as ações abaixo a que não está determinada no caput do decreto.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO
Classificar palavras
Uma das coisas mais complicadas é classificar palavras. Pode parecer evidente o que é um substantivo ou um adjetivo, principalmente quando o exemplo é bem escolhido. Quando estudamos essas coisas na escola, se o professor é claro, tudo parece se encaixar. Ele define uma classe, dá uns exemplos, depois alguns exercícios e, eventualmente, cobra a mesma coisa na prova. Os mais sádicos escolhem exceções para pegar os alunos, mas esses, de fato, não são propriamente professores. Estão mais preparados para atuar nas pegadinhas da TV. Na verdade, também os muito comportados não são propriamente professores, porque acabam escondendo dificuldades reais e transmitindo uma ideia simplificada do que seja a língua. Não educam para a descoberta, para a análise. Assim, acabamos achando normal que haja problemas difíceis de serem resolvidos nos diversos campos de conhecimento da natureza, mas acabamos nos acostumando com a ideia de que um professor de português deve ter sempre certeza sobre tudo, respostas prontas e claras. É que a imagem de língua apresentada é uma imagem simplificada.
Mas, quando se trata de língua viva, a coisa não é tão fácil como parece e pode se complicar ainda mais se se leva em conta o processo de mudança. Considere-se um fenômeno que tem a ver com certas mudanças de forma, que implicam possível classificação. Por exemplo, “foi direto pro quarto”, “desceu, mas desceu apertado”, em que as palavras “direto” e “apertado” estão funcionando como advérbios, mas têm cara de adjetivos. Trata-se de conversão, digamos, de advérbios em adjetivos. Esses exemplos fazem lembrar imediatamente um caso cuja ocorrência é cada vez maior: o da palavra “independente” usada no lugar de “independentemente”. Por exemplo: “Independente da teoria, esses dados são importantes”. O leitor sabe que, pelas lições de português, seria de esperar a forma “independentemente da teoria, esses dados...”
Outros exemplos, ainda mais interessantes, são os de adjetivos que estão sendo usados na função de marcadores conversacionais: palavras que usamos tipicamente para marcar finais ou inícios de falas. Pois bem, há adjetivos nessa função. Quando falamos, muitas vezes começamos ou terminamos nossas falas dizendo “exato, certo, claro, lógico, evidente”. Ora, em boas e bem comportadas listas, essas palavras seriam adjetivos. O que estão fazendo nessa outra função, que não é a de adjunto, como preveem as boas aulas e as boas provas de português?
Tinha acabado de escrever esse texto, liguei a televisão para dar uma espiada num jogo de futebol. No final, o repórter entrevistou Dida, aquele goleiro. Sabem o que ele disse? “A gente trabalha profissional”. Um professor o corrigiria: “profissionalmente, Dida”. Pois é. Está aí o Dida confirmando o processo de conversão acima exemplificado. Ao vivo e a cores.
(Sírio Possenti. Mal comportadas línguas. Curitiba: Criar Edições, 2000, p. 63-65. Adaptado).
No texto, o autor afirma que: “acabamos achando normal que haja problemas difíceis de serem resolvidos”. Do ponto de vista da concordância, o uso do verbo haver também está correto na alternativa:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Na Libras, o registro de diferenças lexicais, até mesmo em regiões bem próximas, é denominado como:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container