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São deveres do servidor público em seu local e horário de trabalho:
1) zelar para que não se torne um hábito entreter-se em longas conversações com os usuários do serviço, em leituras ou outras atividades estranhas ao serviço ou que atendam a interesses particulares.
2) manter limpo e em perfeita ordem o local de trabalho, seguindo os métodos mais adequados à sua organização e distribuição.
3) dedicar-se às atividades comunitárias já que, como cidadão, nada impede seu engajamento cívico na construção e implementação de políticas públicas ou que use seu conhecimento como agente de desenvolvimento social.
4) exercer suas atribuições com rapidez, perfeição e rendimento, pondo fim a filas ou qualquer outra espécie de atraso na prestação dos serviços pelo setor em que exerça suas atribuições.
5) comunicar imediatamente a seus superiores todo e qualquer ato ou fato contrário ao interesse público, exigindo as providências cabíveis.
Estão corretas, apenas:
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Assinale a alternativa em que só há músculos da coxa.
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De acordo com a NBR 7180 /1984 (Solo - Determinação do Limite de Plasticidade), o índice de plasticidade de um solo é obtido pela:
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Para o artefato lítico representado pelas vistas ortogonais abaixo, assinale a alternativa correta.

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A Lacaziose e a Hanseníase Virchowiana apresentam semelhanças comuns quanto a:
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Sobre o uso de betabloqueadores no tratamento da insuficiência cardíaca, é correto afirmar que:
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Num nivelamento geométrico, o desnível entre dois pontos afastados pode ser obtido usando-se o somatório das leituras de ré e de vante/mudança. Qual a maneira correta de se ter o desnível considerando o sentido do nivelamento?
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TEXTO
Nossa sabedoria gramatical oculta (que significa “saber português”?)
(1) “Saber gramática”, ou mesmo “saber português”, é geralmente considerado privilégio de poucos. Raras pessoas se atrevem a dizer que conhecem a língua. Tendemos a achar, em vez, que falamos de “qualquer jeito”, sem regras definidas. Dois fatores contribuem para essa convicção tão generalizada: primeiro, o fato de que falamos com uma facilidade muito grande, de certo modo sem pensar (pelo menos, sem pensar na forma do que vamos dizer), e estamos acostumados a associar conhecimento a uma reflexão consciente, laboriosa e por vezes dolorosa. Segundo, o ensino escolar nos inculcou, durante longos anos, a ideia de que não conhecemos a nossa língua; repetidos fracassos em redações, exercícios e provas acentuaram esse complexo.
(2) Pretendo trazer aqui boas notícias. Vou sustentar que, apesar das crenças populares, sabemos, e muito bem, a nossa língua. Nosso conhecimento da língua é ao mesmo tempo altamente complexo, incrivelmente exato e extremamente seguro. Isso se aplica não apenas àqueles que sempre brilharam nas provas de português, mas também a praticamente qualquer pessoa que tenha o português como língua materna.
(3) Será preciso, primeiro, distinguir dois tipos de conhecimentos, aos quais se dão as designações de “implícito” e de “explícito”. Vamos partir de um exemplo: eu sou capaz de andar com razoável eficiência, e em geral ando bastante. No entanto, não sou capaz de explicar os processos musculares e nervosos que ocorrem quando ponho em prática essa minha habilidade tão corriqueira. A fisiologia do andar é para mim um mistério.
(4) Pergunta-se, então: tenho ou não conhecimento da habilidade de andar? A resposta é que tenho esse conhecimento em um sentido muito importante – ou seja, tenho um conhecimento implícito da habilidade de andar. Já meu conhecimento explícito dessa habilidade é deficiente, pois sou incapaz de explicar o que acontece com meu corpo quando estou andando. O que nos interessa aqui é o seguinte: sou detentor de um conhecimento implícito altamente complexo e eficiente. O que eu não sei é explicitar o que faço para andar.
(5) Da mesma forma, qualquer falante do português possui um conhecimento implícito altamente elaborado da língua, muito embora não seja capaz de explicitar esse conhecimento. Esse conhecimento não é fruto de instrução recebida na escola, mas foi adquirido de maneira tão natural e espontânea quanto a nossa habilidade de andar. Mesmo pessoas que nunca estudaram gramática chegam a um conhecimento implícito perfeitamente adequado da língua. São como pessoas que não conhecem a anatomia e a fisiologia das pernas, mas que andam, dançam, nadam e pedalam sem problemas.
(6) Por exemplo: digamos que encontramos em algum texto a seguinte sequência de palavras: “Meus irmãos viram meu irmão na TV”. Essa frase só é aceitável se se entender que o irmão que foi visto na TV não pertence ao grupo dos irmãos que o viram. Será inaceitável se se entender que o irmão que apareceu na TV faz parte do conjunto dos que assistiram ao programa.
(7) De onde tiramos esse conhecimento? Como se explica que tenhamos intuições tão definidas acerca de frases que nunca encontramos antes? Tudo provém do uso que fazemos a todo momento desse mecanismo maravilhosamente complexo que temos em nossas mentes, e que manejamos com admirável destreza. Esse mecanismo é o nosso conhecimento implícito da língua, objeto principal da investigação dos linguistas.
(Mário A. Perini. Sofrendo a gramática. São Paulo: Editora Ática, 1997, p. 11-16. Adaptado).
No Texto, como ideia global, o autor apresenta o ponto de vista teórico de que:
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O clinômetro é um equipamento para aplicações do tipo:
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TEXTO
A linguagem em movimento
Uma sociedade em permanente mudança, que cria a todo instante novos conceitos, novas necessidades e novos objetos de consumo, precisa ter também uma linguagem dinâmica, que acompanhe as transformações.
Assim, sempre que for necessário um nome para designar uma ideia ou um objeto novo, o falante de uma língua poderá formar uma palavra nova. Para isso, os recursos de que dispõe são obtidos a partir de elementos já existentes (os neologismos), da importação de termos de uma língua estrangeira (os estrangeirismos) ou da alteração do significado de uma palavra já existente (as ressignificações). Os avanços na área da informática nos últimos tempos, por exemplo, acabaram por incorporar à língua portuguesa inúmeros termos novos.
Independentemente de o falante de uma língua ter ou não conhecimento desses processos, eles existem na língua e são responsáveis pela constante criação e recriação de seu léxico, ou seja, de seu acervo de palavras.
Num mundo em constante transformação, com objetos e conceitos novos que surgem a cada dia, sobretudo, no campo da tecnologia e da ciência, a língua igualmente se transforma, se recria constantemente, adaptando-se às novas necessidades de comunicação.
Conhecer os vários processos de formação de palavras nos habilita a utilizá-los de forma mais eficiente e criativa, sempre que as situações de interação o exigirem.
(William R. Cereja; Thereza C. Magalhães. Gramática Reflexiva. São Paulo. Atual Editora, 1999, p. 86-94. Adaptado).
Segundo as ideias defendidas no Texto, podemos concluir que:
1) todo falante tem a faculdade de intervir nos destinos de sua língua.
2) é imprescindível que o falante saiba descrever os processos de formação de novas palavras.
3) as línguas não são sistemas autônomos, desligados de seus contextos de uso.
4) os significados das palavras são estáveis e não podem sofrer alterações.
Estão corretas:
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Cadernos
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