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Foram encontradas 715 questões.

2485313 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Considerando o circuito combinacional representado pela função F(A,B,C,D)= A'BC'D' + A'BCD' + ABCD' + A'B'C'D + A'B'CD + AB'C'D + AB'CD + ABC'D', em que X' é o complementar ou a negação de X, para X= A, B, C, D, Pode-se afirmar que é o:
 

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2485280 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Química
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Sobre os resultados finais obtidos com a correta emblocagem da amostra, assinale a alternativa correta.
 

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2485265 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Num nivelamento trigonométrico, um teodolito foi instalado no ponto A, e medida a altura do instrumento, o resultado foi o valor Ai. No teodolito, foi lido o ângulo zenital (z) até o ponto B materializado sobre o terreno. A distância horizontal do ponto A até o ponto B foi medida com auxilio de uma trena, resultando no valor d. Com os dados fornecidos, o desnível do ponto A até o ponto B pode ser obtido com qual das expressões?
 

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2485232 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Uma poligonal topográfica regular com 7 vértices é medida no campo. Desconsiderando que as observações podem apresentar erros, a soma dos ângulos externos dessa poligonal resultará em:
 

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2485158 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Determine a potência consumida pela carga na questão anterior
 

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2485105 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO
Classificar palavras
Uma das coisas mais complicadas é classificar palavras. Pode parecer evidente o que é um substantivo ou um adjetivo, principalmente quando o exemplo é bem escolhido. Quando estudamos essas coisas na escola, se o professor é claro, tudo parece se encaixar. Ele define uma classe, dá uns exemplos, depois alguns exercícios e, eventualmente, cobra a mesma coisa na prova. Os mais sádicos escolhem exceções para pegar os alunos, mas esses, de fato, não são propriamente professores. Estão mais preparados para atuar nas pegadinhas da TV. Na verdade, também os muito comportados não são propriamente professores, porque acabam escondendo dificuldades reais e transmitindo uma ideia simplificada do que seja a língua. Não educam para a descoberta, para a análise. Assim, acabamos achando normal que haja problemas difíceis de serem resolvidos nos diversos campos de conhecimento da natureza, mas acabamos nos acostumando com a ideia de que um professor de português deve ter sempre certeza sobre tudo, respostas prontas e claras. É que a imagem de língua apresentada é uma imagem simplificada.
Mas, quando se trata de língua viva, a coisa não é tão fácil como parece e pode se complicar ainda mais se se leva em conta o processo de mudança. Considere-se um fenômeno que tem a ver com certas mudanças de forma, que implicam possível classificação. Por exemplo, “foi direto pro quarto”, “desceu, mas desceu apertado”, em que as palavras “direto” e “apertado” estão funcionando como advérbios, mas têm cara de adjetivos. Trata-se de conversão, digamos, de advérbios em adjetivos. Esses exemplos fazem lembrar imediatamente um caso cuja ocorrência é cada vez maior: o da palavra “independente” usada no lugar de “independentemente”. Por exemplo: “Independente da teoria, esses dados são importantes”. O leitor sabe que, pelas lições de português, seria de esperar a forma “independentemente da teoria, esses dados...”
Outros exemplos, ainda mais interessantes, são os de adjetivos que estão sendo usados na função de marcadores conversacionais: palavras que usamos tipicamente para marcar finais ou inícios de falas. Pois bem, há adjetivos nessa função. Quando falamos, muitas vezes começamos ou terminamos nossas falas dizendo “exato, certo, claro, lógico, evidente”. Ora, em boas e bem comportadas listas, essas palavras seriam adjetivos. O que estão fazendo nessa outra função, que não é a de adjunto, como preveem as boas aulas e as boas provas de português?
Tinha acabado de escrever esse texto, liguei a televisão para dar uma espiada num jogo de futebol. No final, o repórter entrevistou Dida, aquele goleiro. Sabem o que ele disse? “A gente trabalha profissional”. Um professor o corrigiria: “profissionalmente, Dida”. Pois é. Está aí o Dida confirmando o processo de conversão acima exemplificado. Ao vivo e a cores.
(Sírio Possenti. Mal comportadas línguas. Curitiba: Criar Edições, 2000, p. 63-65. Adaptado).
No texto, o autor afirma que: “acabamos achando normal que haja problemas difíceis de serem resolvidos”. Do ponto de vista da concordância, o uso do verbo haver também está correto na alternativa:
 

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2485100 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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TEXTO 1
Compro, logo existo.
(1) Templo de culto à mercadoria, o modelo do shopping center, como o conhecemos hoje, nasceu nos Estados Unidos na década de 1950. São espaços privados, objetivamente planejados para a supremacia da ação de comprar. O que se compra nesses centros, contudo, é muito mais do que mercadoria, serviços, alimentação e lazer. Compra-se distinção social, sensação de segurança e ilusão de felicidade e liberdade.
(2) O shopping center é um centro de comércio que se completa com alimentação (normalmente do tipo fast food ), serviços (bancos, cabeleireiros, correios, academias de ginástica, consultórios médicos, escolas) e lazer (jogos eletrônicos, cinema, internet). Ali o consumidor de mercadorias se mistura com o consumidor de serviços e de diversão, sentindo-se protegido e moderno. Fugindo de aspectos negativos dos centros das cidades e da busca conjunta de soluções para eles, os shopping centers vendem a imagem de serem locais com uma melhor “qualidade de vida” por possuírem ruas cobertas, iluminadas, limpas e seguras: praças, fontes, bulevares recriados; cinemas e atrações prontas e relativamente fáceis de serem adquiridas – ao menos para os que podem pagar. É como se “o mundo de fora”, a vida real, não lhes dissesse respeito...
(3) O que essa catedral das mercadorias pretende é criar um espaço urbano ideal, concentrando várias opções de consumo e consagrando-se como “ponto de encontro” para uma população seleta de seres “semiformados”, incompletos, que aceitam fenômenos historicamente construídos, como se fizessem parte do curso da natureza. O imaginário que se impõe é o da plenitude da vida pelo consumo. Nesses espaços, podemos ocupar-nos apenas dos nossos desejos – aguçados com as inúmeras possibilidades disponíveis de aquisição. Prevalece a ideia do “compro, logo existo”.
(4) Concluímos que esse mundo de sonhos que é o shopping center acaba reforçando nas pessoas uma visão individualista da vida, onde os valores propagados são todos relacionados às necessidades e aos desejos individuais – “eu quero, eu posso, eu compro”. Assim, colabora para uma deterioração do ser social e o retardamento do projeto de emancipação de seres mais conscientes, autônomos, prontos para a sociabilidade coletiva – que exige a capacidade da troca desinteressada, da tolerância, da relação verdadeiramente humana entre o eu e o outro, entre iguais e entre diferentes. Compreendemos que um ser social emancipado identifica as necessidades individuais com as da coletividade, sem colocá-las em campos opostos.
(5) O shopping center híbrido representa hoje o principal lugar da “sociedade de consumo”, contribuindo para a sacralização do modo de vida consumista e alienado, um modo de vida em que há uma evidente predominância de símbolos como status, poder, distinção, jovialidade, virilidade etc., sobre a utilidade das mercadorias. O que se pode concluir é que o sucesso da fórmula atual do shopping center híbrido como lugar privilegiado para a realização da lógica consumista traz consigo o fracasso da plenitude do ser social, distanciando-o de qualquer projeto de emancipação e de humanização do ser humano. Como diz o poeta Carlos Drummond de Andrade no poema Eu Etiqueta: “Já não me convém o título de homem./ Meu nome novo é coisa./Eu sou a coisa, coisamente”.
(Valquíria Padilha. A sociologia vai ao shopping center. Ciência Hoje, maio de 2007, p. 30-35. Adaptado).
TEXTO 2
Eu, etiqueta.
Em minha calça está grudado um nome
Que não é meu de batismo ou de cartório
Um nome... estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
Que jamais pus na boca, nessa vida.
Em minha camiseta, a marca de cigarro
Que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produtos
Que nunca experimentei.
Mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
De alguma coisa não provada
Por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
Minha gravata e cinto e escova e pente,
Meu copo, minha xícara,
Minha toalha de banho e sabonete,
Meu isso, meu aquilo.
Desde a cabeça ao bico dos sapatos,
São mensagens,
Letras falantes,
Gritos visuais,
Ordens de uso, abuso, reincidências.
Costume, hábito, permência,
Indispensabilidade, E fazem de mim homem-anúncio itinerante,
Escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
Seja negar minha identidade.
(...)
Agora sou anúncio
Ora vulgar ora bizarro.
Em língua nacional ou em qualquer língua.
(...)
Objeto pulsante mas objeto
Que se oferece como signo dos outros
Objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
De ser não eu, mas artigo industrial,
Peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é Coisa.
Eu sou a Coisa, coisamente.
(Carlos Drummond de Andrade).
O poema de Drummond, como temática, se aproxima do Texto 1, pois:
 

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2485097 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
No tocante ao papel exercido por líderes e gestores públicos no contexto da relação Estado versus Sociedade, entende-se que esses devem ter capacidade para:
 

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2485075 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Um gerador CC, conforme Figura, tem 5 kW, 250V, com RL = 1 Ω, Rs = 0,4 Ω, Rf = 129 Ω, considere uma queda de tensão nula nas escovas.
Determine a tensão induzida Ea na armadura para carga nominal e tensão terminal nominal.
Enunciado 2813917-1
 

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2485066 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Os equipamentos topográficos têm funções diferentes e são mais adequados dependendo do tipo de atividade topográfica que esteja sendo realizada. Assim, se for necessário fazer um transporte de altitude “ortométrica”, dentro da cidade do Recife, quais equipamentos garantiriam resultados mais confiáveis?
 

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