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Foram encontradas 715 questões.

2484465 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Quanto ás Propriedades do Concreto Endurecido, assinale a alternativa correta.
 

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2484458 Ano: 2014
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Em uma situação de conectar uma CPU a um dispositivo de vídeo, temos diversas opções de conexão. Marque a seguir a alternativa que apresenta somente conexões válidas para possibilitar a transmissão de imagens, por uma CPU, para um dispositivo de vídeo.
 

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2484401 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Considere que, numa estação rodando o sistema operacional Linux, uma das interfaces de rede está configurada como é mostrado na figura abaixo.
eth0 Link encap:Ethernet HWaddr 00:22:4d:55:e6:df
inet addr:150.172.3.2 Bcast:150.172.3.255 Mask:255.255.255.0
inet6 addr: fe80::222:4dff:fe55:e6df/64 Scope:Link
UP BROADCAST RUNNING MULTICAST MTU:1500 Metric:1
RX packets:20405658 errors:0 dropped:26523 overruns:0 frame:0
TX packets:15554588 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
collisions:0 txqueuelen:1000
RX bytes:4321697656 (4.3 GB) TX bytes:18722535939 (18.7 GB)
Interrupt:20 Memory:fe600000-fe620000
Para mudar a máscara de sub-rede da interface para 16 bits e o endereço de broadcast para 150.172.255.255, qual dos comandos abaixo poderia ser usado?
 

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2484356 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Através da pirólise da madeira é produzido o coque vegetal. A madeira de reflorestamento usada em sua produção, no Estado de Minas Gerais, produz cerca de 100 m³ de carvão por hectare de 8 em 8 anos. Sabendo que cada tonelada de gusa consome 2,5 m³ de carvão, calcule a área em hectares necessária para produzir 2 milhões de toneladas de gusa por ano.
 

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2484341 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Na composição do preço unitário de um item de serviços, são considerados, para efeito de preço de venda:
 

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2484259 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Do conjunto de ferramentas disponíveis nos ambientes operacionais Linux e/ou Windows, marque a alternativa em que são listadas aquelas para realizar diversos tipos de consulta a servidores de nomes.
 

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2484245 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Sobre a bexiga, é correto afirmar que:
 

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2484228 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Assinale a alternativa que contém somente lâmpadas de descarga.
1) Incandescente.
2) Vapor de sódio.
3) Halógena de Tungstênio.
Está(ão) correta(s):
 

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2484193 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO
Classificar palavras
Uma das coisas mais complicadas é classificar palavras. Pode parecer evidente o que é um substantivo ou um adjetivo, principalmente quando o exemplo é bem escolhido. Quando estudamos essas coisas na escola, se o professor é claro, tudo parece se encaixar. Ele define uma classe, dá uns exemplos, depois alguns exercícios e, eventualmente, cobra a mesma coisa na prova. Os mais sádicos escolhem exceções para pegar os alunos, mas esses, de fato, não são propriamente professores. Estão mais preparados para atuar nas pegadinhas da TV. Na verdade, também os muito comportados não são propriamente professores, porque acabam escondendo dificuldades reais e transmitindo uma ideia simplificada do que seja a língua. Não educam para a descoberta, para a análise. Assim, acabamos achando normal que haja problemas difíceis de serem resolvidos nos diversos campos de conhecimento da natureza, mas acabamos nos acostumando com a ideia de que um professor de português deve ter sempre certeza sobre tudo, respostas prontas e claras. É que a imagem de língua apresentada é uma imagem simplificada.
Mas, quando se trata de língua viva, a coisa não é tão fácil como parece e pode se complicar ainda mais se se leva em conta o processo de mudança. Considere-se um fenômeno que tem a ver com certas mudanças de forma, que implicam possível classificação. Por exemplo, “foi direto pro quarto”, “desceu, mas desceu apertado”, em que as palavras “direto” e “apertado” estão funcionando como advérbios, mas têm cara de adjetivos. Trata-se de conversão, digamos, de advérbios em adjetivos. Esses exemplos fazem lembrar imediatamente um caso cuja ocorrência é cada vez maior: o da palavra “independente” usada no lugar de “independentemente”. Por exemplo: “Independente da teoria, esses dados são importantes”. O leitor sabe que, pelas lições de português, seria de esperar a forma “independentemente da teoria, esses dados...”
Outros exemplos, ainda mais interessantes, são os de adjetivos que estão sendo usados na função de marcadores conversacionais: palavras que usamos tipicamente para marcar finais ou inícios de falas. Pois bem, há adjetivos nessa função. Quando falamos, muitas vezes começamos ou terminamos nossas falas dizendo “exato, certo, claro, lógico, evidente”. Ora, em boas e bem comportadas listas, essas palavras seriam adjetivos. O que estão fazendo nessa outra função, que não é a de adjunto, como preveem as boas aulas e as boas provas de português?
Tinha acabado de escrever esse texto, liguei a televisão para dar uma espiada num jogo de futebol. No final, o repórter entrevistou Dida, aquele goleiro. Sabem o que ele disse? “A gente trabalha profissional”. Um professor o corrigiria: “profissionalmente, Dida”. Pois é. Está aí o Dida confirmando o processo de conversão acima exemplificado. Ao vivo e a cores.
(Sírio Possenti. Mal comportadas línguas. Curitiba: Criar Edições, 2000, p. 63-65. Adaptado).
Observe o seguinte trecho do Texto: “Quando falamos, muitas vezes começamos ou terminamos nossas falas dizendo “exato, certo, claro, lógico, evidente”. Ora, em boas e bem comportadas listas, essas palavras seriam adjetivos. O que estão fazendo nessa outra função, que não é a de adjunto, como preveem as boas aulas e as boas provas de português?”. Nesse trecho, o autor se mostra:
1) irônico.
2) erudito.
3) constrangido.
4) provocante.
5) contraditório.
Estão corretas:
 

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2484176 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO
Classificar palavras
Uma das coisas mais complicadas é classificar palavras. Pode parecer evidente o que é um substantivo ou um adjetivo, principalmente quando o exemplo é bem escolhido. Quando estudamos essas coisas na escola, se o professor é claro, tudo parece se encaixar. Ele define uma classe, dá uns exemplos, depois alguns exercícios e, eventualmente, cobra a mesma coisa na prova. Os mais sádicos escolhem exceções para pegar os alunos, mas esses, de fato, não são propriamente professores. Estão mais preparados para atuar nas pegadinhas da TV. Na verdade, também os muito comportados não são propriamente professores, porque acabam escondendo dificuldades reais e transmitindo uma ideia simplificada do que seja a língua. Não educam para a descoberta, para a análise. Assim, acabamos achando normal que haja problemas difíceis de serem resolvidos nos diversos campos de conhecimento da natureza, mas acabamos nos acostumando com a ideia de que um professor de português deve ter sempre certeza sobre tudo, respostas prontas e claras. É que a imagem de língua apresentada é uma imagem simplificada.
Mas, quando se trata de língua viva, a coisa não é tão fácil como parece e pode se complicar ainda mais se se leva em conta o processo de mudança. Considere-se um fenômeno que tem a ver com certas mudanças de forma, que implicam possível classificação. Por exemplo, “foi direto pro quarto”, “desceu, mas desceu apertado”, em que as palavras “direto” e “apertado” estão funcionando como advérbios, mas têm cara de adjetivos. Trata-se de conversão, digamos, de advérbios em adjetivos. Esses exemplos fazem lembrar imediatamente um caso cuja ocorrência é cada vez maior: o da palavra “independente” usada no lugar de “independentemente”. Por exemplo: “Independente da teoria, esses dados são importantes”. O leitor sabe que, pelas lições de português, seria de esperar a forma “independentemente da teoria, esses dados...”
Outros exemplos, ainda mais interessantes, são os de adjetivos que estão sendo usados na função de marcadores conversacionais: palavras que usamos tipicamente para marcar finais ou inícios de falas. Pois bem, há adjetivos nessa função. Quando falamos, muitas vezes começamos ou terminamos nossas falas dizendo “exato, certo, claro, lógico, evidente”. Ora, em boas e bem comportadas listas, essas palavras seriam adjetivos. O que estão fazendo nessa outra função, que não é a de adjunto, como preveem as boas aulas e as boas provas de português?
Tinha acabado de escrever esse texto, liguei a televisão para dar uma espiada num jogo de futebol. No final, o repórter entrevistou Dida, aquele goleiro. Sabem o que ele disse? “A gente trabalha profissional”. Um professor o corrigiria: “profissionalmente, Dida”. Pois é. Está aí o Dida confirmando o processo de conversão acima exemplificado. Ao vivo e a cores.
(Sírio Possenti. Mal comportadas línguas. Curitiba: Criar Edições, 2000, p. 63-65. Adaptado).
Analise os sentidos das palavras e a formulação do trecho seguinte: “Assim, acabamos achando normal que haja problemas difíceis de serem resolvidos nos diversos campos de conhecimento da natureza, mas acabamos nos acostumando com a ideia de que um professor de português deve ter sempre certeza sobre tudo, respostas prontas e claras”. Na verdade, o autor quer dizer que:
 

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