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Os materiais magnéticos tiveram os primeiros relatos na Grécia, com a descoberta do minério de ferro classificado como óxido de ferro, também chamado de magnetita de fórmula molecular !$ Fe_3O_4 !$. O magnetismo se deve ao fato de alguns materiais apresentarem a capacidade de atrair partículas de ferro, e, desde 1200 a.C, que os ímãs são utilizados em bússolas de navegação. Os ímãs permanentes do tipo TR-Fe-B têm sido pesquisados para melhoramento de suas propriedades magnéticas, com diversas aplicações como, por exemplo: relógios, microfones, alto-falantes, motores elétricos, radares, componentes para computadores, indústrias automobilísticas e de aeronaves, entre outras. Considerando a forma magnética atuante nos ímãs, assinale a alternativa incorreta.
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Os aparelhos de raios-X são muito utilizados na atualidade, principalmente na medicina para diagnósticos por imagem e na área de pesquisa para caracterização de material. Os raios-X são:
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A face negativa da norma culta
1. Há tempos que os trabalhos no campo da linguística brasileira têm como uma de suas principais preocupações os modos de ensino da norma culta da Língua Portuguesa. Vista como símbolo do bem-falar, a norma culta é amplamente defendida como a “variedade linguística de maior prestígio social”, assim descrita na maioria das gramáticas. Nesse sentido, o ensino de português, de um modo geral, tem se pautado na transmissão das regras subjacentes a essa norma. As gramáticas e os livros didáticos, além de darem continuidade a um comércio editorial, que se diz capaz de oferecer essa “arte do bemfalar” aos incapazes de adquiri-la socialmente, em suas atividades linguísticas cotidianas, apenas reforçam a ideia absurda de que a norma culta é a única aceitável, e quem não souber dominá-la será excluído do conjunto dos indivíduos que “sabem falar português”.
2. Essa ideia de supervalorização da norma culta e de sua superioridade sobre as outras variedades passou a ser senso comum na sociedade, gerando, assim, uma onda de preconceito e intolerância, já que se subentende que qualquer uso que fuja à norma será considerado “inferior e desprestigiado”. O livro “Preconceito e intolerância na linguagem”, da professora Marli Quadros Leite, abordou esse problema e constatou a ocorrência de intolerâncias, sobretudo, em discursos da imprensa escrita. [...]
3. A primeira reflexão trazida por Leite é a de que o preconceito contra a linguagem não é apenas linguístico, mas também social e político. Por meio das análises feitas, é possível perceber, por exemplo, o preconceito e a intolerância contra o povo nordestino, mostrados, principalmente, por habitantes das regiões Sul e Sudeste. [...] Fica evidente que os argumentos daqueles que têm preconceito contra a linguagem do nordestino baseiam-se na ideia de que se trata de uma linguagem “errada”, utilizada por pessoas de baixo prestígio social e que “não sabem falar o português”. Esse tipo de pensamento tem – em grande parte – origem na distinção entre norma culta e norma popular, na negação de outras variedades linguísticas e na ignorância de que a língua é um fenômeno social e, inevitavelmente, variável.
4. As análises dos gêneros feitas por Leite são de grande valia aos estudos sobre preconceito e intolerância contra determinadas variedades linguísticas, mas sua abordagem sobre a ocorrência desses fenômenos na escola é, sem sombra de dúvidas, o que coroa sua obra, visto que, além da influência da sociedade em geral, a escola (infelizmente) tem sido a grande incentivadora do preconceito e da intolerância linguísticos. A insistência da escola em ensinar, de forma supervalorizada, as regras gramaticais – às vezes, sem levar em consideração as variedades linguísticas dos alunos – cria na mente dos estudantes a ideia de que a norma culta é a que “reina” na sociedade. Isso gera uma atitude corretiva do indivíduo consigo mesmo – num “policiamento linguístico” – e de um indivíduo para com outro – numa posição soberba e acusadora a que subjaz o pensamento: “Você fala errado! Eu estudo e falo certo, logo, eu posso corrigir seu erro”.
5. Essa é a face negativa da norma culta. Essa falsa superioridade e desprezo sobre as outras variedades linguísticas, o que, infelizmente, gera o preconceito e a intolerância, não apenas contra a linguagem de quem faz uso de outras normas, mas contra a própria pessoa. O uso e o ensino da norma culta são, sem dúvida, essenciais. Ela deve ter, sim, seu lugar na sociedade e na escola, de forma que todos possam ter a capacidade de comportar-se linguisticamente de forma adequada em cada situação comunicativa. O que se torna necessário, como conclui Leite, é que as pessoas não julguem umas às outras pela linguagem de que fazem uso, mas que haja o respeito, a tolerância, a aceitação e a valorização de todas as normas linguísticas, pois todas, igualmente, são válidas e essenciais à vida da comunidade linguística.
Talita Santos Menezes. Disponível em: http://www.webartigos.com/artigos/a-face-negativa-da-norma-culta/118492. Acesso em 05/09/2016. (Adaptado).
Considerando o objetivo central pretendido pelo Texto, identifique o fragmento que, por seu conteúdo, assume inteira relevância no texto:
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Numa simulação realizada no Laboratório de Radioecologia e Controle Ambiental do Departamento de Energia Nuclear da UFPE, foi considerado que a taxa de dose a 2,0 m de uma fonte radioativa puntiforme era de 32 mGy/h em um determinado instante. Assumindo que essa fonte apresentava meia vida física de 8 horas, assinale a alternativa que apresenta corretamente o valor estimado para a taxa de dose a 25% dessa distância (fonte-operador), 24 horas mais tarde.
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O multímetro é um equipamento que incorpora alguns instrumentos de medidas, como voltímetro, amperímetro e ohmímetro (configuração padrão) e, dependendo do fabricante, opcionais (capacímetro, frequencímetro, termômetro e outros). O arranjo a seguir apresenta esquemas de um circuito elétrico, constituído de uma fonte de tensão contínua (V) e dois resistores (!$ R_1 !$ e !$ R_2 !$) de valores diferentes e um multímetro analógico com algumas funções e indicadores. O voltímetro registra a tensão elétrica de 6,42 V com as pontas de prova conectadas nos pontos 2 e 3 do circuito elétrico. Nestas condições, é incorreto afirmar o que consta na seguinte alternativa.

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Uma amostra radioativa desconhecida foi analisada radiometricamente para caracterização do emissor gama. Na investigação, obteve-se o espectro da figura a seguir, cujas regiões de interesse foram analisadas e estudadas detalhadamente. Neste espectro, apenas uma energia caracteriza o radionuclídeo; as outras, são decorrentes de efeitos secundários da interação da radiação ionizante com a matéria. Assumindo que o comprimento de onda, associado ao fotopico que caracteriza a fonte gama, é de aproximadamente 971 pm, assinale a alternativa que corresponde à região que caracteriza o radionuclídeo. Dado: constante de Planck (!$ h !$ !$ \cong !$ !$ 6,6x10^{-34} !$ !$ J.s !$); velocidade da luz (!$ c !$ !$ =3,0x10^8 !$ !$ m/s !$); !$ eV !$ !$ \cong !$ !$ 1,6x10^{-19} !$ !$ J !$.

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A radioatividade é um fenômeno de desintegração espontânea de alguns núcleos radioativos, com emissão de partículas e/ou radiação eletromagnética. Para realizar medidas dessas emissões, são utilizados os detectores de radiação ionizante. A figura abaixo ilustra mostradores de um Geiger Müller, medindo taxas de exposição gama em diferentes escalas. Observando as medidas indicadas nos três experimentos, assinale a alternativa correta.

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O Departamento de Energia Nuclear da UFPE recebeu um chamado (Hoje) para avaliar uma fonte de !$ ^{60}Co !$ (Z = 27), emissora de radiação beta. No decaimento, o núcleo sofre transmutação formando o !$ ^{60}Ni !$ (Z = 28), que, no estado excitado, emite dois fótons gama de aproximadamente 1,17 MeV e 1,33 MeV. Considerando as propriedades das emissões gama, o ambiente onde a fonte encontra-se deve ser monitorado, uma garantia dos princípios de proteção radiológica. Na visita, foi verificado que essa fonte não apresentava registro da atividade de referência (no momento da aquisição), porém, constatou-se, como data de entrada no laboratório, dezembro de 1966. Assumindo que, em aproximadamente 5 anos, a fonte terá 50% daquela atividade observada em um instante anterior, assinale a alternativa correta.
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Dia dos Morenos
– Mãe, você sabia que quinta-feira não vai ter aula?
– É, filha, eu sei...
A garota, de apenas cinco anos, se apressa na explicação:
– É porque quinta-feira é feriado. É o dia dos Morenos...
O Diálogo que intrigou a mãe ocorreu na semana passada. Ao chamar o Dia da Consciência Negra assim, a criança, na inocência de seu eufemismo involuntário, que provavelmente ouviu de algum (inocente?), toca o nervo da questão racial no Brasil.
Transformar a morte de Zumbi dos Palmares numa data “morena” é um sintoma do nosso racismo cordial, sem dúvida, mas também é uma forma de exaltar a mistura étnica da nossa formação, o caldeirão biológico e cultural em que borbulha nossa civilização mestiça.
Entre nós, a escravidão não foi um impedimento à miscigenação. Mas tampouco a miscigenação impediu que a herança brutal da escravidão sobrevivesse à Abolição, impondo-se ainda hoje, depois de 120 anos, como fardo e vergonha nacional.
Que ninguém de boa-fé subestime a exclusão de negros no Brasil de hoje. A pesquisa publicada pela Folha oferece um retrato abundante das nossas iniquidades. Entre os 10% mais pobres do país, 68% são pretos e pardos. Não choca?
Uma inflamada discussão sobre cotas ganha corpo no país. O tema é complexo. Penso que políticas de inclusão com critérios de renda seriam socialmente mais eficazes e menos traumáticas que as cotas raciais, vistas pela maioria como “necessárias”, mas “humilhantes”.
O governo parece conduzir a questão com exagero populista e excessos facilitários. Quantos alunos da rede pública estão no ensino médio e não sabem escrever? O “pobrema” é mais embaixo.
Mas o que chama a atenção nesse debate é a fúria de certos militantes anticotas para negros. Esbravejam como se um mundo – repleto de morenices e privilégios – fosse se extinguir.
(Fernando de Barros e Silva. Dia dos morenos. Folha de S. Paulo. 24 de nov. 2008).
Ainda no âmbito da sintaxe – propriamente uma questão de regência –, podemos analisar, nos enunciados seguintes, a ocorrência do acento indicativo da crase.
1) Um governo demagogo costuma se referir à questões políticas com exagero populista. À essa realidade, muitos fazem críticas severas.
2) Políticas de inclusão, submetidas a critérios de renda, seriam socialmente mais eficazes que as cotas raciais.
3) À pesquisa publicada pela Folha foi atribuída uma grande responsabilidade, pois foram anunciadas, a tempo, mudanças significativas.
4) Frequentemente, o mercado financeiro se vale de vendas à prazo para incentivar o público à comprar mais.
5) O Encontro sobre ‘Políticas de inclusão racial’ acontecerá de 10 à 12 deste mês, de 8h00 às 12h00.
Está correto o uso do acento indicativo da crase, apenas, em:
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Uma auditoria realizada numa instalação radiativa constatou que um trabalhador esteve exposto a uma fonte radioativa emissora gama, com meia vida física de aproximadamente 30 anos. A atividade da fonte era suficiente para proporcionar uma taxa de dose de 0,75 mSv/h. O relatório apontou que um trabalhador ocupacional esteve executando atividades experimentais neste ambiente durante 2 dias, com carga horária 6 horas/dia. A partir desse relatório, é correto afirmar que:
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