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Foram encontradas 60 questões.

1682023 Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Com relação ao DHCP, assinale a alternativa correta.
 

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1666072 Ano: 2016
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Sobre a linguagem de programação Java, é correto afirmar que:
 

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A família dos porquês
A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.
Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.
A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.
No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?
In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado.
No Texto, o autor argumenta a favor da seguinte ideia:
 

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1654772 Ano: 2016
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Sobre o IIS (Internet Information Services), assinale as seguintes afirmativas.
1) Possui suporte às linguagens ASP clássico, ASP.NET e PHP.
2) O Appcmd.exe é a ferramenta de linha de comando que permite configurar e consultar objetos no servidor Web e retornar a saída em texto ou XML.
3) Após instalação, o IIS vem configurado por padrão para prover conteúdos estáticos e dinâmicos.
4) Possui protocolos HTTP, HTTPS e FTP.
5) O processo de autenticação no IIS é o processo de avaliação de credenciais na forma de um nome de usuário e senha.
Estão corretas, apenas:
 

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Maria sacou R$ 3.000,00 em dinheiro de seu cartão de crédito, que cobra juros cumulativos de 20% ao mês. Passado um mês, ela depositou R$ 1.200,00; 30 dias depois ela depositou R$ 1.440,00, e liquidou a dívida. após um terceiro mês. De quanto foi o depósito no último mês?
 

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1627268 Ano: 2016
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Atualmente os processadores programáveis são elaborados com base nas arquiteturas de von Neuman, onde dados e instruções se encontram na mesma memória física, e de Harvard, que distingue as memórias para dados de instruções. Essas arquiteturas permitem a criação de sistemas que editam suas próprias instruções e expandem suas funcionalidades, além de coordenar a execução de outros programas. Nesses paradigmas, foram criados os sistemas operacionais, que tinham como função primordial escalonar a execução de diferentes programas para aumentar a taxa de utilização do processador. Assinale a alternativa que apresenta a função do controlador de Acesso Direto à Memória (Direct Memory Access – DMA) e como ele atua para aumentar a taxa de utilização do processador.
 

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1624911 Ano: 2016
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Quantas vezes o conteúdo interno ao laço a seguir é executado?
for(int i=0; i < 9; i+=2) {
printf(“bom dia!”);
}
 

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1621227 Ano: 2016
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Considerando que um programador deseja verificar se o valor lido do usuário é múltiplo de 2 e 3 simultaneamente, esse programador deverá utilizar o seguinte comando:
 

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1616663 Ano: 2016
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Acerca dos dispositivos de rede, analise os dados a seguir.
1) O tipo de informação utilizado é o bloco de dados.
2) Disponibiliza armazenamento e sistema de arquivos.
3) Fornece protocolos de camada.
4) Roda um sistema operacional completo e funciona como um servidor de arquivos, ligado diretamente na rede.
As características de 1 a 4 correspondem, respectivamente, a:
 

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A família dos porquês
A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.
Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.
A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.
No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?
In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado.
Considerando as relações de sentido estabelecidas por meio do vocabulário utilizado no Texto, assinale a alternativa correta.
 

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